6 de julho de 2015

Contradanza Granada

“Cada vez que salgas a bailar, hazlo como si fuera la última vez”

Malinois Waterslager canary bird

Social networks and culture in birds


A new paper in Nature by Lucy Aplin and colleagues reports an experimental study in Wytham Woods, in which arbitrary behaviours were introduced and tracked as they spread through social networks of wild great tits. The work shows that social learning can lead to the rapid establishment of stable differences within populations, a form of avian ‘culture’, and implicates conformist learning - where individuals preferentially copy the majority, as they key to this.

1 de julho de 2015

Violas dos Atlântico V



Cheiro funciona como bússola de pássaros no céu; o fim de 40 anos de debate

Como é que os pássaros encontram o seu caminho em meio a oceanos extensos? Esta quarta-feira pesquisadores publicaram uma possível explicação na revista da Royal Society britânica: o seu GPS é o nariz.

Enquanto os seres humanos podem se perder no espaço de dois segundos e a dois passos da casa, as aves marinhas voam durante dias e noites sobre os oceanos, encontram a sua refeição favorita e regressam para o seu ninho sem nunca se perder.


Estudos prévios já demonstraram a capacidade dessas aves para localizar as suas colónias de reprodução, muitas vezes localizadas em pequenas ilhas perdidas no mar, graças a odores transportados pelo vento.

Investigadores portugueses, ingleses e italianos avançaram um pouco mais na solução deste mistério que fascina cientistas há décadas: as aves marinhas, como os albatrozes, os petréis e as pardelas usam algum tipo de odor para se orientar através da imensidão azul sem referência visual.

Os cientistas analisaram os modelos de voo de 210 aves pertencentes a três espécies de cagarras, com a ajuda de gravadores de GPS durante o período de incubação e criação dos filhotes.

Com base nessas análises de voo e dados estatísticos, os pesquisadores demonstram que as aves marinhas são guiadas pelo seu sentido de cheiro e navegam usando uma imagem mental de cheiros locais, transportados pelos ventos locais.

«O acordo entre as previsões teóricas e as observações foram chocantes, uma grande surpresa», explicou o britânico Andrew Reynolds do Instituto de Pesquisas Rothamsted, um dos principais autores deste trabalho.

O dimetilssulfito - que vem em grande parte do plâncton em suspensão na água - ou de outros odores típicos dos locais podem formar uma paisagem olfactiva. E essas aves, que vivem um longo tempo, pode aprender a memorizar esses cheiros.


«As nossas descobertas põem fim a 40 anos de debate sobre a navegação das aves», afirmou Andy Reynolds.

29 de junho de 2015

Harz Roller canary bird

Grupo coral "Os Arraianos de Ficalho"



O grupo foi fundado em 1937 na Casa do Povo de Ficalho, e teve diversas formações ao longo do tempo. A 23 de Março de 1937 participou no "Sarau Alentejano", promovido pela Casa do Alentejo no Teatro São Luís em Lisboa, juntamente com os grupos corais de Mértola, Vidigueira e Aldeia Nova de São Bento. Em Novembro de 1939 foram visitados pelo etnomusicólogo Armando Leça, que gravou no Baixo Alentejo os grupos corais de Moura, Serpa, Aldeia Nova de São Bento, Baleizão, Aljustrel, Castro Verde e Mértola. Em Vila Verde de Ficalho o grupo misto de cantadores interpretou as modas: "Deus Menino", "Encomendação das Almas", "Olha a noiva", "Lerar o gado" e "Andorinha a voar". O grupo era constituído por dez elementos do género masculino e quatro elementos do género feminino. A 30 de Novembro de 1940 actuaram na Casa do Alentejo, em Lisboa, aquando da conferência realizada por Armando Leça "Da Música Popular do Baixo Alentejo". Na década de 60, os fluxos migratórios para França e Lisboa provocaram o despovoamento da comunidade e ameaçaram a continuidade do grupo. Bento José Maria (Mestre do grupo) ensaiador e autor de muitas modas, que ainda hoje fazem parte do repertório, como "A Águia", escreveu uma moda cujos versos testemunham essa realidade: Abalou para Lisboa/ Com esperança de voltar/ O ponto do nosso grupo/Nunca mais se ouvi-o cantar... "Os Arraianos" foram resistindo, quando em finais da década de 60 são visitados por Michel Giacometti. Os elementos mais idosos, como Francisco Guerreiro Grilo, ainda recordam um homem de cabelo comprido e gravador em punho, que foi a Ficalho várias vezes para gravar as suas modas.

Sounds from web



THE ROGUES

Central nuclear espanhola próxima da fronteira portuguesa «chumba» teste da Greenpeace

Central nuclear espanhola próxima da fronteira portuguesa «chumba» teste da Greenpeace



















A central nuclear espanhola de Almaraz, a mais próxima da fronteira portuguesa, «chumbou» num teste de resistência pedido pela Greenpeace, evidenciando a falta do mesmo tipo de válvulas que permitiu o acidente em Fukushima, Japão.
"Em Espanha - tal como noutros pontos da Europa - não aprendemos a lição de Fukushima [o acidente na central nuclear japonesa em março de 2011]. As medidas que foram tornadas obrigatórias, de maneira urgente, por causa do que se passou com Fukushima, mas não foram ainda tomadas", disse hoje à agência Lusa a responsável da área de Energia Nuclear da Greenpeace, Raquel Montón.

A organização ambientalista considera que a central de Almaraz (na bacia do Tejo, a pouco mais de 100 quilómetros da Fronteira de Portugal) "não tem válvulas de segurança para impedir uma explosão de hidrogénio, tal como não tinha Fukushima, e a sua instalação não está prevista até finais de 2016".

"Outro dos grandes problemas que ocorreu no Japão é que não tinham sistemas de ventilação com filtragem. Quando se viram na contingência de ter de libertar a quantidade de hidrogénio que se estava a acumular e com ele a radioactividade, não havia sistemas de ventilação filtrada. Assim, tudo foi levado ao limite e quando explodiu, espalhou-se a radioactividade", explicou Raquel Montón.

Após o incidente japonês, as autoridades e os reguladores europeus recomendaram que as centrais pusessem estes sistemas de forma urgente.

"Em Espanha não foram postos e não se está a exigir isso até ao ano 2016 ou mais tarde. Enquanto isso as centrais continuam a funcionar, incluindo a de Almaraz, que não tem sistemas de ventilação filtrada", salientou.

Por outro lado, além de Almaraz "não dispor de medidas eficazes de gestão de acidentes para assegurar a contenção da radioactividade durante um acidente grave", não existe uma avaliação atualizada dos riscos naturais, como por exemplo a actividade sísmica.

"A União Europeia exigiu a Espanha que fizesse uma nova caracterização sísmica, porque a que temos é muito antiga. Com base nessa nova caracterização é que seriam avaliados os riscos das centrais nucleares espanholas. Isso foi no ano de 2011 e só este ano é que se deu seguimento a essa ordem: ou seja, a nova caracterização sísmica vai começar a fazer-se em finais deste ano e não saberemos quando vai acabar", adiantou a responsável da Greenpeace.

Para Raquel Montén, a ideia de que as centrais nucleares em Espanha são seguras quanto a possíveis terramotos não é correta, uma vez que "nem sequer se começou a estudar" o caso.

"Esta é uma das grandes deficiências", afirmou a responsável, acrescentando que a entidade tem vindo a pedir esclarecimentos à tutela espanhola (o ministério da Indústria, Energia e Turismo) desde há quatro anos.

"Até agora só temos tido falta de transparência e a falta de resposta", disse Raquel Montón, salientando que a escolha da Central nuclear de Almaraz para ser submetida aos testes não foi casual.

"Em Espanha fez-se a análise da central de Almaraz, precisamente por porque é a que está mais próxima da fronteira com Portugal - outro país membro da União - e porque é a central nuclear em operação mais velha de Espanha", concluiu.

As conclusões da Greenpeace constam de um relatório que a organização está a apresentar na Conferência bianual do Grupo de Reguladores Europeus de Segurança Nuclear (ENSREG), que decorre até terça-feira em Bruxelas.

A Agência Lusa pediu um comentário ao Ministério da Indústria, Energia e Turismo de Espanha, mas até ao momento ainda não obteve resposta.

Diário Digital com Lusa



Greenpeace apela a Portugal que apresente queixa sobre centrais nucleares espanholas



A Greenpeace apelou hoje a que Portugal se queixe junto das autoridades internacionais quanto ao que considera ser a falta de condições de segurança das centrais nucleares espanholas, assegurando que Madrid não está a informar Lisboa sobre os impactos ambientais.

«Quando se tem de dar ou renovar uma licença de exploração [de uma central nuclear], a Convenção (que diz respeito às declarações de impacto ambiental transfronteiriço) dispõe que Espanha está obrigada a facilitar e comunicar esses estudos de impacto a Portugal e não o está a fazer», disse à agência Lusa a responsável da Greenpeace para a área da Energia Nuclear, Raquel Montón.

A responsável acusou directamente o Ministério da Indústria, Energia e Turismo espanhol (que tem a tutela deste assunto) de não estar a cumprir essa obrigação para com Portugal.

Diário Digital / Lusa

24 de junho de 2015

O Povo Que Ainda Canta






Pedro Mestre - Campaniça do Despique

Festival Flamenco Ciudad de Badajoz 2015


canarios timbrado espanhol

Canário timbrado espanhol

Canário timbrado Espanhol

Canário timbrado espanhol

Malinois Waterslager canaries

Fernando Ramirez Caferacla

23 de junho de 2015

HOT CLUB RUSSIA

Canário Malinois Waterslager

Tais Quais


Tais Quais 

Canário Malinois Waterslager

Tais quais



Tais Quais

Malinois Waterslager canary bird

Celina Piedade






Celina Da Piedade: Do You Have Time to Listen to a Beautiful Song?

Celina Da Piedade