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31 de março de 2019
17 de março de 2019
16 de março de 2019
3 de setembro de 2018
Samba
O samba é um género musical oriundo do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras, deriva do samba de roda, um tipo de dança de raízes africanas nascido na Bahia, região Nordeste do país.
Dentro suas características originais, possui dança acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anónima, alicerces do samba de roda. Apesar de ser um género musical resultante das estruturas musicais europeias e africanas, foi com os símbolos da cultura negra brasileira que o samba se alastrou pelo território nacional.
Embora houvesse variadas formas de samba no Brasil (não apenas na Bahia, como também no Maranhão, em Minas Gerais, em Pernambuco e em São Paulo) sob a forma de diversos ritmos e danças populares regionais que se originaram do batuque, o samba como género musical é entendido como uma expressão musical urbana surgida no início do século XX na cidade do Rio de Janeiro, nas casas das chamadas "tias baianas" — migrantes da Bahia —, quando o samba de roda, entrando em contacto com outros géneros musicais populares entre os cariocas, como a polca, o maxixe, o lundu e o xote, fez nascer um género de caráter totalmente singular.
Um marco dentro da história moderna e urbana do samba ocorreu em 1916, no próprio Rio de Janeiro, com a gravação em disco de "Pelo Telefone", considerado o primeiro samba a ser gravado no Brasil (segundo os registos da Biblioteca Nacional). O sucesso alcançado pela canção contribuiu para a divulgação e popularização do samba como género musical.
Um marco dentro da história moderna e urbana do samba ocorreu em 1916, no próprio Rio de Janeiro, com a gravação em disco de "Pelo Telefone", considerado o primeiro samba a ser gravado no Brasil (segundo os registos da Biblioteca Nacional). O sucesso alcançado pela canção contribuiu para a divulgação e popularização do samba como género musical.
A partir de então, esse estilo de samba urbano surgido no Rio começou a ser propagado pelo país e, no ano de 1930, foi alçado da condição "local" à de símbolo da identidade nacional brasileira.Inicialmente, foi um samba associado ao Carnaval e posteriormente adquirindo um lugar próprio no mercado musical. Surgiram muitos compositores como Heitor dos Prazeres, João da Baiana, Pixinguinha, Donga e Sinhô, mas os sambas destes compositores eram amaxixados, conhecidos como sambas-maxixe.
Os contornos modernos desse samba urbano carioca viriam somente no final da década de 1920, a partir de inovações em duas frentes: com um grupo de compositores dos blocos carnavalescos dos bairros do Estácio de Sáe Osvaldo Cruz e com compositores dos morros da cidade como em Mangueira, Salgueiro e São Carlos.
Não por acaso, identifica-se esse formato de samba como "genuíno" ou "de raiz". A medida que o samba no Rio de Janeiro consolidava-se como uma expressão musical urbana e moderna, ele passou a ser tocado em larga escala nas rádios, espalhando-se pelos morros cariocas e bairros da zona sul do Rio de Janeiro. Inicialmente criminalizado e visto com preconceito, por suas origens negras, o samba conquistaria o público de classe média também.
O samba moderno urbano surgido a partir do início do século XX, no Rio de Janeiro, tem ritmo basicamente 2/4 e andamento variado, com aproveitamento consciente das possibilidades dos estribilhos cantados ao som de palmas e ritmo batucado, e aos quais seriam acrescentados uma ou mais partes, ou estâncias, de versos declamatórios.
O samba moderno urbano surgido a partir do início do século XX, no Rio de Janeiro, tem ritmo basicamente 2/4 e andamento variado, com aproveitamento consciente das possibilidades dos estribilhos cantados ao som de palmas e ritmo batucado, e aos quais seriam acrescentados uma ou mais partes, ou estâncias, de versos declamatórios.
Tradicionalmente, esse samba é tocado por instrumentos de corda (cavaquinho e vários tipos de violão) e variados instrumentos de percussão, como o pandeiro, o surdo e o tamborim. Com o passar dos anos, outros instrumentos foram sendo assimilados, e se criaram novas vertentes oriundas dessa base urbano carioca de samba, que ganharam denominações próprias, como o samba de breque, o samba-canção, a bossa nova, o samba-rock, o pagode, entre outras. Em 2005, o samba de roda se tornou um Património da Humanidade da Unesco.
Desde a década de 1930, o samba é considerado a música nacional do Brasil, ressignificação dada pelo governo de Getúlio Vargas para fins de propaganda. O género atingiu assim todas as regiões do país. Agremiações carnavalescas, sambistas e organizações de Carnaval centradas no desempenho do samba existem em todo o território nacional, mesmo onde outros estilos musicais predominam (por exemplo, nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil e em todo o interior rural brasileiro, onde o sertanejo é o estilo mais popular)
Desde a década de 1930, o samba é considerado a música nacional do Brasil, ressignificação dada pelo governo de Getúlio Vargas para fins de propaganda. O género atingiu assim todas as regiões do país. Agremiações carnavalescas, sambistas e organizações de Carnaval centradas no desempenho do samba existem em todo o território nacional, mesmo onde outros estilos musicais predominam (por exemplo, nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil e em todo o interior rural brasileiro, onde o sertanejo é o estilo mais popular)
25 de fevereiro de 2018
24 de novembro de 2017
2 de agosto de 2017
1 de agosto de 2017
30 de julho de 2017
5 de julho de 2017
13 de agosto de 2016
Batalha
The Monastery of the Dominicans of Batalha was built to commemorate the victory of the Portuguese over the Castilians at the battle of Aljubarrota in 1385. It was to be the Portuguese monarchy's main building project for the next two centuries. Here a highly original, national Gothic style evolved, profoundly
3 de março de 2016
Fado
Fado is a performance genre incorporating music and poetry widely practised by various communities in Lisbon. It represents a Portuguese multicultural synthesis of Afro-Brazilian sung dances, local traditional genres of song and dance, musical traditions from rural areas of the country brought by successive waves of internal immigration, and the cosmopolitan urban song patterns of the early nineteenth century. Fado songs are usually performed by a solo singer, male or female, traditionally accompanied by a wire-strung acoustic guitar and the Portuguese ''guitarra'' – a pear-shaped cittern with twelve wire strings, unique to Portugal, which also has an extensive solo repertoire. The past few decades have witnessed this instrumental accompaniment expanded to two Portuguese guitars, a guitar and a bass guitar. Fado is performed professionally on the concert circuit and in small ‘Fado houses’, and by amateurs in numerous grass-root associations located throughout older neighbourhoods of Lisbon. Informal tuition by older, respected exponents takes place in traditional performance spaces and often over successive generations within the same families. The dissemination of Fado through emigration and the world music circuit has reinforced its image as a symbol of Portuguese identity, leading to a process of cross-cultural exchange involving other musical traditions.
6 de fevereiro de 2016
Idanha-a-Nova entra na rede de vilas e cidades da Música reconhecidas pela UNESCO
O ministro da Cultura mostrou, nesta sexta-feira, em Idanha-a-Nova o seu “orgulho” pelo reconhecimento “mais do que justo” da vila como Cidade da Música da UNESCO, no âmbito da rede de Cidades Criativas.
“Quero transmitir ao povo de Idanha-a-Nova o orgulho por esse reconhecimento mais do que justo”, afirmou João Soares, durante a sessão de boas-vindas, no salão nobre dos Paços do Concelho.
João Soares realçou o “trabalho de excelência” feito nos últimos anos pelo município de Idanha-a-Nova na afirmação dos valores culturais do concelho.
“Estou aqui com algum atraso, porque tinha dito ao presidente da Câmara que devia ter estado aqui imediatamente a seguir à consagração de Idanha-a-Nova. É a minha responsabilidade como ministro da Cultura”, disse, explicando que nesse dia não pôde estar presente devido a uma reunião do Conselho de Ministros.
Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, na Beira Baixa, foi oficialmente aceite, em dezembro, no grupo de Cidades da Música da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
Em causa está uma rede de cidades nesta e noutras áreas artísticas com o objetivo de promover o desenvolvimento social, económico e cultural destas comunidades, tendo por base as indústrias criativas.
Entre as entidades que apoiaram a candidatura de Idanha-a-Nova estiveram o Governo português, a Associação Portuguesa de Educação Musical, o Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, a Comissão Portuguesa da UNESCO e várias cidades que já têm o título de Cidade da Música, com destaque para Mannheim, na Alemanha, Bolonha, em Itália, Sevilha, em Espanha, e Hamamatsu, no Japão.
24 de janeiro de 2016
Cante Alentejano pela primeira vez em Madrid em fevereiro
O cante alentejano far-se-á ouvir pela primeira vez em Madrid, no dia 13 de fevereiro no Teatro do Círculo de Bellas Artes, com os cantadores de Vila Nova de São Bento e Os Ganhões de Castro Verde.
Além dos grupos dos concelhos de Serpa e Castro Verde, "estará igualmente presente um instrumento muito associado ao cante, a viola campaniça, interpretada pelos Moços D`uma Cana", disse à Lusa fonte da organização.
O Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento nasceu em abril de 1986, de "encontros ocasionais na taberna a beber uns copos", disse fonte do Festival Terras Sem Sombra (FTSS), que organiza esta iniciativa.
"Cantaram, como era tradição, gostaram de ouvir-se, vibraram de entusiasmo e sob a euforia um deles terá sugerido que deviam formar um rancho e a ideia instalou-se nos espíritos, fervilhou, avolumou-se, galvanizou-os, a ponto de convidarem alguns amigos para o novo rancho", que atualmente conta com 30 elementos.
A Associação de Cante Alentejano "Os Ganhões" de Castro Verde, cujo grupo estará em Madrid, tem como objetivos, a preservação e divulgação do cante alentejano, dos usos e costumes do concelho de Castro Verde, manter em funcionamento grupos corais de cante alentejano e promover ações por sua iniciativa ou colaborar com outras entidades, com vista à referida preservação e divulgação do cante alentejano".
O grupo Moços D´Uma Cana é o resultado de um projeto do agrupamento de Escolas de Castro Verde em parceria com as autarquias locais e a Cortiçol - Cooperativa de Informação e Cultura.
Este projeto "passa pela construção e o ensino do toque da viola campaniça em âmbito escolar, e uma vez terminado o percurso escolar, os alunos envolvidos decidiram formar-se como associação/grupo em prol da defesa da construção e do toque da viola campaniça, bem como do cante alentejano".
Os Moços d´uma Cana são David Pereira, José Abreu, David Caetano, Bruno Guerreiro, João Marques, Rodrigo Valentim, Jorge e Miguel Madeira, Renato Marques, Miguel Carrapiço e Cristiano Luz.
"Pela primeira vez, um território une-se em torno da música, património e biodiversidade, para levar o Alentejo a Madrid. A cultura é a melhor forma de promoção de um país, e o FTSS é o veículo de transmissão destes valores ancestrais, e pela primeira vez, o Cante Alentejano, património imaterial da Humanidade desde 2014, poderá ser ouvido em Madrid", disse à Lusa Sara Fonseca, directora executiva do FTSS.
A estreia do Cante Alentejano em Madrid faz parte do programa de apresentação da 12.ª edição do FTSS na capital espanhola, no dia 11 de Fevereiro, às 12:00, na embaixada de Portugal.
O certame realiza-se este ano sob o lema "Torna-Viagem -- o Brasil, a África e a Europa (da Idade Média ao século XXI)", de Fevereiro a Julho no Baixo Alentejo, numa organização do Departamento de Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, sendo seu diretor artístico Juan Ángel Vela del Campo.
15 de janeiro de 2016
Viola Beiroa
Aprender a construir uma viola beiroa é o objetivo de um curso que arranca no mês de Fevereiro em Idanha-a-Nova, Cidade Criativa da Música da UNESCO.
O Curso de Construção de Viola Beiroa é promovido pela Filarmónica Idanhense e terá como formador o mestre Alisio Saraiva, respeitando o modelo que era tocado por Manuel Moreira, de Penha Garcia, um dos mais influentes tocadores desta viola.
A iniciativa conta com o apoio do Município de Idanha-a-Nova e apresenta-se como um importante contributo para a revitalização da história musical do concelho, onde a Viola Beiroa quer retomar o seu lugar de destaque.
As inscrições estão limitadas a 10 participantes.
As inscrições e mais informações podem ser obtidas junto da Filarmónica Idanhense, através dos contactos 926 938 535, 277 202 123 ou para o email geral@filarmonicaidn.com.
in Beira.pt
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