
Four teenagers in Australia have been charged with an attack on an almost blind greater flamingo, thought to be one of the oldest of its kind alive.
Este site dedica-se às aves e a relação com o Homem. O canto do Canário Timbrado, Canário Harz Roller, do canário Malinois e outros canários.. O objectivo de site é contar as aventuras e os arcos de descobertas relacionados com Homem e as aves. This site is dedicated to birds.singing canaries song,canaries,canaries de chant. carmelita=carmelo=jardim
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30 de outubro de 2008
Australia youths 'maul flamingo'
5 de setembro de 2008
Projecto português vai plantar 400 milhões de árvores


O projecto «Floresta Unida», desenvolvido por técnicos florestais portugueses, vai lançar um programa de plantação de 400 milhões de árvores até 2030, em Portugal e no estrangeiro, disse à Lusa o coordenador David Lopes.
Trata-se «do maior projecto de reflorestação do mundo envolvendo a gestão e protecção das espécies durante 30 anos».
«Até hoje, plantavam-se árvores por plantar. Nós queremos que as empresas que apoiam o programa assegurem também a sua gestão e protecção por um período de 30 anos», frisou David Lopes. O objectivo, explicou, «é que 60 a 80 por cento das espécies plantadas tenham acompanhamento e protecção durante aqueles anos».
Só para Portugal, está prevista a plantação de 100 milhões de árvores, enquanto as restantes serão distribuídas por Chile, Espanha, Itália, Grécia e Moçambique, países que aderiram ao programa o «Amanhã será sempre verde».
As espécies serão plantadas em áreas que foram atingidas por incêndios florestais, pragas, doenças, ou sofreram problemas de erosão e outros que atingem todo o património florestal mundial.
Trata-se «do maior projecto de reflorestação do mundo envolvendo a gestão e protecção das espécies durante 30 anos».
«Até hoje, plantavam-se árvores por plantar. Nós queremos que as empresas que apoiam o programa assegurem também a sua gestão e protecção por um período de 30 anos», frisou David Lopes. O objectivo, explicou, «é que 60 a 80 por cento das espécies plantadas tenham acompanhamento e protecção durante aqueles anos».
Só para Portugal, está prevista a plantação de 100 milhões de árvores, enquanto as restantes serão distribuídas por Chile, Espanha, Itália, Grécia e Moçambique, países que aderiram ao programa o «Amanhã será sempre verde».
As espécies serão plantadas em áreas que foram atingidas por incêndios florestais, pragas, doenças, ou sofreram problemas de erosão e outros que atingem todo o património florestal mundial.
«Estamos a realizar os preparativos e todo o planeamento para iniciar, em 2010, o programa de plantação dos 400 milhões de árvores, mas as que vamos plantar antes vão entrar nessa contabilidade», disse.
Até ao momento, foram plantadas em Portugal cerca de 30 mil árvores, na Lousã, estando prevista para Novembro a plantação de mais 150 mil na Serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz. O programa prevê ainda a reflorestação de outras 12 áreas no país, em locais como Arganil, Lousã e Algarve, além de outros.
Segundo David Lopes, em Portugal vão ser plantadas espécies folhosas, mais resistentes aos incêndios, mas também resinosas, nos locais onde os ecossistemas assim o exigirem.O programa conta já com a parceria da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (agora Autoridade Florestal Nacional), Projecto Fire Paradox e Grupo de Intervenção Protecção e Socorro da GNR.
Todo o projecto, que tem como lema «Pela Humanidade Plantamos Liberdade e Esperança», é desenvolvido por voluntários e profissionais ligados à floresta que se oferecem para esta causa.
Diário Digital / Lusa
Diário Digital / Lusa
28 de agosto de 2008
Perito holandês diz que transmissão de tradições está ameaçada

O linguista holandês e ex-responsável da UNESCO Rieks Smeets defendeu que a transmissão das tradições culturais de geração em geração está ameaçada devido à televisão e à falta de convívio entre crianças e idosos.
Segundo o antigo director da Secção de Património Cultural Imaterial da UNESCO, a transmissão das tradições culturais é uma das manifestações que mais está ameaçada por causa de, entre outros factores, da «globalização» e da «escolarização», uma vez que «as crianças passam menos tempo com os idosos».
Smeets apontou também a televisão como factor ameaçador, embora tenha lembrado que alguns países já começaram a utilizar os meios de comunicação para divulgar os seus patrimónios culturais imateriais.
O responsável, que falava na XXV edição da Universidade de Verão da Andorra, adiantou que os cem países que assinaram em 2003 a Convenção para a Protecção do Património Cultural Imaterial estão a elaborar inventários que permitirão determinar quais os bens que receberão ajudas para a sua preservação.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) conta com um fundo de 3,5 milhões de dólares (2,3 milhões de euros) para proteger os bens culturais que necessitam de uma intervenção «urgente».
Diário Digital / Lusa
Segundo o antigo director da Secção de Património Cultural Imaterial da UNESCO, a transmissão das tradições culturais é uma das manifestações que mais está ameaçada por causa de, entre outros factores, da «globalização» e da «escolarização», uma vez que «as crianças passam menos tempo com os idosos».
Smeets apontou também a televisão como factor ameaçador, embora tenha lembrado que alguns países já começaram a utilizar os meios de comunicação para divulgar os seus patrimónios culturais imateriais.
O responsável, que falava na XXV edição da Universidade de Verão da Andorra, adiantou que os cem países que assinaram em 2003 a Convenção para a Protecção do Património Cultural Imaterial estão a elaborar inventários que permitirão determinar quais os bens que receberão ajudas para a sua preservação.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) conta com um fundo de 3,5 milhões de dólares (2,3 milhões de euros) para proteger os bens culturais que necessitam de uma intervenção «urgente».
Diário Digital / Lusa
25 de agosto de 2008
Birds 'off the pace' with warming

French birds are moving northwards in response to climate change, but not fast enough, scientists have found.
Their data came from a large survey in which volunteer ornithologists counted more than 105 species of bird.
In the Royal Society journal Proceedings B, researchers say that the birds are lagging some 182km behind the increases in temperature.
This lag may be of particular concern to rare birds or species that have very specific food requirements.
Their data came from a large survey in which volunteer ornithologists counted more than 105 species of bird.
In the Royal Society journal Proceedings B, researchers say that the birds are lagging some 182km behind the increases in temperature.
This lag may be of particular concern to rare birds or species that have very specific food requirements.
"The flora and fauna around us are shifting over time due to climate change," said Vincent Devictor, who led the research project from the National Museum of Natural History (MNHN) in Paris.
"The result is desynchronisation. If birds and the insects on which they depend do not react in the same way, we are headed for an upheaval in the interaction between species," he told the AFP news agency.
At its worst, this desynchronisation could result in species extinctions, he said.
Slow march
In 1989, French ornithologists began a systematic survey of breeding birds. Sightings are taken at set times of the year in set locations, and follow a standard protocol.
A wide variety of habitats are surveyed across the whole country, including farmland, forests, suburbs and cities.
The result is a dataset that covers virtually all wild bird species in the country, and can be used to track changes over the period.
Chaffinches are among the birds found to be nesting earlier in the UK
On average, bird populations moved 91km northward between 1989 and 2006.
In order to have kept themselves at a constant temperature as the country warmed, they would have had to move 273km northwards, the researchers calculated.
Ben Sheldon from Oxford University, who also studies nature's response to rising temperatures, commented: "At any one site, the community of birds you find there has changed over time.
"Now, more of the species that are found in warmer climates are occurring, but that change is not occurring as fast as the change in temperature is," he told BBC News.
This study did not examine whether the failure to "keep up" with rising temperatures was affecting the birds.
Evidence from other studies suggests it depends on the species involved, their habitat, how their prey are responding to climate change, and what other threats and constraints they face.
A recent study of great tits in England found they were coping well with rising temperatures, changing their egg-laying times in order to adapt to the earlier emergence of insect prey.
But in the Netherlands, the same species is suffering.
"The result is desynchronisation. If birds and the insects on which they depend do not react in the same way, we are headed for an upheaval in the interaction between species," he told the AFP news agency.
At its worst, this desynchronisation could result in species extinctions, he said.
Slow march
In 1989, French ornithologists began a systematic survey of breeding birds. Sightings are taken at set times of the year in set locations, and follow a standard protocol.
A wide variety of habitats are surveyed across the whole country, including farmland, forests, suburbs and cities.
The result is a dataset that covers virtually all wild bird species in the country, and can be used to track changes over the period.
Chaffinches are among the birds found to be nesting earlier in the UK
On average, bird populations moved 91km northward between 1989 and 2006.
In order to have kept themselves at a constant temperature as the country warmed, they would have had to move 273km northwards, the researchers calculated.
Ben Sheldon from Oxford University, who also studies nature's response to rising temperatures, commented: "At any one site, the community of birds you find there has changed over time.
"Now, more of the species that are found in warmer climates are occurring, but that change is not occurring as fast as the change in temperature is," he told BBC News.
This study did not examine whether the failure to "keep up" with rising temperatures was affecting the birds.
Evidence from other studies suggests it depends on the species involved, their habitat, how their prey are responding to climate change, and what other threats and constraints they face.
A recent study of great tits in England found they were coping well with rising temperatures, changing their egg-laying times in order to adapt to the earlier emergence of insect prey.
But in the Netherlands, the same species is suffering.
"Some species have changed their range hugely over the past two decades," observed Professor Sheldon.
"For example, the buzzard - one of our biggest birds of prey - 20 years ago was restricted to the west of Britain, but has now spread as far east as London."
Another recent study found a number of species in the UK, including the chaffinch, were laying eggs earlier than 40 years ago.
The French team suggests more research on the issue is vital if better conservation options are to be developed.
"For example, the buzzard - one of our biggest birds of prey - 20 years ago was restricted to the west of Britain, but has now spread as far east as London."
Another recent study found a number of species in the UK, including the chaffinch, were laying eggs earlier than 40 years ago.
The French team suggests more research on the issue is vital if better conservation options are to be developed.
11 de agosto de 2008
Residents of a Toronto neighbourhood forced to flee their homes after a gas explosion have been allowed home.
Thousands of people were evacuated from the north of the Canadian city early on Sunday after blasts at a propane gas facility set off a huge fire. 
A veteran fire fighter died while investigating the blast and an employee of the plant was still missing.
Questions are now being asked about why permission was given for the facility to be built in a residential area.
Following the blasts, which occurred at 0350 local time (0850 BST) on Sunday, a two-mile (3.2km) exclusion zone was set up.
Police ordered residents in the Keele and Wilson areas to leave because of the threat of further explosions, but on Sunday evening they gave the all clear for people to return.
Several homes were seriously damaged and those residents will remain in temporary shelters.

A veteran fire fighter died while investigating the blast and an employee of the plant was still missing.
Questions are now being asked about why permission was given for the facility to be built in a residential area.
Following the blasts, which occurred at 0350 local time (0850 BST) on Sunday, a two-mile (3.2km) exclusion zone was set up.
Police ordered residents in the Keele and Wilson areas to leave because of the threat of further explosions, but on Sunday evening they gave the all clear for people to return.
Several homes were seriously damaged and those residents will remain in temporary shelters.
Company officials said they were praying that the missing man, who has not been named, was still alive.
He was reported to have been seen moving towards the scene of the explosion.
Witnesses described the sky lighting up in the glow of an enormous fireball before turning black with smoke. Some residents said the blast caused their houses to rock.
Windows were blown out, doors torn off their hinges and houses hit by large pieces of metal and parts of gas canisters which were thrown into the air.
One woman told the Canadian media that the force of the blast threw her from her bed.
"You could see the fireballs, one after the other," said Joanne Crockett.
Ms Crockett told the National Post newspaper that some people were initially slow to respond to police orders to evacuate.
"A lot of people were standing there, watching like they were fireworks. I was like, 'Get out of here people'."
He was reported to have been seen moving towards the scene of the explosion.
Witnesses described the sky lighting up in the glow of an enormous fireball before turning black with smoke. Some residents said the blast caused their houses to rock.
Windows were blown out, doors torn off their hinges and houses hit by large pieces of metal and parts of gas canisters which were thrown into the air.
One woman told the Canadian media that the force of the blast threw her from her bed.
"You could see the fireballs, one after the other," said Joanne Crockett.
Ms Crockett told the National Post newspaper that some people were initially slow to respond to police orders to evacuate.
"A lot of people were standing there, watching like they were fireworks. I was like, 'Get out of here people'."
'Danger zone'
Residents have asked why the facility was built so close to homes
Sunrise Propane, which owns the facility, said in a statement that they were waiting to learn what caused the explosion.
Some angry residents have demanded to know why the plant was allowed to be built in a residential area.
Vicki Arcierio, who had to flee in her nightclothes with her children, told the Globe and Mail newspaper that she had always considered the plant to be "a danger zone".
"It shouldn't have been put in a residential area. It should not have been there," she said.
"Nobody did a damn thing. Nobody. And now the damage is done."
Residents have asked why the facility was built so close to homes
Sunrise Propane, which owns the facility, said in a statement that they were waiting to learn what caused the explosion.
Some angry residents have demanded to know why the plant was allowed to be built in a residential area.
Vicki Arcierio, who had to flee in her nightclothes with her children, told the Globe and Mail newspaper that she had always considered the plant to be "a danger zone".
"It shouldn't have been put in a residential area. It should not have been there," she said.
"Nobody did a damn thing. Nobody. And now the damage is done."
A fire department official told the National Post that he saw at least five damaged homes but no completely destroyed buildings.
"I've seen homes from explosion before where it's nothing but a pile of rubble. I didn't see any of that here," said Division Commander Bob O'Hallarn.
He said the fire had spread over a large area and fire fighters worked to tackle the flames well into Sunday.
"I've seen homes from explosion before where it's nothing but a pile of rubble. I didn't see any of that here," said Division Commander Bob O'Hallarn.
He said the fire had spread over a large area and fire fighters worked to tackle the flames well into Sunday.
Highway 401, one of the country's busiest roads, was reopened in time for Monday morning traffic but a no-fly zone remained in place over the site as a precaution.
Weather alerts boost lung health

A scheme warning people with a lung condition about weather which could have an effect on them has cut hospital admissions for the problem by a fifth.
The Met Office alerts tell people with chronic obstructive pulmonary disease (COPD) when cold weather is due.
More than 8,000 patients from 189 GP practices across the UK are signed up to the scheme.
The British Lung Foundation says users can plan to avoid being out during cold snaps which could harm their health.
COPD is a progressive lung disease that affects over 900,000 people in the UK, causing acute breathlessness meaning everyday life can be very difficult.
Cold air can worsen symptoms by making airways narrower, making it even harder to breathe. Chest infections are also more common in winter.
Deaths due to respiratory disease, like COPD, increase 12 days after a fall in temperature, which causes an increase in colds and breathing problems.
Aggravation
Compared to winter 2006 - when the scheme was not running - NHS figures show there was a 24% fall in hospital admissions for COPD patients from the practices in the scheme, but there was just a 3% drop seen in practices in the same areas which are not taking part, giving a 21% net benefit.
More than 8,000 patients from 189 GP practices across the UK are signed up to the scheme.
The British Lung Foundation says users can plan to avoid being out during cold snaps which could harm their health.
COPD is a progressive lung disease that affects over 900,000 people in the UK, causing acute breathlessness meaning everyday life can be very difficult.
Cold air can worsen symptoms by making airways narrower, making it even harder to breathe. Chest infections are also more common in winter.
Deaths due to respiratory disease, like COPD, increase 12 days after a fall in temperature, which causes an increase in colds and breathing problems.
Aggravation
Compared to winter 2006 - when the scheme was not running - NHS figures show there was a 24% fall in hospital admissions for COPD patients from the practices in the scheme, but there was just a 3% drop seen in practices in the same areas which are not taking part, giving a 21% net benefit.
Each GP practice involved in the scheme is e-mailed a weekly forecast between November and April.
The Met Office uses health information, such as what respiratory viruses are circulating, as well as weather forecasts to decide when warnings need to be given.
If an alert is needed, patients receive an automated phone call spelling out what they can do to safeguard their health and asking if they feel they need to see their GP.
There were four alert calls during last winter.
Wayne Elliott, the head of the Met Office forecasting team, said: "If there is a cold snap coming, patients can get their shopping in beforehand, or contact their doctors and get their prescription early so they are not exposed to the low temperatures."
'No complacency'
The Met Office has surveyed more than 3,000 of the patients taking part in the scheme.
Over a third were prompted to contact their GP practice to get a repeat prescription for their medication, while 11% consulted their doctor about worsening symptoms.
The Met Office uses health information, such as what respiratory viruses are circulating, as well as weather forecasts to decide when warnings need to be given.
If an alert is needed, patients receive an automated phone call spelling out what they can do to safeguard their health and asking if they feel they need to see their GP.
There were four alert calls during last winter.
Wayne Elliott, the head of the Met Office forecasting team, said: "If there is a cold snap coming, patients can get their shopping in beforehand, or contact their doctors and get their prescription early so they are not exposed to the low temperatures."
'No complacency'
The Met Office has surveyed more than 3,000 of the patients taking part in the scheme.
Over a third were prompted to contact their GP practice to get a repeat prescription for their medication, while 11% consulted their doctor about worsening symptoms.
Patients commented that the service "made them feel that someone cared".
One patient said: "I found this system to be very useful in planning and ordering of medication, and adjusting lifestyle to take account of the weather conditions."
Dame Helena Shovelton, chief executive of the British Lung Foundation (BLF) said the forecast was "of great benefit".
"Being aware of detrimental weather conditions enables people to plan ahead and avoid situations that could aggravate their condition."
But Dame Helena said being part of the scheme should not make patients complacent about their condition.
"It should not be seen as a replacement for other important services, such as pulmonary rehabilitation classes, which increase lung fitness, and specialist respiratory nurses which play a vital role in keeping people with COPD healthy and out of hospital - although access to them is patchy across the UK."
One patient said: "I found this system to be very useful in planning and ordering of medication, and adjusting lifestyle to take account of the weather conditions."
Dame Helena Shovelton, chief executive of the British Lung Foundation (BLF) said the forecast was "of great benefit".
"Being aware of detrimental weather conditions enables people to plan ahead and avoid situations that could aggravate their condition."
But Dame Helena said being part of the scheme should not make patients complacent about their condition.
"It should not be seen as a replacement for other important services, such as pulmonary rehabilitation classes, which increase lung fitness, and specialist respiratory nurses which play a vital role in keeping people with COPD healthy and out of hospital - although access to them is patchy across the UK."
7 de agosto de 2008
Brasil prevê leiloar 4 milhões ha de florestas amazónicas

O Brasil prevê leiloar em hasta pública quatro milhões de hectares de florestas amazónicas em 2009, para que sejam administradas de modo «sustentável» por empresas privadas, como parte de um plano que pretende preservar da destruição áreas públicas.
O chamado Plano de Concessões de 2009 prevê, além disso, gerar 700 milhões de reais para a chamada economia florestal sustentável e arrecadar 120 milhões de reais para organismos públicos de protecção, revelou o Ministério do Meio Ambiente.
Estas metas integram o Plano para 2009 do Serviço Florestal, cujos detalhes definitivos foram divulgados hoje, depois das suas linhas gerais terem sido submetidas a consultas públicas nas últimas semanas, em sete cidades amazónicas e em que participaram 320 pessoas.
O Plano inclui a exploração de áreas de preservação florestal nos Estados de Roraima, Amazonas, Pará, Acre e Rondónia.
A área foi definida a partir do registo nacional de florestas públicas, que soma 210 milhões de hectares, dos quais 198 milhões de hectares se encontram em áreas federais.
O chamado Plano de Concessões de 2009 prevê, além disso, gerar 700 milhões de reais para a chamada economia florestal sustentável e arrecadar 120 milhões de reais para organismos públicos de protecção, revelou o Ministério do Meio Ambiente.
Estas metas integram o Plano para 2009 do Serviço Florestal, cujos detalhes definitivos foram divulgados hoje, depois das suas linhas gerais terem sido submetidas a consultas públicas nas últimas semanas, em sete cidades amazónicas e em que participaram 320 pessoas.
O Plano inclui a exploração de áreas de preservação florestal nos Estados de Roraima, Amazonas, Pará, Acre e Rondónia.
A área foi definida a partir do registo nacional de florestas públicas, que soma 210 milhões de hectares, dos quais 198 milhões de hectares se encontram em áreas federais.
Desse total, foram excluídas as terras dos indígenas, as áreas de protecção integral e as de uso comunitário, o que levou a um total de 42,8 milhões de hectares legalmente aptos para concessões.
Desse total, chegou-se a 12 milhões de hectares depois de analisar quais teriam «potencial de exploração florestal sustentável», onde haveria condições para obter licenças ambientais e, principalmente, que estivessem em áreas prioritárias para projectos de conservação e desenvolvimento social, segundo o governo.
A cifra final representa seis por cento do total de florestas públicas federais e a meta do serviço Florestal é a de que, em finais de 2009, já estejam quatro milhões de hectares em processo de concessão.
«A ideia é diminuir a ilegalidade do sector madeireiro e oferecer ao mercado alternativas para a produção sustentável», afirmou o director do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo.
Desse total, chegou-se a 12 milhões de hectares depois de analisar quais teriam «potencial de exploração florestal sustentável», onde haveria condições para obter licenças ambientais e, principalmente, que estivessem em áreas prioritárias para projectos de conservação e desenvolvimento social, segundo o governo.
A cifra final representa seis por cento do total de florestas públicas federais e a meta do serviço Florestal é a de que, em finais de 2009, já estejam quatro milhões de hectares em processo de concessão.
«A ideia é diminuir a ilegalidade do sector madeireiro e oferecer ao mercado alternativas para a produção sustentável», afirmou o director do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo.
«A concessão florestal e a promoção da administração florestal comunitária são as melhores opções», acrescentou.
As unidades de administração poderão ser «pequenas» (com uma área inferior a vinte mil hectares, para atender a pequenos produtores), médias (entre vinte mil e quarenta mil hectares para investimentos de dimensão média) e maiores (com mais de quarenta mil hectares, para grandes investimentos).
Ainda este ano, o organismo oficial tentará terminar o leilão de cinquenta por cento dos 429 mil hectares da Floresta Nacional de Saracá-Taquera, no Estado do Pará, com potencial de madeira e de minerais.
Diário Digital / Lusa
As unidades de administração poderão ser «pequenas» (com uma área inferior a vinte mil hectares, para atender a pequenos produtores), médias (entre vinte mil e quarenta mil hectares para investimentos de dimensão média) e maiores (com mais de quarenta mil hectares, para grandes investimentos).
Ainda este ano, o organismo oficial tentará terminar o leilão de cinquenta por cento dos 429 mil hectares da Floresta Nacional de Saracá-Taquera, no Estado do Pará, com potencial de madeira e de minerais.
Diário Digital / Lusa
4 de agosto de 2008
Áustria/Nuclear: Fuga radioactiva nos laboratórios da AIEA

Uma fuga de plutónio foi detectada durante a última noite nos laboratórios da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), organismo regulador das Nações Unidas (ONU) com sede em Seibersdorf, perto de Viena, confirmou hoje o Ministério do Ambiente austríaco.
Daniel Kapp, porta-voz do ministro Josef Proell citado pela agência noticiosa local garantiu que a fuga ocorreu numa área de alta segurança dos laboratórios da AIEA, a meia centena de quilómetros da capital, mas não espalhou radiações.
A mesma fonte frisou que o alarme automático disparou imediatamente e o laboratório foi evacuado, não havendo qualquer funcionário contaminado graças aos poderosos filtros existentes.
A AIEA já anunciou uma investigação a esta ocorrência registada nos laboratórios que analisam as amostras recolhidas pelos inspectores durante as suas missões no estrangeiro.
Kapp insistiu em que a população não corre perigo, até porque os centros de detecção de radioactividade não assinalaram a fuga, considerada muito ligeira.
As instalações da AIEA na Áustria foram construídas nos anos 70 e modernizados em Novembro de 2007, com um custo de 27,2 milhões de euros suportado pelos países-membros.
Daniel Kapp, porta-voz do ministro Josef Proell citado pela agência noticiosa local garantiu que a fuga ocorreu numa área de alta segurança dos laboratórios da AIEA, a meia centena de quilómetros da capital, mas não espalhou radiações.
A mesma fonte frisou que o alarme automático disparou imediatamente e o laboratório foi evacuado, não havendo qualquer funcionário contaminado graças aos poderosos filtros existentes.
A AIEA já anunciou uma investigação a esta ocorrência registada nos laboratórios que analisam as amostras recolhidas pelos inspectores durante as suas missões no estrangeiro.
Kapp insistiu em que a população não corre perigo, até porque os centros de detecção de radioactividade não assinalaram a fuga, considerada muito ligeira.
As instalações da AIEA na Áustria foram construídas nos anos 70 e modernizados em Novembro de 2007, com um custo de 27,2 milhões de euros suportado pelos países-membros.
1 de agosto de 2008
O lago que está a desaparecer em Srinagar
Várias equipas removem, à mão, algas do lago poluído Dal em Srinagar. Ao longo dos últimos 40 anos, o lago, que chegou a cobrir 30 quilómetros quadrados, foi sendo reduzido para metade. Os ambientalistas alertam para a possibilidade de vir a desaparecer.
Icebergue de 20 km² à deriva no Canadá

De acordo com cientistas canadianos, um icebergue de 20 km quadrados soltou-se da ilha Ellesmere, no Canadá, fruto das profundas alterações climáticas que o planeta tem vindo a sofrer.
Este foi o maior bloco de gelo a desprender-se na zona desde 2005, em que um icebergue com cerca de 60 km quadrados sofreu efeito semelhante.
Os cientistas, que viajaram com as Forças Armadas do Canadá, registaram novos desprendimentos de gelo numa zona que se estendia por mais de 16 km.
Junto à ilha de Ellesmere ficava um icebergue de quase 10 mil km quadrados – o Ward Hunt. Os últimos fenómenos climáticos de degelo poderão conduzir à destruição desta área gelada.
Cientistas alertam que o desaparecimento do Ward Hunt terá implicações globais, já que este «guarda-sol branco» no topo do planeta reflecte a luz solar, mantendo a Terra fresca.
Diario Digital
Este foi o maior bloco de gelo a desprender-se na zona desde 2005, em que um icebergue com cerca de 60 km quadrados sofreu efeito semelhante.
Os cientistas, que viajaram com as Forças Armadas do Canadá, registaram novos desprendimentos de gelo numa zona que se estendia por mais de 16 km.
Junto à ilha de Ellesmere ficava um icebergue de quase 10 mil km quadrados – o Ward Hunt. Os últimos fenómenos climáticos de degelo poderão conduzir à destruição desta área gelada.
Cientistas alertam que o desaparecimento do Ward Hunt terá implicações globais, já que este «guarda-sol branco» no topo do planeta reflecte a luz solar, mantendo a Terra fresca.
Diario Digital
21 de julho de 2008
Nuclear: França inquieta com controlo após dois incidentes

As autoridades francesas anunciaram hoje que vão questionar os processos de controlo do nuclear, após duas fugas radioactivas em dez dias que suscitaram inquietação e dúvidas num país onde o nuclear fornece 80 por cento da electricidade consumida.
