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14 de novembro de 2011

Serralves debate «gestão da água» esta quinta-feira

 

A próxima «Conversa sobre Ambiente» em Serralves vai debruçar-se sobre o tema «Gestão participada da água, o que falta fazer?», esta quinta-feira a partir das 17:00 horas na Biblioteca de Serralves.

 

Neste debate pretende-se discutir de que forma é integrada a participação na gestão da água em Portugal e que mecanismos ou ferramentas existem actualmente que permitam aos cidadãos interessados actuar nos processos de decisão. Estas e outras questões serão abordadas neste debate, procurando uma reflexão alargada e profunda.

 
Os oradores da conversa são António Brito, da Administração da Região Hidrográfica do Norte, Rodrigo Maia, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e Paulo Santos, representante da Plataforma Sabor Livre.
A moderação está a cargo de Arminda Deusdado, coordenadora do programa Biosfera.
Este ciclo de conversas, com periodicidade mensal, tem como ponto de partida o tema Participação Pública e Cidadania Ambiental, segundo o divulgado em comunicado. 

Até Junho de 2012 serão abordados temas como «a Energia», «a Biodiversidade», «o Ordenamento do Território», «os Oceanos», «a Agricultura» e «o Voluntariado».
A iniciativa é uma organização conjunta de Serralves e da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). 

A entrada é gratuita mediante inscrição prévia.

Calendário e temas das próximas conversas:
ENERGIA
A questão energética e a sociedade
19 de Janeiro 2012
BIODIVERSIDADE
Conservação da Natureza e Participação, que ligação?
16 de Fevereiro 2012
ORDENAMENTO TERRITÓRIO
Ordenamento do Território, poderemos decidir?
15 de Março 2012
OCEANOS E ZONA COSTEIRA
A participação pública na Pesca, uma realidade?
12 de Abril 2012
AGRICULTURA
De que forma as nossas opções influenciam o futuro da agricultura?
10 de Maio 2012

Diário Digital
Fundação Serralves

21 de setembro de 2009

4th Documentary Film Festival DOCKANEMA

Maputo - O jornalista espanhol Javier Tolentino, presente numa palestra sobre o cinema, esta quinta-feira em Maputo, intitulada «E Se Falássemos de Cinema Africano», defendeu que a Europa não se importa com os filmes africanos.








A palestra em que Javier Tolentino participou está inserida no IV Festival de Cinema Documentário de Moçambique (Dockanema) que arranca sexta-feira em Maputo. O jornalista firmou «não ter dúvidas» de que os cineastas e cinéfilos europeus não se interessam por cinema africano, até porque, referiu, a «Europa não se interessa por cinema europeu».
Apesar do desinteresse por cinema europeu revelado pelos espectadores, Tolentino afirmou que «os cidadãos de outros países estão interessados em saber o que acontece noutros quadrantes do mundo» e sugeriu, por isso, aos cineastas e espectadores europeus que dediquem uma maior atenção aos filmes produzidos no continente africano. O director do «El Séptimo Vício», programa da Rádio Nacional de Espanha defendeu ainda um maior empenho dos cineastas africanos na divulgação de filmes realizados em África.
Durante o IV Festival de Cinema Documentário de Moçambique (Dockanema), pelo menos 54 vídeos de Portugal e de Moçambique estarão em exibição até dia 24 deste mês, no Instituto Camões de Maputo.

16 de agosto de 2009

Portal do Fado

A fadista portuguesa Raquel Peters, acompanhada do cantor Afonso Dias, sobe ao palco do Centro Cultural, em Lagos, no dia 21 de Agosto, para um concerto intitulado Fado Maior.
Raquel deu os seus primeiros passos como cantora quando tinha apenas 12 anos, altura em que participou e venceu vários concursos de fado em Albufeira, Lagos, Portimão, Vila do Bispo e Loulé.
O primeiro brilho a nível nacional surge, em Outubro de 2004, quando é convidada pelo fadista João Braga para participar no especial televisivo, ‘Amália... É impossível Esquecê-la’. Um ano mais tarde, em Dezembro, deixou a sua marca no fado nacional ao vencer a Grande Noite do Fado, em Lisboa, com apenas 21 anos.
Afonso Dias é um cantor, poeta e actor. Como músico, foi um dos fundadores, em 1974, do Grupo de Acção Cultural (GAC). Ao longo da sua vasta carreira, já integrou espectáculos com artistas como José Afonso e Sérgio Godinho.
Fado Maior é um trabalho que combina música e literatura, num grupo com cinco vozes (Raquel Peters, Afonso Dias, Vítor do Carmo, José Santana e Tó Correia), onde são interpretados fados da História do Fado, entre os quais os cantados por Amália Rodrigues, e expressas palavras de poetas portugueses como Luís de Camões.

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1 de julho de 2009

Um festival ao seu dispor




O Festival de Teatro de Almada arranca este sábado com uma encenação de As Criadas pelaVolksbühne de Berlim. No total são 27 peças, contou Ana Dias Ferreira.
Para a Santíssima Trindade do grande teatro alemão estar completa em Portugal, só faltava a vinda de uma companhia: a Volksbühne de Berlim. Depois das estreias da Schaubühne e do Berliner Ensemble, que no ano passado trouxe uma encenação memorável do Peer Gynt por Peter Zadek, o Festival de Almada completa o triângulo com o espectáculo As Criadas, uma encenação de Luc Bondy do famoso texto de Jean Genet.
E fechado o triângulo, fica claro porque é que Berlim é considerada actualmente como a capital do teatro contemporâneo e de vanguarda.
Die Zofen, As Criadas, estreia-se este sábado no Teatro Municipal de Almada e corresponde ao arranque do festival que comemora este ano 25 anos e se prolonga até dia 18 de Julho, espalhado por vários palcos nas duas margens. A peça conta a história de duas criadas que se entretêm a imaginar como vão assassinar a patroa, representando grotescamente – mascaradas e tudo – como vão levar a cabo o assassínio.
A encenação é do suíço Luc Bondy e conta com a interpretação da actriz Edith Clever no papel da patroa.
No total, do Festival fazem parte 27 espectáculos, divididos em 15 produções estrangeiras e 12 portuguesas.
Todas as peças vindas de fora são legendadas em português. “O ano em que se comemoram os 25 anos é, curiosamente, aquele em que há uma grande renovação”, diz Joaquim Benite, director artístico do festival. “Das companhias estrangeiras que cá vêm, 12 estão pela primeira vez no festival.”
Tal opção está relacionada com o próprio espírito do ciclo, que nasceu num beco na velha zona de Almada, em Julho de 1984 , e que nos anos seguintes se foi afirmando como um festival internacional com a responsabilidade de apresentar uma série de companhias estrangeiras ao público português. “Tentamos fazer coincidir grandes espectáculos, espectáculos incontroversos, com propostas de risco”, diz Joaquim Benite. Este ano há nove estreias, incluindo uma mundial, a do espectáculo Zerline, de Robert Cantarella, que no ano passado veio encenar Hippolyte.
Outro destaque desta 26ª edição vai para dois regressos aguardados: o da companhia tg. Stan (dia 11 e 12 os belgas apresentam na Culturgest of/niet), e o do encenador Matthias Langhoff, que depois de À Espera de Godot, de Samuel Beckett, encena agora, dia 13 e 14 no Teatro de Almada, Deus como Paciente – Assim Falava Isidore Ducasse, uma adaptação dos Contos de Maldoror que recebeu largos elogios na imprensa francesa. A revista Les Inrockuptibles disse, por exemplo, que se trata de “um espectáculo em forma de turbilhão, vertiginoso, estonteante, fascinante, e do qual se sai embasbacado”.
Entre as criações nacionais, destaca-se a apresentação de Quarto Interior, espectáculo da companhia portuense Circolando que foi eleito Espectáculo de Honra (o preferido da edição do ano passado), e a estreia de Demo, um musical do Teatro Praga que promete explodir no palco do São Luiz, tal como aconteceu com a criação anterior da companhia, Turbo-Folk. Para além dos espectáculos, o festival inclui uma série de actividades paralelas, desde conferências a workshops e exposições. A personalidade homenageada este ano é o actor Ruy de Carvalho. O festival arranca este sábado e prolonga-se até 18 de Julho. Bilhetes de 5 a 20€, assinatura para todos os espectáculos de 30 a 60€ .
Programação em http://www.ctalmada.pt/.


26 de junho de 2009

Feira Internacional do Artesanato





Em 2009, a FIA Lisboa levará a cabo iniciativas que visam premiar o Artesanato Nacional.
O Prémio Nacional de Artesanato é dedicado ao tema “ Fios, Teias e Tecidos”, um sector que no presente se confronta com uma indigna concorrência de cópias provenientes do estrangeiro e que este prémio pretende valorizar. É instituído pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, através do Instituto do Emprego e da Formação Profissional.


O Prémio subdivide-se em Prémio de Artesanato Tradicional e Prémio de Artesanato Moderno. As peças seleccionadas serão expostas na FIA 2009, local onde se efectuará a escolha final e se procederá à atribuição de Prémios.
A Associação Industrial Portuguesa/Confederação Empresarial - Feira Internacional de Lisboa, leva a cabo a organização do Prémio de Artesanato Português.

Esta iniciativa visa divulgar e promover o artesanato, um valor cultural e económico que deve ser estimulado na melhoria da qualidade e criatividade. O concurso apresenta-se em duas categorias genéricas: «Melhor Peça de Artesanato Tradicional» e «Melhor Peça de Artesanato Contemporâneo», estando aberto a todos os artesãos nacionais expositores na FIA Lisboa.

16 de junho de 2009

PROJECTO FUGA


O Projecto Fuga nasce da necessidade de escape. Da necessidade de evasão. Deixar tudo e fugir. Fugir inerte, ficar quieto a ouvir os sons e as palavras.

Vencedores do Prémio para a edição discográfica da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) / Antena 3 (RTP) 2007, Fuga é um colectivo de músicos de diferentes continentes que trouxeram na bagagem estilos musicais distintos resultando numa sonoridade que tem como ponto de partida Portugal passando por diferentes paragens desde o Brasil a África.

O Projecto Fuga é constituído por Pedro Marques Pereira, elemento fundador e responsável pela composição, produção e diversos instrumentos e integram ainda este projecto (em disco e/ou ao vivo) Maria Pedro nas letras, Milton Batera na bateria, guitarra e composição, Miguel Gomes ao violino, Pedro Pinto no contrabaixo e baixo, Ricardo Moura no baixo eléctrico, Vasco Teodoro nas guitarras, Celina da Piedade no acordeão, Miguel Drago na guitarra portuguesa e o mestre guineense Galissá na kora. Nos concertos contam com Rozett na voz.

Em 01 destaca-se a colaboração de dez vozes convidadas o que confere ao disco uma heterogeneidade de sons. São elas JP Simões (Quinteto Tati /Belle Chase Hotel), Fernanda Takai (Pato Fu), Celina da Piedade (Uxu Kalhus, Rodrigo Leão), Enjel Eneh (cantor nigeriano), Teresa Gabriel, Ana Deus (Ban/Três Tristes Tigres), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Helena Caldeira, Pedro Bonifrate (Supercordas) e Rozett. 01 foi produzido, gravado e misturado entre 2005 e 2007 no Estúdio Fuga (Montemor-O-Novo) e masterizado nos Galaxy Studios (Bélgica) por Darcy Proper (responsável pela masterização de Frank Sinatra, R.E.M, Miles Davis, Johny Cash, Bob Dylan, Marvin Gaye, Eric Clapton, Alicia Keys, Steely Dan, entre tantos outros). É uma edição de autor com distribuição da COMPACT RECORDS. No Brasil "01" contará com a edição do selo independente ALLEGRO DISCOS e distribuição da TRATORE.

Continua o projecto ?!?!?!?!?!'

2 de junho de 2009

Prémio Camões: Arménio Vieira

Cidade da Praia, 02 Jun (Lusa) -- A poesia e a escrita do escritor cabo-verdiano Arménio Vieira "engrandece a Língua Portuguesa", afirmou hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura de Cabo Verde, ao comentar a atribuição do Prémio Camões."É um escritor/poeta de ruptura, que saiu da tradicional ladainha da terra de Cabo Verde e abriu-se ao mundo. Arménio Vieira faz uma literatura de dissidência saudável.Rompeu com a tradição e abriu-se ao mundo. Aliás, o mundo é pequeno para ele", afirmou Manuel Veiga, que considera "O Eleito do Sol" a melhor obra do autor.Sobre o facto de, pela primeira vez, Cabo Verde ter sido distinguido com o Prémio Camões, Manuel Veiga considerou que "já era mais que tempo", lamentando, porém, que Manuel Lopes, um dos maiores autores cabo-verdiano, já falecido, nunca tenha sido galardoado com um prémio "mais que merecido".


29 de maio de 2009

Fico Med se não vou ao festival Med 2009


Folclore - Aspectos do Folclore Fluminense - Arte e Artesanato - Aves do Folclore Fluminense



O sistema de classificação, as formas de apresamento e trato, as crendices, as expressões, as estórias e a produção artesanal se constituíram nos objectos principais desta pesquisa sobre as aves da região fluminense.


Através de depoimentos, poesias, ditados, provérbios e crendices, buscou-se apreender todo o dinâmico campo do saber da relação homem/ave, que é merecedor de registro.


Ao atribuir às aves caracteres que são próprios dos seres humanos, ao classificá-las em aziagas ou alvissareiras, o homem, ao mesmo tempo que ordena a natureza, cria um repertório que procura explicar seus próprios infortúnios e êxitos.

Assim como formas de comportamento, tipos e características humanas são imputadas às aves, dando-lhes cultura e humanidade, a observação dos seus hábitos tem gerado preceitos éticos e morais que se revelam em estórias, crendices, expressões e cantigas do povo.

O amor aos pássaros, ao seu canto, à sua beleza, a curiosidade sobre seus costumes e a admiração que despertam têm feito com que o homem busque, se não copiá-los reproduzindo o magnetismo que há nas aves, pelo menos eternizá-los através da literatura e do artesanato.

Portal do INEPAC

25 de maio de 2009

Mayra Andrade lança hoje «Stória, Stória»



O álbum «Stória Stória», que a cantora cabo-verdiana Mayra Andrade lança esta segunda-feira, é para ser escutado como um livro de histórias em crioulo, português e francês, escritas num registo «mais rico e sofisticado».
«Stória Stória», explicou a artista, é uma expressão cabo-verdiana utilizada para iniciar uma história, como se fosse um «Era uma vez...» e é por isso que o álbum deve ser entendido como um livro e cada música como um capítulo.
O álbum surge três anos depois de «Navega», trabalho que apresentou Mayra Andrade como uma jovem promessa cabo-verdiana, que teve a capacidade de renovar a música do seu país, encontrando pontos de contacto com a Europa e a América Latina.

20 de maio de 2009

Camané e Orquestrada na Bienal do Azeite de 29 a 31 de Maio







A Bienal do Azeite 09 – II Feira Nacional, o maior certame nacional dedicado ao azeite, vai decorrer em Castelo Branco de 29 a 31 de Maio.
Do programa constam as actuações de Camané e dos Orquestrada.

Sob o mote «tradições, origens e sabores», o evento conta com uma feira do livro, exposição de fotografia, passeios de carros antigos, prova de BTT, entre outras actividades, segundo o divulgado em comunicado.

O objectivo é o de articular estratégias de espaços, ambientes e actividades múltiplas, promovendo o encontro e a partilha de saberes entre os diversos profissionais do sector e os consumidores em geral.

O certame vai estar dividido em três grandes espaços expositivos: «Espaço Regional Beira Baixa», «Espaço Portugal» e «Espaço Mundo».

Estes espaços vão exibir os produtos regionais, nas vertentes gastronómica, artesanal e outras; as regiões portuguesas de azeites de Denominação de Origem Protegida (DOP); os produtores e embaladores nacionais; as áreas temáticas ligadas à produção, mercado, inovação e desenvolvimento; entre outros universos do tema.

Os Orquestrada vão actuar no dia 29 de Maio. Camané subirá ao palco dia 30.

A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, pela Associação Portuguesa de Azeite da Beira Interior e pela Confraria do Azeite, em parceria com a Casa do Azeite.

Diário Digital

15 de maio de 2009

La paloma


Jovem -Adolescente - Por favor! Pede ao teu pai para não escutar todas estas musicas ao mesmo tempo, ao fim da noite, causa enjoo dá "moca" se escutares até ao fim.
A advertência foi feita depois de ter realizado a experiência.

Caetano Veloso ; Cucurrucucu Paloma

Los Primos sing Cucurucu La Paloma in Albuquerque Old Town


Anacani Sings La Paloma

Perla Batalla - Cucurrucucu Paloma

Jonathan King - Una Paloma Blanca 1975

Nina & Mike - Paloma Blanca 1975

Demis Roussos: Una Paloma Blanca

Mireille Mathieu - La Paloma 1973

Luis Miguel - Cucurrucucu Paloma (En Vivo)

George Baker Selection Una Paloma Blanca

Pedro Infante - Cucurrucucú paloma

Una Paloma Blanca

vuela paloma blanca vuela

LA PALOMA

Cucurrucucu paloma

Conchita Supervía sings "La Paloma"

JULIO IGLESIAS - LA PALOMA (AUDIO ONLY)

La Paloma


Prince quer colaborar com fadista Ana Moura



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A fadista Ana Moura e a estrela pop norte-americana Prince poderão vir a colaborar em futuras produções musicais, disse à agência Lusa a cantora portuguesa.
Prince esteve entre a assistência ao espectáculo que Ana Moura deu quinta-feira à noite em Paris, na mítica sala La Cigale.
«Ele veio dos Estados Unidos para assistir ao concerto.
Ouviu os meus discos e pretende fazer algo que ainda não sei [o que é].
Acabei de o conhecer antes do concerto», revelou à Lusa Ana Moura, momentos depois de deixar o palco.
Diário Digital / Lusa

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay