
Casa do Alentejo de Toronto, no Canadá, completou quarta-feira 25 anos de existência, num ano que marca a entrada de dirigentes jovens na associação.
«Uma açorda, feita em Janeiro de 1983 e saboreada por cerca de 300 alentejanos (residentes na região de Toronto)» foi o que esteve na origem desta colectividade, recordou Maria Lúcia Viegas, em declarações à Lusa.
Segundo esta sócia da «casa» há 24 anos, após aquela confraternização, as pessoas unidas pela identidade regional alentejana, decidiram, a 20 de Fevereiro de 1983, fundar a Casa do Alentejo de Toronto.
Agora, 25 anos volvidos e com os olhos postos no futuro, a associação elegeu este ano órgãos sociais notoriamente jovens, tendo como nova presidente executiva, Stephanie Fidalgo, de 24 anos, acompanhada na direcção por mais segundas gerações.
«Muitos dos jovens que fazem parte da nova direcção já vinham à Casa do Alentejo quando estavam na barriga das mães», gracejou Maria Lúcia Viegas.
Essas ligações precoces foram essenciais para o envolvimento dos jovens na associação, reconheceu. «Tivemos de os incutir, de trazê-los para aqui e de criar actividades para eles (jovens)», sublinhou a mesma sócia.
O percurso realizado e a adesão dos jovens fazem com que se olhe para o futuro com um «grande à-vontade», afirmou.
«Todos eles [jovens dirigentes] falam português e inglês», acrescentou, com orgulho.
O rejuvenescimento dos dirigentes e, em particular, a escolha uma mulher para líder, foram enaltecidos pelo Embaixador de Portugal no Canadá, João Pedro da Silveira Carvalho, no discurso que proferiu no jantar comemorativo dos 25 anos, quarta-feira à noite.
«Uma açorda, feita em Janeiro de 1983 e saboreada por cerca de 300 alentejanos (residentes na região de Toronto)» foi o que esteve na origem desta colectividade, recordou Maria Lúcia Viegas, em declarações à Lusa.
Segundo esta sócia da «casa» há 24 anos, após aquela confraternização, as pessoas unidas pela identidade regional alentejana, decidiram, a 20 de Fevereiro de 1983, fundar a Casa do Alentejo de Toronto.
Agora, 25 anos volvidos e com os olhos postos no futuro, a associação elegeu este ano órgãos sociais notoriamente jovens, tendo como nova presidente executiva, Stephanie Fidalgo, de 24 anos, acompanhada na direcção por mais segundas gerações.
«Muitos dos jovens que fazem parte da nova direcção já vinham à Casa do Alentejo quando estavam na barriga das mães», gracejou Maria Lúcia Viegas.
Essas ligações precoces foram essenciais para o envolvimento dos jovens na associação, reconheceu. «Tivemos de os incutir, de trazê-los para aqui e de criar actividades para eles (jovens)», sublinhou a mesma sócia.
O percurso realizado e a adesão dos jovens fazem com que se olhe para o futuro com um «grande à-vontade», afirmou.
«Todos eles [jovens dirigentes] falam português e inglês», acrescentou, com orgulho.
O rejuvenescimento dos dirigentes e, em particular, a escolha uma mulher para líder, foram enaltecidos pelo Embaixador de Portugal no Canadá, João Pedro da Silveira Carvalho, no discurso que proferiu no jantar comemorativo dos 25 anos, quarta-feira à noite.
É um muito bom sinal da evolução da Comunidade e para a continuidade da existência da Casa do Alentejo que a presidente seja uma mulher jovem. Significa que os segmentos da nossa Comunidade que têm estado mais relutantes a assumir funções de responsabilidade no movimento associativo e nas direcções das associações estão a ganhar protagonismo e isso é bom para a imagem dos Portugueses no Canadá», realçou.
No evento esteve igualmente presente a Cônsul Geral de Portugal em Toronto, Maria Amélia Paiva, assim como outros convidados.
Actualmente, com «301 sócios que pagam quotas», a Casa do Alentejo de Toronto congrega alentejanos, portugueses de várias regiões de Portugal e também estrangeiros.
Questionada pela Lusa acerca de uma estimativa do número de alentejanos e seus descendentes na região da Grande Toronto, Maria Lúcia Viegas adiantou que «são muitos, mas não sabemos números certos». Nos estatutos da Casa do Alentejo de Toronto consta a missão de «fazer um censo aos alentejanos» que residem na área da Grande Toronto, informou a mesma fonte, lamentando que tal ainda não tenha sido possível de concretizar.
No evento esteve igualmente presente a Cônsul Geral de Portugal em Toronto, Maria Amélia Paiva, assim como outros convidados.
Actualmente, com «301 sócios que pagam quotas», a Casa do Alentejo de Toronto congrega alentejanos, portugueses de várias regiões de Portugal e também estrangeiros.
Questionada pela Lusa acerca de uma estimativa do número de alentejanos e seus descendentes na região da Grande Toronto, Maria Lúcia Viegas adiantou que «são muitos, mas não sabemos números certos». Nos estatutos da Casa do Alentejo de Toronto consta a missão de «fazer um censo aos alentejanos» que residem na área da Grande Toronto, informou a mesma fonte, lamentando que tal ainda não tenha sido possível de concretizar.