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7 de fevereiro de 2012
1 de setembro de 2011
15 de julho de 2009
O canto dos melros» alerta para “hibernação” do Homem

O escritor Augusto Carlos tem uma nova obra nas estantes. «O Canto dos Melros», o nono do seu percurso literário, traz uma alegoria sobre a hibernação existencial do Homem.
A obra, que conta com prefácio do presidente da Associação Agostinho da Silva, Paulo Borges, encara a sociedade como uma «”hibernolândia” habitada, em grande escala, por cidadãos adormecidos que se demitem de reflectir e de seguir os seus próprios desejos e instintos», segundo o divulgado em comunicado.
Augusto Carlos imagina «um conjunto de cidadãos que, contra a corrente dominante e guiado por uma inteligência superior, conectada com o Universo e com as leis da Natureza», zela pelo natural bem-estar na Humanidade.
O autor, nascido a 1955 em Moçambique, vive em Sintra. Empresário da construção, formado em engenharia e apaixonado por filosofia, escreveu romances e contos compilados em que aborda temas relacionados com o amor, a paz, a felicidade e o diálogo intercultural.
Editado pela Nova Vaga Editora, o preço de capa é de 10 euros.
A obra, que conta com prefácio do presidente da Associação Agostinho da Silva, Paulo Borges, encara a sociedade como uma «”hibernolândia” habitada, em grande escala, por cidadãos adormecidos que se demitem de reflectir e de seguir os seus próprios desejos e instintos», segundo o divulgado em comunicado.
Augusto Carlos imagina «um conjunto de cidadãos que, contra a corrente dominante e guiado por uma inteligência superior, conectada com o Universo e com as leis da Natureza», zela pelo natural bem-estar na Humanidade.
O autor, nascido a 1955 em Moçambique, vive em Sintra. Empresário da construção, formado em engenharia e apaixonado por filosofia, escreveu romances e contos compilados em que aborda temas relacionados com o amor, a paz, a felicidade e o diálogo intercultural.
Editado pela Nova Vaga Editora, o preço de capa é de 10 euros.
19 de fevereiro de 2009
«O voo do flamingo», de Mia Couto, adaptado ao cinema
«O voo do flamingo», de Mia Couto, adaptado ao cinema
O romance «O último voo do flamingo», do escritor moçambicano Mia Couto, vai ser transposto para o cinema pela Fado Filmes, e as filmagens começam a 18 de Março em Marracuene, Moçambique, disse à Agência Lusa o responsável da produtora, Luís Galvão Teles.A realização estará a cargo do moçambicano João Ribeiro, que com esta obra se estreia na longa-metragem.
«Temos um realizador, que é o João Ribeiro, que é extremamente forte, e ao mesmo tempo com bastante experiência de produção. A adaptação foi feita por Gonçalo Galvão Teles», indicou o produtor, destacando que «a linguagem de Mia Couto é muito particular, muito poética, muito rica, e, portanto, há esse lado, que não é transponível para o cinema».
«Mas a efabulação do livro está muito próxima de toda a narrativa das personagens», realçou.
A escolha dos actores está a ser feita em Portugal, Brasil, Moçambique e Angola, e o filme deverá estar concluído antes do final do ano.
«O filme - qualificou Galvão Teles - é um policial, que acaba como uma grande reflexão sobre Moçambique e o destino de Moçambique. Se eu conseguir estrear antes do Natal de 2009 será perfeito».
As filmagens têm a duração prevista de sete semanas e a equipa técnica será mista, com a perspectiva de utilização máxima de colaboradores moçambicanos, «dentro do espírito de contribuir para o desenvolvimento do cinema em Moçambique».
«O último voo do flamingo» tem uma base muito aberta de produção na medida em que vai ser co-roduzido por Espanha, Brasil, Moçambique, Itália e França.
Para a realização do projecto, a produtora Fado Filmes contou, entre outros, com os apoios do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), RTP (Rádio Televisão Portuguesa), VídeoFilmes (do realizador brasileiro Walter Salles) e AMOCINE (Associação Moçambicana de Cineastas).
Com «O último voo do flamingo», a Fado Filmes produz a segunda longa-metragem feita em Moçambique por um realizador moçambicano, desde que o país se tornou independente. A primeira longa-metragem, «O jardim do outro homem», teve a assinatura de Sol de Carvalho.
Diário Digital / Lusa «O último voo do flamingo» tem uma base muito aberta de produção na medida em que vai ser co-roduzido por Espanha, Brasil, Moçambique, Itália e França.
Para a realização do projecto, a produtora Fado Filmes contou, entre outros, com os apoios do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), RTP (Rádio Televisão Portuguesa), VídeoFilmes (do realizador brasileiro Walter Salles) e AMOCINE (Associação Moçambicana de Cineastas).
Com «O último voo do flamingo», a Fado Filmes produz a segunda longa-metragem feita em Moçambique por um realizador moçambicano, desde que o país se tornou independente. A primeira longa-metragem, «O jardim do outro homem», teve a assinatura de Sol de Carvalho.
10 de fevereiro de 2009
História da Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar


Dia 13 – Fábula Musical “ História da Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar”. Música de Sérgio Azevedo. Fábula de Luís Sepúlveda.
Local: Teatro Municipal Sá de Miranda, às 14.30H (Escolas 1º Ciclo do Ensino Básico) e às 18.00H (Público Geral).
FAM Ensemble; Direcção – Javier Viceiro; Narrador – Tiago Fernandes.
Dia 13 – ENCONTRO PÓS-CONCERTO
Com o compositor Sérgio Azevedo, sobre a Fábula Musical “ História da Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar”
Local: Teatro Municipal Sá de Miranda
Produção: Academia de Música de Viana do Castelo, Fundação Átrio da Música Patrocínios: Ministério da Cultura – DGartes (Direcção Geral das Artes)Projecto Contos com música... música com contos
4 de julho de 2008
Bruxelas: Fado na inauguração da praça Fernando Pessoa

Bruxelas: Fado na inauguração da praça Fernando Pessoa
Um concerto pela fadista Mafalda Arnauth e a exibição do filme «Afirma Pereira» integram na próxima sexta-feira, em Bruxelas, a inauguração oficial da Square (praça) Fernando Pessoa, com a presença do embaixador Tavares de Sousa.

Na ocasião, serão lidos textos de Fernando Pessoa por actores de Bruxelas.
O filme «Afirma Pereira», adaptado do romance homónimo de António Tabucchi, foi realizado em 1996 por Robert Faenza e tem como protagonistas Marcello Mastroiani, Daniel Auteuil e Joaquim de Almeida.
O filme «Afirma Pereira», adaptado do romance homónimo de António Tabucchi, foi realizado em 1996 por Robert Faenza e tem como protagonistas Marcello Mastroiani, Daniel Auteuil e Joaquim de Almeida.
Mafalda Arnauth é apresentada pela organização do evento como «uma jovem cantora que ergue alto as cores do fado».
O ministro-presidente da região de Bruxelas-Capital, Charles Picqué, e o burgomestre da Comuna de Ixelles, onde a praça fica situada, Willy Decouty, irão também participar na cerimónia.
A praça Fernando Pessoa , com um busto do poeta, situa-se no Flagey, onde vivem muitos dos 12.000 portugueses residentes na capital belga e onde se encontra a maior parte do comércio «da saudade», nomeadamente cafés e mercearias, e das associações de emigrantes.
Este será ainda um dos últimos actos oficiais do embaixador Manuel Tavares de Sousa, que está de partida para Haia, sendo substituído por Vasco Bramão Ramos, antigo director-geral de Política Externa, no âmbito de um movimento diplomático que envolve cerca de 30 postos.
A praça Fernando Pessoa está embelezada por calçada portuguesa, tendo vindo propositadamente de Lisboa cinco calceteiros, cedidos pela autarquia da capital portuguesa, para realizar o trabalho.
O evento de sexta-feira enquadra-se na agenda da reabertura da praça Flagey - com programas até ao próximo sábado - totalmente remodelada após vários anos de obras.
Diário Digital / Lusa
A praça Fernando Pessoa está embelezada por calçada portuguesa, tendo vindo propositadamente de Lisboa cinco calceteiros, cedidos pela autarquia da capital portuguesa, para realizar o trabalho.
O evento de sexta-feira enquadra-se na agenda da reabertura da praça Flagey - com programas até ao próximo sábado - totalmente remodelada após vários anos de obras.
Diário Digital / Lusa
8 de junho de 2008
Proença-a-Nova – Dia 14 de Junho - O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

"... A exibição, inserida no Terceiro Festival de Teatro 2008 de Proença-a-Nova, é uma produção dos jovens deste concelho, com adaptação e direcção das Professoras Olívia Cardoso e Fátima Galhanas, a partir do texto de Jorge Amado. "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá" trata do amor impossível entre um gato e uma andorinha, desenvolvendo temas como o preconceito e a intolerância..."
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