

Uma fuga de plutónio foi detectada durante a última noite nos laboratórios da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), organismo regulador das Nações Unidas (ONU) com sede em Seibersdorf, perto de Viena, confirmou hoje o Ministério do Ambiente austríaco.
Daniel Kapp, porta-voz do ministro Josef Proell citado pela agência noticiosa local garantiu que a fuga ocorreu numa área de alta segurança dos laboratórios da AIEA, a meia centena de quilómetros da capital, mas não espalhou radiações.
A mesma fonte frisou que o alarme automático disparou imediatamente e o laboratório foi evacuado, não havendo qualquer funcionário contaminado graças aos poderosos filtros existentes.
A AIEA já anunciou uma investigação a esta ocorrência registada nos laboratórios que analisam as amostras recolhidas pelos inspectores durante as suas missões no estrangeiro.
Kapp insistiu em que a população não corre perigo, até porque os centros de detecção de radioactividade não assinalaram a fuga, considerada muito ligeira.
As instalações da AIEA na Áustria foram construídas nos anos 70 e modernizados em Novembro de 2007, com um custo de 27,2 milhões de euros suportado pelos países-membros.
Daniel Kapp, porta-voz do ministro Josef Proell citado pela agência noticiosa local garantiu que a fuga ocorreu numa área de alta segurança dos laboratórios da AIEA, a meia centena de quilómetros da capital, mas não espalhou radiações.
A mesma fonte frisou que o alarme automático disparou imediatamente e o laboratório foi evacuado, não havendo qualquer funcionário contaminado graças aos poderosos filtros existentes.
A AIEA já anunciou uma investigação a esta ocorrência registada nos laboratórios que analisam as amostras recolhidas pelos inspectores durante as suas missões no estrangeiro.
Kapp insistiu em que a população não corre perigo, até porque os centros de detecção de radioactividade não assinalaram a fuga, considerada muito ligeira.
As instalações da AIEA na Áustria foram construídas nos anos 70 e modernizados em Novembro de 2007, com um custo de 27,2 milhões de euros suportado pelos países-membros.