Segundo o relatório provisório de incêndios florestais, entre 01 de janeiro e 31 de agosto arderam 34.006 hectares de florestas, enquanto no mesmo período do ano passado a área ardida situava-se nos 125.225.
A AFN adianta que entre janeiro e agosto foram afetados 10.452 hectares de povoamentos florestais e 23.554 de matos.
Também as ocorrências de fogo diminuíram este ano, tendo-se registado até ao fim de agosto 15.181, menos 2.231 que no mesmo período do ano passado, quando se verificaram 17.412 ocorrências.
Os dados provisórios indicam também que o maior número de ocorrências se registou no distrito do Porto, sendo que das 4.335 ocorrências registadas 90 por cento correspondem a fogachos, afetando áreas inferiores a um hectare.
Segundo a AFN, 41 por cento da área ardida entre janeiro e agosto ocorreram nos distritos de Bragança (5.089), Guarda (4.687) e Braga (4.095) com áreas superiores a quatro mil hectares.
O relatório conclui, igualmente, que o mês de julho é o que regista maior número de ocorrências (4.387) e agosto o que concentra a maior área ardida (12.771 hectares).
Segundo o documento, 70 por cento da área ardida deste ano concentrou-se nos meses de julho e agosto.
Os dados provisórios referem ainda que até agosto se registaram 54 grandes incêndios (área total afetada igual ou superior a 100 hectares), correspondendo a 51 por cento do total da área ardida.
A época mais crítica em incêndios florestais, conhecida pela “Fase Charlie”, prolonga-se até 30 de setembro. Os distritos de Braga (457), Viseu, Viana do Castelo e Aveiro apresentam também um número elevado de ocorrências.
Diário Digital
O relatório conclui, igualmente, que o mês de julho é o que regista maior número de ocorrências (4.387) e agosto o que concentra a maior área ardida (12.771 hectares).
Segundo o documento, 70 por cento da área ardida deste ano concentrou-se nos meses de julho e agosto.
Os dados provisórios referem ainda que até agosto se registaram 54 grandes incêndios (área total afetada igual ou superior a 100 hectares), correspondendo a 51 por cento do total da área ardida.
A época mais crítica em incêndios florestais, conhecida pela “Fase Charlie”, prolonga-se até 30 de setembro. Os distritos de Braga (457), Viseu, Viana do Castelo e Aveiro apresentam também um número elevado de ocorrências.
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