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15 de agosto de 2019
9 de outubro de 2018
13 de janeiro de 2018
22 de fevereiro de 2015
19 de fevereiro de 2015
Tonada El Congo - "Códice Trujillo del Perú o Martínez Compañón" (S. XVIII)
EL CÓDICE TRUJILLO DEL PERÚ O CODEX MARTÍNEZ COMPAÑÓN, (S. XVIII)
A finales del siglo XVIII, Baltasar Jaime Martínez Compañón —obispo de Trujillo en el Virreinato del Perú— hizo un viaje de varios años para conocer la región que tenía a su cargo. Tiempo después, cuando tuvo que dejar Trujillo porque fue nombrado arzobispo de Bogotá, Martínez Compañón le envió al rey de España una serie de más de 1.400 ilustraciones, que había hecho durante ése viaje. Estas imágenes, que están actualmente en la biblioteca del Palacio Real de Madrid, se conocen como el "Códice Trujillo del Perú" o "Codex Martínez Compañón".
Dieciocho de las imágenes del códice Trujillo, contienen las partituras de 20 piezas musicales. Son las estampas que van de la E. 176 a la E. 193 del tomo II del códice Trujillo, y corresponden a la música que recopiló el obispo Martínez Compañón en el noroeste del Perú entre 1782 y 1785. Aunque se trata de música escrita según la tradición europea, tiene elementos que provienen de distintas culturas.
Escribe FRANCO DAPONTE [Libreto del CD]: «Sin duda uno de los más grandes aportes a la música en la zona, así lo demuestran las acuarelas, lo realizaron los esclavos africanos.
La procedencia de los esclavos dependía del tipo de labor a realizar en el Nuevo Mundo, es así que para las labores mineras traían esclavos yorubas y para las agrícolas los Bantú. Por ser la zona recorrida por el Obispo eminentemente agrícola, la mayoría de esclavos procedía de Angola y Congo.
La Tonada del Congo (Tomo II, E. 178) da cuenta en el texto de la triste experiencia de un esclavo bozal llegado a la zona. Entre las danzas que llegaron de la zona bantú, las más popularizadas fueron las llamadas de “ombligada” propias de la zona de Luanda (África), que luego denominaron lundum, landó, samba landó, etc. Esta se sincretizó con las danzas populares españolas popularizadas en las tonadillas escénicas del siglo XVIII, como el fandango, la jota, las boleras, etc. Dando origen a variadas formas locales que luego conformaron la generalidad de los “bailes de tierra”, que fueron registrados por el Obispo en acuarelas y transcripciones musicales que llamó tonadas “de canto y baile” clasificadas desde la E. 181 a la E. 185».
Cuando una pieza musical (villancico, tonada…) daba voz a personajes africanos que hablaban en una temprana variedad criolla del castellano o el portugués, a veces mezclando algunas palabras sueltas de la lenguas yoruba o bantú (esta imitación del habla de los africanos, se denominaba “español bozal” o simplemente “bozal”), tendía a incorporar los fuertes esquemas rítmicos de percusión que eran considerados típicos de las danzas africanas, así como efectos antifonales y de responso entre los solistas y el “tutti”, que eran frecuentemente asociados con las ejecuciones vocales de la tradición africana.
https://musicarenacentistaybarroca.wo...
http://es.wikipedia.org/wiki/Baltasar...
Códice Trujillo del Perú (digitalizado) [pulsar en Catálogo]:
http://www.cervantesvirtual.com/porta...
http://www.persee.fr/web/revues/home
3 de outubro de 2014
Donna Tartt - «O Pintassilgo»
Donna Tartt é conhecida no meio literário por escrever um livro a cada década, um período temporal inimaginável nos dias de hoje.
Vencedora do Prémio Pulitzer 2014, «O Pintassilgo», editado pela Presença entre nós, é o mais recente. Apesar das cerca de 900 páginas, vale a pena entrar no seu mundo, um mundo onde a arte e a droga estão muito próximas, mas também a solidão, o desespero, o bullying, a ingratidão, a incompreensão, a bondade,… Mas, principalmente, o sentimento de culpa!
Como um thriller, Tartt começa «O Pintassilgo» com um jovem órfão dentro de um hotel em Amesterdão a tentar compreender os jornais locais. Logo de imediato, a autora aguça o apetite do leitor, que, aos poucos, vai desfolhando com avidez as páginas do seu romance, até ao crucial momento que vai marcar para sempre a vida de Theo Decker (e consequentemente do leitor): a morte da mãe devido a um ataque terrorista em plena Nova Iorque, concretamente no Metropolitan Museum, local onde rouba o quadro «O Pintassilgo», do holandês Carel Fabritius e uma das telas mais enigmáticas da História da pinturamais em
21 de janeiro de 2014
Edgar Allan Poe
Edgar Allan Poe (nascido Edgar Poe; Boston foi um autor, poeta, editor e crítico literário americano, fez parte do movimento romântico americano. Conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores americanos de contos sendo considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por contribuição ao emergente gênero de ficção científica.Ele foi o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difícil.
13 de junho de 2013
Em Mora
Os
cursos de Pintura da Câmara Municipal de Mora – “Cores e Saberes”
encerram mais um ano letivo e para assinalar esta etapa, irá ter lugar
em todas as freguesias uma exposição dos trabalhos realizados pelos
formandos ao longo do último ano.
No próximo sábado, dia 15 de junho, inaugura-se a exposição dos formandos da Freguesia de Cabeção, na Cantina Escolar, pelas 17h30.
Convidamos a estar presente e a visitar estas exposições, são espaços que reúnem trabalhos, muito próprios, feitos por mãos conhecidas do Concelho de Mora.
No próximo sábado, dia 15 de junho, inaugura-se a exposição dos formandos da Freguesia de Cabeção, na Cantina Escolar, pelas 17h30.
Convidamos a estar presente e a visitar estas exposições, são espaços que reúnem trabalhos, muito próprios, feitos por mãos conhecidas do Concelho de Mora.
21 de fevereiro de 2013
some sense
A poesia vai acabar, os poetas
vão ser colocados em lugares mais úteis.
vão ser colocados em lugares mais úteis.
Por exemplo, observadores de pássaros (enquanto os pássaros não acabarem).
Esta certeza tive-a hoje ao entrar numa repartição pública.
Um senhor míope atendia devagar ao balcão;
eu perguntei: «Que fez algum poeta por este senhor?»
E a pergunta afligiu-me tanto por dentro e por fora da cabeça que tive que voltar a ler toda a poesia desde o princípio do mundo.
Uma pergunta numa cabeça.
– Como uma coroa de espinhos:
estão todos a ver onde o autor quer chegar? –
Manuel António Pina
– Como uma coroa de espinhos:
estão todos a ver onde o autor quer chegar? –
Manuel António Pina
12 de fevereiro de 2013
“Desenhar Vila do Conde”
No
dia 16 de Fevereiro de 2013, realizar-se-á o evento “Desenhar Vila do
Conde”, integrado no projecto “Trienal de Desenho Movimento 12”.
Este evento é um convite à população em geral para percorrerem um roteiro pelo Centro Histórico de Vila do Conde.
Iniciar-se-á com uma recepção e concentração no Centro de Memória às 10.00 da manhã. Ao longo do percurso, os participantes passarão pelas ruas do centro histórico a fim de observar/conhecer e desenhar o património.
Surgirão momentos de concentração : 12.00 h – Igreja /Mosteiro de Sta Clara; 14.30h – Capela do Socorro. No final, novo encontro no Centro de Memória às 16.30 h com exposição voluntária dos trabalhos realizados.
Para este evento, o gosto pelo desenho não tem a ver com a idade ou formação, basta comparecer no dia!
“Um Bater de Asas”
Este evento é um convite à população em geral para percorrerem um roteiro pelo Centro Histórico de Vila do Conde.
Iniciar-se-á com uma recepção e concentração no Centro de Memória às 10.00 da manhã. Ao longo do percurso, os participantes passarão pelas ruas do centro histórico a fim de observar/conhecer e desenhar o património.
Surgirão momentos de concentração : 12.00 h – Igreja /Mosteiro de Sta Clara; 14.30h – Capela do Socorro. No final, novo encontro no Centro de Memória às 16.30 h com exposição voluntária dos trabalhos realizados.
Para este evento, o gosto pelo desenho não tem a ver com a idade ou formação, basta comparecer no dia!
“Um Bater de Asas”
8 de outubro de 2012
Participa no IndieLisboa
O IndieLisboa celebra o seu 10º aniversário em 2013 e está a preparar 10 acções especiais que se irão realizar antes, durante e depois do festival com o intuito de marcar este momento.
A primeira iniciativa acontece já em Outubro com o lançamento de um concurso para escolher o design da t-shirt da 10ª edição do festival. Todo o processo irá decorrer online, entre o website e a página de Facebook do IndieLisboa e os fãs do festival vão ser chamados a participar.
Além do design e do cinema, outras áreas da cultura (e não só) serão chamadas a esta celebração que pretende festejar 10 anos de filmes inovadores e desafiantes, abrindo simultaneamente caminho para o futuro do festival.
O grande objectivo é envolver o público actual e potencial do IndieLisboa num programa multifacetado e inclusivo que reflicta a diversidade e abrangência do festival.
As acções específicas dos 10 anos de festival são identificadas por um logotipo especialmente desenvolvido pela agência Leo Burnett Lisboa, parceira do festival que vai estar também encarregue da campanha publicitária da 10ª edição.
As restantes iniciativas do programa comemorativo do 10º aniversário irão sendo reveladas ao longo dos próximos meses e até ao início do IndieLisboa´13, que acontece entre 18 e 28 de Abril.
in diário Digital
21 de julho de 2012
21 de junho de 2012
Avis Rara
Os Gaiteiros de Lisboa apresentam “Avis Rara”, o novo trabalho discográfico onde a ousadia e originalidade são asas da imaginação, numa viagem pela Portugalidade em pleno século XXI.
A acompanhá-los neste périplo, um elenco de convidados de luxo: Adiafa, Zeca Medeiros, Sérgio Godinho, Armando Carvalhêda e Ana Bacalhau.
Dizem-se de Lisboa, mas o reconhecimento vai além-fronteiras como embaixadores e memória viva da nossa identidade musical, com um historial de concertos e sucessos que fala por si (ver documento em anexo).
Editado sob a chancela da d’Eurídice, o braço editorial da d’Orfeu Associação Cultural, este novo disco “Avis Rara” confirma, uma vez mais, como os Gaiteiros de Lisboa têm uma extraordinária capacidade de renovação aliada à qualidade, cada vez mais rara, de artesãos criativos.
Um álbum de 10 novas canções, entre temas originais e cancioneiro popular, que aqui ganham novos voos e nos levam numa viagem por um mundo fascinante de polifonias, poemas e melodias.
19 de junho de 2012
22 de maio de 2012
19 de maio de 2012
15 de maio de 2012
23 de fevereiro de 2012
30 de dezembro de 2011
Para fazer um retrato de um pássaro
Conta-me histórias… Para Fazer o Retrato de um Pássaro
Poeta e argumentista francês, Jacques Prévert é autor do livro de grande sucesso: “Paroles”. Mordicai Gerstein é ilustrador e escritor de livros infantis e realizador de cinema. Ambos se cruzam neste livro feliz e criativo, cheio de cor e sabedoria, tendo como temas de fundo: a liberdade e a natureza, a arte e a criatividade, o desapego e o amor no sentido lato que a nossa existência nos permite dada a continua transformação do que nos rodeia.
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