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27 de julho de 2008

Birds don't just see and hear well, their sense of smell is also highly developed



The sense of smell might indeed be as important to birds as it is to fish or even mammals. This is the main conclusion of a study by Silke Steiger (Max Planck Institute for Ornithology) and her colleagues.
The sense of smell in birds was, until quite recently, thought to be poorly developed. Recent behavioural studies have shown that some bird species use their sense of smell to navigate, forage or even to distinguish individuals. Silke Steiger and her colleagues chose a genetic approach for their study. Their research focused on the olfactory receptor (OR) genes, which are expressed in sensory neurones within the olfactory epithelium, and constitute the molecular basis of the sense of smell. The total number of OR genes in a genome may reflect how many different scents an animal can detect or distinguish. In birds such genetic studies were previously restricted to the chicken, hitherto the only bird for which the full genomic sequence is known.
In addition to the chicken, the researchers compared the OR genes of eight distantly related bird species. They estimated the total number of OR genes in each species' genome using a statistical technique adapted from ecological studies where it is used to estimate species diversity. They found considerable differences in OR gene number between the nine bird species. The brown kiwi from New Zealand, for example, has about six times more OR genes than the blue tit or canary. 'When we looked up the relative sizes of the olfactory bulb in the brain, we also noticed similar big differences between species,' said Steiger. 'It is likely that the number of OR genes correlates with the number of different smells that can be perceived. As the olfactory bulb is responsible for processing olfactory information, we were not too surprised to see that the number of genes is linked to the size of the olfactory bulb.' Wide variation in numbers of OR genes, and sizes of olfactory bulbs, has also been found amongst mammals. The implication of this finding is that different ecological niches may have shaped the OR gene repertoire sizes in birds, as has been suggested for mammals. The high number of OR genes in the kiwi could be explained by this bird's unusual ecological niche. Unique among birds, the nostrils of the night-active kiwi are at the tip of the bill. When kiwis probe the forest floor in search of food, they are guided by smell rather than sight. Indeed the snuffling, nocturnal kiwis are sometimes considered to be New Zealand's equivalent of a hedgehog!
Besides the total number of OR genes, the researchers estimated which proportion of these genes are functional. This was done because, in mammals, a reduced dependence on the sense of smell is associated with OR genes gradually accumulating mutations and so becoming non-functional. For example, in humans, which have a poor sense of smell compared with most other mammals, only about 40% of all OR genes may be functional. However, in the bird species studied by Steiger et al., the large majority of the OR genes were functional, again indicating that the sense of smell is much more important in birds than previously thought.
From the analysis of the chicken genome three years ago a new class of OR genes was found. Now Silke Steiger and her colleagues have shown that this class of genes seems to be a shared feature of all birds, while such OR genes are not found in other vertebrates such as fish, mammals or reptiles. The specific function of this class of bird-specific OR genes remains unknown.
Source: Max-Planck-Gesellschaft

18 de abril de 2008

Associação de surdos quer Estado a comparticipar cães

O presidente da Associação de Surdos do Porto (ASP), Ângelo Costa, defende que o Estado deve comparticipar «na base das ajudas técnicas» os interessados em adquirir cães de assistência a surdos.
«A nossa associação vai fazer força para que de futuro estes processos possam ser comparticipados pelo Estado na base das ajudas técnicas», disse o responsável.

O primeiro cão para surdos - educado pela Ânimas (Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social) - será entregue a um casal de surdos profundos bi-laterais. Armando e Glória Baltazar, residentes em Valongo, recebem no próximo domingo a cadela Lana, uma Pekinois, numa cerimónia a realizar na Quinta do Côvo em Oliveira de Azeméis, na qual está prevista a presença da secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz.

«É um passo importante para uma maior autonomia das pessoas surdas, em especial nos locais públicos onde a sinalização - sobretudo a de alarme - ainda é maioritariamente sonora», salientou o presidente da ASP, salientando que «a Lana vai ajudar a Glória e o Armando a viverem melhor».
Diário Digital / Lusa
18-04-2008 12:28:29

11 de abril de 2008

Richard Melville Hall










Moby cede música inédita a jovens cineastas portugueses.
O músico norte-americano Moby cedeu gratuitamente o tema inédito «Swear» a dois jovens cineastas portugueses, para que a música integrasse a banda sonora da curta-metragem «No Oitavo», que estreia dentro de dois meses.
«Sabíamos que o Moby disponibilizava temas para projectos independentes e sem fins lucrativos, por isso contactámo-lo e enviámos-lhe uma sinopse descritiva», explicou António Aleixo, argumentista e realizador da curta-metragem, à agência Lusa.
«Ele gostou e autorizou que usássemos gratuitamente 'Swear', um tema inédito em álbum que constitui a única música da curta-metragem, pois o resto são arranjos«, acrescentou o cineasta, de 28 anos.
A única exigência feita pelo músico e intérprete norte-americano - cujo nome artístico se deve ao romance »Moby Dick«, do seu tio-tetravô Herman Melville - foi a de voltar a ser contactado se a curta-metragem, que por agora tem em vista sobretudo festivais de cinema, entrasse no circuito comercial.

Em www.mobygratis.com/film-music.html , Moby esclarece que as regras são distintas quando é gerado lucro.
Com duas histórias paralelas que se interrelacionam no fim, »No Oitavo« está em fase de pós-produção e deverá ficar com entre 12 a 15 minutos.
A história conta com desempenhos dos actores Luís Pacheco (Teatro da Malaposta), Duarte Victor e José Nobre (Teatro de Animação de Setúbal) e Alberto Carvalhal (artista de circo que trabalhou com a Circolando e foi um dos fundadores da cooperativa cultural Neocirka).
Segundo António Aleixo, formado em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema, a curta-metragem pretende funcionar como »cartão de visita« da Low Cost Filmes, uma produtora em fase de formalização que tem dois outros projectos em curso.
«Temos em mãos um documentário sobre os mistérios da Serra da Arrábida, com o título provisório de 'Serra Oca' e que deverá estrear em 2009, e um 'mockumentário' (espécie de documentário ficcional) sobre um músico», explicou por sua vez Pedro Soares, de 25 anos, após uma sessão de filmagens em Almada.Co-produtor e anotador em «No Oitavo», Pedro Soares está a terminar o curso de Arquitectura mas, como sempre acompanhou de perto a área do cinema, acabou por se «envolver», tendo já no currículo a participação em três curtas-metragens, duas delas no ano passado.
Em «Ontem, Hoje e Amanhã» (realizada por António Aleixo em 2007) foi produtor e operador de câmara, em «Encontramo-nos onde nos encontramos sempre» (realizada por Sara Galvão em 2007) assumiu o cargo de director de fotografia e em «O X marca sempre o local» (um projecto futuro da Low Cost Filmes) foi argumentista.
Apesar de a equipa da Low Cost Filmes (com trabalhos disponíveis em http://low-cost-filmes.blogspot.com/) assumir a sua preferência por ficções e documentários, a intenção inicial é «apostar nos pequenos formatos, na publicidade para empresas e também no suporte digital, que é um mercado relativamente virgem», afirmou António Aleixo.

«Temos de pensar em algo rentável para reunir um fundo de maneio, pois só com dinheiro e algum tempo livre poderemos dedicar-nos aos outros projectos«, adiantou.
António Aleixo escreveu, realizou e montou as curtas »Ontem Hoje e Amanhã« (finalista do Festival de Microfilmes de Lisboa), »Setúbal, o quê?!« (documentário sobre como os setubalenses vêem a sua cidade, seleccionado em 2007 para o Festroia - Festival Internacional de Cinema, para o FIESA - Festival Internacional de Esculturas na Areia e o Festival Avanca) e »Malus«, que, em 2007, conquistou o prémio de melhor curta digital Sapo Vídeos/Festroia ex-aequo com »Crosswalk«, de Telmo Martins.
Com o curso de realização e produção digital na Restart - Escola de Criatividade e Novas Tecnologias e tendo trabalhado dois anos e meio como técnico de som no laboratório de pós-produção Tobis, António Aleixo vai fazer uma especialização em Realização na Academia de Cinema de Nova Iorque, em Julho.
Pedro Soares foi co-fundador da associação cultural juvenil Experimentáculo e do Clube de Cinema de Setúbal, bem como colaborador do Festroia - Festival Internacional de Cinema, em 2006 e 2007.

