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20 de junho de 2019
1 de março de 2019
3 de abril de 2016
Portugal lidera Rede Europeia de Cidades do Vinho
Reguengos de Monsaraz, Cartaxo, Lamego e Palmela integram a administração do organismo que engloba 11 países. Um dos objectivos é criar uma rede de museus do vinho na Europa.
A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) foi hoje eleita para liderar a Rede Europeia de Cidades do Vinho, com o autarca alentejano de Reguengos de Monsaraz, José Calixto, a assumir a presidência.
O ato eleitoral, que culminou na escolha da candidatura da AMPV, teve lugar hoje à tarde na assembleia-geral da Rede Europeia de Cidades do Vinho (RECEVIN), que decorreu na localidade italiana de Valdobbiadene.
Em comunicado, a AMPV revelou que o presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, foi eleito como presidente da RECEVIN e que também os autarcas dos municípios de Cartaxo, Lamego e Palmela vão integrar o conselho de administração da rede europeia.
A eleição de José Calixto "é um justo reconhecimento do trabalho extraordinário que fez em Reguengos de Monsaraz enquanto Cidade Europeia do Vinho em 2015 e será muito importante para dar um novo impulso a esta rede europeia", congratulou-se o presidente da AMPV e da Câmara de Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro.
O mesmo autarca destacou a "forte" representação portuguesa na RECEVIN (Reguengos de Monsaraz, Cartaxo, Lamego e Palmela), considerando que "espelha o reconhecimento internacional do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela AMPV e pelos seus associados".
Na assembleia-geral da RECEVIN hoje realizada, acrescentou, ficou também decidido que todas as cidades portuguesas associadas da AMPV vão passar a integrar esta rede europeia de cidades do vinho.
José Calixto, o novo presidente da RECEVIN, sucedendo no cargo ao italiano Pietro Iadanza, assumiu que, entre outras propostas, pretende "estabelecer uma estrutura de acesso aos fundos comunitários", assim como "constituir as Rotas do Vinho da Europa".
No seu mandato à frente da RECEVIN, o autarca alentejano, citado pela Câmara de Reguengos de Monsaraz, destacou que vai também "trabalhar o enoturismo com todos os parceiros europeus" e criar "uma rede de Museus do Vinho da Europa" e "uma grande base de dados dos territórios vinhateiros da Europa".
Outras prioridades vão ser "promover os interesses comuns das regiões vitícolas na economia europeia, reforçar a representação das diversas regiões junto das instituições europeias e posicionar um espaço/grupo de trabalho em Bruxelas que vise a defesa dos territórios produtores de vinho e, simultaneamente, valorize e aumente a dimensão" da RECEVIN.
Depois de Reguengos de Monsaraz ser Cidade Europeia do Vinho 2015, este "selo" é, em 2016, ostentado por Conegliano e Valdobbiadene, que lideram o grupo de 15 cidades da região italiana do vinho "Prosecco Superiore".
A Rede Europeia das Cidades do Vinho integra cidades da Alemanha, Áustria, Bulgária, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Portugal e Sérvia conhecidas pela qualidade da sua produção de vinho.
Em comunicado, a AMPV revelou que o presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, foi eleito como presidente da RECEVIN e que também os autarcas dos municípios de Cartaxo, Lamego e Palmela vão integrar o conselho de administração da rede europeia.
A eleição de José Calixto "é um justo reconhecimento do trabalho extraordinário que fez em Reguengos de Monsaraz enquanto Cidade Europeia do Vinho em 2015 e será muito importante para dar um novo impulso a esta rede europeia", congratulou-se o presidente da AMPV e da Câmara de Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro.
O mesmo autarca destacou a "forte" representação portuguesa na RECEVIN (Reguengos de Monsaraz, Cartaxo, Lamego e Palmela), considerando que "espelha o reconhecimento internacional do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela AMPV e pelos seus associados".
Na assembleia-geral da RECEVIN hoje realizada, acrescentou, ficou também decidido que todas as cidades portuguesas associadas da AMPV vão passar a integrar esta rede europeia de cidades do vinho.
José Calixto, o novo presidente da RECEVIN, sucedendo no cargo ao italiano Pietro Iadanza, assumiu que, entre outras propostas, pretende "estabelecer uma estrutura de acesso aos fundos comunitários", assim como "constituir as Rotas do Vinho da Europa".
No seu mandato à frente da RECEVIN, o autarca alentejano, citado pela Câmara de Reguengos de Monsaraz, destacou que vai também "trabalhar o enoturismo com todos os parceiros europeus" e criar "uma rede de Museus do Vinho da Europa" e "uma grande base de dados dos territórios vinhateiros da Europa".
Outras prioridades vão ser "promover os interesses comuns das regiões vitícolas na economia europeia, reforçar a representação das diversas regiões junto das instituições europeias e posicionar um espaço/grupo de trabalho em Bruxelas que vise a defesa dos territórios produtores de vinho e, simultaneamente, valorize e aumente a dimensão" da RECEVIN.
Depois de Reguengos de Monsaraz ser Cidade Europeia do Vinho 2015, este "selo" é, em 2016, ostentado por Conegliano e Valdobbiadene, que lideram o grupo de 15 cidades da região italiana do vinho "Prosecco Superiore".
A Rede Europeia das Cidades do Vinho integra cidades da Alemanha, Áustria, Bulgária, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Portugal e Sérvia conhecidas pela qualidade da sua produção de vinho.
10 de março de 2016
Eurodeputadas questionam Comissão sobre central espanhola de Almaraz
Ana Gomes e Marisa Matias querem saber "o que está a Comissão [Europeia] a fazer, em articulação com a Euratom [European Atomic Energy Community], no sentido de assegurar o funcionamento seguro da central nuclear de Almaraz, nomeadamente garantindo que os padrões estabelecidos pela diretiva 2009/71/Euratom são respeitados".
As eurodeputadas portuguesas querem também saber se a Comissão Europeia "está a assegurar-se" de que o Governo espanhol "está a partilhar toda a informação e análise da situação com o Governo português e com a própria Comissão".
No documento a que a agência Lusa teve acesso, perguntam ainda em que consiste o plano de ação da Comissão Europeia e adiantam que caso se chegue à conclusão de que "esses padrões não estão a ser respeitados" se a Comissão "prevê pressionar o Governo espanhol no sentido de encerrar a central".
Ana Gomes e Marisa Matias recordam que, segundo a declaração do Conselho de Segurança Nuclear (CSN), de 28 de janeiro, "as falhas detetadas" na central nuclear de Almaraz "põem em causa a operabilidade do sistema de refrigeração e consequentemente representam um perigo para as populações e ambiente tanto de Espanha como de Portugal".
As eurodeputadas alertam ainda a Comissão Europeia para o facto de a Greenpeace já ter descrito a situação da central nuclear de Almaraz como "caso extremo" no âmbito de um estudo europeu sobre a aplicação dos mínimos de segurança estabelecidos após o acidente nuclear de Fukushima, no Japão.
Na quarta-feira, o eurodeputado Carlos Zorrinho questionou também a Comissão Europeia sobre o seu papel quanto à supervisão das decisões das autoridades dos Estados-Membros em matéria de segurança nuclear e recordou as falhas verificadas na central espanhola de Almaraz.
A funcionar desde o início da década de 1980, a central está situada junto ao Rio Tejo, e faz fronteira com os distritos portugueses de Castelo Branco e Portalegre, sendo Vila Velha de Ródão a primeira povoação portuguesa banhada pelo Tejo depois de o rio entrar em Portugal.
19 de junho de 2015
Concentração de Ozono - sem comentários
A concentração de ozono deverá ser elevada no sábado, em Lisboa e Vale do Tejo, podendo provocar malefícios na saúde, sobretudo em crianças, idosos e doentes cardíacos e respiratórios, informou hoje a autoridade regional. Em comunicado, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) refere que o valor de concentração de ozono poderá ultrapassar 180 microgramas por metro cúbico, "definido como limiar de informação ao público para este poluente". Segundo a CCDRLVT, para os níveis de concentração esperados, o ozono "pode provocar efeitos nocivos na saúde humana, especialmente em grupos da população mais sensíveis", como crianças, idosos e pessoas que sofrem de asma ou outras doenças respiratórias, ou de doenças cardíacas.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/concentracao_de_ozono_elevada_no_sabado_em_lisboa_e_vale_do_tejo.html
7 de setembro de 2014
10 de setembro de 2013
Speciation
There is a dizzying diversity of species on our planet. From genetic evidence we know that all of those species evolved from a single ancient ancestor. But how does one species split in to many? Through the evolutionary process of speciation — which begins when populations become isolated by changes in geography or by shifts in behavior so that they no longer interbreed. This video illustrates the speciation process in birds to help you understand the basis of earth's biodiversity.
Explore more at http://www.birdsofparadiseproject.org.
10 de junho de 2013
Climate change keeping early birds from getting worms:study
New research suggests that climate change is starting to keep early birds from getting the worms.
In a groundbreaking study that wouldn't have been possible even a few years ago, scientist Kevin Fraser from York University in Toronto says that shifting seasons due to global warming have thrown the delicate timing of bird nesting and food availability out of whack.
"Selection has favoured birds arriving at the perfect time, so they get there right at the peak of insect food, the big flush of all different kinds of insects we get in spring," said Fraser, whose paper is published in the online journal PLOS One.
"There is a real sharp peak in that. And birds ... have timed their migration to match that exact peak so they produce a lot of young and do really well."
But spring has been arriving earlier and earlier. Fraser and his colleagues wanted to find out if migratory birds are able to adapt and leave their wintering grounds in time to take advantage of the seasonal feast they need to build nests, mate and lay eggs.
Using tiny "backpacks" containing GPS recorders that weren't developed until 2007, the scientists focused their attention on purple martins, a common insect-eating songbird that migrates from the Amazon basin to breeding grounds in the United States and Canada.
Spring 2012, the warmest and earliest since record-keeping began in 1895, gave them the perfect opportunity.
Fraser found that not only did the purple martins not leave early, their departure from the tropics was actually later than average.
"Birds departed significantly later, not earlier, from wintering sites and there was no difference between years in the timing of crossing the Gulf of Mexico or arrival at breeding sites," the paper says.
Some species of migratory birds that don't roam as widely have been able to adjust their flight schedules, Fraser said.
"They were actually able to flexibly adjust what they do year-to-year and change their egg-laying date and change what they do breeding-wise to capitalize on those changes. It's the long-distance migrants that are having trouble."
Purple martins may just be too far away to receive signals about conditions on their breeding range. The same issue may be affecting other bug-eating long-distance migrators, which are all suffering from population declines as large as three per cent annually.
"Birds that feed on insects on the wing like purple martins and swallows and flycatchers and swifts, they're showing the strongest declines of any type of bird," said Fraser.
"They're all very different birds, so we're wondering what type of big thing could be affecting them all. It couldn't just be habitat loss in one particular area.
"We're thinking that climate change could be a big contributor."
Fraser said more research is needed. Other bird species need to be considered and the purple martin research needs to be extended over more years.
The work needs to be done to better understand the implications of the earth's shifting climate, he said.
Aside from providing important services such as eating nuisance insects such as mosquitoes, birds are easily studied and are common indicators of where things are headed.
"They're good canaries in the coal mine. They can tell us about environmental health."
11 de outubro de 2012
Armazenamento de água desceu em todas as bacias hidrográficas em Setembro
Armazenamento de água desceu em todas as bacias hidrográficas em Setembro
Cerca de 60 albufeiras, de Norte a Sul do país, têm hoje menos água armazenada do que há um mês, segundo um boletim de Setembro do Instituto Nacional da Água (Inag).
No espaço de um mês, de 31 de Agosto a 30 de Setembro, todas as 12 bacias hidrográficas monitorizadas pelo Inag – que incluem um total de 57 albufeiras - registaram uma diminuição no volume de água armazenado.
A 30 de Setembro, a bacia do Mira (74,2%) e a do Guadiana (71,7%) eram aquelas com maior volume de água armazenado; a bacia do Arade (11,4%) e a do Sado (38,6%) registavam os volumes mais baixos.
A albufeira de Salamonde, na bacia hidrográfica do Cávado/Ribeiras Costeiras, era aquela que tinha mais água no último dia de Setembro, com 84,2% do volume total. No outro extremo desta lista estava a albufeira de Lucefecit, na bacia do Guadiana, com 4,4% do total. Metade das albufeiras tinha disponibilidades de água superiores a 50%, entre elas a de Alqueva (74,2%) e Castelo de Bode (74,6%).
De acordo com o Inag, o armazenamento de Setembro, por bacia hidrográfica, é inferior à média de armazenamento do mesmo mês dos anos 1990/91 a 2010/11. As excepções são as bacias do Lima, Ave, Ribeiras do Oeste e Mira.
Segundo o Instituto de Meteorologia, a 31 de Agosto, verificava-se “a continuação da situação de seca em todas as bacias hidrográficas do Continente”, estimada a partir do índice PDSI (Palmer Drought Severity Index). Este baseia-se na quantidade de precipitação, temperatura do ar e capacidade de água disponível no solo e permite detectar a ocorrência de períodos de seca classificando-os em termos de intensidade (fraca, moderada, severa e extrema).
No seu mais recente boletim, o Instituto de Meteorologia revela que, a 31 de Agosto, 73% do território estava em seca: 33% em seca extrema, 40% em seca severa, 13% em seca moderada, 13% em seca fraca e 1% na situação normal. A 31 de Julho, a percentagem do território em seca era maior, mais concretamente, 84%.
in público
10.10.2012 Helena Geraldes
5 de agosto de 2012
29 de fevereiro de 2012
27 de janeiro de 2012
Da Terra à Mesa, às Mesas do Campo
Em Idanha a Nova
Jornadas de Reflexão em Gastronomia e Turismo
Local: Centro Cultural Raiano
Dara: 04 de Fevereiro de 2012
Programa:
11h00
- Abertura da Exposição de Pintura Jonh Hyatt
Sé Catedral - Igreja de Sta Maria, Idanha a Velha
14h30 - 18h00
- " Da Terra à Mesa, às Mesas do Campo"
Jornadas de Reflexão em Gastronomia e Turismo
Auditório de Joaquim Mourão - Centro Cultural Raiano
18h00
- Abertura da exposição de Miguel Branco
Centro Cultural Raiano
22h00
- Concerto - Rita Guerra, Noite ao Piano
Auditório Joaquim Mourão - Centro Cultural Raiano
25 de janeiro de 2012
2011 deverá ser um dos anos mais quentes desde 1931
15 de dezembro de 2011
Associação Gaita-de-Foles - Estudar, ensinar e preservar os sons do mundo rural
Nasceu em 1999 e em 12 anos construiu obra. A Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-Foles abriu uma escola, formou o grupo Cornes e recolhe histórias de gaiteiros. Junta a estas actividades a edição de livros e a organização de encontros de gaiteiros. A Associação mantém viva uma tradição que terá tido origem no mundo rural, embora hoje com forte expressão urbana.
A história deste gaiteiro é uma, entre muitas, que a Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-Foles
recolheu. Com uma página na Internet, repleta de conteúdos para
conhecer o instrumento musical, a associação, fundada em 1999, cumpre um
dos seus objectivos: «divulgar o instrumento de todas as formas
possíveis e cativar mais pessoas para a prática do mesmo», explica o
presidente da Associação, Vasco Ribeiro Casais.
A associação foi criada por um grupo de amigos que aprendiam
gaita-de-foles e pelo seu professor Paulo Marinho. Criaram raízes em
Lisboa e foram crescendo. Hoje contam com 230 associados.
Juntos dedicam-se a investigar as origens, utilizações e diferentes
formas deste instrumento que se encontra um pouco por todo o mundo.
Objectivos que Vasco Ribeiro Casais diz já estarem de certo modo
alcançados, sendo o grande desafio agora «a edição de um disco com o
grupo de gaitas da associação, o Cornes». Um projecto que «está para
breve», adianta.
Vários instrumentos num só:
«A gaita-de-foles não é um instrumento, mas vários instrumentos, que
se encontram acoplados a um fole (depósito flexível de ar)», explica o
site da Associação. Instrumento classificado dentro da família dos
aerofones, ou seja de vento, existe um pouco por todo o país. «Em
Portugal, a gaita-de-foles é característica desde a baía de Setúbal até
ao Minho e Trás-os-Montes. Nos arredores de Lisboa, precisamente em
Torres Vedras, o instrumento ainda se encontra bem vivo. Em 2009
editámos um livro com CD e DVD sobre o gaiteiro Joaquim Roque que ainda
hoje toca nas festas locais», comenta Vasco.A gaita-de-foles compõe-se de, pelo menos, um tubo melódico chamado de
ponteiro e um insuflador com uma válvula, chamado «assoprador». Ambos
ligam-se a um reservatório de ar, o fole. Na maioria dos casos, há pelo
menos mais um tubo melódico, pelo qual se emite uma nota pedal (som
prolongado sobre o qual se sucedem diferentes acordes) constante, que
está em harmonia com o tubo melódico, chamado bordão, ronco ou roncão.
mais Café Portugal
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