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3 de janeiro de 2017
5 de julho de 2016
30 de abril de 2016
19 de março de 2016
13 de fevereiro de 2016
11 de abril de 2015
22 de julho de 2014
29 de março de 2014
3 de março de 2014
20 de fevereiro de 2014
12 de janeiro de 2014
Forró
Forró é um ritmo e dança típicos da Região Nordeste do Brasil praticada nas festas juninas e outros eventos. Diante a imprecisão do termo, não existe consenso quanto a definição musical do forró como estilo musical, sendo geralmente associado o nome como uma generalização de vários ritmos musicais daquela região,como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que tem influência de Portugal. São tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão, que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo. Também é chamado arrasta-pé, bate-chinela, fobó.
O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem europeia a chula, denominada pelos nordestinos simplesmente "forró", xote e variedades de polcas europeias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. A dança do forró tem influência direta das danças de salão europeias, como evidencia nossa história de colonização e invasões europeias.
Além do forró tradicional, denominado pé-de-serra, existe outras variações, tais como o forró eletrônico, vertente estilizada e pós-modernizada do forró surgida no início da década de 90 que utiliza elementos eletrônicos em sua execução, como a bateria, o teclado, o contrabaixo e a guitarra elétrica; e o forró universitário, surgido na capital paulista no final da década de 90, que é uma espécie de revitalização do forró tradicional, que eventualmente acrescenta contrabaixo e violão aos instrumentos tradicionais, sendo a principal caracteristica os três passos basicos, sendo um deles o "2 para lá 2 para cá", que veio da polca.
Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Campina Grande, Caruaru, Mossoró e Juazeiro do Norte, que sediam as maiores Festa de São João do país. Já nas capitais Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Recife, e Teresina, são tradicionais as festas e apresentações de bandas de forró em eventos privados que atraem especialmente os jovens.
Além do forró tradicional, denominado pé-de-serra, existe outras variações, tais como o forró eletrônico, vertente estilizada e pós-modernizada do forró surgida no início da década de 90 que utiliza elementos eletrônicos em sua execução, como a bateria, o teclado, o contrabaixo e a guitarra elétrica; e o forró universitário, surgido na capital paulista no final da década de 90, que é uma espécie de revitalização do forró tradicional, que eventualmente acrescenta contrabaixo e violão aos instrumentos tradicionais, sendo a principal caracteristica os três passos basicos, sendo um deles o "2 para lá 2 para cá", que veio da polca.
Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Campina Grande, Caruaru, Mossoró e Juazeiro do Norte, que sediam as maiores Festa de São João do país. Já nas capitais Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Recife, e Teresina, são tradicionais as festas e apresentações de bandas de forró em eventos privados que atraem especialmente os jovens.
4 de dezembro de 2013
15 de novembro de 2013
6 de novembro de 2013
28 de outubro de 2013
Manda Brasa - Pedro Sertanejo
Pedro Sertanejo Compositor. Instrumentista. Acordeonista.
Nascido no sertão da Bahia, seguiu para a região sudeste a fim de tentar a carreira artística Em 1946 mudou para São Paulo. Seu pai Aureliano foi um grande mestre sanfoneiro na cidade de Euclides da Cunha, próxima da região de Canudos, Bahia. Pedro Sertanejo é pai de Osvaldinho do Acordeom.
Em 1956 realizou a primeira gravação, companhado de seu conjunto, pela Copacabana, interpretando o xote "Roseira do Norte" de sua autoria e Zé Gonzaga e a polca "Zé Passinho na festa" de sua autoria. Em 1958, já na Todamérica, gravou de sua autoria, o baião "Balaio do norte" e o forró "Forró brejeiro", tocando acordeom. Em 1959 gravou a polca "Euclides da Cunha", de sua autoria, em referência ao nome de sua cidade natal, e a rancheira "Caipirinha" de Nadim de Correia Marques.
Em 1960 gravou, de sua autoria, o forró "Forró de Aracaju" e o baião "Rancho Velho". Em 1961 foi contratado pela gravadora Continental, que relançou no mesmo ano vários de seus antigos sucessos gravados principalmente na Todamérica, entre os quais a polca "Festa na fazenda" e o xote "Arco-verde", de sua autoria. Ainda no mesmo ano lançou a polca "Bela vista", dele e Pedrinho, e o forró "Forró pernambucano", dele e Bernardo Lima.
Em 1962 passou a gravar na gravadora Caboclo, onde lançou com seu conjunto o forró "Forró alagoano" de sua autoria, o baião "Azulão", dele e Milton Cristofani, e a quadrilha "Festa de São João", de Sertãozinho e Milton Cristofani, entre outras composições. Em 1963 gravou de sua autoria o forró "Sete punhá" e o chamego "Chuliado da vovó", de Milton José.
Em 1964 fundou o selo Cantagalo, dirigindo a gravadora por toda a década de 1960. Nesse período, convidou Dominguinho, então iniciante, a gravar LP destinado ao público migrante nordestino.
Nos anos 1970 gravou diversos LPs pela gravadora Continental, entre os quais "Forró brejeiro", "Visite o Nordeste" e "Sanfoneiro do Norte", sempre cultuando a música de raiz nordestina, especialmente o forró. Apontado por muitos como o iniciador da cultura do forró em São Paulo, ao longo de sua carreira, já lançou mais de 40 discos e compôs cerca de 700 músicas. Criou o Salão Pedro Sertanejo em São Paulo, para a apresentação de show de forró. No fianl dos anos 1990, tinha um programa semanal na Rádio Atual, em São Paulo.
Em 1960 gravou, de sua autoria, o forró "Forró de Aracaju" e o baião "Rancho Velho". Em 1961 foi contratado pela gravadora Continental, que relançou no mesmo ano vários de seus antigos sucessos gravados principalmente na Todamérica, entre os quais a polca "Festa na fazenda" e o xote "Arco-verde", de sua autoria. Ainda no mesmo ano lançou a polca "Bela vista", dele e Pedrinho, e o forró "Forró pernambucano", dele e Bernardo Lima.
Em 1962 passou a gravar na gravadora Caboclo, onde lançou com seu conjunto o forró "Forró alagoano" de sua autoria, o baião "Azulão", dele e Milton Cristofani, e a quadrilha "Festa de São João", de Sertãozinho e Milton Cristofani, entre outras composições. Em 1963 gravou de sua autoria o forró "Sete punhá" e o chamego "Chuliado da vovó", de Milton José.
Em 1964 fundou o selo Cantagalo, dirigindo a gravadora por toda a década de 1960. Nesse período, convidou Dominguinho, então iniciante, a gravar LP destinado ao público migrante nordestino.
Nos anos 1970 gravou diversos LPs pela gravadora Continental, entre os quais "Forró brejeiro", "Visite o Nordeste" e "Sanfoneiro do Norte", sempre cultuando a música de raiz nordestina, especialmente o forró. Apontado por muitos como o iniciador da cultura do forró em São Paulo, ao longo de sua carreira, já lançou mais de 40 discos e compôs cerca de 700 músicas. Criou o Salão Pedro Sertanejo em São Paulo, para a apresentação de show de forró. No fianl dos anos 1990, tinha um programa semanal na Rádio Atual, em São Paulo.
23 de outubro de 2013
29 de setembro de 2013
8 de setembro de 2013
15 de abril de 2013
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