Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa.Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa.Portugal. Mostrar todas as mensagens

17 de março de 2011

«O Trompete de Miles Davis» em Campo de Ourique

«O Trompete de Miles Davis», de Francisco Duarte Azevedo e editado pela Planeta, é o próximo convidado da iniciativa Conversas na Bulhosa, que decorre segunda-feira, 21 de Março, pelas 18h30, na Bulhosa books & living Campo de Ourique.

«O trompete verde de Miles Davis, em exposição na biblioteca da Universidade de Rutgers, em Newark, é roubado, sem se perceber exactamente como foi possível.
Um detective português emigrado nos EUA, que trabalha por conta própria em pequenos casos de infidelidade, traições e divórcios, é colocado na pista do trompete pelo seu amigo, o reitor da Universidade, mas não se sente nada à vontade fora da sua rotina.
Grande amante de jazz, resquícios de uma mulher americana com quem viveu e lhe incutiu essa paixão, e também grande amante de livros e livrarias»

19 de junho de 2009

Delta Tejo



Os cubanos Orishas, os brasileiros Skank e os portugueses Deolinda são as primeiras confirmações para o Festival Delta Tejo, a realizar nos dias 3, 4 e 5 de Julho.
A terceira edição do evento volta a assentar palco no Alto da Ajuda, em Lisboa, e mantém a aposta em artistas oriundos de países com tradição e ligações à produção e consumo de café.


12 de maio de 2008

Welcome to Lisbon




O seminário é gratuito apenas a inscrição é obrigatória, apareça e aprenda truques e como lidar com o seu papagaio !




18 de Maio de 2008

Entre as 10h e as 17h

Universidade Lusófona em Lisboa


O seminário versará vários tópicos:

Sessão de abertura pela Doutora Laurentina Pedroso



Doutora Isabel Sampaio: 3) Comportamento agressivo dos papagaios e a importância do treino.

Doutor Igor Maskin:
Os 3 componentes básicos do comportamento dos psitacídeos e a sua importância para a saúde psíquica.


1) Os comportamentos que devemos treinar nos nossos papagaios - conselhos práticos sobre os exercícios mais úteis.




2) Abordagem ao voo livre: como escolher os candidatos, como começar, técnicas de recuperação.









14 de março de 2008

Aula Magna recebe I Festival de Flamenco a 25 de Março






















Andalucía


A Aula Magna em Lisboa será cenário do I Festival de Flamenco que começa no próximo dia 25 de Março, com uma exposição de fotografia, e apresentará as três vertentes daquela arte: dança, cante e instrumental.

Além das artes de palco, o Festival, que termina a 19 de Maio, promove palestras, a projecção de filmes e «workshops».
Frederico Carmo, da organização, disse à Lusa que «em Portugal há um cada vez maior interesse pelo flamenco e este festival procura preencher uma lacuna que existe, nomeadamente a falta de espectáculos».
Paco Carvajal, um dos responsáveis do Festival, argumentou que esta é «uma forma de melhor dar a conhecer o flamenco».
Uma exposição de fotografia flamenca de Mário Pacheco, dia 25, abre o festival, que tem o primeiro espectáculo agendado para dia 29 com o guitarrista Pepe Habichuela, apontado por Carvajal «como o último dos clássicos e um das testemunhas do novo flamenco que se faz actualmente em Espanha».
«Habichuela é o último dos clássicos, mas é testemunha do espírito de ruptura e renovação que traz o actual novo flamenco», disse.

Trata-se de uma estreia em Portugal do guitarrista, que iniciou a sua carreira aos 20 anos ao lado de Paco de Lucía, Camaron de la Isla e Enrique Morente.
«Eles abriram caminhos aos novos artistas de flamenco, todos os seus filhos e sobrinhos, por exemplo estão envolvidos nesta renovação», afirmou.
Habichuela apresenta-se com o Josemi Carmon Sexteto.
Carvajal recordou à Lusa o «concerto memorável» que o guitarrista deu o ano passado no Festival Ciutat Velha, em Barcelona, «que terminou com uma ovação em êxtase».
Dia 28 de Março, sempre na Aula Magna, ao Campo Grande, em Lisboa, é exibido o filme «Herencia flamenca de los Ketama», que conta as vivências na música de uma família flamenca, precisamente a de Habichuela.
O filme data de 2004 e foi realizado por Michael Meert.
Mário Pacheco, editor discográfico da Nuevo Médios e fotógrafo, que tem acompanhado várias carreiras de artistas do flamenco, fala, dia 28 pelas 19:00, sobre «Os novos flamencos».

O guitarrista José Manuel Gamboa realiza, também dia 28, uma «workshop» sobre guitarra flamenca e apresenta uma palestra sobre o instrumento.
O festival divide-se em três etapas, realizando-se a primeira em Março, a segunda em Abril, e a última em Maio.
Em Abril sobe ao palco da Aula Magna aquele que Carvajal considera «a máxima figura do flamenco» não cigano, Miguel Poveda.
«Poveda - recordou - foi o primeiro «payo» [nome que os ciganos dão aos não-ciganos] a vencer o prestigiado Prémio Lámpara Minera em 1993, e o ano passado recebeu o Prémio Nacional de Música».
No filme «Fados», de Carlos Saura, Poveda partilha a interpretação de «Meu fado, meu fado» (Paulo de Carvalho) com Mariza.
O «cantaor» actua dia 19 de Abril, na véspera será exibido o filme «Flamenco» de Saura e o catedrático da Universidade de Córdova Faustino Nuñez apresentará uma palestra intitulada «Compreender o flamenco».

6 de março de 2008

ModaLisboa: 30 edições em 17 anos a dar moda à cidade
















A ModaLisboa arrancou oficialmente há 17 anos, e em 30 edições já passou por 14 locais emblemáticos da capital, tendo o ano passado chegado a Cascais. Entre esta quinta-feira e domingo «toma conta» do Casino Estoril.


«Não há edições melhores nem piores, mas há edições que por algum motivo nos ficam na memória».
A frase cabe à «mãe» da ModaLisboa, Eduarda Abbondanza, que, em conjunto com Mário Matos Ribeiro, pôs de pé há 18 anos a iniciativa do género mais importante no nosso país.
A edição zero da ModaLisboa decorreu no Jardim do Tabaco, em 1990, integrada nas Festas da Cidade, mas por ter sido «um ensaio», não entra nas contas. Mas há quem se lembre bem desses dias.
«Foi num cenário humilde, consequência da falta de recursos e meios para a realização do evento», descreveu à Lusa a ex-manequim Maria João Baginha, que na altura sentiu «gratidão e satisfação» por estar a desfilar «obras artísticas» da sua preferência.
A primeira edição devidamente organizada foi no teatro São Luiz.

«Foi extraordinário, as coisas foram até ao limite. Conseguimos parar o trânsito desde o Marquês de Pombal até ao Chiado», recorda Eduarda Abbondanza, que considera que o evento «foi explosivo desde a primeira edição».
«Nas edições seguintes senti que o projecto estava numa energia incessantemente ascendente, em que cada ano que passava acontecia mais arte, mais produção, melhor organização e competência», recorda por seu lado Maria João Baginha.
Quem também participou na primeira edição, e ainda hoje apresenta colecções na ModaLisboa, foi José António Tenente, para quem «o aparecimento da iniciativa foi crucial para o desenvolvimento da moda em Portugal».
«A instituição de um calendário oficial de apresentação das colecções dos designers portugueses veio organizar e profissionalizar um meio que estava no início da sua história», considerou, em declarações à Lusa.
Durante seis edições, Eduarda Abbondanza e Mário Matos Ribeiro organizavam a iniciativa, mas também apresentavam colecções, formando a dupla de criadores Abbondanza/Matos Ribeiro.
«A gestão de equilíbrio entre as duas coisas era muito difícil e muito stressante. Foi possível porque éramos muito novos e a energia estava verdinha», contou Eduarda Abbondanza.
Nessas seis edições a iniciativa funcionava dentro da Câmara Municipal de Lisboa, algo que se tornou um problema e obrigou a uma paragem na realização da ModaLisboa.
«Nas instalações da Câmara não tínhamos um gabinete fixo, nem computadores fixos. Fechávamos uma edição, ia-se tudo embora. Uns meses depois retomávamos e já não tínhamos os mesmos computadores. Perdíamos informação. Há muito pouco histórico dessas seis primeiras edições», explicou.
«O crescimento da ModaLisboa foi tão meteórico que havia necessidade de criar uma estrutura para agarrar o projecto. Por essa razão tivemos de parar em 1993. Para nos reorganizarmos», continuou.
E assim nasceu em 1996 a Associação ModaLisboa.
«Criar a 1ªedição enquanto associação foi tão especial que a Cordoaria Nacional recebeu dez dias de desfiles e uma exposição gigantesca», contou Eduarda Abbondanza.
Além da Cordoaria e do Teatro São Luiz, a mentora da ModaLisboa tem outros locais de eleição, como o Museu de História Natural, o Museu da Electricidade, o Museu da Cidade e o armazém Terlis, onde a iniciativa se realizou durante cinco edições seguidas.
«Foi a única vez em que dominámos o espaço e percebemos que traz muitas vantagens poder trabalhar sistematicamente no mesmo local», afirmou.
Também José António Tenente destaca o armazém Terlis, «porque foram ali realizadas várias edições».
Por razões, emocionais e pragmáticas, Tenente destaca ainda a deslocação para Cascais.
«Nasci, vivo e trabalho aqui e por isso é também muito bom em termos da nossa organização interna», disse à Lusa.
Mas a edição que mais mexeu com os nervos da organização foi a 14ª, que se realizou na Torre Vasco da Gama.
«Íamos dando em malucos. Não havia escadas, só elevadores, que eram minúsculos. A organização teve de utilizar as escadas de emergência como roteiro normal de trabalho. Os elevadores eram impensáveis, demoravam horas e avariavam», descreveu Eduarda Abbondanza.
Como o local vai variando de umas edições para as outras, o primeiro dia funciona sempre como «dia de teste».
«No segundo dia acabamos por rectificar coisas, porque até então não tínhamos tido oportunidade de experimentar o espaço com público De todos os talentos que passaram por todos estes locais, Eduarda Abbondanza destaca três, «aqueles que estão distantes, porque seguiram outros percursos e por essa razão às vezes vem a saudade»: Susana Cabrito, Joana Jorge e Priscila Alexandre.
É com orgulho que Eduarda Abbondanza diz que as três designers de moda, todas vencedoras do concurso «Sangue Novo» da ModaLisboa, estão a trabalhar em grandes marcas internacionais.
«Destaco-as também por saber que a ModaLisboa ajudou na concretização dos seus projectos individuais enquanto designers», acrescentou. Desta quinta-feira a domingo são apresentadas as colecções para o próximo Outono/Inverno 2008/09, no Casino Estoril e no Hotel Real Palácio, no âmbito da 30ª edição da ModaLisboa, a segunda fora da capital.
Diário Digital / Lusa

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay