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31 de janeiro de 2014

Sem comentários

Inglaterra: Central de Sellafield encerrada após alto nível de radiação
De acordo com a imprensa local, os responsáveis pela central nuclear orientaram os funcionários para ficar em casa


Apenas uma equipa técnica está a trabalhar normalmente no local a fim de permitir que a central continue a funcionar. As autoridades locais indicaram que não há riscos para os técnicos e para os residentes da zona perto da central.  
Segundo as autoridades, não há registos de fugas radioactivas e a situação está sob controlo.
 Sellafield foi a primeira central nuclear do mundo a fornecer energia eléctrica ao público, mas interrompeu a produção em 2003.  
O local tem sido usado para armazenamento dos detritos nucleares e recuperação do combustível.

Diário Digital 
  •  http://pt.euronews.com/2014/01/31/reino-unido-radioatividade-acima-do-normal-na-central-de-sellafield-/

     http://www.theguardian.com/environment/2014/jan/31/sellafield-nuclear-site-elevated-levels-radioactivity

     http://www.mirror.co.uk/news/uk-news/sellafield-radiation-alert-recap-updates-3095956

     http://news.sky.com/story/1204093/sellafield-nuclear-workers-told-to-stay-home

     

     

22 de outubro de 2013

A EPAL encontrou medicamentos, como antibióticos e anti-inflamatórios, e cafeína na água que abastece Lisboa.

A EPAL encontrou medicamentos, como antibióticos e anti-inflamatórios, e cafeína na água que abastece Lisboa. As quantidades são residuais e estão longe de constituir um perigo para a saúde. Mas a empresa começou a testar regularmente as nove substâncias detectadas. O objectivo é controlar o efeito que os químicos que consumimos podem ter na nossa saúde quando vão parar à água que bebemos
No final dos anos 90, os cientistas americanos fizeram uma descoberta inquietante. As solhas macho que nadavam na Baía de Seattle tinham uma proteína que só costumava estar presente nas fêmeas com ovas. 

Um estudo veio a concluir que esta metaformose se devia à presença na água de hormonas femininas. A culpa era dos resíduos deixados pelas pílulas contraceptivas.

Estes peixes efeminados foram a primeira prova de que os resíduos de medicamentos, hormonas e produtos de higiene pessoal na água podiam ter efeitos claros na saúde de animais e humanos. 
E desde essa altura que os cientistas tentam perceber que vestígios ficam na água que bebemos de todos os produtos químicos que produzimos e consumimos. 

Se é certo que, quer através de descargas quer através de excreções de animais e humanos todos estes produtos acabam nas ETAR (Estações de Tratamento de Águas Residuais), os investigadores querem perceber se os químicos vão mesmo parar à água para consumo.
Em Portugal, a EPAL fez análises para perceber em que níveis de concentração se encontravam os resíduos dos 31 fármacos mais vendidos. 

As amostras foram recolhidas entre Dezembro de 2011 e Janeiro de 2012 e o objectivo era analisar até que ponto os antibióticos, anti-inflamatórios, anti-depresssivos e anti-convulsionantes que consumimos vão parar à água que é distribuída pela rede da empresa que abastece 2,9 milhões de habitantes em 34 concelhos da Grande Lisboa.

De todas as substâncias testadas, foram encontradas nove, das quais só cinco estão em concentrações possíveis de quantificar pelos métodos de análise existente. “Encontrámos cafeína, antibióticos e anti-convulsionantes”, explica Maria João Benoliel, responsável pelo laboratório da EPAL, que olha para os resultados com alívio

“Estamos a falar de nanogramas por litro. São quantidades muito pequenas, todas abaixo dos níveis encontrados, por exemplo, em França ou nos Estados Unidos, com excepção para a cafeína que está em valores semelhantes”. Nenhuma das amostras analisadas pela EPAL continha vestígios de hormonas.

A confiança de Maria João Beneloiel na qualidade da água que sai das torneiras abastecidas pela EPAL é muita, mas isso não faz a responsável pelo laboratório ignorar a presença destes compostos. “Os resultados deixaram-nos muito descansados. Mas integrámos na nossa monitorização habitual análises a estes nove compostos que detectámos neste estudo”.

A análise da evolução da presença destes químicos na água vai permitir perceber alterações de concentração e cruzar dados com outro tipo de investigações científicas para perceber que papel podem ter estes resíduos de produtos que ficam na água no desenvolvimento de algumas doenças. 

