
Detectada descida no cumprimento da qualidade
Terça-Feira, 23 de Outubro de 2007
As análises à água para consumo humano em 2006 revelaram um ligeiro aumento de incumprimento dos parâmetros da qualidade, face a 2005, mas a entidade reguladora do sector justifica o agravamento com o maior rigor exigido.Em 2005 a análise à qualidade da água, medida na torneira dos consumidores, revelou que 97,5% das análises estavam em conformidade com o exigido por lei. Este ano, o grau de cumprimento baixou ligeiramente, para 97,2% mas o Instituto Regulador de Águas e Resíduos (IRAR) diz que esta descida “não significa que a água tenha piorado de qualidade”.Apesar de os números revelarem um ligeiro aumento do incumprimento de parâmetros, face a 2005, o IRAR entende que a qualidade da água para consumo humano em Portugal “continua a melhorar consistentemente” e que a “grande maioria” da população dispõe de serviços de abastecimento público de água de boa qualidade.Tal como em relatórios dos anos anteriores, é no interior, em zonas de abastecimento com menos de cinco mil habitantes, que se concentra a maioria dos incumprimentos.Nestas zonas do interior, estão concentradas 80,3% das análises em falta e 84,2% dos incumprimentos dos valores paramétricos, apesar de representarem 41,1% da população servida.No ano passado, e tal como em 2005, a falta de qualidade da água ficou a dever-se essencialmente ao incumprimento dos valores microbiológicos (por ausência ou insuficiente desinfecção da água), de PH, de ferro, de manganês e arsénio e de alumínio por problemas de exploração nas estações de tratamento.
Terça-Feira, 23 de Outubro de 2007
As análises à água para consumo humano em 2006 revelaram um ligeiro aumento de incumprimento dos parâmetros da qualidade, face a 2005, mas a entidade reguladora do sector justifica o agravamento com o maior rigor exigido.Em 2005 a análise à qualidade da água, medida na torneira dos consumidores, revelou que 97,5% das análises estavam em conformidade com o exigido por lei. Este ano, o grau de cumprimento baixou ligeiramente, para 97,2% mas o Instituto Regulador de Águas e Resíduos (IRAR) diz que esta descida “não significa que a água tenha piorado de qualidade”.Apesar de os números revelarem um ligeiro aumento do incumprimento de parâmetros, face a 2005, o IRAR entende que a qualidade da água para consumo humano em Portugal “continua a melhorar consistentemente” e que a “grande maioria” da população dispõe de serviços de abastecimento público de água de boa qualidade.Tal como em relatórios dos anos anteriores, é no interior, em zonas de abastecimento com menos de cinco mil habitantes, que se concentra a maioria dos incumprimentos.Nestas zonas do interior, estão concentradas 80,3% das análises em falta e 84,2% dos incumprimentos dos valores paramétricos, apesar de representarem 41,1% da população servida.No ano passado, e tal como em 2005, a falta de qualidade da água ficou a dever-se essencialmente ao incumprimento dos valores microbiológicos (por ausência ou insuficiente desinfecção da água), de PH, de ferro, de manganês e arsénio e de alumínio por problemas de exploração nas estações de tratamento.