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12 de setembro de 2014

Aldeia da Várzea (Soajo-Arcos de Valdevez)


Um Vira numa aldeia "raiana" onde habitualmente Portugueses e Galegos se juntavam aos Domingos e Dias de Festa para dançar na Eira dos Espigueiros.

3 de março de 2013

Pauliteiros de Algoso - Michel Giacometti



Algoso no presente.

Situada a 13 km de Vimioso, sede de concelho, Algoso assume-se como uma das mais importantes freguesias do mesmo, apresentando um glorioso passado, tendo mesmo sido vila e concelho durante séculos. Sabe-se que em 1291 a comenda de Algoso foi oferecida á Ordem do Hospital por D. Dinis e que em 1480 recebeu foral de D.Afonso V. 
Finalmente em 1855, procedeu-se á extinção do concelho de Algoso, passando a fazer parte de Vimioso. Este passado honroso e importante, simbolizado pela presença do castelo, do pelourinho, dos antigos paços do concelho e das ruínas do convento, pode ser ameaçado caso não se inverta a actual evolução demográfica de Algoso, que aponta para uma grave situação de desertificação e envelhecimento da população. 
Esta realidade é confirmado pelos Censos do INE, que em 1981 registavam 572 habitantes, em 1991 apenas 337 e que nos dias de hoje não andará muito além dos 200 habitantes. 
 Algoso que pelos meados do século XX(1940-1950), tinha uma população á volta de 800 habitantes, viu esta população reduzir drasticamente com a emigração para o Brasil e França nos anos 60. Em termos de caracterização económica da freguesia, a agricultura tem uma importância fundamental, ocupando uma grande parte das terras da autarquia (1.162 hectares), constituindo a ocupação principal de mais de um terço da população activa, a qual se encontra envelhecida. 
O sector é dominado pelo cultivo de cereais, azeite, amêndoa, pela cortiça e pela agro-pecuária, cujo desenvolvimento recente tem sido implementado por investimentos resultantes de iniciativas de jovens agricultores.


as mais importantes da região.

2 de março de 2013

Cristina Branco



O paradoxo na capa de «Alegria» deixa margem para interpretações mas depois de ouvido não há como enganar. É um disco agridoce de heroínas de bairro - todas as personagens são mulheres - em que a narrativa triste tem sempre um fundo de esperança. 
Mesmo quando há um final infeliz e desolado - uma metáfora dos dias conceptualmente bem imaginada por Cristina Branco.
«Alegria» é um disco em que o fado é mera etiquetagem de loja porque a procura por uma canção portuguesa que absorve referências e pratica é liberdade é cada vez mais uma realidade. O oposto de uma sociedade oprimida e triste que canta na Alice de Sérgio Godinho, na Aurora de Jorge Palma ou na Cherokee Louise de Joni Mitchell.

"Alegria" Tour Bélgica
20 Março – Flagey Studio 4 – Bruxelas – 20h15
21 Março – Stadsschouwburg - Mechelen – 20h15
23 Março – De Warande – Turnhout – 20h15
26 Março – Schouwburg - Leuven – 20h00
28 Março – De Spil – Roeselare – 19h15
29 Março – CC Belgica – Dendermonde – 20h00
30 Março - De Roma – Antuérpia – 20h30

24 Março – Voss - Noruega

Vossajazz '13
Park – Vossasalen - 19h00
 

 5 Abril – Lisboa - Portugal

22 de maio de 2012

Em Maio descubra...





O Minho em Lisboa-VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota-27 de Maio 
de 2012



16h00 | Espetáculo Etnográfico
  • ·         Grupo de danças e Cantares Besclore (Organizador)
  • ·         Rancho das Lavadeiras de São Martinho da Grandra (Ponte de Lima)
  • ·         Grupo Folclórico da A.C.R. de Conde (S. Martinho) (Guimarães)
  • ·         Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia (Barcelos)

 

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay