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18 de maio de 2009

Moledo: V Festival de Papagaios dias 30 e 31 de Maio


O V Festival Internacional de Papagaios, da Câmara de Caminha, vai decorrer na Praia de Moledo, nos dias 30 e 31 de Maio, trazendo diversas actividades relacionadas com os papagaios de papel.
Nesta quinta edição, os stands de vendas contarão com a participação de artesãos do concelho de Caminha, que vão realizar diversos papagaios artesanais e algumas peças alusivas ao evento.
Como habitualmente, os mais novos terão ocasião de construir o seu próprio papagaio, através do atelier de papagaios que estará em funcionamento no espaço do festival, segundo o divulgado em comunicado.
O programa vai abrir às 11:00 horas, com exibições de papagaios estáticos gigantes e papagaios acrobáticos que se prolongam até ao final do dia.
Pelas 14:00 horas de 30 de Maio, tem início um atelier de papagaios, em que serão apresentados espectáculos com papagaios sincronizados ao som de música, ao longo da tarde.
O programa repetirá no dia seguinte, sendo que a programação começará às 10:00 horas. Nos dois dias, as actividades decorrem até às 18:00.

23 de abril de 2009

Festival do Ar leva música de dança a Grândola



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O Festival do Ar leva ao Parque de Feiras e Exposições de Grândola alguns dos DJ nacionais mais populares.
O evento está marcado para 2 de Maio.
O cartaz apresenta Mastiksoul, Diego Miranda, Carlos Fauvrelle, Rui da Silva, The Cube, Stereo Addiction e Mossy.

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Os bilhetes já estão à venda nas lojas FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, Colombo e Almada Fórum. Em alternativa, os bilhetes podem ser adquiridos online com pagamento em Multibanco, no site oficial do evento, em http://www.festivaldoar.com.
Para quem comprar com antecedência e online, o preço é de 20€ com direito a 20% de desconto na restauração e hotelaria aderentes. No próprio dia, o bilhete fica a 25€.


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9 de outubro de 2008

Cabeça de Gaio



Barcelos: Artesãos mostram pombais e castiçais


Barcelos: Artesãos mostram pombais e castiçais

Cerca de meia centena de pombais e castiçais criadas por 20 artesãos compõem a exposição «Pombais e Castiçais no artesanato de Barcelos», que abre sexta-feira ao público na Sala Gótica dos Paços do Concelho.
Inserida no Ciclo de Exposições de Valorização do Artesanato de Barcelos, a mostra poderá ser visitada até 01 de Abril, com entrada livre.
Esta exposição dá continuidade ao Ciclo de Exposições de Valorização do Artesanato de Barcelos, que o pelouro do Turismo tem vindo a desenvolver, desde 2003, «patenteando o posicionamento de Barcelos como capital do artesanato», afirma a Câmara Municipal, em comunicado.
Diário Digital / Lusa

8 de julho de 2008

Portugueses não descobriram os Açores, defende novo romance


O investigador Joaquim Fernandes, da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, lança terça-feira o romance «O Cavaleiro da Ilha do Corvo», onde defende, baseado em factos reais, que a descoberta do arquipélago dos Açores ocorreu muito antes da chegada dos portugueses.
O professor universitário recorda como os navegadores portugueses que chegaram à pequena ilha do Corvo, nos Açores, em meados do século XV, encontraram ali uma intrigante estátua de pedra, representando um cavaleiro com traços característicos do norte de África.
A notícia, normalmente ignorada nos relatos oficiais, tem no entanto uma fonte histórica autorizada: Damião de Góis (1502-1574), o grande humanista português do Renascimento, que descreve, com algum detalhe, no capítulo IX da sua Crónica do Príncipe D. João, escrita em 1567, as circunstâncias em que o inesperado monumento - «antigualha mui notável», como lhe chama - foi achado no noroeste da pequena ilha, a que os mareantes chamavam «Ilha do MarO cronista refere que a descoberta ocorreu no período a que classificou de «nossos dias», ou seja, no seu tempo de vida, provavelmente entre os finais do século XV e os inícios de XVI, no decurso do reinado de D. Manuel I e durante as primeiras tentativas de colonização da ilha do Corvo.
O monumento era «uma estátua de pedra posta sobre uma laje, que era um homem em cima de um cavalo em osso, e o homem vestido de uma capa de bedém, sem barrete, com uma mão na crina do cavalo, e o braço direito estendido, e os dedos da mão encolhidos, salvo o dedo segundo, a que os latinos chamam índex, com que apontava contra o poente.
«Esta imagem, que toda saía maciça da mesma laje, mandou el-rei D. Manuel tirar pelo natural, por um seu criado debuxador, que se chamava Duarte D'armas; e depois que viu o debuxo, mandou um homem engenhoso, natural da cidade do Porto, que andara muito em França e Itália, que fosse a esta ilha, para, com aparelhos que levou, tirar aquela antigualha; o qual quando dela tornou, disse a el-rei que a achara desfeita de uma tormenta, que fizera o Inverno passado», refere o cronista.
«Mas a verdade foi que a quebraram por mau azo; e trouxeram pedaços dela, a saber: a cabeça do homem e o braço direito com a mão, e uma perna, e a cabeça do cavalo, e uma mão que estava dobrada, e levantada, e um pedaço de uma perna; o que tudo esteve na guarda-roupa de el-rei alguns dias, mas o que depois se fez destas coisas, ou onde puseram, eu não o pude saber», acrescenta.
A este estranho monumento juntou-se a descoberta, no século XVIII, de um não menos perturbador vaso de cerâmica, achado nas ruínas de uma casa, no litoral da mesma ilha, repleto de moedas de ouro e de prata fenícias, que, segundo numismatas da época e não só, datariam de, aproximadamente, entre os anos 340 e 320 antes de Cristo.
As descobertas fabulosas não se ficaram por aqui: viajantes estrangeiros, no decurso do século XVI, alegaram ter encontrado inscrições supostamente fenícias de Canaã (Palestina), numa gruta da ilha de S. Miguel. Por fim, em 1976, nesta mesma ilha, haveria de ser desenterrado um amuleto com inscrições de uma escrita fenícia tardia, entre os séculos VII e IX da era cristã.
Todas estas perplexidades levaram Joaquim Fernandes, autor de vários ensaios sobre as aparições de Fátima e o fenómeno OVNI, a enveredar pela via do romance e escrever «O Cavaleiro da Ilha do Corvo».No romance, o autor refere um testemunho que reforça de modo evidente o relato de Damião de Góis: um mapa dos irmãos Pizzigani, de 1367, descoberto em Parma um desenho, uma forma de aviso, com uma legenda em latim onde se diz: «Estas eram as estátuas diante das colunas de Hércules...» Ora esse desenho está colocado à latitude dos Açores, no meio do Atlântico, sugerindo a tradição das Estátuas como marcos-limites do oceano navegável ou conhecido e serviriam para avisar os perigos que corriam os navegadores mais ousados.
Diário Digital / Lusa

23 de outubro de 2007

O bando


Bando
Fundado em Outubro de 1974, a partir de um projecto dedicado a um público infantil e juvenil, desenvolvendo a ideia de um teatro comunitário que é encontro de gerações.

As criações baseiam-se essencialmente em textos de autores portugueses, não escritos para teatro. o bando gosta de espaços não convencionais actuando em comboios, florestas, fachadas de edifícios, lagos ou no interior de construções com memória ou múltiplos significados. Muitas vezes utiliza objectos cénicos invulgares, as “máquinas de cena”, concebidas pelo seu fundador e encenador João Brites. o bando afirma-se num trabalho de pesquisa e experimentação de linguagens teatrais.

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay