22 de julho de 2016

Carnide

A feira da Luz

No séc. I, existiam, no território que hoje forma a freguesia de Carnide, várias explorações agrícolas que garantiam o abastecimento das povoações aí existentes. No séc. IV começou-se a registar o primeiro aumento de população, isto devido à construção de uma nova igreja e de um hospital (Hospital da Luz, actualmente Colégio Militar). A freguesia terá sido formada em 1279. A fama de ter bons ares, levou a que se fixassem em Carnide alguns nobres, que dinamizaram a economia local. 

Essa tendência prolongou-se até ao séc. XVI, altura em que Carnide se tornou aldeia, localizada entre a Igreja da Luz e aIgreja de São Lourenço. A freguesia, no séc. XVIII, era constituída fundamentalmente por dois núcleos construídos, Carnide e Luz.

A Luz era, no séc. XVIII, um importante pólo de atracção na freguesia de Carnide. Aí, realizavam-se feiras e romarias que traziam ao local muitos visitantes durante os meses de Verão. As procissões e romarias da Nossa Senhora da Luz eram grandes acontecimentos, nos quais até a nobreza participava.

Em 1852, a freguesia de Carnide foi integrada no recém criado Concelho de Belém. Trinta e três anos mais tarde, em 1885, voltou a fazer parte do Concelho de Lisboa. Durante esse período, procederam-se a obras de urbanização no Largo da Luz, e de melhoramento das vias pública da freguesia.

No final do séc. XIX, a construção de duas fábricas de cerâmica no arredores das povoações, e ainda a instalação de unidades fabris em freguesias vizinhas, dinamizaram a economia e fomentaram a fixação de operários em Carnide. Onde nessa época estava a Quinta dos Inglesesinhos, uma comunidade de frades católicos irlandeses, ergue-se desde 1983 a Escola Secundaria de Vergílio Ferreira.

No séc. XX, os hábitos agrícolas aliados ao êxodo rural deixaram ao abandono muitas quintas. Decorre desse facto o início da urbanização intensa na zona. Carnide sempre fora uma freguesia onde a aristocracia estava misturada como as camadas sociais mais desfavorecidas. Actualmente Carnide tem zonas mais antigas e zonas mais modernas.


in wikipédia 

Black Canary

17 de julho de 2016

falta de informação à população sobre as elevadas concentrações de ozono verificadas no sábado na região de Lisboa e setúbal.

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A associação ambientalista ZERO denunciou hoje a falta de informação à população sobre as elevadas concentrações de ozono verificadas no sábado na região de Lisboa e Setúbal.

De acordo com um comunicado da ZERO, a associação constatou que «devido aos poluentes presentes na atmosfera e ao elevado calor e radiação solar que se têm verificado, ontem [sábado] (...) foi o primeiro dia deste ano em que se verificaram elevadas concentrações de ozono em diversas estações de monitorização de qualidade do ar», mas a população não foi informada.

A ZERO refere que em
seis estações de monitorização da qualidade do ar em redor de Lisboa, «registaram-se oito ultrapassagens do denominado limiar de informação de ozono», duas entre as 15:00 e as 17:00 em Vila Franca de Xira (Alverca), duas em Palmela (Fernando Pó) entre as 18:00 e as 20:00, uma em Almada (Laranjeiro) entre as 17:00 e as 18:00, uma na Amadora (Reboleira) à mesma hora, uma no Barreiro (Escavadeira) entre as 18:00 e as 19:00 e uma em Setúbal (Arcos) entre as 19:00 e as 20:00.

Diário Digital / Lusa

15 de julho de 2016

Museo Cuevas Sacromonte

El Museo Cuevas Sacromonte está situado en el Barranco de los Negros, en pleno corazón del Sacromonte y frente a la Alhambra.
Este enclave esta dotado de un valioso carácter patrimonial constituido por el conjunto de sus cuevas y se ve acompañado de elementos paisajísticos naturales y monumentales de gran belleza; El valle del Darro “Valparaíso”, las dehesas del Sacromonte y del Generalife, la cerca de Don Gonzalo (Murallas), el cerro del Aceituno y la fuente del Avellano son elementos que configuran este entorno y que junto con sus habitantes lo dotan de una idiosincrasia muy particular.

14 de julho de 2016

Pardais que cantam menos erros fertilizam mais ovos e são mais admirados por fêmeas

Os pardais comuns norte-americanos (os juncos-de-olho-escuro), que cantam com menos erros, fertilizam mais ovos e são os prediletos das fêmeas, que preferem “cantores” sem deslizes na hora de acasalar, revela uma investigação científica da Universidade do Porto.



Investigadores da Universidade do Porto, em colaboração com a Universidade do Indiana (EUA), analisaram mais de mil gravações de uma espécie de pardal comum norte-americano e concluíram que os machos que cantam com “menos erros” fertilizam mais ovos e são os preferidos das fêmeas para acasalar, explicou à Lusa Gonçalo Cardoso, investigador do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genético/InBio (CIBIO), da Universidade do Porto, e autor sénior da pesquisa científica sobre os enganos do pardal ‘junco-de-olho-escuro’.
“Cantar com menos erros significa mais paternidade”, destaca, em entrevista à Lusa, Gonçalo Cardoso, referindo que foram captadas mais de mil canções, durante duas primaveras, de cerca de 200 juncos para depois as canções (um sinal sexual nas aves) serem analisadas.
Segundo Gonçalo Cardoso, a resistência a erros pode indicar, por um lado, aspetos da qualidade dos indivíduos, e por outro lado, os ouvintes, neste caso as fêmeas que decidem com quem acasalar, prestam atenção a essas pistas para decidirem com quem acasalar”, podendo concluir-se pode que menos erros no canto significa mais “sucesso reprodutor” e “mais qualidade dos machos”, para além de se compreender melhor o funcionamento da comunicação animal.
“Os ouvintes podem estar a prestar atenção e a detetar esses erros como forma de perceber a qualidade dos diferentes indivíduos que estão a cantar”, explica o investigador Gonçalo Cardoso.
No estudo, que vai ser publicado em setembro na edição impressa da revista American Naturalist, os investigadores descobriram que cantar com poucos “erros” reflete aspetos da qualidade dos machos, como a sua idade e experiência.
Os machos mais velhos, mais experientes cantavam menos alguns erros, o que sugere que cantar poucos erros, a resistência a erros, é sinal de qualidade”, conta o investigador, que destaca também que ao monitorizarem o sucesso reprodutor desses animais, quer as crias que conseguiam ter no próprio ninho, quer no ninho dos vizinhos (porque há alguma paternidade extra par nesta espécie) e mais uma vez, para alguns tipos de erros, machos que cantavam menos erros, conseguiam ter mais paternidade no conjunto total de paternidade no seu ninho”, refere aquele investigador do CIBIO.
Para Gonçalo Cardoso, que contou com a participação de André Ferreira, também investigador no CIBIO, na pesquisa científica, a descoberta de que erros de comunicação indicam a qualidade dos indivíduos ajuda a explicar a causa de muitas espécies terem sinais sexuais simples.
“Como os erros são mais fáceis de detetar em sinais simples e repetitivos, os indivíduos podem beneficiar ao usar esses sinais para mostrar claramente que não cometem erros”, explica, acrescentando que é, portanto, na “ausência de erros que reside a indicação de habilidade”.

Canário de canto español discontinuo


Canario de Canto Español Discontinuo perteneciente al Club de Canarios de Canto El Floreo

8 de julho de 2016

Enoteca - Quinta da Avessada

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Moda: "QUANDO O MELRO ASSOBIA"

Moda: "VOAR, VOAR (a andorinha)



FEIJÓ (Almada), 11-JUN-2016, pelas 20h30 (junto ao complexo municipal de desportos cidade de Almada)
29.º ENCONTRO DE CANTARES ALENTEJANOS DO CONCELHO DE ALMADA, organizado pelo GC local "Amigos do Alentejo", com o patrocínio da C.Municipal e das juntas de freguesia do concelho.

Concelho de Alijó o vinho moscatel



As aldeias vinhateiras, assim denominadas desde 2001, encerram uma história milenar, intrinsecamente ligada à cultura do vinho. Estas localidades estão sujeitas a um programa de requalificação, que visa proteger e reabilitar os espaços urbanos e paisagísticos que englobam.
Todos os anos, desde 2007, realiza-se o Festival das Aldeias Vinhateiras, durante os meses de setembro e outubro, enchendo as ruas de espetáculos, animação e atividades. Todas as festividades são apadrinhadas pela gastronomia e pelo vinho locais.



Turismo
Na aldeia de Favaios, situada no concelho de Alijó, o pão caseiro e o vinho Moscatel fazem as delícias de qualquer visitante. No Museu do Pão e do Vinho está bem patenteada a importância destes dois produtos regionais. A história da antiga Flávia remonta à Idade do Ferro, onde as populações viviam em aldeias fortificadas, castros, com posições estratégicas, sendo ainda visível vestígios dessas muralhas.

Grupo de Violas Campaniças de Castro Verde

Conjunta peritos de Javier caballero Córdoba

5 de julho de 2016

Canaril Corrêa - Canário timbrado espanhol



Canários de canto timbrado espanhol - 2 conjuntos em apresentação. Especial atenção ao solo do canário pintado à esquerda do vídeo na parte superior.

Cursos Internacionais de Música Antiga


Corvus Corax



Corvus Corax

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El arte de vivir el flamenco de Juan Habichuela




Si en el mundo del flamenco hay consenso es, sin duda, en torno a los artistas incuestionables. Se acaba de apagar la luz de uno de ellos, Juan Carmona Carmona, Juan Habichuela, una de las guitarras que más ha brillado en la historia grande del flamenco. Patriarca de toda una estirpe de tocaores, es hermano de Pepe Habichuela, Carlos Habichuela y Luis Habichuela (fallecido en 1993), hijo de Tío José y sobrino de Tía Marina Habichuela, padre de Antonio Carmona y Juan Carmona (Camborio), ex integrantes de Ketama, tío de Josemi Carmona, Pepe Luis Carmona y Rafael Santiago y abuelo del joven tocaor Juan Habichuela Nieto. Todas las generaciones de flamencos desde los años 60 hasta aquí, nos hemos criado escuchando su toque en discos o en videos siempre atento, siempre pendiente al milímetro de la ejecución del cantaor o cantaora, siempre por delante, porque su conocimiento del cante es conocido, laureado e incomparable.

in El Arte de Vivir el Flamenco

canarios discontinuos

canarios discontinuos

Timbrado Español Discontinuo

Timbrado Discontinuo ejemplar de Juan Manuel Arana 2010

Timbrado Espanhol Canto Clássico Contínuo !!




Paulo Braz Matriz 2014 Timbrado Espanhol de Canto Clássico Contínuo do Canaril Miguelense !!

Marta Pereira da Costa

Marta Robles

Juliana Andrade

3 de julho de 2016

Barca Velha



Barca Velha é a epítome, o primeiro, símbolo inquestionável da mais alta qualidade dos vinhos do Douro. Clássico, intenso, complexo, elegante e rico, os adjectivos são poucos para descrever aquele que é, desde a sua criação em 1952, o vinho português mais celebrado. Barca Velha é a base sobre a qual se formou a reputação da Casa Ferreirinha, a marca especialista com maior tradição de qualidade no Douro e uma das suas principais referências mundiais. Barca Velha é declarado somente em anos verdadeiramente excepcionais (17 no total, incl.2004).
Notas de Prova: Barca Velha 2000 tem uma intensa cor ruby e um aroma de grande exuberância e complexidade, com forte presença de frutos vermelhos bem maduros como a ameixa, framboesa, e uma excelente componente de especiarias, nomeadamente noz, cravinho e canela. Encontram-se também aromas balsâmicos, a caixa de tabaco e ligeiramente mentolado, harmoniosamente conjugados com madeira de excelente qualidade. Na boca apresenta uma excelente estrutura e equilíbrio, boa acidez e taninos firmes, de grande qualidade. Reconhecem-se já os aromas terciários de envelhecimento em garrafa, bem conjugados com os aromas primários da fruta e secundários da fermentação, que contribuem para um final longo e harmonioso.
Provenientes da Quinta da Leda e de outras vinhas situadas a altitudes mais elevadas, Maturação e Guarda Os vinhos que, nesta fase, potencialmente dão origem a Barca Velha, foram transportados para Vila Nova de Gaia logo após o final da maceração, onde depois das fermentações de acabamento foram submetidos a “elevage” ou maturação durante cerca de um ano a ano e meio (dependendo do lote e da casta em causa) em vasilhas de madeira de carvalho Francês, com 225 litros de capacidade. O lote final foi elaborado com base na selecção continuada dos melhores vinhos, resultante das inúmeras provas e análises efectuadas durante este período aos diferentes lotes e barricas existentes.

Regiões demarcadas do vinho Português


http://www.elartedevivirelflamenco.com/


Em Tondela a não perder .....






A Voz de Trás-os-Montes

Canários vão cantar e encantar em Vila Real










Está confirmado. Vila Real vai receber em Novembro o Campeonato Internacional de Canários de Canto. Inseridos no 1º Festival Ornitológico Transmontano, vão realizar-se ainda outros campeonatos, workshops e uma mostra com centenas de aves ‘de todas as cores e feitios”


Realizado pela primeira vez fora dos grandes centros, o Campeonato Internacional de Canários de Canto vai trazer até Vila Real, em Novembro, entre 200 e 300 pássaros que vão competir pelo título de melhor ‘cantor’.
Horácio Matos, presidente da direção da Associação Ornitológica de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTMAD), adiantou à VTM que deverão entrar na competição criadores de todo o país e espanhóis.
“O canário do canto (existe três espécies, Harzer, Malinois e o Timbrado Espanhol) é uma especialidade que exige algum conhecimento e muito ouvido. Os juízes têm as notas de cor na cabeça e os tempos corretos”, explicou o criador, referindo que os passarinhos participam na competição em grupos de quatro, em duetos ou individualmente.
Entre as curiosidades destas espécies ‘cantoras’, está ainda o facto do canário não poder ser ensinado, ou seja, ou tem o talento nos genes, ou não, o que leva a que os grandes criadores apostem em criações de mais de 500 animais para poderem escolher os machos mais habilidosos, uma vez que as fêmeas não cantam.
Para Horácio Matos, a criação de canários de canto exige algum trabalho, mas sobretudo muito gosto, já que, além dos cuidados habituais com a limpeza, a alimentação e na altura da criação, as pequenas aves têm que se “treinadas para cantar na altura certa”, ou seja, quando são colocadas perante o juiz e têm apenas 20 minutos para mostrar ‘o que valem’.
Se para alguns a criação de canários de canto não passa de um hobbie, em alguns países trata-se de uma verdadeira indústria. “Todos os pássaros aparecem nos catálogos das respetivas exposições e os premiados acabam por ter uma grande procura. As encomendas para as crias de um vencedor vêm do mundo inteiro”, frisou o dirigente associativo, revelando que na última competição mundial, realizada em Matosinhos, houve um português vencedor.
No distrito, explicou Horácio Matos, ainda é reduzido o número de criadores conhecidos, no entanto, para a competição de novembro já deverão participar alguns novatos na área. “Este ano ofereci alguns casais, um em Chaves, dois em Vila Pouca de Aguiar, um Alijó, dois em Vila Real. 


Espero ter concorrência. Os novos criadores já podem participar porque os passarinhos já vão nascer na casa deles e já foram encomendadas as anilhas”, adiantou.
Quem quiser assistir à competição poderá fazê-lo, sendo no entanto necessário ter alguns cuidados no momento da avaliação, como explicou o presidente da AOTMAD: 

“Na fase do concurso, a avaliação é feita numa sala recolhida, onde os juízes são instalados numa cabine própria.

Haverá algumas cadeiras para a assistência e a única coisa que se pede às pessoas é que entrem quando os pássaros estão a ser colocados perante os juízes, mas que a partir do momento em que o cronómetro começa a contar deverão estar sentadas e em silêncio até ao final da avaliação, que demora 20 minutos”.
A competição insere-se no 1º Festival Ornitológico Transmontano, que vai ainda ser palco do Campeonato Ornitológico, do Prémio para o Melhor Arlequim Português e de uma mostra que vai contar com mais 500 aves das mais variadas espécies, desde periquitos a patos e galinhas de fantasia, passando pelas caturras, papagaios ou roselas, entre muitos outros.
O evento, que vai decorrer entre os dias 25 e 27 de Novembro e vai contar ainda com várias palestras, espaço para venda de aves e uma quinta pedagógica, é organizado pela AOTMAD em parceria com Clube Arlequim Português, Clube Ornitológico de Santo Tirso e do Clube Português de Canários de Canto, e com apoio do Município de Vila Real e da Federação Ornitológica Nacional Portuguesa.

Maria Meireles

Avespt