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24 de abril de 2009

Sai de casa depois de tratar dos amigos que tens !

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Canário timbrado Espanhol

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Rui Veloso actua hoje em Grândola
Rui Veloso vai regressar esta sexta-feira aos palcos, com um concerto no Parque das Feiras, em Grândola, no qual interpretará alguns dos seus temas mais conhecidos e que há muito tempo não são tocados ao vivo.
O espectáculo integra alguns dos mais conhecidos êxitos do «pai do rock português», nomeadamente «Chico Fininho», «Não Há Estrelas no Céu», «Porto Côvo» ou «Sei de Uma Camponesa», e marcará ainda a estreia de um novo elemento da banda, Rúben Alves, nas teclas.
O intérprete de «Porto Sentido» seguirá depois para a Queima das Fitas de Aveiro, onde actua a 28 de Abril, do Porto, a 9 de Maio, e o Enterro da Gata, em Braga, no dia 14 do próximo mês. No dia 16 de Maio, o músico estará em Espinho, pelas 23:00 horas.
Foi como intérprete de blues que Rui Veloso começou a sua carreira, numa banda de garagem chamada Magara Blues. Toca harmónica desde os seis anos e diz-se apreciador de B.B. King e Eric Clapton, entre outros nomes consagrados. Actuou por duas vezes com o primeiro no Coliseu do Porto e no de Lisboa.
A sua obra foi já reconhecida pelo Estado português na figura do então Presidente da República, Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante. É o segundo nome da música portuguesa que mais páginas ocupa na «Enciclopédia da Música Portuguesa», só ultrapassado por Amália Rodrigues.
Em 2006, assinalou os 25 anos de carreira, com três concertos, dois no Coliseu do Porto e um no Pavilhão Atlântico. Recentemente, cumpriu o sonho de abrir a sua própria editora, o E
stúdio de Vale de Lobos.
Diário digital

19 de dezembro de 2008

Welcome to Lisbon



Da Weasel no Terreiro do Paço.
A banda portuguesa vai actuar ao vivo na passagem de ano, subindo ao palco instalado no Terreiro do Paço logo depois do fogo-de-artifício que assinala a transição para o ano de 2009.

26 de novembro de 2008

Rui Reininho edita em Dezembro «Companhia das Índias»


Rui Reininho, vocalista dos GNR, edita em Dezembro o álbum «Companhia das Índias», a primeira aventura a solo, na qual arrisca tudo e assume novas personagens, todas menos a do «crooner».
«Companhia das Índias», que sairá a 09 de Dezembro, apresenta 13 temas, a maioria com letras de Rui Reininho e música composta por vários convidados, entre os quais Paulo Furtado, Alexandre Soares, Slimmy, Rodrigo Leão e Armando Teixeira, que produziu o álbum.

No alinhamento entram ainda duas versões, de «Bem Bom», das Doce, e «Faz parte do meu show», do brasileiro Cazuza.
Em entrevista à agência Lusa, Rui Reininho disse que partiu para este trabalho, o primeiro a solo aos 53 anos, com o espírito de arriscar tudo e à espera de que aconteçam «coisas inesperadas».
«Nada disto tem a ver com o passado, a não ser eu próprio. Falo de coisas que têm a ver com o passado, mas utilizo quase tudo e faço reciclagem«, disse Rui Reininho.
O músico recusa a ideia de que as letras que escreveu são poesia, mas é indiscutível a marca da »lírica« de Rui Reininho, em temas como »Dr. Optimista«, »Yoko Mono«, »Turbina & Moça« e »Laika Virgem«.Companhia das Índias» tem »o mínimo de autobiografia« e apresenta Rui Reininho na pele de várias personagens: é ilusionista, cartomante, mestre de espionagem, músico camuflado. Nada é o que parece, mas o cantor diz que não se escondeu atrás da voz.
«Foi uma surpresa interessante. Já me disseram `eh pá parece que estás com a voz dos primeiros discos [dos GNR], pareces o Reininho dos [anos] oitenta´.
Felizmente não estou escondido atrás da voz. Em certas fases da minha vida senti» [que isso acontecia], admitiu o músico, que diz ter deixado para trás a fase da «angústia interior».
Sem ter perdido ainda a capacidade de se rir de si próprio, Rui Reininho tentou escapar, neste projecto, à imagem de um «crooner» da pop portuguesa.
«Não é uma área em que me quisesse meter e me sinta à vontade«. Isso é bem feito por alguns mestres da pop. O Rod Stewart não faz outra coisa, estar ali com biquinis e raparigas com salto alto... eu gosto delas baixinhas», disse entre risos.
Com «Companhia das Índias», Rui Reininho quis fazer um disco «competente» e agradece sobretudo aos músicos com quem trabalhou.
«Já viu a sorte que é eu estar a interpretar coisas de pessoas, algumas de encomenda, outras que tinham coisas na gaveta...Foram completamente solidários e desinteressados em termos dos chamados dólares», disse.
Rui Reininho irá apresentar o álbum a 03 de Dezembro no Cinema São Jorge, em Lisboa, no âmbito do Super Bock em Stock
, e espera ter em 2009 «um ano muito feliz» com espectáculos mais pequenos e intimistas, na companhia de um grupo de músicos que cabe num táxi.
À sua espera deverá ter um público de «gente civilizada, simpática»: «Espero que seja gente disponível. O que eu queria fazer disto é que aconteçam outra vez coisas inesperadas».
Diário Digital / Lusa

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay