
Este site dedica-se às aves e a relação com o Homem. O canto do Canário Timbrado, Canário Harz Roller, do canário Malinois e outros canários.. O objectivo de site é contar as aventuras e os arcos de descobertas relacionados com Homem e as aves. This site is dedicated to birds.singing canaries song,canaries,canaries de chant. carmelita=carmelo=jardim
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20 de outubro de 2017
12 de setembro de 2017
26 de julho de 2017
Criação do Grupo Coral Infantil
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Vem participar num espectáculo musical a 23 de Setembro
Gostas de cantar? Gostavas de experimentar?
Vem cantar na biblioteca!
A tua voz vai fazer a diferença!
2 vezes por semana
das 18h00 às 19h30
Período de inscrição: durante o mês de Julho
Crianças dos 6 aos 12 anos
Participantes: de 7 a 30.
Parceria com o Teatro Maria Matos.
Biblioteca de Marvila
R. António Gedeão
218 173 000
17 de março de 2016
Vocologia do fado
Alma e sentimento português desde sempre, Património Cultural Imaterial da Humanidade desde 2011, as vozes do fado foram pela primeira vez analisadas por um grupo de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) e do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS).
A caracterização das vozes pelos cientistas, que descortinou as vozes tipicamente graves e roucas e com vibrato mais fraco do que a dos cantores líricos, permite agora que os artistas tenham um apoio clínico, pedagógico e artístico à medida das suas necessidades. O estudo envolveu mais de uma centena de fadistas, entre homens e mulheres, profissionais de grande renome e amadores.
«Dada a visibilidade e as exigências artísticas nacionais e internacionais dos fadistas, tornou-se pertinente estudar esta voz, de forma a proporcionar-lhes apoio clínico, pedagógico e artístico com evidência científica», refere Ana Mendes, investigadora do Instituto de Engenharia Electrónica e Informática de Aveiro (IEETA), uma das unidades de investigação da UA, e docente no IPS.
Face aos resultados alcançados, a coordenadora do estudo espera agora que o trabalho seja aproveitado por formadores, cantores, clínicos, otorrinos e terapeutas da fala, para auxiliarem os fadistas a alcançarem melhores performances e a cuidarem melhor do seu instrumento de trabalho, a voz.
«Ao contrário dos cantores líricos, que possuem formação superior, os fadistas têm apenas o que chamam a escola da vida e o acompanhamento clínico preventivo é raro, o que pode dar origem a patologias difíceis de tratar», aponta Ana Mendes.
O projecto, que recebeu o nome de «Vocologia do fado - Desenvolvimento da educação, saúde e performance dos cantores, professores de canto e clínicos da voz do fado», decorreu durante os últimos dois anos e contou com a colaboração das investigadoras da UA Inês Vaz e Soraia Ibrahim. O estudo analisou as vozes de 104 fadistas, 47 homens e 57 mulheres, 14 profissionais e 90 amadores.
«Os resultados revelaram que as vozes dos fadistas masculinos e femininos são acusticamente diferentes nas medidas de frequência fundamental e de perturbação. Estas medidas juntamente com o vibrato foram semelhantes para amadores e profissionais e para as várias idades. Por fim, o formante do cantor [projeção vocal] está raramente presente», aponta Ana Mendes.
Para traçar o perfil áudio percetual das vozes, as investigadoras criaram a EAVOZC: Escala de Apreciação de Voz Cantada com o objectivo de quantificar e qualificar com rigor parâmetros vocais como, por exemplo, a altura tonal, o timbre ou o brilho.
Os resultados revelaram que as vozes dos fadistas masculinos e femininos são diferentes na altura tonal, na afinação e na rouquidão. Por seu lado, os fadistas profissionais apresentam maior afinação, emoção e precisão articulatória, assim como menor tensão que os amadores. A voz do fadista masculino é caracterizada por timbre escuro enquanto a do fadista feminino apresenta timbre claro e brilho.
«Não havia até agora nenhum instrumento que pudesse uniformizar a terminologia científica e artística e ser utilizado por professores de canto, terapeutas da fala, otorrinolaringologistas, cantores e todos aqueles que tenham interesse em caracterizar a voz cantada», refere Ana Mendes.
A caracterização das vozes pelos cientistas, que descortinou as vozes tipicamente graves e roucas e com vibrato mais fraco do que a dos cantores líricos, permite agora que os artistas tenham um apoio clínico, pedagógico e artístico à medida das suas necessidades. O estudo envolveu mais de uma centena de fadistas, entre homens e mulheres, profissionais de grande renome e amadores.
«Dada a visibilidade e as exigências artísticas nacionais e internacionais dos fadistas, tornou-se pertinente estudar esta voz, de forma a proporcionar-lhes apoio clínico, pedagógico e artístico com evidência científica», refere Ana Mendes, investigadora do Instituto de Engenharia Electrónica e Informática de Aveiro (IEETA), uma das unidades de investigação da UA, e docente no IPS.
Face aos resultados alcançados, a coordenadora do estudo espera agora que o trabalho seja aproveitado por formadores, cantores, clínicos, otorrinos e terapeutas da fala, para auxiliarem os fadistas a alcançarem melhores performances e a cuidarem melhor do seu instrumento de trabalho, a voz.
«Ao contrário dos cantores líricos, que possuem formação superior, os fadistas têm apenas o que chamam a escola da vida e o acompanhamento clínico preventivo é raro, o que pode dar origem a patologias difíceis de tratar», aponta Ana Mendes.
O projecto, que recebeu o nome de «Vocologia do fado - Desenvolvimento da educação, saúde e performance dos cantores, professores de canto e clínicos da voz do fado», decorreu durante os últimos dois anos e contou com a colaboração das investigadoras da UA Inês Vaz e Soraia Ibrahim. O estudo analisou as vozes de 104 fadistas, 47 homens e 57 mulheres, 14 profissionais e 90 amadores.
«Os resultados revelaram que as vozes dos fadistas masculinos e femininos são acusticamente diferentes nas medidas de frequência fundamental e de perturbação. Estas medidas juntamente com o vibrato foram semelhantes para amadores e profissionais e para as várias idades. Por fim, o formante do cantor [projeção vocal] está raramente presente», aponta Ana Mendes.
Para traçar o perfil áudio percetual das vozes, as investigadoras criaram a EAVOZC: Escala de Apreciação de Voz Cantada com o objectivo de quantificar e qualificar com rigor parâmetros vocais como, por exemplo, a altura tonal, o timbre ou o brilho.
Os resultados revelaram que as vozes dos fadistas masculinos e femininos são diferentes na altura tonal, na afinação e na rouquidão. Por seu lado, os fadistas profissionais apresentam maior afinação, emoção e precisão articulatória, assim como menor tensão que os amadores. A voz do fadista masculino é caracterizada por timbre escuro enquanto a do fadista feminino apresenta timbre claro e brilho.
«Não havia até agora nenhum instrumento que pudesse uniformizar a terminologia científica e artística e ser utilizado por professores de canto, terapeutas da fala, otorrinolaringologistas, cantores e todos aqueles que tenham interesse em caracterizar a voz cantada», refere Ana Mendes.
16 de agosto de 2015
1 de junho de 2015
14º Aniversário do Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas - Grupo Coral Feminino e Etnográficos As Margaridas de Peroguarda
Etiquetas:
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Grupo Coral de São Brás do Regedouro - 14º Aniversário do Grupo Coral Feminino Cantares de Alcáçovas
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12 de abril de 2015
1 de março de 2015
26 de fevereiro de 2015
1 de fevereiro de 2015
15 de janeiro de 2015
23 de dezembro de 2014
el arte de vivir el Flamenco de Estrella Morente
Estrella Morente y su familia cierran la Misa Flamenca celebrada en el Monasterio de los Jerónimos de la Universidad Católica de Murcia (UCAM) como cierre del Congreso Universitario de Investigación sobre Flamenco. 4 diciembre 2014
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