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15 de julho de 2015

Junho passado foi o mês mais quente no mundo desde finais do século XIX



O passado mês de junho foi o mês mais quente em todo o planeta desde que se começaram a recolher dados, em finais do século XIX, publicou hoje a Agência Meteorológica do Japão (JMA).

A temperatura média à superfície do globo de junho de 2015 foi de 0,41 graus centígrados, acima da média registada entre os anos 1981-2010 e superior em 0,76 graus à média de todo o século XX, o que o transforma no mês mais quente desde que se recolheram dados pela primeira vez, em 1891, segundo a JMA.
Este indicador resulta da média entre as temperaturas da superfície terrestre e da oceânica.
Junho de 2015 coincidiu com a chegada de uma onda de calor que afetou sobretudo a faixa ocidental europeia. Aliás, em Portugal foi o mês mais quente dos últimos dez anos e o quinto desde 1931, com uma temperatura média do ar de quase 22 graus Celsius, "muito superior" ao normal, segundo dados divulgados pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Muitos organismos, incluindo a JMA, têm também apontando que a força exibida este ano pelo fenómeno El Niño no Oceano Pacífico terá efeitos nas temperaturas em todo o globo.
A Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, sigla em inglês), que revelou recentemente que maio passado foi o mês mais quente de sempre, deve publicar nos próximos dias o relatório referente às temperaturas médias globais de junho.
Especialistas esperam que possa haver pequenas divergências, mas consideram que o veredito será o mesmo, pelo que junho vingará como o mês mais quente no mundo da história recente.

14 de fevereiro de 2010

Mau tempo: 16 dos 18 distritos do país em Alerta Amarelo

 
O Instituto de Meteorologia (IM) colocou este domingo 16 distritos, dos 18 do país, em Alerta Amarelo, devido às previsões de frio, vento e chuva.
Coimbra e Aveiro são os únicos distritos que estão sem qualquer aviso, o mesmo acontecendo com os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
O aviso Amarelo, o segundo de uma escala de quatro, representa situações de risco para determinadas actividades, que estão dependentes das condições meteorológicas.
Diário Digital / Lusa

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay