«A Quinta-feira dos Pássaros» foi considerado o melhor livro dos seis finalistas.
Paulo Assim, que escreveu o seu primeiro romance, «conduz num registo autobiográfico por considerações e memórias acerca do período da revolução de Abril de 1974. Ao longo de mais de 140 páginas, Paulo Assim retrata, através de um miúdo de 11 anos de idade, a realidade social de uma típica família simples e pobre de Portugal que viveu os tempos que antecederam o 25 de Abril», lê-se num comunicado.
O júri do Prémio Gaspar Fructuoso foi constituído por Maria da Graça Castanho, Madalena San-Bento, Daniel de Sá e Ricardo Silva, na qualidade de presidente da edilidade.
«A obra é reveladora de grande maturidade literária e de uma originalidade de autor perfeitamente identificável, dada, por exemplo, a mestria de uso de recursos expressivos e de pontuação», escreve o júri.
O júri do Prémio Gaspar Fructuoso foi constituído por Maria da Graça Castanho, Madalena San-Bento, Daniel de Sá e Ricardo Silva, na qualidade de presidente da edilidade.
«A obra é reveladora de grande maturidade literária e de uma originalidade de autor perfeitamente identificável, dada, por exemplo, a mestria de uso de recursos expressivos e de pontuação», escreve o júri.