«Quero questionar tudo«, nomeadamente «nos dispositivos de informação, de análise e de segurança«, declarou o ministro de Ecologia, Jean-Louis Borloo, durante uma conferência de imprensa.
Dois anos depois da votação de leis sobre o nuclear supostamente terem trazido mais transparência e segurança, o ministro indicou que todos os actores seriam escutados até ao Outono: industriais, operadores, militares, associações.
Salientou, nomeadamente, que os lençóis freáticos sob as centrais nucleares vão ser verificados.
A ruptura de uma canalização numa central do sudeste do país explorada por uma filial do grupo Areva causou quinta-feira um derrame de 120 a 750 gramas de urânio, segundo a Autoridade de Segurança do Nuclear (ASN), o órgão fiscalizador do nuclear em França.
«Quero questionar tudo«, nomeadamente «nos dispositivos de informação, de análise e de segurança«, declarou o ministro de Ecologia, Jean-Louis Borloo, durante uma conferência de imprensa.
Dois anos depois da votação de leis sobre o nuclear supostamente terem trazido mais transparência e segurança, o ministro indicou que todos os actores seriam escutados até ao Outono: industriais, operadores, militares, associações.
Salientou, nomeadamente, que os lençóis freáticos sob as centrais nucleares vão ser verificados.
A ruptura de uma canalização numa central do sudeste do país explorada por uma filial do grupo Areva causou quinta-feira um derrame de 120 a 750 gramas de urânio, segundo a Autoridade de Segurança do Nuclear (ASN), o órgão fiscalizador do nuclear em França.
Autoridade assegurou que esta fuga, ocorrida em Romans-sur-Isère na fábrica FBFC, que produz combustível nuclear para as centrais de electricidade e reactores de investigação «não teve qualquer impacto sobre o ambiente«.
A canalização que está na origem da fuga em Romans «não é inspeccionada pelo construtor há muito tempo«, reconheceu o director geral da Autoridade, Jean-Christophe Niel.
A ruptura (na canalização) teria mesmo «vários anos», acrescentou.
Trata-se do segundo incidente deste tipo em dez dias depois do ocorrido na central nuclear de Tricastin, na mesma região.
Na noite de 07 para 08 de Julho, uma avaria na transferência entre duas cubas arrastou para os cursos de água próximos de Triscatin cerca de 74 quilogramas de urânio.
A canalização que está na origem da fuga em Romans «não é inspeccionada pelo construtor há muito tempo«, reconheceu o director geral da Autoridade, Jean-Christophe Niel.
A ruptura (na canalização) teria mesmo «vários anos», acrescentou.
Trata-se do segundo incidente deste tipo em dez dias depois do ocorrido na central nuclear de Tricastin, na mesma região.
Na noite de 07 para 08 de Julho, uma avaria na transferência entre duas cubas arrastou para os cursos de água próximos de Triscatin cerca de 74 quilogramas de urânio.
As autoridades proibiram o consumo de água dos poços em três localidades vizinhas e a rega de cereais a partir dos dois rios. A proibição estendeu-se aos banhos, desportos aquáticos e à pesca. Mas o que é mais inquietante é que os controlos efectuados revelaram no lençol freático pontos de concentração de urânio anormalmente elevados. Esta poluição seria anterior ao incidente de 07 de Julho.
Associações ecologistas denunciaram sexta-feira falhas no controlo do nuclear, referindo uma «trágica Volta à França dos acidentes nucleares« a propósito das duas fugas radioactivas.
Borloo insistiu na «transparência« e na «reacção« dos responsáveis de instalações nucleares.
Na central de Triscastin, a sociedade Socatri demorou várias horas a prevenir as autoridades da fuga do urânio.
Borloo insistiu na «transparência« e na «reacção« dos responsáveis de instalações nucleares.
Na central de Triscastin, a sociedade Socatri demorou várias horas a prevenir as autoridades da fuga do urânio.
Durante uma visita às centrais de Romans e de Tricastin, a presidente da direcção do Areva, Anne Lauvergeon, empenhou-se em desvalorizar os dois incidentes, prometendo «tirar deles todas as lições operacionais«.
«Nenhum destes incidentes teve impacto na saúde do pessoal e dos habitantes, nem sobre o seu ambiente«, insistiu, estimando que o incidente de Romans «teria passado despercebido« noutras circunstâncias.
«Nenhum destes incidentes teve impacto na saúde do pessoal e dos habitantes, nem sobre o seu ambiente«, insistiu, estimando que o incidente de Romans «teria passado despercebido« noutras circunstâncias.
Para Frédéric Marillier do Greenpeace France, os incidentes recentes «vêm lembrar-nos uma realidade muito simples: o nuclear é uma energia poluente, perigosa e mal dominada«.
A França possui a segunda rede no mundo de reactores nucleares - 58 - depois dos Estados Unidos, e a electricidade de origem nuclear representa cerca de 80 por cento do consumo eléctrico francês.
Diário Digital / Lusa
A França possui a segunda rede no mundo de reactores nucleares - 58 - depois dos Estados Unidos, e a electricidade de origem nuclear representa cerca de 80 por cento do consumo eléctrico francês.
Diário Digital / Lusa
18 de julho de 2008
Paris quer avaliar lençóis freáticos após incidente nuclear

Dez dias depois de um incidente na central nuclear de Tricastin (Sudeste), que levantou numerosas interrogações, o governo francês exigiu hoje a verificação do estado dos lençóis freáticos situados perto de todas as centrais nucleares francesas.
Líquido contendo vestígios de urânio enriquecido vazou a 07 de Julho de uma central nuclear, no Sul de França, e uma parte escorreu para dois rios, anunciou então a agência de segurança nuclear francesa.
As autoridades proibiram o consumo de água dos poços em três localidades vizinhas e a rega de cereais a partir dos dois rios.
A proibição estendeu-se aos banhos, desportos aquáticos e à pesca.
Uma avaria durante uma transferência entre duas cubas arrastou para os cursos de água próximos da central 75 quilogramas de urânio.
A proibição estendeu-se aos banhos, desportos aquáticos e à pesca.
Uma avaria durante uma transferência entre duas cubas arrastou para os cursos de água próximos da central 75 quilogramas de urânio.
O grupo nuclear francês Areva admitiu erros e decidiu nomear um novo director geral da sua filial Socatri, implicada no acidente nuclear de Tricastin.
Uma investigação interna, diligenciada por Areva, mostrou «uma falta de coordenação evidente entre as equipas encarregues dos trabalhos e as responsáveis da exploração» que está na «origem deste incidente».Paris quer avaliar lençóis freáticos após incidente nuclear(continuação)
«O erro do construtor foi também o ter esperado os resultados das medidas complementares para prevenir as autoridades, cerca de três horas», reconhece ainda Areva, cujo presidente visita o local sexta-feira.
A Autoridade de Segurança Nuclear (ASN) determinou sexta-feira que a Socrati suspenda a actividade de uma das suas duas estações de tratamento.
O incidente, classificado ao nível 1, na base da escala dos incidentes nucleares que vai de 0 a 7, foi considerado sem riscos pelas autoridades mas suscitou protestos dos ecologistas.
Mas o que é mais inquietante, os controlos efectuados revelaram no lençol freático pontos de concentração de urânio anormalmente elevados. Esta poluição seria anterior ao incidente de 07 de Julho.
«Quero uma total transparência sobre este dossiê. É preciso fazer um inventário dos locais», declarou o ministro francês da Ecologia, Jean-Louis Borloo, ao diário Parisien.
Defendeu que o Instituto de Rádioprotecção e de Segurança Nuclear (IRSN), que tem o dossiê, «investigue a situação radio-ecológica de todas as instalações nucleares e verifique, nomeadamente, o estado dos lençóis freáticos situados perto de todas as centrais nucleares francesas».
A França possui a segunda rede no mundo de reactores nucleares - 58, depois dos Estados Unidos, e a electricidade de energia nuclear representa cerca de 80 por cento do consumo de electricidade francesa.
As medidas de precaução que limitam o uso da água na região de Tricastin foram mantidas mas uma semana depois da fuga do urânio os habitantes não escondiam a sua inquietação.
«Fomos tratados como cidadãos de segunda», insurgiu-se um responsável da Câmara de Bollène, uma das comunas onde está instalado Tricastin.
Para este responsável, Yves Beck, a gestão do incidente pela Areva e pelas autoridades «foi inaceitável».Por seu lado, os deputados Verdes reclamaram uma comissão de inquérito parlamentar sobre as poluições radioactivas constatadas após o incidente de Tricastin.
Diário Digital / Lusa
14 de julho de 2008
Abutres: Aves da Morte - Naturlink

Os abutres são aves de rapina que se alimentam quase exclusivamente da carne putrefacta dos animais mortos. A sua constante presença nos locais de morte, tornou-os símbolos desta aos olhos dos Homens.
Os abutres são normalmente vistos como aves que se alimentam de cadáveres em decomposição (aves necrófagas). De entre os abutres que ocorrem entre nós, o Grifo (Gyps fulvus) e o Abutre negro (Aegypius monachus) são verdadeiros especialistas na necrofagia, enquanto o Abutre do Egipto (Neophron percnopterus) explora principalmente os restos disponíveis.
A exploração dos cadáveres com o consumo da carne putrefacta por parte destas aves, acompanhado da sua fisionomia e do seu grande porte, faz com que os humanos as sintam como verdadeiros símbolos da morte. Principalmente, quando nos deparamos com o Grifo e com o Abutre negro, aves impressionantes, com envergaduras superiores a 2,5 metros e com as suas cabeças e seus compridos pescoços, desprovidos de penas para melhor explorarem as carcaças dos animais mortos. O Grifo alimenta-se da carne de cadáveres de médios e grandes mamíferos e, em certos casos, da carne das aves maiores e dos peixes mortos.
O Abutre negro tem uma dieta praticamente constituída por carne de animais mortos, mas prefere cadáveres de animais mais pequenos e, à falta destes, pode mesmo caçar pequenos animais, como coelhos com mixomatose e pequenos cordeiros.
O Abutre do Egipto, como foi já referido, apresenta uma dieta mais diversificada, mas alimenta-se frequentemente de cadáveres de pequenos animais, como ratos, cobras e coelhos. Quanto à exploração da carne dos animais de maior porte, devido ao seu bico menos forte, apenas explora certas partes do cadáver, como sejam os olhos, a língua e as vísceras (após abertura da carcaça por outros necrófagos).
Passe a tétrica constatação, tal como fazem com outros despojos, os abutres podem incluir naturalmente na sua dieta os cadáveres humanos. Na verdade, a biomassa média do Homem, do ponto de vista nutritivo, é relativamente vantajosa para os abutres. Desde a antiguidade, que este facto, tornou as relações do Homem com os abutres pouco amistosas, tendo sido os abutres alvos de perseguição pelo Homem ao longo dos tempos.
Os locais mais frequentes de interacção do Homem com os abutres eram os campos de batalha, onde chegava a haver grupos de homens para afastar os abutres, de forma a impedir danos nos soldados feridos. Mesmo hoje em dia, estas situações de aproveitamento dos cadáveres humanos por parte dos abutres sucedem quando ocorrem catástrofes naturais.
Esta relação Homem/Abutre deu azo também a inúmeras práticas culturais onde estas aves desempenham o papel principal.
Esta relação Homem/Abutre deu azo também a inúmeras práticas culturais onde estas aves desempenham o papel principal.
Determinadas culturas aplicavam sentenças de morte, onde os homens condenados eram amarrados e deixados para morrer, ficando à mercê dos abutres. Há também práticas funerárias, que subsistem até hoje, e que levam a que os cadáveres sejam expostos aos abutres. Os Parsis de Bombaim depositam os corpos dos defuntos nas chamadas "Torres do Silêncio", quase como que em oferta aos abutres, e alguns monges tibetanos oferecem aos abutres, pedaços dos corpos dos falecidos.
Hoje em dia, pelo menos na civilização ocidental, os abutres têm outro valor para o Homem ao funcionarem como indicador da saúde de alguns ecossistemas. Os abutres são um dos símbolos mais importantes da Natureza.
Desta forma, estas aves, a par de outras grandes aves de rapina, são alvo de admiração, com a vantagem de serem facilmente observadas comparativamente a outros animais. A constatação do declínio generalizado das espécies de abutres, nos finais dos anos sessenta, deu origem a acções de grupos conservacionistas e a numerosos trabalhos de investigação, o que contribuiu
grandemente para o conhecimento e valorização destas aves.
9 de julho de 2008
Noruega: Estação polar evacuada devido ao degelo

Uma estação polar do Oceano Árctico ocupada por cientistas russos vai ser evacuada devido ao derretimento da placa de gelo em que assenta, revelou a cadeia de televisão norueguesa NRK.
«Vamos evacuar de emergência a estação do Norte polar», explicou à NRK Vladimir Strougatski, vice-presidente da Federação dos Exploradores Polares na Rússia.
A placa de gelo em que assenta a estação, a 120 quilómetros do arquipélago norueguês de Svalbard, derreteu consideravelmente, passando de uma superfície de 15 quilómetros quadrados em Setembro de 2007 para 600 metros quadrados, segundo a mesma fonte.
Os vinte cientistas russos que vivem na estação chegaram à placa de gelo em Setembro de 2007 e lá deviam ficar até Setembro próximo. Um quebra-gelos russo, o Mikhail Somov, deverá partir à noite de Arkhangelsk, no Norte da Rússia, para transportar os cientistas para o continente, segundo a NRK.
Diário Digital / Lusa
09-07-2008 7:45:00
«Vamos evacuar de emergência a estação do Norte polar», explicou à NRK Vladimir Strougatski, vice-presidente da Federação dos Exploradores Polares na Rússia.
A placa de gelo em que assenta a estação, a 120 quilómetros do arquipélago norueguês de Svalbard, derreteu consideravelmente, passando de uma superfície de 15 quilómetros quadrados em Setembro de 2007 para 600 metros quadrados, segundo a mesma fonte.
Os vinte cientistas russos que vivem na estação chegaram à placa de gelo em Setembro de 2007 e lá deviam ficar até Setembro próximo. Um quebra-gelos russo, o Mikhail Somov, deverá partir à noite de Arkhangelsk, no Norte da Rússia, para transportar os cientistas para o continente, segundo a NRK.
Diário Digital / Lusa
09-07-2008 7:45:00
2 de julho de 2008
Elvas alerta população para água não potável em 13 fontes

O município de Elvas (Portalegre) alertou hoje a população para que evite beber ou cozinhar com água de 13 fontes públicas do concelho, por estas terem revelado, na segunda quinzena de Junho, água não potável.
Em comunicado, a Câmara Municipal de Elvas explica que as análises à água das 13 fontes, oito delas localizadas em Elvas, quatro em Vila Boim e uma na Terrugem, foram efectuadas pelo laboratório municipal.
Gil Vaz, Clérigos, Piedade, Prata, Fonte Nova, Cangalhão, Pias e Vedor são as fontes de Elvas, enquanto que, na localidade de Vila Boim, estão situadas a do Castelo, Madalena, Baldio e Bicas, ficando o fontanário das Escolas na Terrugem.
«Assim, avisa-se a população em geral que deve evitar a bebida e a utilização da água na confecção de alimentação», alerta a autarquia.
Caso a população pretenda recorrer a estas fontes, para a confecção dos alimentos ou lavagem de verduras, deve desinfectar a água, fervendo-a bem ou adicionando-lhe lixívia, sublinha o município.
Diário Digital / Lusa
02-07-2008 16:18:00
Em comunicado, a Câmara Municipal de Elvas explica que as análises à água das 13 fontes, oito delas localizadas em Elvas, quatro em Vila Boim e uma na Terrugem, foram efectuadas pelo laboratório municipal.
Gil Vaz, Clérigos, Piedade, Prata, Fonte Nova, Cangalhão, Pias e Vedor são as fontes de Elvas, enquanto que, na localidade de Vila Boim, estão situadas a do Castelo, Madalena, Baldio e Bicas, ficando o fontanário das Escolas na Terrugem.
«Assim, avisa-se a população em geral que deve evitar a bebida e a utilização da água na confecção de alimentação», alerta a autarquia.
Caso a população pretenda recorrer a estas fontes, para a confecção dos alimentos ou lavagem de verduras, deve desinfectar a água, fervendo-a bem ou adicionando-lhe lixívia, sublinha o município.
Diário Digital / Lusa
02-07-2008 16:18:00
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