
No entanto, as populações locais têm optado por recorrer aos fontanários existentes nas aldeias, incluindo os comerciantes para tirar «bicas».
«Iniciámos a distribuição ainda durante a tarde de segunda-feira, com recurso a autotanques dos bombeiros de Nisa», disse hoje à agência Lusa Ilídio Pinto Cardoso, do gabinete de imprensa da AdNA.
Cerca de 2000 pessoas residentes nas freguesias de Alpalhão, São Simão e Santana, no concelho alentejano de Nisa, continuam hoje sem poder consumir água da rede pública por conter excesso de alumínio.
No entanto, a população de Tolosa «já pode consumir água da rede pública» desde segunda-feira, garantiu a presidente do município, Gabriela Tsukamoto, citando dados enviados à autarquia pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo.
«Já não existe alumínio na água da rede pública de Tolosa», assegurou a autarca, em declarações à agência Lusa.
A presidente do município explicou que o abastecimento público em Tolosa, com cerca de 1100 habitantes, passou a ser feito por um dos poços de S. Gens, em que não foi detectado o excesso de alumínio.
Relativamente a Alpalhão, com cerca de 2000 habitantes, a população tem optado por recorrer a fontanários.
Maria Mouzinho, proprietária de um café garantiu à agência Lusa que já não serve «bicas» aos seus clientes com água da rede, tendo recorrido a um fontanário.
«Desde segunda-feira que estou a recorrer à água de um fontanário e se tivesse conhecimento deste caso há mais tempo não tinha servido nenhum café com água da rede», sublinhou.
«Eu era um homem que bebia muita água da torneira, mas agora nem lhe toco», disse, por sua vez, Carlos Monteiro, comerciante de profissão.
O comerciante, doente renal, tem recorrido também aos fontanários da aldeia, mas não descarta a hipótese de vir a abastecer-se nos autotanques que a AdNA colocou à disposição da população.
A Câmara Municipal de Nisa já exigiu à empresa Águas do Norte Alentejano uma indemnização e a instauração de um inquérito para apurar responsabilidades no processo da água da rede pública, contaminada com excesso de alumínio.
Diário Digital / Lusa
«Iniciámos a distribuição ainda durante a tarde de segunda-feira, com recurso a autotanques dos bombeiros de Nisa», disse hoje à agência Lusa Ilídio Pinto Cardoso, do gabinete de imprensa da AdNA.
Cerca de 2000 pessoas residentes nas freguesias de Alpalhão, São Simão e Santana, no concelho alentejano de Nisa, continuam hoje sem poder consumir água da rede pública por conter excesso de alumínio.
No entanto, a população de Tolosa «já pode consumir água da rede pública» desde segunda-feira, garantiu a presidente do município, Gabriela Tsukamoto, citando dados enviados à autarquia pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo.
«Já não existe alumínio na água da rede pública de Tolosa», assegurou a autarca, em declarações à agência Lusa.
A presidente do município explicou que o abastecimento público em Tolosa, com cerca de 1100 habitantes, passou a ser feito por um dos poços de S. Gens, em que não foi detectado o excesso de alumínio.
Relativamente a Alpalhão, com cerca de 2000 habitantes, a população tem optado por recorrer a fontanários.
Maria Mouzinho, proprietária de um café garantiu à agência Lusa que já não serve «bicas» aos seus clientes com água da rede, tendo recorrido a um fontanário.
«Desde segunda-feira que estou a recorrer à água de um fontanário e se tivesse conhecimento deste caso há mais tempo não tinha servido nenhum café com água da rede», sublinhou.
«Eu era um homem que bebia muita água da torneira, mas agora nem lhe toco», disse, por sua vez, Carlos Monteiro, comerciante de profissão.
O comerciante, doente renal, tem recorrido também aos fontanários da aldeia, mas não descarta a hipótese de vir a abastecer-se nos autotanques que a AdNA colocou à disposição da população.
A Câmara Municipal de Nisa já exigiu à empresa Águas do Norte Alentejano uma indemnização e a instauração de um inquérito para apurar responsabilidades no processo da água da rede pública, contaminada com excesso de alumínio.
Diário Digital / Lusa