Dezassete aves de rapina, na sua maioria falcões, são a grande atracção da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, edifício que no século XVIII serviu de apoio às caçadas reais e que a autarquia recuperou em 2009.
«As demonstrações de voo são o que as pessoas gostam mais», disse à agência Lusa Patrícia Leite, a técnica que faz as visitas guiadas pela história da falcoaria, contada num filme, em painéis e na exposição de objectos usados numa arte que começa a conhecer um novo surto de interesse.
Pedro Féria, o falcoeiro da empresa responsável pelo tratamento e treino das aves de rapina ao serviço da Falcoaria Real, reconhece neste espaço um local de excelência para a divulgação da falcoaria.
