
O escritor Augusto Carlos tem uma nova obra nas estantes. «O Canto dos Melros», o nono do seu percurso literário, traz uma alegoria sobre a hibernação existencial do Homem.
A obra, que conta com prefácio do presidente da Associação Agostinho da Silva, Paulo Borges, encara a sociedade como uma «”hibernolândia” habitada, em grande escala, por cidadãos adormecidos que se demitem de reflectir e de seguir os seus próprios desejos e instintos», segundo o divulgado em comunicado.
Augusto Carlos imagina «um conjunto de cidadãos que, contra a corrente dominante e guiado por uma inteligência superior, conectada com o Universo e com as leis da Natureza», zela pelo natural bem-estar na Humanidade.
O autor, nascido a 1955 em Moçambique, vive em Sintra. Empresário da construção, formado em engenharia e apaixonado por filosofia, escreveu romances e contos compilados em que aborda temas relacionados com o amor, a paz, a felicidade e o diálogo intercultural.
Editado pela Nova Vaga Editora, o preço de capa é de 10 euros.
A obra, que conta com prefácio do presidente da Associação Agostinho da Silva, Paulo Borges, encara a sociedade como uma «”hibernolândia” habitada, em grande escala, por cidadãos adormecidos que se demitem de reflectir e de seguir os seus próprios desejos e instintos», segundo o divulgado em comunicado.
Augusto Carlos imagina «um conjunto de cidadãos que, contra a corrente dominante e guiado por uma inteligência superior, conectada com o Universo e com as leis da Natureza», zela pelo natural bem-estar na Humanidade.
O autor, nascido a 1955 em Moçambique, vive em Sintra. Empresário da construção, formado em engenharia e apaixonado por filosofia, escreveu romances e contos compilados em que aborda temas relacionados com o amor, a paz, a felicidade e o diálogo intercultural.
Editado pela Nova Vaga Editora, o preço de capa é de 10 euros.