
A artista plástica Madalena Matoso considerou hoje o Prémio Nacional de Ilustração (PNL) 2008 «um reconhecimento» de um trabalho que resultou de uma parceria inédita com Alice Vieira.
Madalena Matoso venceu o PNL com as ilustrações de «A charada da Bicharada», publicado em 2008 pela Texto Editores.
Em declarações à agência Lusa, Madalena Matoso recordou que o convite para este álbum foi feito por Jorge Silva, director de arte do grupo Leya, e o texto que lhe propuseram era de Alice Vieira, uma das mais bem sucedidas escritoras para a infância.
«Era um texto muito aberto, de charadas sobre animais, o que me deu muita liberdade, não tinha que seguir uma história e uma personagem; tinha que ilustrar animais, mas de uma forma camuflada», explicou Madalena Matoso.
O resultado são jogos de cor com «uma paleta cromática muito forte e muito rica e que ao mesmo tempo apela a um olhar muito inquiridor por parte do leitor», referiu a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, que atribui o prémio.
Madalena Matoso venceu o PNL com as ilustrações de «A charada da Bicharada», publicado em 2008 pela Texto Editores.
Em declarações à agência Lusa, Madalena Matoso recordou que o convite para este álbum foi feito por Jorge Silva, director de arte do grupo Leya, e o texto que lhe propuseram era de Alice Vieira, uma das mais bem sucedidas escritoras para a infância.
«Era um texto muito aberto, de charadas sobre animais, o que me deu muita liberdade, não tinha que seguir uma história e uma personagem; tinha que ilustrar animais, mas de uma forma camuflada», explicou Madalena Matoso.
O resultado são jogos de cor com «uma paleta cromática muito forte e muito rica e que ao mesmo tempo apela a um olhar muito inquiridor por parte do leitor», referiu a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, que atribui o prémio.
Madalena Matoso, 34 anos e natural de Lisboa, estudou design de comunicação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e começou por editar na Planeta Tangerina, projecto editorial fundado com outros autores e ilustradores, como Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho.
Diário Digital / Lusa
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