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8 de janeiro de 2009

«Fados» distribuído em todos os territórios francófonos


A película «Fados», de Carlos Saura, terá distribuição por todos os territórios francófonos, revelou o produtor cinematográfico Luís Galvão Teles à agência Lusa.
A TF1-Internacional comprou «os direitos para todos os países francófonos», incluindo «cinema e televisão. Estamos com uma distribuição de peso», declarou Luis Galvão Teles, da Fado Filmes, produtora cinematográfica portuguesa do projecto.

A estreia de «Fados» está agendada para dia 14, e hoje, em Paris, no Cinéma des Cinéastes, acontece a ante-estreia com a presença do realizador Carlos Saura e de Luís Galvão Teles.
«Sabemos que mobilizar a comunidade portuguesa no estrangeiro para o cinema não é fácil, mas as expectativas são grandes. Pensamos que pode ser uma estreia que marque», adiantou o produtor sobre as expectativas em relação à comunidade portuguesa.
Em França, a película será vista em 12 cinemas, duas salas em Paris, L´Arlequin e Cinéma des Cineastes, e outras 10 salas nas grandes cidades de França.
«Ainda poderão ser agendadas mais salas» dado que a calendarização para França só será concluída dia 12, adiantou fonte da distribuidora TFM.

«Acho que é um filme diferente. Dentro disto, pode correr muito bem. Há muita gente interessada no Fado», declarou à Lusa o realizador Carlos Saura sobre as expectativas em relação ao público francês.
Saura, que colocou algumas reticências à legendagem do seu filme por «distraírem o espectador». Considerou, contudo, a legendagem como «necessária para se entenderem as letras maravilhosas que há. Especialmente Fernando Pessoa».
«Tentei fazer com que a minha tradução fosse o mais invisível possível para que a pessoa que está a ver o filme se deixe levar pela música» declarou à Lusa Eva Bacelar, responsável pela tradução para francês.
Para a tradutora, que trabalhou com o objectivo de «respeitar a rítmica e os estilos diferentes», o mais importante era «retribuir a musicalidade do filme e guardar um fio condutor».
Diário Digital / Lusa

4 de novembro de 2008

António Moreira da Silva


O António Moreira da Silva, nasceu em Santarém às 00:05 do dia 13 de Fevereiro de 1956.
O 1º contacto com os palcos foi em 1973,na récita dos Finalistas do liceu.
Foi para Lisboa estudar e ingressou nas Tertúlias e casas de fado, corria o ano de 1976.
Gravou o 1ºVinil em 78,(um single "Lisboa Velha Senhora" de Maria Manuel Cid, a poeta que mais o acarinhou).
Volta a editar em 91/1LP também de Maria Manuel Cid(Oh Fado Reza por Mim!). Em 95 integra, o grupo IN NOMINE(Quando o Fado é Oração/Missa em Fado).
Em 2001 edita "A Son(h)o Solto",com músicas de José Campos e Sousa
Este trabalho foi apresentado em Amsterdam, em Janeiro de 2001 no "De Kleine Komedie"
Em 2007 passou a integrar o Grupo de Guitarras e Canto de Coimbra do C.C.R. de Santarém .

4 de setembro de 2008

O PROGRAMA PATRIMÓNIO DA RÁDIO CASTRENSE PROMOVE A SUA FESTA ANUAL




FESTA DO PATRIMÓNIO 2008-Este Fim de semana
dia 6 de Setembro, às 21h00 no Cine Teatro de Castro Verde
.

Música Popular:
- Grupo Musical “Os Malteses”, de Almodôvar

Viola Campaniça:
Grupo de Cantares “Modas à Campaniça

Variedades:
- José Arménio
- Maria Alice
- Dário Mira
- Rui Pires
Tocador de harmónica:
- Florêncio
Grupos Corais:
- Grupo Coral Feminino e Etnográfico “As Camponesas” de Castro Verde.
- Grupo Coral Infantil e Etnográfico “Os Carapinhas” de Castro Verde.
Poetas Populares:
- Raimundo Emidio Afonso - Ervidel
- Bagacinha - Aljustrel
- Manuel Francisco Nobre – Jungeiros
- António Baltazar – Rosário
- Manuel Mira – Castro Verde
- Anibal Jesuíno – Aldeia dos Fernandes
- Francisco Horta – Porteirinhos
- Manuel Graça
- Abilio Antunes Mátires – Telhada – Stª. Cruz
- António dos Santos Vaz – Ourique
- Aleixo dos Santos
Anedotas:
- Jesuíno Coelho
- + um casal amigo de Portimão
Fado:
- Maria dos Santos
Fruto das emissões regulares do Programa “Património” da Rádio Castrense, a Cortiçol organiza um Encontro Anual dos participantes do programa em ambiente de convívio, com a realização da Festa do Património em Castro Verde.
Este encontro é um contributo para promover a cultura local, reforçar a nossa identidade como povo e sensibilizar para a defesa dos nossos valores culturais mais enraizados, com os quais nos sentimos identificados.
Na sintonia entre a nossa cultura e a aproximação com as pessoas, vão passar pelo palco, grupos corais, poetas populares, ranchos folclóricos, tocadores de instrumentos musicais, acordeon e harmónica, grupos de música popular, contadores de anedotas e cantadores de baldão, entre outros, fazendo deste encontro uma verdadeira festa da cultura popular.
Esta manifestação cultural irá conduzir certamente para o fortalecimento das nossas raízes culturais e possibilitar um olhar de interesse sobre a tradição. Ao mesmo tempo, queremos promover os seus intervenientes, autênticos fazedores culturais, os quais dão um valioso contributo junto da sociedade, construindo pontes de encontro entre o nosso passado e a actualidade.
Vamos dar, também, voz e vez aos poetas populares que, na forma poética de “dizer o indizível”, desfiam palavras ritmadas colocadas em verso sobre a aventura destas duas décadas do programa “Património” e que estão publicadas no livro, com o titulo, “ Património, o Lado de Quem o Ouve”

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay