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14 de outubro de 2019
12 de outubro de 2019
11 de outubro de 2019
World´s Best Fish - Matosinhos
Rally Fish – Rota Gastronómica
5 de outubro de 2019
1 de outubro de 2019
16 de setembro de 2019
Do livro ao filme: 'O Pintassilgo' é uma saga de muitas emoções
Há uma espécie de tradição perversa que garante que quanto mais um romance é brilhante, mais desastrado será o filme que dele se possa extrair... Enfim, o simples bom senso ensina-nos que podemos encontrar os exemplos mais contrastados entre as atribuladas relações literatura/cinema. Mas é um facto que um romance como O Pintassilgo (2014), obra-prima da americana Donna Tartt (entre nós publicado pela Editorial Presença), parece colocar a fasquia ainda mais alta - dir-se-ia um livro "impossível" de transformar em filme...
Pois bem, o mínimo que se pode dizer do filme O Pintassilgo, assinado pelo irlandês John Crowley, é que há nele o rigor de uma visão cuja agilidade criativa começa numa metódica fidelidade à complexidade dramática, simbólica e estrutural do livro.
A fascinante densidade dos factos narrados aconselha a que não se tente resumir as peripécias da vida de Theodore Becker, interpretado por Oakes Fegley e Ansel Elgort (respetivamente na adolescência e na idade adulta). Digamos apenas que O Pintassilgo a que se refere o título é um quadro da idade de ouro da pintura dos Países Baixos, da autoria de Carel Fabritius - Fabritius pintou-o em 1654, ano em que viria a morrer. Um dia, Becker está de visita a um museu que expõe o quadro, acabando por ser um dos visitantes atingido por uma violenta explosão terrorista... Tanto basta para que O Pintassilgo, a partir da memória obsessiva desses momentos (a explosão dá-se quando a mãe o inicia nas maravilhas do trabalho de Fabritius), seja a narrativa de um assombramento sem fim.
6 de setembro de 2019
3 de setembro de 2019
Partículas ultrafinas causadas por aviões afetam qualidade do ar perto do aeroporto de Lisboa
A qualidade do ar na zona do aeroporto de Lisboa é fortemente afetada por partículas ultrafinas emitidas pelos aviões, que podem pôr em risco a saúde, indica um estudo divulgado esta terça-feira.

"Junto do aeroporto é muito mau", assegurou a responsável, explicando que também há grandes concentrações na zona do Campo Grande e grandes concentrações à passagem dos aviões, na rota de aterragem.
E há estudos internacionais, disse, que indicam que nas salas de espera dos aeroportos a concentração de partículas ultrafinas é "horrível".
Segundo uma síntese da investigação a que a Lusa teve acesso, as amostragens para o estudo decorreram entre Julho de 2017 e maio de 2018, e as partículas ultrafinas são 18 a 26 vezes mais elevadas em áreas influenciadas por movimentos aéreos.
"Há uma relação clara entre os movimentos aéreos e os níveis de partículas ultrafinas, a influencia estende-se de forma significativa a zonas como as Amoreiras", diz-se no documento.
As partículas ultrafinas (700 vezes menores do que um fio de cabelo) não são monitorizadas e não têm um valor limite estabelecido por lei. Entram no corpo pela via respiratória, mas também dérmica e por ingestão e podem até danificar proteínas intracelulares, lê-se no estudo, no qual se alerta ainda que as partículas têm sido associadas também a doenças neurológicas e "problemas no desenvolvimento fetal e cognitivo das crianças".
E diz-se ainda que medições feitas nas Amoreiras, na rota de aterragem dos aviões, indicaram um aumento dos valores médios de partículas ultrafinas durante o período de voos cerca de 16 vezes superior aos momentos em que não passam aviões.
"O estudo efectuado permite concluir que pessoas que trabalham, vivem ou passam uma quantidade considerável de tempo perto do aeroporto, estão expostas a elevadas concentrações" de partículas ultrafinas "com "uma magnitude que constitui à partida um risco considerável para a sua saúde".
"O estudo efectuado permite concluir que pessoas que trabalham, vivem ou passam uma quantidade considerável de tempo perto do aeroporto, estão expostas a elevadas concentrações" de partículas ultrafinas "com "uma magnitude que constitui à partida um risco considerável para a sua saúde".
Lusa
1 de setembro de 2019
15 de agosto de 2019
13 de agosto de 2019
Poluição pode ser tão má para pulmões como um maço de tabaco por dia

O novo estudo, feito pelas universidades norte americanas de Washington, Columbia e Buffalo, foi publicado na revista científica da Associação Médica Americana (The Journal of the American Medical Association — JAMA). No artigo, os investigadores advertem para o facto de a poluição do ar acelera a progressão do enfisema pulmonar.
Ainda que estudos anteriores já tenham mostrado uma ligação clara entre os poluentes no ar e algumas doenças pulmonares e cardíacas, o novo estudo demonstra a associação entre uma exposição prolongada aos principais poluentes atmosféricos, especialmente o ozono, e o aumento do enfisema.
O enfisema pulmonar é a destruição do tecido pulmonar, que causa tosse e falta de ar e leva à redução do oxigénio no sangue, o que dificulta a respiração e aumenta o risco de morte.
“Ficámos surpreendidos ao ver nos exames aos pulmões como foi forte o impacto da poluição atmosférica na progressão do enfizema, ao mesmo nível dos efeitos do tabagismo, o qual é de longe a causa mais conhecida de enfiema”, disse um dos principais autores do estudo, Joel Kaufman, professor de Ciências Ambientais e Saúde Ocupacional da Universidade de Washington.
A investigação concluiu que se o nível do ozono no ambiente aumentar muito em relação ao que se verificava há uma década, tal terá efeitos no enfisema idênticos a fumar um maço de cigarros por dia.
Os resultados do estudo são baseados numa extensa investigação, de 18 anos, envolvendo mais de 7.000 pessoas e um exame detalhado da poluição do ar entre 2000 e 2018 em seis regiões metropolitanas dos Estados Unidos.
A subida das temperaturas devido às alterações climáticas leva também ao aumento do ozono ao nível do solo, um problema para o qual a solução pode passar pela redução das emissões poluentes.
12 de agosto de 2019
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