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27 de julho de 2009

«O Flamingo da Asa Quebrada» no Plano Nacional de Leitura



O livro de Augusto Carlos «O Flamingo de Asa Quebrada e Outras Histórias», publicado pela Nova Vaga Editora, acaba de ser aprovado pelo Plano Nacional de Leitura (PNL) LER+.
A obra foi relançada com nova capa e design renovado.
A obra apresenta várias histórias que visam contribuir para uma reflexão «sobre o stress, a vida agitada, a falta de tempo para a família, a fuga para a frente que tem caracterizado a conduta da humanidade nos nossos dias», segundo o divulgado em comunicado.
O autor, natural de Moçambique, convida a tentar perceber porque é que este flamingo «está triste, mesmo vivendo num jardim paradisíaco com um lago e outros pássaros lindos à volta».
Empresário com formação em Engenharia, Augusto Carlos é um apaixonado pela Filosofia. Humanista e pacifista, publicou nove livros: romances, histórias e contos compilados, nos quais aborda temáticas relacionadas com o amor, a paz, a felicidade e o diálogo intercultural.
A sua obra mais recente foi «O Cântico dos Melros». Outro livro está em fase de preparação.

6 de julho de 2009

Falta de água está a reduzir níveis de lagoas em S. Miguel


O nível da água na Lagoa do Fogo, em S. Miguel, desceu para níveis mínimos históricos como consequência da falta de água que já afecta cinco das ilhas açorianas, alertou a associação ecologista Amigos dos Açores.
«Em alguns locais, o recuo das margens da Lagoa do Fogo chega às dezenas de metros, surgindo nas margens agora descobertas algumas espécies invasoras, que chegam até estes locais através das linhas de água», revelou a associação num comunicado enviado à Lusa.
Segundo os ecologistas, o problema não diz apenas respeito à Lagoa do Fogo, afectando outras, como as Lagoas das Empadadas, frisando que «são diversos os relatos de populares que afirmam nunca ter observado as lagoas com tão baixo nível de água».
Os Amigos dos Açores recordam que, nos últimos anos, tem vindo a ser registada uma redução dos índices de pluviosidade, que se reflecte na diminuição do caudal das nascentes, salientando que a falta de água é actualmente um problema reconhecido em cinco das nove ilhas açorianas (Terceira, S. Miguel, Pico, S. Jorge e Graciosa).
«A falta de chuva nos Açores reflecte-se na paisagem, com pastagens cada vez mais secas, as ribeiras e as lagoas com pouca água», refere a associação ambientalista, alertando para o previsível agravamento do problema durante os meses de Verão.
Para inverter este quadro, os Amigos dos Açores apelam à «consciência dos cidadãos», no sentido de um melhor aproveitamento da água, através de «comportamentos responsáveis» no quotidiano.
Por outro lado, os ecologistas defenderam a necessidade de serem combatidas as perdas registadas nos sistemas de abastecimento de água, que chegam a atingir 40 por cento.
A necessidade de uma gestão responsável da água em sectores como a agricultura e a pecuária, foi também defendida pelos Amigos dos Açores para combater o problema da falta de água.
Diário Digital / Lusa

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay