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4 de dezembro de 2008
29 de outubro de 2008
16 de outubro de 2008
Museu de Setúbal acolhe «Instrumentos Tradicionais»

«Instrumentos Musicais Tradicionais Portugueses. Colecção de Albano Almeida» será inaugurada no próximo dia 18 de Outubro, no Museu de Arqueologia e Etnografia de Setúbal.
A exposição apresenta 35 instrumentos, entre aerofones (instrumentos de sopro) e cordofones (de corda), com particular destaque para a guitarra portuguesa.
A inauguração está marcada para as 16:30 e contará com a actuação da Banda do Andarilho e do guitarrista Rui do Cabo.
A exposição apresenta 35 instrumentos, entre aerofones (instrumentos de sopro) e cordofones (de corda), com particular destaque para a guitarra portuguesa.
A inauguração está marcada para as 16:30 e contará com a actuação da Banda do Andarilho e do guitarrista Rui do Cabo.
Clube Ornitológico de Setúbal
18 de agosto de 2008
Rabeca


A palavra rabeca foi usada durante a idade média para designar um instrumento importado do Norte de África. Posteriormente, passou a designar qualquer instrumento folclórico parecido com o violino de fatura popular. De timbre mais baixo que o do violino, tem um som fanhoso e sentido como tristonho.
Suas quatro cordas de tripa são afinadas, por quintas, em mi-lá-ré-sol.
O tocador encosta a rabeca no braço e no peito, friccionando suas cordas com arco de crina, untado no breu. É, com a viola, instrumento tradicional dos cantadores nordestinos.
Em São Paulo, é usada em folganças ou fandango, na folia-do-divino, moçambique, congadas, dança-de-são-gonçalo e folia-de-reis. No nordeste foi popularizada por bandas locais, onde também é fabricada por gente simples do interior de Alagoas como Nelson da Rabeca. Na região Norte é usada nas festividades de São Benedito na cidade de Bragança onde destaca-se como o principal instrumento da festa, é tocada desde 1978 pelo mestre Zito no periodo de 18 a 31 de dezembro.
O tocador encosta a rabeca no braço e no peito, friccionando suas cordas com arco de crina, untado no breu. É, com a viola, instrumento tradicional dos cantadores nordestinos.
Em São Paulo, é usada em folganças ou fandango, na folia-do-divino, moçambique, congadas, dança-de-são-gonçalo e folia-de-reis. No nordeste foi popularizada por bandas locais, onde também é fabricada por gente simples do interior de Alagoas como Nelson da Rabeca. Na região Norte é usada nas festividades de São Benedito na cidade de Bragança onde destaca-se como o principal instrumento da festa, é tocada desde 1978 pelo mestre Zito no periodo de 18 a 31 de dezembro.
Músicas como retumbão, chorado, xote, mazurca e contra-dança fazem parte do repertorio da festa, mais conhecida com o nome de Marujada.
A música de Cabo Verde é sobretudo polifónica, ou seja, a melodia desenvolve-se sobre uma base formada por uma sucessão de acordes. Contrasta assim com a música da África Ocidental, que se caracteriza por uma sobreposição de contrapontos. São poucos os géneros que são monofónicos (batuque, tabanca, colá, e outras melopeias), mas mesmo assim, com o advento de instrumentos eléctricos, e o interesse de músicos novos em fazer ressurgir certos géneros musicais, esses géneros musicais têm sido reinterpretados numa forma polifónica.
As escalas musicais empregadas são escalas musicais europeias. A morna, a coladeira, a mazurca, o lundum, por exemplo, usam frequentemente escalas cromáticas. O funaná, em contrapartida, usa frequentemente escalas diatónicas. As linhas melódicas variam muito, e alguns autores dizem (de um modo bastante impressionístico) que «a melodia lembra as montanhas e as ondas do mar».
Se na melodia e na harmonia nota-se sobretudo a influência europeia, é no ritmo que se nota mais a influência africana. Os ritmos são sincopados, e o emprego simultâneo de vários instrumentos de percussão permite modelos rítmicos complexos. Os géneros musicais têm geralmente compassos pares (binários ou quaternários).
Se na melodia e na harmonia nota-se sobretudo a influência europeia, é no ritmo que se nota mais a influência africana. Os ritmos são sincopados, e o emprego simultâneo de vários instrumentos de percussão permite modelos rítmicos complexos. Os géneros musicais têm geralmente compassos pares (binários ou quaternários).
Só o colá, a mazurca e a valsa é que usam um compasso ternário.
O batuque é o único género que emprega a polirritmia, frequente na música da África ocidental.
Estruturalmente, os géneros musicais articulam-se em estrofes musicais, em que as estrofes principais alternam com o refrão. Só o batuque e a tabanca é que têm uma estrutura de canto e resposta.
Na instrumentação, predominam os cordofones: a guitarra (chamada violão em Cabo Verde), violas de 10 e 12 cordas (chamadas simplesmente violas), o cavaquinho, o violino (chamado rebeca).
Estruturalmente, os géneros musicais articulam-se em estrofes musicais, em que as estrofes principais alternam com o refrão. Só o batuque e a tabanca é que têm uma estrutura de canto e resposta.
Na instrumentação, predominam os cordofones: a guitarra (chamada violão em Cabo Verde), violas de 10 e 12 cordas (chamadas simplesmente violas), o cavaquinho, o violino (chamado rebeca).
13 de agosto de 2008
4 de agosto de 2008
Nuno Cristo

Nuno Cristo, Curtis Andrews & Patrick Boyle
Domingo, 10 de Agosto, 2008
The 32nd Newfoundland & Labrador Folk Festival Bannerman Park, St. John's .
Domingo, 10 de Agosto, 2008
The 32nd Newfoundland & Labrador Folk Festival Bannerman Park, St. John's .
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