Os cientistas querem entender, por exemplo, se o aumento do cancro dos testículos e a diminuição da qualidade do esperma em alguns países pode estar relacionado com a poluição da água com resíduos de produtos como pílulas contraceptivas, shampoos, maquilhagem e produtos de limpeza de pele.

O que fica por saber é se, por exemplo, é possível detectar resquícios de drogas ilícitas nas água da EPAL. “Não fizemos esse estudo. E não conheço análises desse tipo na Europa”, admite a directora de Controlo de Qualidade da Água da empresa que abastece Lisboa.

Em relação à água da EPAL, precaução é a palavra de ordem. “As nossas captações, em Castelo de Bode e Valada (Tejo), estão em locais muito pouco industrializados, onde a contaminação é quase nenhuma. Mas estamos muito atentos à qualidade”, sublinha Maria João Benoliel. A prova disso faz-se todos os dias.
 “Fazemos mais de 400 mil análises a cerca de 10 mil amostras de água por ano. Temos uma preocupação que vai além do que é exigido pelas normas nacionais e comunitárias. Das cerca de 400 substâncias testadas pela empresa só cerca de 100 é obrigatório por lei testar”.

No Laboratório Central da EPAL, nos Olivais, em Lisboa, amostras trazidas das captações em garrafas de um litro de água são, através de métodos de cromatografia, reduzidas a pequenos tubos de ensaio. “O objectivo é aumentar os níveis de concentração para detectar substâncias que de outro modo seria impossível encontrar”, explica a responsável da EPAL, que garante ter ao seu dispor tecnologia ao nível da dos melhores laboratórios do mundo.

“Até hoje, a única substância que encontrámos acima dos valores limite na água da EPAL foi o ferro, que não é prejudicial à saúde”, garante Maria João Benoliel, explicando que o único motivo pelo qual a empresa controla esta substância não tem que ver com os efeitos nos humanos, mas sim na roupa. “Controlamos, porque deixa a água amarela e isso estraga a roupa”.

Resolver o problema pode ser tão simples como deixar a água correr, quando se chega de férias e das torneiras sai um líquido ferrugento. “Normalmente, o ferro acumula-se quando a água fica parada nos canos”.
A engenheira química ainda se lembra da vez em que os resultados das análises do ferro atingiram o pico mais elevado de sempre em Lisboa.

 “Foi numa véspera de Natal e ninguém entendia porque é que a água na zona do Marquês de Pombal tinha tanto ferro”. As equipas de análise mobilizaram-se e encontraram a resposta para o enigma. “Tinha havido umas obras e alguém que fechou uma válvula esqueceu-se de abrir outra para fazer a água circular. O facto de ter ficado parada durante dias nos canos fez com que acumulasse ferro”.

Mesmo que o problema não pareça grave, a EPAL leva sempre a sério os sinais de alerta. “Quando recebemos uma queixa, através das linhas de apoio ao cliente accionamos sempre um procedimento de verificação”, garante Maria João Benoliel, que confessa ter de lidar, por vezes, com situações caricatas. 

“Já aconteceu ligarem a dizer que acham que estão a ser envenenados com arsénio, através da água da rede. E uma senhora uma vez ligou para cá a queixar-se de que a água sabia a mercúrio, seja lá o que for esse sabor”. Em todas as situações, a EPAL envia técnicos ao local para recolher amostras e testar a água. “No final, contactamos sempre os consumidores para lhes explicar os resultados das análises”.
in sol

