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6 de janeiro de 2010

O abastecimento público de água foi esta noite cortado na cidade de Évora



O abastecimento de água aos cerca de 50 mil habitantes da cidade de Évora ficou normalizado hoje de manhã, registando-se apenas alguns casos de falta de pressão que serão ultrapassados ao longo do dia, garantiu o presidente do município. Em declarações à agência Lusa, José Ernesto Oliveira assegurou que os casos de falta de pressão ocorrem hoje de manhã apenas nas zonas altas da cidade, numa altura em que se verifica um «pico de consumo».
A retoma do abastecimento público de água, a partir da albufeira do Monte Novo, esteve a ser feita durante toda a noite de forma gradual, das zonas mais baixas para as mais altas da cidade.
O coordenador da Protecção Civil Municipal, Joaquim Piteira, indicou que durante a noite procedeu-se ao enchimento de todas as condutas da cidade que estavam a zero.
O abastecimento a Évora foi cortado às 23:00 de terça-feira, devido ao excesso de metais, como alumínio, detectado na albufeira do Monte Novo.
Diário Digital / Lusa
Évora: Autarca admite novos cortes no abastecimento de água

O presidente da Câmara Municipal de Évora admitiu, esta quarta-feira, a possibilidade de serem efectuados novos cortes no abastecimento de água à cidade, caso volte a chover com intensidade. No entanto, até final do dia, garantiu o autarca, a situação deverá ficar normalizada.
 
Em declarações reproduzidas pela TSF, José Ernesto Oliveira deixou a garantia que o abastecimento será normalizado assim que os níveis de alumínio na água voltarem ao normal.
No entanto, enquanto tal não acontece, o autarca admite voltar a decidir novos cortes, principalmente se as análises que estão a ser realizadas hora a hora revelem má qualidade da água.
«Estamos a monitorizar até à exaustão a qualidade da água e se houver qualquer alteração, não teremos hesitações em proteger, em primeiro lugar, a saúde pública», avisou, em conferência de imprensa, José Ernesto de Oliveira.
Recorde-se que o centro histórico de Évora esteve sem abastecimento desde as 23h00 de terça-feira, devido à subida dos níveis de metais, nomeadamente, alumínio, na água com origem na barragem de Monte Novo, o que obrigou, inclusivamente, ao encerramento da maioria das escolas daquela cidade alentejana.

A água engarrafada esgotou hoje de manhã nas principais superfícies comerciais de Évora, em consequência de uma grande procura, depois do corte do abastecimento público na terça-feira à noite, apurou a agência Lusa junto dos estabelecimentos. «A água está esgotada» foi a resposta de funcionários de vários estabelecimentos, contactados pela Lusa, que garantiram, contudo, esperar um reforço de água engarrafada.
Nalguns casos, chegaram a ser formadas filas de clientes para comprar água engarrafada.
O corte no abastecimento público de água levou ao encerramento de escolas e creches e ao abastecimento de instituições prioritárias, como os hospitais e clínicas, pelos bombeiros de várias corporações, além de deixar em desespero comerciantes e população.
O presidente da Comissão Municipal de Protecção Civil de Évora, José Ernesto Oliveira, já anunciou ter sido iniciado o processo para retomar o abastecimento público de água à cidade, devendo a situação ficar normalizada durante a tarde de hoje.
Évora está sem água desde as 23:00 de terça-feira, devido ao excesso de metais, como o alumínio, detectados na albufeira que abastece a cidade.
Diário Digital / Lusa
Évora: Metais não chegaram à rede pública de água

O presidente da Comissão Municipal de Protecção Civil, José Ernesto Oliveira, assegurou hoje que metais, como o alumínio, nunca chegaram a entrar na rede de abastecimento público de água, tendo sido detectados logo na albufeira.

«O problema nunca esteve ao nível das condutas e da rede de distribuição. Foi detectado ao nível da fonte de captação [barragem do Monte Novo] e da respectiva Estação de Tratamento de Água (ETA), onde foi logo interrompido» o abastecimento, disse.
Segundo o mesmo responsável, também presidente do Município de Évora, a monitorização da qualidade da água proveniente do Monte Novo, que serve para abastecer a cidade, é efectuada em vários locais e está a ser feita «de hora a hora».
Diário Digital / Lusa

 Barragem contaminada deixa cidade em alerta

O abastecimento de água à cidade de Évora foi cortado depois de ter sido detectado um excesso de metais, como o alumínio, na água da barragem de Monte Novo que abastece a rede da cidade alentejana. Ao início desta tarde o presidente da Câmara anunciou que ainda no decorrer do dia de hoje a situação deverá estar resolvida com o regresso da água às torneiras.





Hospitais, clinicas, um lar de idosos, três unidades hoteleiras e a delegação de Évora da Cruz Vermelha estão hoje a ser abastecidas de água por bombeiros de várias corporações, devido ao corte na rede de abastecimento público à cidade.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou à agência Lusa que as operações de abastecimento de água potável a instituições prioritárias já mobiliza, a meio da manhã, os bombeiros de Évora, Arraiolos, Montemor-o-Novo, Reguengos de Monsaraz e Alandroal.
Além de clínicas e dos hospitais do Espírito Santo e do Patrocínio, estão a ser abastecidas pelos bombeiros a Pousada dos Lóios, o Hotel Fernando, a Albergaria do Calvário e o lar de idosos do Alto dos Cucos, indicou a fonte.
Diário Digital / Lusa

30 de dezembro de 2009

zona oeste...






Edição de 06-08-2003
No distrito de Leiria e zona Oeste, os incêndios que têm comido floresta e mato, situam-se nas zonas de Leiria – atingindo o Pinhal de Leiria, área protegida. O incêndio que se terá iniciado perto da Marinha Grande, nas Matas Nacionais do Samouco, numa área protegida, progrediu para norte em direcção a Pombal

Edição de 26-09-2003
Oeste também não foi poupado neste Verão
Grandes incêndios à volta das Caldas

Pedro Antunes // Edição de 05-08-2005
Ao final da tarde de hoje estão ainda activas, e por circunscrever, duas frentes de fogo do concelho de Óbidos, na zona da Usseira. A mais preocupante é a de Vale Escuro, Casal do Feno, às portas de Óbidos.

Publicado em 01.09.2005
Causas dos Incêndios Florestais em Portugal

27.07.2009 - 08:34 Por Ricardo Garcia
Seis anos depois dos dramáticos incêndios de 2003, a floresta portuguesa continua à mercê do seu principal calcanhar de Aquiles: o minifúndio. Um inquérito realizado pelo PÚBLICO revela que os proprietários que desde então se agruparam para gerir em conjunto os seus quinhões de floresta estão fortemente desmotivados com os resultados.

por RITA CARVALHO0 6 Dezembro 2009. Noutro Verão, 2003, o balanço dos fogos também foi trágico: 20 mortos, centenas de casas e quase meio milhão de hectares de floresta destruídos pelas chamas.
Mas outro risco tem--se tornado uma ameaça constante, sempre que o mar rouba terreno à costa, pendurando construções em arribas periclitantes.
Estas situações catastróficas não são cenários futuros mas episódios que já ocorreram em Portugal. Com as alterações climáticas, só tenderão a agravar-se.




7 de novembro de 2009

Inspecção autuou 100 empresas transporte resíduos construção



















Uma inspecção ao sector de transporte de resíduos de obras de construção e demolição levou à autuação de cerca de 100 empresas entre segunda e quinta-feira passadas, anunciou hoje o Ministério do Ambiente.
A operação envolveu inspectores da Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT) e «mais de 500 agentes» do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), que funciona na GNR.
Na fiscalização às empresas, ficou provado que a lei que regula o fluxo dos resíduos está «ainda longe de ser cumprida», refere o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território em comunicado.
As multas, que podem chegar a um máximo de 2500 euros, foram aplicadas por infracções como "descargas ilegais", descarga de resíduos em sítios não adequados, falta de acondicionamento adequado e falta de registo das empresas na Agência Portuguesa do Ambiente.
"Produtores, transportadores e gestores ilegais" foram visados na operação. Conforme corram os processos que foram levantados, as empresas poderão ser encerradas, impedidas de exercer a actividade ou obrigadas a reparar estragos que tenham feito.

5 de novembro de 2009

Alcanena: IGAOT dá prazo para retirar depósito de resíduos


















A Inspecção-Geral do Ambiente deu dois meses aos responsáveis do terreno de Covão do Coelho, Alcanena, e da unidade de gestão de resíduos na Chamusca, onde foram depositados ilegalmente resíduos industriais, para os removerem e reporem a situação anterior.

Em comunicado, o Ministério do Ambiente afirma que a Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT) realizou inspecções às empresas de produção dos resíduos e nos locais identificados como aterro ilegal.
Por considerar «grave» a situação ambiental detectada na sequência de notícias veiculadas pela comunicação social, «dada a dimensão dos aterros em questão», a IGAOT emitiu os mandatos, ordenando aos responsáveis dos dois locais identificados a «cessação imediata da recepção e deposição de quaisquer resíduos».
Por outro lado, dá um prazo de 60 dias para reporem «a situação existente à data anterior ao início da deposição ilegal dos resíduos através da sua remoção e encaminhamento para destino autorizado».
Os resíduos em causa são escórias da queima de resíduos de biomassa, tendo sido feitas colheitas no local, aguardando a IGAOT os resultados dessas análises. Contudo, afirma, os resultados das análises anteriores, obtidas junto do produtor dos resíduos, «demonstram valores diminutos de poluentes (inferiores aos limites de quantificação dos equipamentos de análise) consonantes com escórias provenientes da queima de resíduos de biomassa».


20 de junho de 2009

Maio quente com agravamento da seca meteorológica



Maio caracterizou-se como sendo um mês seco a muito seco, com quantidades de precipitação, em Portugal continental, bastante inferiores aos valores médios de 1971-2000, o que levou ao agravamento da situação de seca meteorológica em todo o País. No final do mês 66% do território continental encontrava-se em seca meteorológica severa e extrema, de acordo com as classes de PDSI.

Relativamente aos valores de temperatura, o mês de Maio apresentou uma anomalia de + 2,5ºC na temperatura máxima, uma anomalia de + 1,4ºC na temperatura média e uma anomalia de +0,1ºC na temperatura minima, muito próxima da normal de 1971-2000.

Em Maio ocorreram ainda dois períodos muitos quentes, no início e final do mês, com ocorrência de onda de calor entre 2 e 8 de Maio em várias estações da rede do IM. O número de dias com temperatura máxima superior a 25ºC e 30ªC foi superior à normal de 1971-2000.

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay