
Commissioned for the king by Le Normant de Tournehem, the Director of Buildings, and exhibited in the Salon of 1751, the painting subsequently became part of the collection of the Marquis de Marigny, Madame Pompadour's brother. One of Chardin's last genre scenes, it shows the painter influenced by Dutch art, using a detailed language and a delicate balance of light.
Jean-Baptiste-Siméon Chardin (Paris, 1699 - Paris, 1779) foi um dos mais célebres pintores do barroco francês.
Foi assistente e pupilo de Noël Nicolas Coypel e, prontamente, de Jean-Baptiste van Loo.
Em 1724 tornou-se membro da Academia de São Lucas e, quatro anos mais tarde, foi aceite na Academia de Paris. Tornou-se então célebre pelas suas naturezas-mortas, representações de frutos e animais. Embora não fosse um pintor de cenas históricas, anos mais tarde, formou parte do Conselho e, em 1755, tornou-se tesoureiro da Academia.
Com as «cenas de cozinha» ou «cenas domésticas», Chardin deu continuidade à tradição provinda da pintura holandesa do século XVII. Porém, representou-as sem grande excelência. Preferia as «cenas burguesas»; gostava de representar cenas da vida da burguesia francesa, que se tornava cada vez mais influente. Nestas pinturas a tranquilidade e a concentração de tons mais vivos foram combinados com uma muito refinada técnica de concepção.
Foi memorável a sua exibição, de 1761, de pinturas seleccionadas, concebidas pelos membros da Academia. Muitas delas foram transladadas postumamente para as galerias do Louvre.
Faleceu, quase cego, em 1779, na cidade de Paris.