Canários carmelitas
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16 de Junho de 2013
Maestro português dirige importante orquestra de Nova Iorque
O maestro Luís Clemente, responsável pela Orquestra Sinfónica e Banda da Covilhã, dirigiu este sábado a Shen Yun Shymphony Orchestra, uma das mais conceituadas orquestras sinfónicas de Nova Iorque, nos Estados Unidos.
Cerca de 450 pessoas encheram o Performing Arts Center da Shen Yun Symphony para ouvir um repertório que incluiu a Sinfonia 40 de Mozart, a Sinfonia 2 de Brahms e o Concertino para clarinete de Weber.O maestro de 36 anos disse que "a apresentação correu muito bem" e que ficou "muito satisfeito com a primeira abordagem a obras de compositores contemporâneos chineses."
Luís Clemente esclareceu que esta oportunidade surgiu no seguimento de um concurso internacional promovido pela orquestra para encontrar jovens maestros que possam integrar a sua companhia no próximo ano artístico de 2013-2014.
O maestro está nos 10 finalistas, escolhidos de mais de 300 concorrentes, que se apresentaram em Nova Iorque e que são oriundos dos Estados Unidos, China, Nova Zelândia, França, Itália, Grécia, Espanha, Canadá, Venezuela e Portugal.
Luís Clemente frequenta, atualmente, o doutoramento em Direção de Orquestra, na Universidade de Aveiro, é responsável pelo Centro de Estágio de Direção de Orquestra de Sopros, e maestro da Banda Sinfónica da Covilhã.
Apesar de desenvolver a sua atividade em Portugal, está "sempre à procura de oportunidades", como a que teve este fim de semana porque nos Estados Unidos "há as condições necessárias para fazer da vida artística uma vida profissional e com condições de sustentabilidade".
Luís Clemente, que é natural de Portel e tem ligações a Ferreira do Alentejo, afirmou que histórias como a sua são possíveis porque "a vida artística em Portugal mudou muito nos últimos 20 anos" e explica que "a formação base é cada vez melhor e mais equiparada às grandes escolas de referência mundial".
Ainda assim, lamenta "as condições económicas e políticas que, sem dúvida, refrearam este avanço" no último ano.
O maestro diz que, apesar das dificuldades financeiras, as instituições a que pertence "são geridas por pessoas extremamente dotadas e inventivas que fazem das dificuldades a motivação para superar estes tempos difíceis."
Entre 16 e 20 de Setembro, Luís Clemente é um dos 12 maestros de todo o mundo selecionados para participar na Black Sea Conducting Competition, uma das três competições mais importantes da Europa, que acontece na Roménia.
No ano passado, o maestro venceu o Concurso Internacional de Direção de Orquestra Sinfónica em Budapeste.
sem comentários
Análise Milhares de portugueses beberam água com fezes
Ao longo de um ano foram mais de 281 mil os portugueses que ingeriram água da torneira com níveis de resíduos de fezes superiores àqueles que são permitidos por lei, adianta a edição deste domingo do Diário de Notícias. Os dados constam do último relatório da entidade que regula a água, a ERSAR.
A partir de documentos da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Saneamento (ERSAR), o Diário de Notícias escreve hoje que foram mais de 281 mil os portugueses que consumiram, durante um ano, água da torneira com níveis de resíduos de fezes superiores aos permitidos por lei.
Ao mesmo tempo, do universo total, uma amostra de 121.587 pessoas ingeriu água com níveis da bactéria E.coli que excediam também os limites legais.
O engenheiro ambiental e membro do Conselho Nacional da Água, Francisco Ferreira, esclarece, em declarações ao Diário de Notícias, que o consumo de água com excesso de bactérias coliformes "não significa que [as pessoas] fiquem doentes, mas é um factor de risco e pode provocar gastroenterites, diarreias e patologias do género".
Ao todo, saliente-se, foram 139 os concelhos do País em que estas irregularidades foram verificadas, com especial incidência nas pequenas povoações.
Os dados dizem respeito ao ano de 2011.
in Noticias ao Minuto
Volume 4 – Controlo da qualidade da água para consumo humano -
ERSAR
Pedidos de informação
Reclamações
Ao longo de um ano foram mais de 281 mil os portugueses que ingeriram água da torneira com níveis de resíduos de fezes superiores àqueles que são permitidos por lei, adianta a edição deste domingo do Diário de Notícias. Os dados constam do último relatório da entidade que regula a água, a ERSAR.
A partir de documentos da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Saneamento (ERSAR), o Diário de Notícias escreve hoje que foram mais de 281 mil os portugueses que consumiram, durante um ano, água da torneira com níveis de resíduos de fezes superiores aos permitidos por lei.
Ao mesmo tempo, do universo total, uma amostra de 121.587 pessoas ingeriu água com níveis da bactéria E.coli que excediam também os limites legais.
O engenheiro ambiental e membro do Conselho Nacional da Água, Francisco Ferreira, esclarece, em declarações ao Diário de Notícias, que o consumo de água com excesso de bactérias coliformes "não significa que [as pessoas] fiquem doentes, mas é um factor de risco e pode provocar gastroenterites, diarreias e patologias do género".
Ao todo, saliente-se, foram 139 os concelhos do País em que estas irregularidades foram verificadas, com especial incidência nas pequenas povoações.
Os dados dizem respeito ao ano de 2011.
in Noticias ao Minuto
Volume 4 – Controlo da qualidade da água para consumo humano -
ERSAR
Pedidos de informação
Reclamações
União Europeia
15 de Junho de 2013
14 de Junho de 2013
13 de Junho de 2013
Em Mora
Os
cursos de Pintura da Câmara Municipal de Mora – “Cores e Saberes”
encerram mais um ano letivo e para assinalar esta etapa, irá ter lugar
em todas as freguesias uma exposição dos trabalhos realizados pelos
formandos ao longo do último ano.
No próximo sábado, dia 15 de junho, inaugura-se a exposição dos formandos da Freguesia de Cabeção, na Cantina Escolar, pelas 17h30.
Convidamos a estar presente e a visitar estas exposições, são espaços que reúnem trabalhos, muito próprios, feitos por mãos conhecidas do Concelho de Mora.
No próximo sábado, dia 15 de junho, inaugura-se a exposição dos formandos da Freguesia de Cabeção, na Cantina Escolar, pelas 17h30.
Convidamos a estar presente e a visitar estas exposições, são espaços que reúnem trabalhos, muito próprios, feitos por mãos conhecidas do Concelho de Mora.
Posted by
Pedro Boavida
às
19:49:00
12 de Junho de 2013
10 de Junho de 2013
Climate change keeping early birds from getting worms:study
New research suggests that climate change is starting to keep early birds from getting the worms.
In a groundbreaking study that wouldn't have been possible even a few years ago, scientist Kevin Fraser from York University in Toronto says that shifting seasons due to global warming have thrown the delicate timing of bird nesting and food availability out of whack.
"Selection has favoured birds arriving at the perfect time, so they get there right at the peak of insect food, the big flush of all different kinds of insects we get in spring," said Fraser, whose paper is published in the online journal PLOS One.
"There is a real sharp peak in that. And birds ... have timed their migration to match that exact peak so they produce a lot of young and do really well."
But spring has been arriving earlier and earlier. Fraser and his colleagues wanted to find out if migratory birds are able to adapt and leave their wintering grounds in time to take advantage of the seasonal feast they need to build nests, mate and lay eggs.
Using tiny "backpacks" containing GPS recorders that weren't developed until 2007, the scientists focused their attention on purple martins, a common insect-eating songbird that migrates from the Amazon basin to breeding grounds in the United States and Canada.
Spring 2012, the warmest and earliest since record-keeping began in 1895, gave them the perfect opportunity.
Fraser found that not only did the purple martins not leave early, their departure from the tropics was actually later than average.
"Birds departed significantly later, not earlier, from wintering sites and there was no difference between years in the timing of crossing the Gulf of Mexico or arrival at breeding sites," the paper says.
Some species of migratory birds that don't roam as widely have been able to adjust their flight schedules, Fraser said.
"They were actually able to flexibly adjust what they do year-to-year and change their egg-laying date and change what they do breeding-wise to capitalize on those changes. It's the long-distance migrants that are having trouble."
Purple martins may just be too far away to receive signals about conditions on their breeding range. The same issue may be affecting other bug-eating long-distance migrators, which are all suffering from population declines as large as three per cent annually.
"Birds that feed on insects on the wing like purple martins and swallows and flycatchers and swifts, they're showing the strongest declines of any type of bird," said Fraser.
"They're all very different birds, so we're wondering what type of big thing could be affecting them all. It couldn't just be habitat loss in one particular area.
"We're thinking that climate change could be a big contributor."
Fraser said more research is needed. Other bird species need to be considered and the purple martin research needs to be extended over more years.
The work needs to be done to better understand the implications of the earth's shifting climate, he said.
Aside from providing important services such as eating nuisance insects such as mosquitoes, birds are easily studied and are common indicators of where things are headed.
"They're good canaries in the coal mine. They can tell us about environmental health."
9 de Junho de 2013
8 de Junho de 2013
7 de Junho de 2013
Viola da terra
Aurora . Peça instrumental de Viola da Terra
Tradicional da Maia - São Miguel
Registo de Miguel de Braga Pimentel no CD Sons D'Outrora
transcrição e execução de Rafael Carvalho
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Pedro Boavida
às
17:03:00
6 de Junho de 2013
Aldeia de Miranda do Douro convida visitantes a fazer «Ronda das Adegas»
A freguesia de Atenor, em Miranda do Douro, propõe-se revitalizar antigas profissões e velhos costumes locais, através da denominada «Ronda das Adegas», disse hoje o presidente da junta, Moisés Pêra Esteves.
Em declarações à agência Lusa, o autarca explicou que esta iniciativa, agendada para sexta-feira, sábado e domingo, é uma forma encontrada pela junta de freguesia para tentar dar vitalidade a uma aldeia cheia de potencial ambiental, cultural ou estenográfico «únicos».«As artes esquecidas como o latoeiro, o albardeiro, o oleiro, as fiadeiras deram apenas alguns das profissões do passado que serão mostradas às novas gerações e ao público vindo do litoral, que nunca teve contacto com está realidade», disse Moisés Pêra Esteves.
Diário Digital / Lusa
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Pedro Boavida
às
20:51:00
5 de Junho de 2013
3 de Junho de 2013
no comments
HISANOHAMA,
June 3 — Dozens of crabs, three small sharks and scores of fish thump on the
slippery deck of the fishing boat True Prosperity as captain Shohei Yaoita
lands his latest haul, another catch headed not for the dinner table but for
radioactive testing.
Japan’s government banned commercial
fishing in this area, some 200km (125 miles) northeast of Tokyo,
after a devastating 2011 tsunami and the reactor meltdowns and explosions that
followed at the nearby Fukushima
Dai-ichi nuclear plant.
The plant’s
operator, Tokyo Electric Power Co, or Tepco, has battled since then to keep
radioactive water used to cool the crippled reactor from leaking into the
ground and the sea.
The walls
of a once-bustling fish market that sold Yaoita’s catch of flounder, rockfish,
greenling and other sealife in the port of Hisanohama, about 20km (12 miles)
south of the ruined plant, remain in ruins.
The
fishermen of Hisanohama, forced out of work by the disaster, have had no choice
but to take the only job available — checking contamination levels in fish just
offshore from the destroyed nuclear reactor buildings.
"We
used to be so proud of our fish. They were famous across Japan and we
made a decent living out of them," said 80-year-old Yaoita, who survived
the tsunami by taking on the waves and sailing the six-person True Prosperity
out to sea.
"Now
the only thing for us is sampling."
Shoulders
stooped from years of hard work, Yaoita is happy to be back pulling fish out of
a 300-metre (330 yards) net. Like many younger fishermen, he’s unsure how long
he can stay at it.
The
fishermen and Tepco are in dispute over the utility’s plans to dump 100 tonnes
of groundwater a day from the devastated plant into the sea. The complicated
clean-up plan for Fukushima
could take 30 years or more.
Tepco’s
challenge is what to do with the contaminated water that has been pooling at
the plant at a rate of 400 tonnes a day — enough to fill an Olympic-size
swimming pool in a week.
So far it
has been racing to build tanks to store the contaminated water on the grounds
of the plant, in which all the water is kept at the moment.
It has also
asked fishermen to support a plan to build a "by-pass" that would
dump groundwater into the sea before it becomes contaminated by flowing under
the reactor’s wreckage.
"We
are staunchly against it," said Tatsuo Niitsuma, 71, who fishes with
Yaoita.
MORE
CONTAMINATION, LESS HOPE
Representatives
from fishing cooperatives met Tepco officials on Thursday to discuss the
proposal, with Trade Minister Toshimitsu Motegi to instruct Tepco on what to
do, although no final plans were announced.
In addition
to the "by-pass" Motegi, who also holds the energy portfolio, told
Tepco to create "protective walls" in the ground by freezing the soil
around the reactors to create an underground barrier to stop groundwater from
flowing in and mixing with contaminated water inside the reactor building.
The
fishermen, however, worry the "by-pass" plan risks more contamination
and delays, possibly ending any hope for the only job they know.
Tepco
officials have said it may take as long as four years to fix the problem, but
have said they do not need outside help.
The
uncertainty and stress have become problems. Many former fishermen live in
temporary homes next to people they barely know after losing not only their
jobs, but also family members.
Waves as
high as 40 metres wrought havoc across several hundred kilometres of Japan’s
northeastern coast, damaging ports handling 7 per cent of the country’s
industrial output, some 28,500 ships and 319 small fishing communities like
Hisanohama.
The total
cost of damage to the fishing industry is estimated at around 1.26 trillion yen
(RM37.47 billion).
About 40
Hisanohama fishermen survived the disaster. They could make a few thousand
dollars a month each with good catches, but instead get by on handouts for
tsunami survivors.
"For
many middle-aged men, their work meant everything, so now they find it hard to
mingle with others, cut themselves off and start drinking," said Hideo
Hasegawa, who runs a support centre in a 3,000-strong temporary housing
settlement.
The
fishermen’s opposition to Tepco’s plans underlines deep distrust across
radiation-contaminated areas towards Tepco and the government after their
uncertain response to the disaster, and a lack of clear information about
radiation risks since.
"They
say it’s safe, but they had always told us that the nuclear power is safe too -
and just look what a mess we’ve gotten ourselves into because of that,"
Yaoita said.
Many fish
caught in the area test below Japan’s
limits on radiation, a figure of 100 Bequerels per kilogram of Caesium-137 and
Caesium-134, according to the Japanese government. However, crews say fish that
live near the sea-floor, such as cod, halibut or sole, often test for excessive
levels of radiation.
A large
crab caught by Yaoita before the disaster could fetch as much as US$30 on the
Hisanohama market. A kilogram of flatfish could sell for about the same. Once
he could catch dozens of both and many other fish on a single morning outing.
"The
nuclear disaster destroyed our livelihoods and now we are like beggars,"
said Yaoita.
"Previously
I never went to see the doctor. Now it feels like I down more drugs and
medicine than actual food." — Reuters
Fear and stress outweigh Fukushima radiation risk
Governo japonês reconhece que fundos para Fukushima foram para outras zonas
Mais de 800 milhões de euros de fundos públicos, destinados aos sobreviventes do sismo e do tsunami de março de 2011 no Japão, foram gastos fora das zonas atingidas, reconheceu hoje o Governo nipónico.
De acordo com um artigo publicado no jornal Asahi, estes fundos serviram atividades sem qualquer relação com a catástrofe, desde a contagem das tartarugas marinhas em praias semi-tropicais à promoção de vinho e queijo a centenas de quilómetros de distância das zonas destruídas.Apesar de ainda não existir qualquer suspeita de corrupção, a publicação destas informações embaraçou as autoridades nipónicas, que reconheceram ter financiado um controverso programa baleeiro com fundos previstos para os esforços de reconstrução.
Diário Digital / Lusa
Tenor - Paulo Ferreira
And today will start the
rehearsals of this magnificent opera, where Paulo Ferreira will play
the character of D. Alvaro, with premiere scheduled for the next 21st of
September at the Tiroler Landestheater Innsbruck / Austria.
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Pedro Boavida
às
12:39:00
Bacalhôa na Feira do Livro
O Grupo Bacalhôa este ano marca presença na Feira do Livro numa parceria com o grupo Leya . Estamos presentes dentro do espaço Leya, com um balcão de provas, onde poderá provar a mais recente aposta do grupo - PARADISE NIGHT OUT.
Aproveite para passar o bom fim de tarde na companhia dos bons livros, do espaço Leya, e de um copo de Paradise Night Out, com muito gelo e limão.
As provas decorrerão de 5ª a Sábado, das 19h às 22h, até dia 8 de Junho.
Conheça o Programa da Feira do Livro aqui.
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Pedro Boavida
às
11:59:00
2 de Junho de 2013
29 de Maio de 2013
28 de Maio de 2013
El Arte de Vivir el flamenco
FANDANGOS. Es un cante perteneciente a toda la región de Andalucía, copia de los cantes Árabes, divulgado principalmente en Andalucía, de este cante se han sacado muchos estilos personales y en cada provincia Andaluza se le a dado un nombre, si tuviera que nombra a todos los maestros de este estilo que le dieron su creación personal no tendría espacio suficiente porque fueron muchisimos.
FANDANGOS DE LUCENA. Cante de la citada localidad Cordobesa, propio a tantos estilos de Fandangos como existen en toda la provincia de Andalucía.
FANDANGOS DE HUELVA. Cantes pertenecientes a toda la provincia de Huelva, y en cada localidad se le dio un nombre perteneciente a su región.
FANDANGUILLOS. Es un cante levantino perteneciente a los estilos de fandangos popularmente conocidos en toda la región de Andalucía, cantes mas alargados de forma de pronunciar, incluso folklóricos, es de poder y de mucho estilo, es también principalmente bailable en cada comarca de Andalucía, incluso acompañado con orquestas a estilos de pasodobles.
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Pedro Boavida
às
20:01:00
26 de Maio de 2013
25 de Maio de 2013
Casa Agrícola Quinta do Falcão
Este ano, a Feira do Livro de Lisboa tem um espaço Lounge dedicado aos Vinhos do Tejo, onde pode provar os Grandes Vinhos produzidos na nossa região. Mais uma excelente iniciativa da Comissão Vitivinícula da Região do Tejo, que mostra um dinamismo extraordinário.
Nós estamos presentes e a reacção aos nossos Vinhos enche-nos de orgulho e felicidade. Compre um livro (aconselhamos para este fim-de-semana o primeiro número da Revista Literária Granta...e 2ª Feira é editado o novo livro do Herberto Hélder...) e venha desfolhá-lo acompanhado por um dos nossos Vinhos...
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Pedro Boavida
às
21:15:00
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23 de Maio de 2013
Cante Alentejano
Following international recognition of Fado, Portugal recently submitted to UNESCO the polyphonic songs of the Alentejo, known as Cante Alentejano, or just Cante, as an Intangible Cultural Heritage of Humanity.
This film will be a journey into the hot Alentejo countryside (Southern region of Portugal) discovering Cante music and the life of its performers.
Not many people outside Portugal know about these a capella polyphonic choirs, typically formed by 20 to 30 male agricultural workers or miners, that seem to express the deep voice of the Earth.
With the international recognition of Cante by UNESCO (2014), the conflict between tradition and modernity is getting very strong. What does this regional musical tradition mean nowadays and for whom? Is it still possible for a regional expression to survive under the pressure of mass cultural globalization? Do the new generations find a feeling of belonging in this culture? Can some modern versions of Cante be accepted by the representatives of the original tradition?
22 de Maio de 2013
Central nuclear japonesa construída sobre falha sismica ativa
Relatório da agência nuclear japonesa condena futuro da central de Tsuruga, numa altura em que o Governo pretende relançar a produção de energia atómica, quase paralisada desde o acidente de Fukushima.
Uma falha sísmica ativa existente sob o
local onde está instalado um dos dois reatores da central nuclear
japonesa de Tsuruga, na zona oeste central do país, torna praticamente
impossível o regresso à atividade da central. A notícia foi revelada
hoje pela agência nuclear japonesa, que concorda com a conclusão de um
estudo que dá conta que um sismo pode ocorrer a qualquer momento e
causar um acidente de consequências trágicas.
Num país ainda mal refeito do desastre nuclear de Fukushima, ocorrido a 11 de março de 2011, a divulgação deste relatório põe em causa o regresso da central de Tsuruga à atividade, falando-se até no quase inevitável desmantelamento da unidade.
Num país ainda mal refeito do desastre nuclear de Fukushima, ocorrido a 11 de março de 2011, a divulgação deste relatório põe em causa o regresso da central de Tsuruga à atividade, falando-se até no quase inevitável desmantelamento da unidade.
Acresce que a revelação deste caso ocorre na altura em
que a central de Tsuruga tinha em desenvolvimento a possibilidade de
instalação de outros dois reatores. Os túneis subterrâneos de acesso
entre as duas unidades, a já existesnte e a futuyra, já tinham sido
construídos.
O reconhecimento oficial da existência da falha sísmica
ativa sob o reator nr. 2 da central deixou patente, também, a
negligência assumida, durante décadas, quer pelo operador da central, a
Companhia Japonesa de Energia Atómica, quer pelo regulador nacional,
apesar das advertências sempre colocadas por sismólogos.
A agência nuclear japonesa investiga presentemente
outras cinco centrais nucleares em todo o país, temendo precisamente que
tenham sido construídas sobre falhas sísmicas ativas.
Japão dividido
O episódio hoje tornado público está a ser entendido no
Japão como um teste crucial à autoridade da agência nuclear japonesa,
que enfrenta a pressão colocada não só pela indústria mas também pelo
Governo, de tendência pró-nuclear, que pretende autorizar o regresso à
atividade da central de Fukushima, suspensa desde o desastre de há dois
anos.
Com exceção de dois, todos os 50 reatores nucleares viáveis existentes no Japão continuam parados desde o terramoto (e o tsunami que se lhe seguiu) que vitimou Fukushima e causou 19.000 mortos e desaparecidos.
Com exceção de dois, todos os 50 reatores nucleares viáveis existentes no Japão continuam parados desde o terramoto (e o tsunami que se lhe seguiu) que vitimou Fukushima e causou 19.000 mortos e desaparecidos.
O desastre motivou no país uma onda antinuclear e
reforçou a independência da agência nuclear japonesa enquanto regulador.
Mas desde que tomou posse, em dezembro, o primeiro-ministro Shinzo Abe
rapidamente tentou reverter a situação, insistindo repetidamente na
necessidade do regresso à atividade dos reatores considerados seguros.
Posted by
Pedro Boavida
às
19:06:00
21 de Maio de 2013
A Fukushima, des "nettoyeurs" irradiés et sous-payés
Ils sont toujours plus de 3 000 "nettoyeurs" à se relayer sans cesse sur la centrale détruite de Fukushima. Deux ans après la catastrophe nucléaire, les polémiques n'en finissent pas sur les conditions de travail de ces liquidateurs qui, loin de s'améliorer, sont toujours plus alarmantes. Le 22 avril, l'Asia-Pacific Journal a publié une tribune de Sumi Hasegawa, chercheuse à l'université McGill de Montréal, qui met en évidence la pénibilité des taches confiées aux ouvriers de la centrale.
Cette lettre ouverte est adressée au premier ministre et au ministre de la santé japonais, ainsi qu'à la direction de Tepco. La compagnie d'électricité est mise en cause dans des reportages diffusés récemment au Japon et qui mettent en évidence la détérioration de la situation des employés de la centrale.
Ils reçoivent des doses de radioactivités très élevées. En trois mois, ils peuvent accumuler jusqu'à 50 mSv (millisievert). Mais c'est bien pire pour ceux qui sont embauchés pour ramasser les débris. En quelques jours, certains auraient reçu jusqu'à 100 mSv, le seuil limite en France pour cinq années consécutives. Beaucoup ne passent jamais de tests ou sont autorisés à continuer leur travail alors qu'ils ont dépassé les taux réglementaires. Face aux critiques qui s'accumulent depuis deux ans, la firme s'est décidée à réagir.
DES OUVRIERS SOUMIS À DES TAUX DE RADIOACTIVITÉ INQUIÉTANTS
Elle a transmis un sondage à ses ouvriers en novembre 2012, afin d'avoir une idée plus précise de leurs conditions de travail. Ils sont 3 186 à avoir répondu, mais ce questionnaire est loin de faire l'unanimité.
Dans un article publié dans le mensuel japonais Sekai, on apprend que certains ouvriers ont subi des pressions pour "ne rien écrire qui sorte de l'ordinaire". L'émission de radio "Hôdô suru rajio" affirme même que d'autres ont dû remplir le questionnaire devant leur patron ou qu'on l'a complété à leur place...
Malgré ces tentatives de dissimulations, les résultats sont alarmants. La moitié des travailleurs présents sur la centrale ne seraient pas employés légalement : la compagnie pour laquelle ils travaillent et celle qui verse leur salaire sont en fait différentes. Tepco profite de ce flou juridique et dément toute responsabilité dans la dégradation des conditions de travail et dans la baisse des salaires. Pour les dirigeants de la compagnie, "ces ouvriers sont engagés par des sous-traitants et nous n'avons donc pas connaissance de leur rémunération. Nous ne pouvons pas parler du fonctionnement des compagnies avec lesquelles nous n'avons pas de contrat".
Si le volume de travail a augmenté, les salaires, eux, ont baissé. Peu après la catastrophe, Tepco avait annoncé une baisse de 20 % des rémunérations et la suppression des primes de risque pour faire face aux coûts exorbitants de la catastrophe. Dans le sondage commandé par l'entreprise, 5 % des employés ont déclaré gagner moins de 837 yens de l'heure (un peu plus de 6 euros), une somme inférieure au salaire minimum en vigueur à Tokyo. La grande majorité aurait un salaire à peine supérieur pour des taches à hauts risques.
in
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