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9 de outubro de 2018

Música barroca vai ouvir-se em Mafra



O Palácio Nacional de Mafra recebe, no fim de semana, um ciclo de concertos dedicado à música barroca, tocada e ouvida no período de construção do monumento, anunciou hoje a organização

A edição deste ano do In'Musica promete percorrer a música barrosa alemã, inglesa, francesa e italiana, com a interpretação de composições de Rameau, Bach, Haendel, Telemann e Purcell, refere, em nota de imprensa, a organização da Câmara Municipal e a associação cultural Cultur'canto de Mafra, no distrito de Lisboa.
O Trio Sacrum Convivium, composto pela soprano Susana Duarte, pelo violinista Reys Gallhardo e por Daniel Oliveira, no cravo, inicia o ciclo na sexta-feira, pelas 21h30, dando a ouvir as influências de Lutero na música de Telemann e Bach.
No sábado, à mesma hora, o Quarteto Opus 28 e o Trio Ventos D'Arco juntam-se para uma verdadeira viagem por sonoridades barrocas, percorrendo quatro géneros musicais em quatro línguas diferentes.
O ciclo encerra no domingo, às 18h00, com um concerto do Quarteto Ensemble Fioritura, todo ele dedicado à música produzida na idade de ouro do barroco italiano.Através de múltiplas formas de expressão musical, o In'Musica pretende proporcionar uma experiência musical dirigida a toda a comunidade e contribuir para a estratégia de divulgação da música histórica, sublinha a organização.

in noticias ao minuto



12 de julho de 2017

Em Beja acontece...

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A villa romana de Pisões foi acidentalmente descoberta em Fevereiro de 1967, no decurso de trabalhos agrícolas, tendo as escavações arqueológicas então iniciadas revelado uma villa de grande interesse do ponto de vista do património histórico. 
Subsistem, no Alentejo, inúmeros testemunhos arqueológicos destas estruturas agrárias romanas, designadas por villae, que caracterizam um tipo de ocupação e exploração agrícola do território. 
Nelas, culturas como a da vinha e da oliveira, produção de cereais e de gado, destinar-se-iam ao abastecimento dos mercados de Pax Iulia (designação de Beja na época romana) ou de outras cidades do Alentejo e Algarve, bem como do exército e de coutos mineiros como Vipasca (Aljustrel) e Mina de S. Domingos. Eventualmente, alguns produtos poderiam ser exportados para outras regiões do Império Romano. 

Em Beja deixe-se ficar num dos alojamentos que tem para oferecer

Em Beja pode comer ....





8 de julho de 2016

Enoteca - Quinta da Avessada

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Concelho de Alijó o vinho moscatel



As aldeias vinhateiras, assim denominadas desde 2001, encerram uma história milenar, intrinsecamente ligada à cultura do vinho. Estas localidades estão sujeitas a um programa de requalificação, que visa proteger e reabilitar os espaços urbanos e paisagísticos que englobam.
Todos os anos, desde 2007, realiza-se o Festival das Aldeias Vinhateiras, durante os meses de setembro e outubro, enchendo as ruas de espetáculos, animação e atividades. Todas as festividades são apadrinhadas pela gastronomia e pelo vinho locais.



Turismo
Na aldeia de Favaios, situada no concelho de Alijó, o pão caseiro e o vinho Moscatel fazem as delícias de qualquer visitante. No Museu do Pão e do Vinho está bem patenteada a importância destes dois produtos regionais. A história da antiga Flávia remonta à Idade do Ferro, onde as populações viviam em aldeias fortificadas, castros, com posições estratégicas, sendo ainda visível vestígios dessas muralhas.

3 de julho de 2016

Barca Velha



Barca Velha é a epítome, o primeiro, símbolo inquestionável da mais alta qualidade dos vinhos do Douro. Clássico, intenso, complexo, elegante e rico, os adjectivos são poucos para descrever aquele que é, desde a sua criação em 1952, o vinho português mais celebrado. Barca Velha é a base sobre a qual se formou a reputação da Casa Ferreirinha, a marca especialista com maior tradição de qualidade no Douro e uma das suas principais referências mundiais. Barca Velha é declarado somente em anos verdadeiramente excepcionais (17 no total, incl.2004).
Notas de Prova: Barca Velha 2000 tem uma intensa cor ruby e um aroma de grande exuberância e complexidade, com forte presença de frutos vermelhos bem maduros como a ameixa, framboesa, e uma excelente componente de especiarias, nomeadamente noz, cravinho e canela. Encontram-se também aromas balsâmicos, a caixa de tabaco e ligeiramente mentolado, harmoniosamente conjugados com madeira de excelente qualidade. Na boca apresenta uma excelente estrutura e equilíbrio, boa acidez e taninos firmes, de grande qualidade. Reconhecem-se já os aromas terciários de envelhecimento em garrafa, bem conjugados com os aromas primários da fruta e secundários da fermentação, que contribuem para um final longo e harmonioso.
Provenientes da Quinta da Leda e de outras vinhas situadas a altitudes mais elevadas, Maturação e Guarda Os vinhos que, nesta fase, potencialmente dão origem a Barca Velha, foram transportados para Vila Nova de Gaia logo após o final da maceração, onde depois das fermentações de acabamento foram submetidos a “elevage” ou maturação durante cerca de um ano a ano e meio (dependendo do lote e da casta em causa) em vasilhas de madeira de carvalho Francês, com 225 litros de capacidade. O lote final foi elaborado com base na selecção continuada dos melhores vinhos, resultante das inúmeras provas e análises efectuadas durante este período aos diferentes lotes e barricas existentes.

Regiões demarcadas do vinho Português


3 de abril de 2016

Portugal lidera Rede Europeia de Cidades do Vinho

Reguengos de Monsaraz, Cartaxo, Lamego e Palmela integram a administração do organismo que engloba 11 países. Um dos objectivos é criar uma rede de museus do vinho na Europa.



A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) foi hoje eleita para liderar a Rede Europeia de Cidades do Vinho, com o autarca alentejano de Reguengos de Monsaraz, José Calixto, a assumir a presidência.
O ato eleitoral, que culminou na escolha da candidatura da AMPV, teve lugar hoje à tarde na assembleia-geral da Rede Europeia de Cidades do Vinho (RECEVIN), que decorreu na localidade italiana de Valdobbiadene.
Em comunicado, a AMPV revelou que o presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, foi eleito como presidente da RECEVIN e que também os autarcas dos municípios de Cartaxo, Lamego e Palmela vão integrar o conselho de administração da rede europeia.
A eleição de José Calixto "é um justo reconhecimento do trabalho extraordinário que fez em Reguengos de Monsaraz enquanto Cidade Europeia do Vinho em 2015 e será muito importante para dar um novo impulso a esta rede europeia", congratulou-se o presidente da AMPV e da Câmara de Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro.
O mesmo autarca destacou a "forte" representação portuguesa na RECEVIN (Reguengos de Monsaraz, Cartaxo, Lamego e Palmela), considerando que "espelha o reconhecimento internacional do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela AMPV e pelos seus associados".
Na assembleia-geral da RECEVIN hoje realizada, acrescentou, ficou também decidido que todas as cidades portuguesas associadas da AMPV vão passar a integrar esta rede europeia de cidades do vinho.
José Calixto, o novo presidente da RECEVIN, sucedendo no cargo ao italiano Pietro Iadanza, assumiu que, entre outras propostas, pretende "estabelecer uma estrutura de acesso aos fundos comunitários", assim como "constituir as Rotas do Vinho da Europa".
No seu mandato à frente da RECEVIN, o autarca alentejano, citado pela Câmara de Reguengos de Monsaraz, destacou que vai também "trabalhar o enoturismo com todos os parceiros europeus" e criar "uma rede de Museus do Vinho da Europa" e "uma grande base de dados dos territórios vinhateiros da Europa".
Outras prioridades vão ser "promover os interesses comuns das regiões vitícolas na economia europeia, reforçar a representação das diversas regiões junto das instituições europeias e posicionar um espaço/grupo de trabalho em Bruxelas que vise a defesa dos territórios produtores de vinho e, simultaneamente, valorize e aumente a dimensão" da RECEVIN.
Depois de Reguengos de Monsaraz ser Cidade Europeia do Vinho 2015, este "selo" é, em 2016, ostentado por Conegliano e Valdobbiadene, que lideram o grupo de 15 cidades da região italiana do vinho "Prosecco Superiore".
A Rede Europeia das Cidades do Vinho integra cidades da Alemanha, Áustria, Bulgária, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Portugal e Sérvia conhecidas pela qualidade da sua produção de vinho.

3 de março de 2016

Fado



Fado is a performance genre incorporating music and poetry widely practised by various communities in Lisbon. It represents a Portuguese multicultural synthesis of Afro-Brazilian sung dances, local traditional genres of song and dance, musical traditions from rural areas of the country brought by successive waves of internal immigration, and the cosmopolitan urban song patterns of the early nineteenth century. Fado songs are usually performed by a solo singer, male or female, traditionally accompanied by a wire-strung acoustic guitar and the Portuguese ''guitarra'' – a pear-shaped cittern with twelve wire strings, unique to Portugal, which also has an extensive solo repertoire. The past few decades have witnessed this instrumental accompaniment expanded to two Portuguese guitars, a guitar and a bass guitar. Fado is performed professionally on the concert circuit and in small ‘Fado houses’, and by amateurs in numerous grass-root associations located throughout older neighbourhoods of Lisbon. Informal tuition by older, respected exponents takes place in traditional performance spaces and often over successive generations within the same families. The dissemination of Fado through emigration and the world music circuit has reinforced its image as a symbol of Portuguese identity, leading to a process of cross-cultural exchange involving other musical traditions.

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay