31 de março de 2017

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Pedro Mestre



Pedro Mestre 

O meu chapéu




A MODA DO MEU CHAPÉU


Cantiga I:

Aldeia Nova de S. Bento,
Plantada no meio do trigo.
Teu cantar é um lamento,
Gosto de cantar contigo.

Moda:
Se passares à minha aldeia
Não vás de cabeça ao léu
Quando o sol mais almareia
Podes pôr o meu chapéu

Podes pôr o meu chapéu
A mais valiosa herança
Já foi de quem está no céu
E não me sai da lembrança

Quando nos faltar a voz
Há-de haver uma mão-cheia
A cantar por todos nós
Tenho cá na minha ideia

Tenho cá na minha ideia
Que o cante se ouve no céu
Se passares à minha aldeia
Não vás de cabeça ao léu

Cantiga II:
Quando eu ouço bem cantar,
Paro e tiro o meu chapéu.
Não se me dava morrer,

canário cantor espanhol

Planilla enjuiciamiento Cantor Español

Ejemplares del año 2016 pertenecientes a la Asociación de Criadores de Cantor Español de Alboraya.


29 de março de 2017

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II FERIA DE SEVILLANAS Y MODA FLAMENCA DE LA PROVINCIA DE SEVILLA

II FERIA DE SEVILLANAS Y MODA FLAMENCA DE LA PROVINCIA DE SEVILLA

Viernes 21 de abril (de 16-20 horas), sábado 22 (de 11-14:30 y de 16-20 horas) y domingo 23 (de 11-18 horas).

La feria temática “Sevillanas y Moda Flamenca de la Provincia de Sevilla” tendrá lugar del 21 al 23 de abril de 2017 en el Patio de la Diputación de Sevilla, sito en Avda. Menéndez Pelayo, número 32.


La moda flamenca evoluciona cada año e impulsa empresas dedicadas tanto a los tejidos y la confección como a los complementos: mantones, peinas, pendientes, collares, etc. Todo esto, unido al arte del flamenco, atrae a los visitantes y turistas, especialmente en época de feria.

Por ello, entre los objetivos de esta muestra se incluye fomentar el conocimiento de la gente de Sevilla y su provincia sobre la riqueza cultural y folclore, además de incentivar la conexión entre las distintas empresas de la provincia sevillana acercándolas a un mercado más amplio.

En cuanto a las actividades previstas para estos días se encuentran actuaciones de cante y baile por sevillanas de varias localidades de la provincia, empresas de este sector expondrán y pondrán a la venta sus productos; y, por último, la Diputación colocará una caseta en el patio para amenizar la estancia de los visitantes.

En el siguiente enlace pueden encontrar más información, así como el contrato de expositores y las normas generales de participación, dirigidos a empresas y artistas que quieran formar parte de esta II Feria de Sevillanas y Moda 

13 de março de 2017

Os vocalistas



Reza a lenda, que a Rocha dos namorados era o ponto de encontro de dois jovens apaixonados, cujas famílias se odiavam: O pai da jovem já desconfiado da existência dessa relação segui-a e perguntou-lhe o que estava ali a fazer, muito atrapalhada, a jovem disse-lhe que estava a lançar pedras à Rocha para saber quantos anos ainda teria de esperar para se casar. 
Convidou o seu pai a fazer o mesmo dado que este era viúvo. Para que o seu amado escapasse à ira do seu pai, a jovem disse-lhe que só daria resultado se ele se colocasse de costas para a Rocha e lançasse as pedras com a mão esquerda, logo a primeira pedra ficou no chapéu da Rocha.
Nesse mesmo ano o senhor casou com uma linda mulher, e a jovem continuou a namorar o jovem atrás da Rocha.
A Rocha foi então baptizada com dois nomes: Rocha dos namorados e Pedra do casar.
Manda a Tradição, que na Segunda-feira de Páscoa, dia em que a população sai para o campo comer o borrego, junto à Rocha dos namorados; as jovens solteiras devem ir à Rocha e de costas, lançar 3 pedras com a mão esquerda:

n se cair no “chapéu” a 1ª pedra é porque casa nesse ano.
n se cair a 2ª pedra, casa no ano seguinte.
n se cair a 3ª pedra casará dentro de 2 anos.
Se não cair nenhuma, terá de esperar pela próxima Segunda-feira de Páscoa.

6 de março de 2017

Apresentada primeira série de Violas Beiroas ‘made in’ Idanha


O modelo da Viola Beiroa construído em Idanha-a-Nova foi apresentado publicamente neste sábado, 4 de março, na conclusão do primeiro curso dedicado à construção deste instrumento tradicional.
Foram apresentados 12 exemplares da Viola Beiroa e dois do “Cavaquinho Beirão” ou “Beiroinha”, uma inovação originada no curso, que corporizam a aposta numa oficina de construção e aprendizagem em Idanha-a-Nova.
“Conseguimos recuperar uma memória do concelho. A partir de agora, a produção regular e o ensino da Viola Beiroa são uma realidade”, referiu João Abrantes, diretor artístico da Filarmónica Idanhense, promotora do projeto em parceria com a Câmara de Idanha-a-Nova.
Armindo Jacinto, presidente da autarquia, manifesta a sua satisfação com os resultados: “Quando idealizámos a nossa estratégia enquanto Cidade Criativa da UNESCO, na área da Música, este era um dos projetos a levar por diante. Construíram-se 12 exemplares da Viola Beiroa com madeiras da melhor qualidade e resgataram-se memórias que fazem parte da nossa identidade. Isso permite-nos valorizar o nosso património cultural, criar autoestima nas populações, integrar de novo a Viola Beiroa nos nossos grupos culturais e internacionalizá-la para o mundo inteiro”, afirma.
Há mais de 50 anos que a Viola Beiroa estava praticamente extinta no concelho de Idanha-a-Nova.
Ao longo de quatro meses, nove formandos aplicaram-se na construção de exemplares sob orientação do mestre Alisio Saraiva, figura central na revitalização do instrumento nos últimos anos.
O curso teve por referência o modelo exposto no Museu Nacional de Etnologia, que era tocado por Manuel Moreira, de Penha Garcia, um dos mais influentes tocadores de Viola Beiroa.
Alisio Saraiva, que há 24 anos estuda o instrumento e é responsável por uma nova e mais versátil afinação, explica que “o modelo antigo não foi apenas recriado como também inovado, no sentido de o tornar mais funcional, sempre com respeito pelos traços que o definem”.
A primeira série de 12 instrumentos vai ser disponibilizada para o ensino da construção e execução da Viola Beiroa e para utilização por grupos tradicionais do concelho de Idanha-a-Nova.
A partir de agora, a Oficina da Música Tradicional está preparada para receber encomendas e comercializar o instrumento para todo mundo.

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Canario de canto español discontinuo de Francisco Reboreda

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canario de canto español discontinuo

Canario de canto español discontinuo de José Luis