

A película «Fados», de Carlos Saura, terá distribuição por todos os territórios francófonos, revelou o produtor cinematográfico Luís Galvão Teles à agência Lusa.
A TF1-Internacional comprou «os direitos para todos os países francófonos», incluindo «cinema e televisão. Estamos com uma distribuição de peso», declarou Luis Galvão Teles, da Fado Filmes, produtora cinematográfica portuguesa do projecto.
A TF1-Internacional comprou «os direitos para todos os países francófonos», incluindo «cinema e televisão. Estamos com uma distribuição de peso», declarou Luis Galvão Teles, da Fado Filmes, produtora cinematográfica portuguesa do projecto.
A estreia de «Fados» está agendada para dia 14, e hoje, em Paris, no Cinéma des Cinéastes, acontece a ante-estreia com a presença do realizador Carlos Saura e de Luís Galvão Teles.
«Sabemos que mobilizar a comunidade portuguesa no estrangeiro para o cinema não é fácil, mas as expectativas são grandes. Pensamos que pode ser uma estreia que marque», adiantou o produtor sobre as expectativas em relação à comunidade portuguesa.
Em França, a película será vista em 12 cinemas, duas salas em Paris, L´Arlequin e Cinéma des Cineastes, e outras 10 salas nas grandes cidades de França.
«Ainda poderão ser agendadas mais salas» dado que a calendarização para França só será concluída dia 12, adiantou fonte da distribuidora TFM.
«Sabemos que mobilizar a comunidade portuguesa no estrangeiro para o cinema não é fácil, mas as expectativas são grandes. Pensamos que pode ser uma estreia que marque», adiantou o produtor sobre as expectativas em relação à comunidade portuguesa.
Em França, a película será vista em 12 cinemas, duas salas em Paris, L´Arlequin e Cinéma des Cineastes, e outras 10 salas nas grandes cidades de França.
«Ainda poderão ser agendadas mais salas» dado que a calendarização para França só será concluída dia 12, adiantou fonte da distribuidora TFM.
«Acho que é um filme diferente. Dentro disto, pode correr muito bem. Há muita gente interessada no Fado», declarou à Lusa o realizador Carlos Saura sobre as expectativas em relação ao público francês.
Saura, que colocou algumas reticências à legendagem do seu filme por «distraírem o espectador». Considerou, contudo, a legendagem como «necessária para se entenderem as letras maravilhosas que há. Especialmente Fernando Pessoa».
«Tentei fazer com que a minha tradução fosse o mais invisível possível para que a pessoa que está a ver o filme se deixe levar pela música» declarou à Lusa Eva Bacelar, responsável pela tradução para francês.
Para a tradutora, que trabalhou com o objectivo de «respeitar a rítmica e os estilos diferentes», o mais importante era «retribuir a musicalidade do filme e guardar um fio condutor».
Diário Digital / Lusa
Saura, que colocou algumas reticências à legendagem do seu filme por «distraírem o espectador». Considerou, contudo, a legendagem como «necessária para se entenderem as letras maravilhosas que há. Especialmente Fernando Pessoa».
«Tentei fazer com que a minha tradução fosse o mais invisível possível para que a pessoa que está a ver o filme se deixe levar pela música» declarou à Lusa Eva Bacelar, responsável pela tradução para francês.
Para a tradutora, que trabalhou com o objectivo de «respeitar a rítmica e os estilos diferentes», o mais importante era «retribuir a musicalidade do filme e guardar um fio condutor».
Diário Digital / Lusa