19 de janeiro de 2013

Portugal enfrenta novo processo de Bruxelas por poluição do ar


A Comissão Europeia vai lançar um novo processo contra Portugal devido à poluição atmosférica, que no limite pode obrigar o país a pagar milhões de euros de multas.
Portugal é um dos 17 Estados-membros aos quais Bruxelas vai avançar brevemente com procedimentos de infracção à legislação europeia nesta matéria, no âmbito de uma série de medidas para dar novo fôlego à política sobre a qualidade do ar. Cartas formais de notificação serão enviadas proximamente aos diversos países.
Portugal é um dos quatro membros da UE que já foram condenados pelo Tribunal Europeu de Justiça pela poluição do ar. No caso português, a sentença, de Novembro passado, concluiu que o país não cumpriu os limites máximos de partículas no ar entre 2005 e 2007. Mas nesta decisão inicial não foi fixada nenhuma pena.
Se o país não convencer agora a Comissão de que fez ou está a fazer tudo para cumprir as normas, o novo processo poderá chegar à barra do tribunal até ao final do ano. Só então, perante uma decisão desfavorável, é que haverá lugar à aplicação efectiva de coimas.
Segundo a fórmula de cálculo utilizada por Bruxelas, o valor máximo de uma multa a aplicar a Portugal por infracção aos tratados ou à legislação europeia é de cerca de 140.000 euros por dia, mais um mínimo fixo de dois milhões de euros. A Comissão abriu há um ano um processo no Tribunal Europeu contra a Polónia, no qual reclama uma multa de 71.521 euros por dia pelo facto do país não ter transposto totalmente a legislação comunitária sobre a qualidade do ar.
Até esta quinta-feira, Portugal não tinha recebido qualquer notificação de Bruxelas, segundo informação do gabinete de imprensa do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território.
in Público

2 de janeiro de 2013

sem comentários

 Pássaro de estimação acorda sua dona toda vez que percebe a pausa na respiração típica da doença



A aposentada Barbara Smith-Schafer, de 62 anos, sofre de apneia do sono — uma doença que impede a respiração quando a pessoa está dormindo e pode ser fatal. A interrupção repentina do ar coloca a vida de Barbara em risco, mas o papagaio africano Dominic, de sete anos, é seu “anjo da guarda”.

— No começo eu ficava bastante irritada quando Dominic me acordava com bicadas no ombro durante a noite. No entanto, mais tarde entendi que ele tentava me manter viva.

Segundo informações do jornal Daily Mail, os primeiros sinais da doença começaram a aparecer em 2009. A apneia do sono é caracterizada pelo ronco alto e pode causar vários problemas de saúde, inclusive Acidente Vascular Cerebral (AVC).

—Eu nunca tinha ouvido falar sobre essa doença. Na verdade, procurei o médico porque estava com incontinência urinária noturna, ou seja, acordava molhada de três a quatro vezes por noite. Só então, recebi o diagnóstico de apneia.
O Dr. Michael Oko, cirurgião otorrinolaringologista e especialista em Apneia do Sono, foi quem detectou a doença. Ele explica que o barulho do ronco é alto e atrapalha o parceiro.

— Muitas vezes, o ronco crônico é visto como um fenômeno inofensivo, mas é extremamente desagradável para o parceiro de cama e precisa ser tratado.
Além de atuar como guardião de Barbara, o papagaio Dominic é bilíngue, ou seja, fala inglês e alemão, e ajudou sua dona a enfrentar o medo de pássaros. Hoje, a aposentada vive com sete papagaios de estimação.
— Dominic é um amor e vai ganhar um presente especial de Natal.

25 de julho de 2012

Superfície gelada da Gronelândia com níveis de degelo "extraordinários"


A NASA confirmou que a capa de gelo que cobre a Gronelândia – desde as suas bordas mais finas até à grossa camada do centro, com quase três quilómetros de espessura – foi este ano alvo de um degelo à superfície.

Em 30 anos de observação por satélite, é a primeira vez que este fenómeno é observado com esta magnitude naquele território autónomo dinamarquês, indica a NASA.

mais in Público

1 de junho de 2012

Alergologistas criticam suspensão de dados da qualidade do ar

A sociedade de alergologia e a Quercus alertaram para a importância da previsão da qualidade do ar, hoje suspensa pela Agência Portuguesa do Ambiente, principalmente para grupos mais sensíveis à poluição, esperando que a informação seja reposta em breve.

 


A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) suspendeu hoje a divulgação daquela previsão, devido a questões processuais, embora mantenha a informação sobre o índice de qualidade do ar, resultante dos dados recolhidos nas estações de monitorização, e os avisos sobre eventuais situações em que sejam ultrapassados os limiares de alerta e a respetiva advertência para as precauções a tomar.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínico, Mário Morais de Almeida, disse à agência Lusa esperar que esta seja "uma situação transitória" que possa ser normalizada "muito em breve".

A qualidade do ar é "algo que é muito importante no impacto na doença do ser humano e na qualidade de vida, é fundamental e não é só para o aparelho respiratório, é também para o cardiovascular e uma série de outras funções do sistema biológico", defendeu.

Para este responsável, "um país desenvolvido tem de conhecer a qualidade da água que consome, dos produtos alimentares e também a qualidade do ar que consome".

A importância da relação entre a qualidade do ar, as variáveis meteorológicas, a poluição e a contaminação pelos pólens, "em conjunto, tem de ser abordada e estar disponível para informação à população, para fazer alertas quando alguns contaminantes atmosféricos estão em concentrações elevadas na atmosfera para a pessoa evitar a exposição", apontou o presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia.

Com estes elementos, os grupos mais sensíveis, idosos, crianças e doentes respiratórios, podem tomar medidas preventivas, expor-se menos, evitar zonas mais poluídas, por exemplo, com mais tráfego automóvel, e beber mais líquidos.

Estas opções "podem melhorar a qualidade de vida e evitar riscos que podem ter efeitos agudos, no próprio dia, mas também ter repercussões ao longo dos anos, com outras complicações a nível cardiovascular", explicou Mário Morais de Almeida.

"Vimos esta suspensão com alguma preocupação, já que o sistema permitia um controlo mínimo da qualidade com tudo o que implica a nível da prevenção da saúde dos cidadãos que circulam nas grandes cidades", disse à Lusa o presidente da associação ambientalista Quercus, Nuno Sequeira.

"Esperamos que esta suspensão sejam efetivamente temporária, como tudo parece indicar, e que o Ministério do Ambiente efetue todas as diligências necessárias para que decorra durante o menor número de dias possível", acrescentou.

Nuno Sequeira acrescentou que esta informação serve de prevenção para os grupos de risco, mas também para que o cidadão adote as suas rotinas, nomeadamente de circulação rodoviária, à situação de partículas em suspensão.

17 de maio de 2012

Abrantes: Níveis elevados de alumínio levam ao corte de água em Alvega

A Câmara Municipal de Abrantes alertou hoje a população da freguesia de Alvega para se abster de consumir ou cozinhar com água da rede pública depois de análises terem detetado níveis elevados de alumínio na água.

A alternativa passa pelos bombeiros municipais de Abrantes, que estão a abastecer as cerca de duas mil pessoas residentes da freguesia com recurso a um autotanque com capacidade para 15 mil litros de água, no período entre as 7.30 e as 19.00.
Em declarações à agência Lusa, a presidente da autarquia disse que os níveis detetados são prejudiciais para a saúde pública tendo alertado que a população daquela freguesia deve abster-se de utilizar a água de rede pública, para beber ou até mesmo para cozinhar, até que os níveis de alumínio registados estabilizem e regressem aos valores normais.
"O tipo de captação, de pequena profundidade, aliada às variações bruscas de temperatura ocorridas nos últimos dias, deixam em suspensão este componente que é prejudicial à saúde", disse Maria do Céu Albuquerque ao salientar que os resultados obtidos através das análises efetuadas não aconselham ao consumo público da mesma.
A mesma responsável disse que a autarquia vai investir numa fonte segura de abastecimento, através da "construção de uma conduta" que já estava prevista no plano de investimentos da autarquia e que vai providenciar o transporte de água da freguesia de Mouriscas, cuja captação é feita a partir da barragem de Castelo do Bode, para Alvega.
A intervenção deverá estar concluída dentro de um mês, sem prejuízo do acesso à rede pública de água poder decorrer a partir do momento que os níveis de alumínio estabilizem.
Diário Digital com Lusa

1 de março de 2012

Seca agrava-se depois de Fevereiro mais seco dos últimos 80 anos


A quantidade de precipitação em todo o país no mês passado foi mínima: apenas 2,2 milímetros, contra cerca de 100 milímetros de valor médio. Nunca choveu tão pouco em Fevereiro desde que há séries fiáveis e comparáveis de registos meteorológicos. Mesmo em 2005, data da última grande seca no país, choveu mais: 19,7 milímetros.
 
Neste momento, a seca meteorológica, medida essencialmente pela quantidade de precipitação, já é pior do qualquer outra situação semelhante na mesma altura, inclusive a de 2005, data da última grande seca no país. Há sete anos, 77% do território continental estavam sob seca “severa” ou “extrema” – os níveis mais graves da escala utilizada pelo Instituto de Meteorologia.


Agora, são 100% – 68% em seca "severa" e 32% em seca "extrema". A situação piorou desde 15 de Fevereiro, data do penúltimo balanço, quando havia 25% do território em seca "moderada", 70% em seca "severa" e 5% em seca "extrema".
Apesar da seca meteorológica ser já pior do que a de 2005, naquela altura as barragens estavam mais em baixo do que agora – pois a falta de chuva já vinha do ano anterior. 

 
Das 57 albufeiras monitorizadas pelo Instituto da Água, seis estão agora abaixo de 40% da sua capacidade – Arade (27%) e Funcho (30%), no Algarve; Paradela (39%), na bacia do Cávado; Vilar-Tabuaço (23%), no Douro; Alto Lindoso (36%), no Lima; e Vale do Rossim (8%), no Mondego. No outro extremo, há 16 albufeiras a mais de 80% da sua capacidade.
Em Fevereiro de 2005, era o contrário: havia apenas sete barragens com mais de 80% de água e 14 estavam abaixo dos 40%. 

mais in Publico 

8 de dezembro de 2011

Japão: Infiltração de água radioativa encerra reator e baixa para oito as unidades em funcionamento

A central nuclear de Mihama, no oeste do Japão, encerrou hoje um dos seus três reatores devido a uma infiltração interna de água radioativa na unidade, o que deixa o país com apenas oito dos seus 54 reatores ativos.
«A Kansai Electric Power Company» (KEPCO), operadora da Mihama, iniciou esta noite os trabalhos para parar manualmente as operações do reator número 2 da fábrica, que foram suspensas finalmente esta madrugada«, informou a cadeia pública NHK.
Segundo a KEPCO, uma falha técnica fez com que, desde o início de novembro, água radioativa vazasse desde a área de pressão para um tanque de armazenamento, criando riscos na produção.
Diário Digital / Lusa


2 de março de 2011

Grupo de Teatro Váatão avança com festival


A associação cultural Váatão vai lançar o primeiro Festival de Teatro de Castelo Branco, que poderá vir a chamar-se “Teatr´albi”, conforme anunciou o seu presidente, Lopes Marcelo.
A iniciativa está agendada para finais de abril e contará, nesta edição zero, com quatro apresentações, duas delas assumidas pelo grupo da casa.
O festival é organizado em parceria com a Cultura_Vibra, agenda cultural de Castelo Branco.
Lopes Marcelo promete sedimentar a iniciativa, até porque Castelo Branco nunca contou com um evento destes, a exemplo de muitas capitais de distrito espalhadas pelo país.
“Este festival nada tem a ver com o Trangalhadanças, um festival de teatro infanto-juvenil, dedicado a um público específico e que, com ou sem o apoio da Direcção Geral de Artes, como no ano transato, vai continuar em novembro, como habitualmente”, refere.
“Rodrigues e Varela Trabalham p´rá Panela”, “O meu Mundo”, “Favas são Favas”, “Casa de Penhores” e “Os Ratinhos” são as peças que o grupo tem disponíveis e preparadas para subir aos palcos.
Para este ano vão estão já em preparação outras peças, como “Cadeiras de Tiago”, de José Pires, uma peça infanto-juvenil, “A cidade sem pássaros”, de Martins Marcelo e o “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, uma aposta muito concreta no publico escolar, que será posteriormente disponibilizada às escolas.
O Váatão quer, ainda, implementar o projeto “Tótó e Palhinhas no hospital, não dói nem faz mal”, uma iniciativa que já conta com um patrocínio empresarial e que será implementada ao longo do ano, de acordo com o Hospital Amato Lusitano, de Castelo Branco.
O presidente da direção do grupo garante que, se o patrocínio melhorar, pode estender-se aos outros hospitais da região.
O grupo tem em curso a iniciativa “Vamos ao Teatro” que vai correr as diversas freguesias dos vários concelhos, que assim o solicitem.

2 de outubro de 2010

Países unem-se dia 10 para defender redução gases efeito estufa


O dia 10 de outubro deste ano foi escolhido por 180 países para a maior ação a favor da redução das emissões de dióxido de carbono
, com iniciativas do Kosovo à Islândia, da Rússia a Portugal.

Na Europa são mais de 45 países, incluindo os Estados membros da União Europeia, a participar nas festas programadas, como aquela a ter lugar em Berlim, ou outra nas Filipinas, onde estudantes vão plantar milhares de árvores.

Em Portugal, Lisboa comprometeu-se a reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa em 10 por cento este ano, uma decisão também tomada pela Cidade do México, segundo a organização do movimento.

Diário Digital / Lusa

30 de julho de 2010

ONU reconhece acesso à água potável como um direito humano


A Assembleia Geral da ONU reconheceu quarta-feira o acesso a uma água de qualidade e a instalações sanitárias como um direito humano.

Após mais de 15 anos de debates sobre a questão, 122 países votaram a favor de uma resolução de compromisso redigida pela Bolívia que consagra este direito, enquanto 41 outros se abstiveram.
O texto «declara que o direito a uma água potável própria e de qualidade e a instalações sanitárias é um direito do homem, indispensável para o pleno gozo do direito à vida».
in Diário Digital



Safe and clean drinking water and sanitation is a human right essential to the full enjoyment of life and all other human rights, the General Assembly declared today, voicing deep concern that almost 900 million people worldwide do not have access to clean water. The text of the resolution expresses deep concern that an estimated 884 million people lack access to safe drinking water and a total of more than 2.6 billion people do not have access to basic sanitation. Studies also indicate about 1.5 million children under the age of five die each year and 443 million school days are lost because of water- and sanitation-related diseases.

17 de julho de 2010

Temperatura em Moscovo atinge máximo de 32 anos

















Os termómetros subiram até aos 33 graus centígrados em Moscovo esta sexta-feira, o valor mais elevado dos últimos 32 anos, informou a agência noticiosa estatal russa MISNA.
De acordo com um perito do centro meteorológico Fobos, a capital russa atingiu os 33 graus às 15:00 horas locais, batendo por 0,2 graus o recorde de 16 de Julho de 1988.
Os moscovitas enfrentam, desde finais de Junho, uma vaga de calor anormal, com as temperaturas a manterem-se acima dos 30 graus há quase três semanas consecutivas.

1 de julho de 2010

Icebergue gigante ameaça mudar correntes marítimas



Um icebergue gigante, praticamente do tamanho do Luxemburgo, separou-se da Antárctica depois de um outro icebergue gigante ter chocado contra este. A sua trajectória em direcção ao sul da Austrália pode alterar as correntes marítimas e em consequência alterar o clima em várias zonas do globo.
Cientistas australianos afirmam que o icebergue dirige-se em direcção ao sul da Austrália, uma zona muito importante para as correntes marítimas, pois é onde se produz um quarto de toda a água densa e gelada do planeta.
A massa de gelo sobre esta zona pode provocar uma desaceleração na produção de água com estas características o que resultar em Invernos mais frios no Atlântico Norte.
Segundo o glaciologista Neal Young as consequências no clima serão graduais e também irá afectar as populações de pinguins e outros animais selvagens que usam esta zona para se alimentarem. 

in Diário Digital

24 de agosto de 2009

Dez mil peixes morrem em rio de Xangai em 5 minutos


Cerca de 10 mil peixes morreram em apenas cinco minutos num dos rios de Xangai por causas desconhecidas, noticiou hoje o jornal oficial Shanghai Daily.
Mais de 100 moradores do município de Sanlin, na zona económica especial de Pudong, começaram a apanhar os peixes que flutuavam ao longo de cerca de 1,5 mil metros do rio para os comer, mas desistiram, alarmados com a grande quantidade de animais que emergiam à superfície.
As primeiras investigações indicam que a causa da morte em massa foi devido à falta de oxigénio, mas os responsáveis ambientais da cidade ainda não sabem o que pode ter provocado o fenómeno, indicou o jornal oficial.
Entre as possibilidades, está a baixa pressão ou o efeito de uma estação de bombeamento de água construída há pouco tempo na parte alta do rio.
A China conta com alguns dos rios mais poluídos do planeta, como é o caso do Yang Tsé na sua foz em Xangai e dos seus afluentes na área.

21 de agosto de 2009

EUA: Todos os peixes de água doce contaminados com mercúrio


Um amplo inquérito dos serviços geológicos norte-americanos mostram que todos os peixes de água doce testados nos Estados Unidos da América contêm mercúrio, uma substância neuro-tóxica potente.
«Os cientistas detectaram uma contaminação de mercúrio em cada um dos peixes testados nas 291 ribeiras e pontos de água em todo o país», confirma o relatório.
Um quarto destes peixes apresenta um nível de mercúrio que excede o considerado «normal» para os humanos e determinado pela Agência Norte-Americana para a Protecção do Ambiente.

6 de julho de 2009

Falta de água está a reduzir níveis de lagoas em S. Miguel


O nível da água na Lagoa do Fogo, em S. Miguel, desceu para níveis mínimos históricos como consequência da falta de água que já afecta cinco das ilhas açorianas, alertou a associação ecologista Amigos dos Açores.
«Em alguns locais, o recuo das margens da Lagoa do Fogo chega às dezenas de metros, surgindo nas margens agora descobertas algumas espécies invasoras, que chegam até estes locais através das linhas de água», revelou a associação num comunicado enviado à Lusa.
Segundo os ecologistas, o problema não diz apenas respeito à Lagoa do Fogo, afectando outras, como as Lagoas das Empadadas, frisando que «são diversos os relatos de populares que afirmam nunca ter observado as lagoas com tão baixo nível de água».
Os Amigos dos Açores recordam que, nos últimos anos, tem vindo a ser registada uma redução dos índices de pluviosidade, que se reflecte na diminuição do caudal das nascentes, salientando que a falta de água é actualmente um problema reconhecido em cinco das nove ilhas açorianas (Terceira, S. Miguel, Pico, S. Jorge e Graciosa).
«A falta de chuva nos Açores reflecte-se na paisagem, com pastagens cada vez mais secas, as ribeiras e as lagoas com pouca água», refere a associação ambientalista, alertando para o previsível agravamento do problema durante os meses de Verão.
Para inverter este quadro, os Amigos dos Açores apelam à «consciência dos cidadãos», no sentido de um melhor aproveitamento da água, através de «comportamentos responsáveis» no quotidiano.
Por outro lado, os ecologistas defenderam a necessidade de serem combatidas as perdas registadas nos sistemas de abastecimento de água, que chegam a atingir 40 por cento.
A necessidade de uma gestão responsável da água em sectores como a agricultura e a pecuária, foi também defendida pelos Amigos dos Açores para combater o problema da falta de água.
Diário Digital / Lusa

20 de maio de 2009

Moita Flores “impiedoso” com responsáveis pela contaminação de água em Pernes


O presidente da Câmara de Santarém anunciou esta terça-feira a abertura de um processo de averiguações para detectar os responsáveis pela anomalia que no dia 9 de Maio causou a contaminação da água da rede pública com esgotos domésticos na zona de Pernes.
Francisco Moita Flores garantiu aos jornalistas que vai ser “impiedoso” com os responsáveis, “sejam eles encarregados, engenheiros ou autarcas”. E assegurou que daqui a 45 dias dará conta do resultado desse inquérito, para o qual já destacou uma engenheira que terá ao dispor todos os meios necessários.
O problema, que obrigou à suspensão do abastecimento de água na zona de Pernes durante alguns dias, deveu-se a infiltrações de esgotos domésticos na água. A ligação entre as duas redes deu-se através de um dreno do furo ligado ao colector de esgotos domésticos em 2002 ou 2003, "aquando da pavimentação da estrada de Pernes pela Estradas de Portugal". Uma decisão errada, já que o entupimento do colector de esgotos nesse sábado provocou um retorno dos efluentes para a caixa do furo, contaminando a água para abastecimento público. O furo foi desactivado logo que se detectou a contaminação e o abastecimento passou a ser garantido por dois furos de reserva, situação que se mantém.
Moita Flores explica que só quis dar explicações públicas sobre o assunto após ter na mão um relatório técnico sobre o caso.
O autarca diz que passou uma das piores semanas desde que chegou à autarquia e sublinha que o problema começou em 2002 e 2003, quando foi repavimentada a Estrada Nacional 3 na zona de Pernes e foram tapadas com uma camada de alcatrão quase todas as caixas de visita ao colector de esgotos.
Com essa medida, deixou de se saber com exactidão onde estavam as caixas e ficou vedado o acesso à rede para inspecções rotineiras e prevenção de eventuais entupimentos.
“Não é possível uma autarquia permitir que façam obras com este nível de desleixo e esta carga de irresponsabilidade. Não houve um responsável da câmara ou dos serviços municipalizados que tenha dito que aquilo não podia ser”, declarou Moita Flores. O autarca aproveitou para pedir desculpas públicas aos moradores das freguesias de Pernes, Achete e São Vicente do Paul “pela negligência e desprezo” manifestados “por pessoas que ainda não conheço”. “Chegou o momento de ir à procura dos responsáveis”, reforçou.
Moita Flores declarou também que a água da rede pública na zona de Pernes oferece novamente todas as garantias para consumo humano e informou que, à partida, não existirá no concelho mais nenhuma situação semelhante à que ali ocorreu.

O MIRANTE

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay