
A primeira - Prémio Jazz BBC em 2007 - actua em Mafra, no Jardim do Cerco, às 22h de 17 de Julho, enquanto que a segunda - umas das vozes revelação da soul e do blues no mesmo ano - actua em Cascais, na Cidadela, às 22h de 18 de Julho.
Natural de Athens, foi entre a Califórnia, Brooklyn e Paris que Madeleine Peyroux foi descobrindo o seu talento enquanto intérprete e compositora. Com um timbre às vezes muito próximo do de Billie Holliday, também Madeleine divide o seu coração entre o Jazz e o Blues. Depois de muito jovem se juntar à The Lost Wandering Blues and Jazz Band, com quem andou na estrada durante dois anos, estreia-se na edição em nome próprio em 1996 com o álbum Dreamland, um trabalho de extraordinária produção que, para além de contar com a participação de grandes nomes dos Jazz (entre eles Cyrus Chestnut e James Carter), deixa a voz da artista ser verdadeiramente o elemento mais importante. Mas, apesar da aceitação por parte da crítica e do público, esta artista peculiar preferiu, até 2002, apenas se apresentar em espectáculos de rua, deixando para segundo plano a apresentação em clubes e concertos em nome próprio. Em 2004 lança o segundo de originais Careless Love, que é imediatamente um sucesso de vendas e que é abraçado pela crítica tanto pelo talento da artista como também pela escolha dos artistas com quem trabalha (entre eles destaque para Tom Waits, Leonard Cohen e Joni Mitchell). O ano passado continua a sua versátil e inteligente carreira com Half The Perfect World, o mesmo que terá honras de destaque no concerto que vem dar na edição 2008 do Cool Jazz, em Mafra no Jardim do Cerco.
Natural de Athens, foi entre a Califórnia, Brooklyn e Paris que Madeleine Peyroux foi descobrindo o seu talento enquanto intérprete e compositora. Com um timbre às vezes muito próximo do de Billie Holliday, também Madeleine divide o seu coração entre o Jazz e o Blues. Depois de muito jovem se juntar à The Lost Wandering Blues and Jazz Band, com quem andou na estrada durante dois anos, estreia-se na edição em nome próprio em 1996 com o álbum Dreamland, um trabalho de extraordinária produção que, para além de contar com a participação de grandes nomes dos Jazz (entre eles Cyrus Chestnut e James Carter), deixa a voz da artista ser verdadeiramente o elemento mais importante. Mas, apesar da aceitação por parte da crítica e do público, esta artista peculiar preferiu, até 2002, apenas se apresentar em espectáculos de rua, deixando para segundo plano a apresentação em clubes e concertos em nome próprio. Em 2004 lança o segundo de originais Careless Love, que é imediatamente um sucesso de vendas e que é abraçado pela crítica tanto pelo talento da artista como também pela escolha dos artistas com quem trabalha (entre eles destaque para Tom Waits, Leonard Cohen e Joni Mitchell). O ano passado continua a sua versátil e inteligente carreira com Half The Perfect World, o mesmo que terá honras de destaque no concerto que vem dar na edição 2008 do Cool Jazz, em Mafra no Jardim do Cerco.
A voz mágica de Lizz Wright
Com apenas 28 anos, Lizz Wright é hoje um dos novos grandes nomes da cena jazz mundial. A sua biografia é semelhante à maioria das cantoras negras norte americanas: tudo começou na infância quando, com o seu irmão e a sua irmã, formou um trio gospel que actuava na igreja onde o seu pai era pianista e director artístico.
Em 99, a sua voz quente chama a atenção com as suas actuações num Jazz Club. Os álbuns Salt, o primeiro, e Dreaming Wide Awake catapultaram-na para o estatuto de estrela jazz a nível mundial, sendo o veículo perfeito para Lizz dar largas ao seu talento tanto como cantora como compositora. A sua expressividade e virtuosismo não pararam de surpreender desde então, assim como não parou o seu processo de criação. Prova disso mesmo está no lançamento já deste ano do terceiro de originais, The Orchard, o mesmo que Lizz Wright vem mostrar num concerto único, no 5.º Cool Jazz Fest, em Cascais, na Cidadela.
De:Filipe Pedro