24 de março de 2008

Feria de Sevilla 2008






Los orígenes de nuestra Feria de Abril se encuentran en un 25 de agosto de 1846 en que Narciso Bonaplata y José María de Ybarra firmaron una proposición que presentaron al Cabildo Municipal pidiendo autorización para que durante los días 19, 20 y 21 de abril se celebrara una feria anual.
El Cabildo Municipal vio con buenos ojos la iniciativa del vasco y del catalán -curiosamente no fueron andaluces los precursores-, secundada por numerosos ganaderos y agricultores. Así en 1847 se celebra la primera Feria de Abril.
El Cronista Oficial de la Ciudad, el Sr. Velázquez y Sánchez, dejó escrito que "para inaugurar la importante concesión en los días 18, 19 y 20, el Ayuntamiento acordó una Exposición de ganados, con adjusicación de premios en concurso, de toros, bueyes, carneros, caballos sementales y yeguas, admitiéndose a optar al regalo de unas espuelas de plata a jinetes de caballos de escuela española. Concedidos a los ganados los pastos gratuitos de Tablada y el Prado de San Sebastián, se construyeron dos abrevaderos o pilones en San Bernardo y frente al foso de la Fábrica de Tabacos, situándose un café y repostería en tienda espaciosa para comosidad de tratantes corredores y dependientes de los ganaderos, al cuidado de su negocio; instalándose Juzgado especial en la caseta que el Municipio erigió a la salida de la Puerta de San Bernardo. Desde dicha puerta a la inmediata de la Carne (de Min-Hoar en lo antiguo) se establecieron en dos hileras puestos de juguetes, frutas y dulces, y en la acera del Prado, desde el Tagarete hasta San Bernardo, las tiendas de buñolería, bodegones y tabernas; hallándose acomodadas en la calle Nueva (San Fernando), en zaguanes de sus casas, joyerías, roperías, despachos de efectos de modas, novedades y exhibiciones; repartiéndose por los contornos del Prado las máquinas giratorias de caballos y calesas, cosmoramas y el siempre terrible aporreador Don Cristóbal Polichinela con su inseparable Doña Rosita.
El segundo y tercer día de Feria fueron lluviosos, pero se amplió por otro más el mercado.
Conviene destacar que en el programa de la propuesta inicial se indicaba que el 19 de abril de 1847 se concedería un premio de cuatro mil reales de vellón al que presentara el buey de menos de cuatro años que pesara mayor número de libras sobre mil; otro premio de igual cantidad, al mayor buey de cualquier edad. De dos mil reales al mejor lote de diez carneros de dos años; otro igual al lote de diez carneros merinos de mejores lanas. Uno de seis mil reales al mejor toro que se eche en la corrida del día veinte, y otro premio igual al caballo más corredor en la carrera a verificar el día 21 de abril.
Si atendemos a lo que dejó escrito el Cronista, el primer año la Feria contó con tiovivos, bodegones, calesitas, buñoleras, diversos puestos y hasta con una corrida de ocho toros, de las ganaderías de Taviel de Andrade y Curro Cúchares, para Lavi, Juan Lucas Blanco y Manuel Trigo.
Curiosamente en 1848, la Feria se celebró los días 17, 18 y 19, coincidiendo con Lunes, Martes y Miércoles Santo, algo impensable en nuestros días y que fue posible por aquel entonces porque ni el Lunes, ni Martes hacían Estación de Penitencia, solamente salían las de Amargura y el Amor, el Domingo de Ramos.
En 1850 acudieron a la Feria más de sesenta mil cabezas de ganado. Se expidieron licencias para 15 puestos de buñuelos, 34 de turrones y avellanas, 93 para tabernas y p para agua.
En 1856 se pensó en trasladar la Feria al Campo de Marte (de la Plaza de Armas a la Barqueta) y se llegó a llevar el ganado al Prado de Santa Justa y el Cuarto de las Payas, frente a San Juan de Aznalfarache (a orillas del Guadalquivir).
1863 fue el año en el que el Circo Price acude por primera vez a la Calle del Infierno.
En 1864 se queman los primeros fuegos artificiales.
El cambio del alumbrado antiguo de petróleo, por el "moderno" de gas tiene lugar en 1866.
1870 es un duro año políticamente hablando, pero la Feria dura dos días más.
La primera lámoara eléctrica visita la Feria en 1874.
1877 representa el primer año en el que se instalan farolillos de papel. La Reina Isabel II acude a la Feria y disfruta de su ambiente.
En 1885 lo destacable fue que a lo largo de la calle San Fernando se colocaron treinta y cuatro arcos con globos de cristal, que a su vez tenían en su interior luces de gas ardiendo. El efecto fue muy vistoso y llamativo.
1893 representa el año en el que se montan las primeras casetas de los grandes casinos y círculos sevillanos.
En 1894 se hizo la primera convocatoria para el concurso del cartel anunciador de la Feria de Abril. Lo ganó por primera vez Francisco Candela, su premio 500 pesetas.
En 1896, y más concretamente el 18 de abril, se inauguró la famosa pasarela de hierro. En un principio fue iluminada por 798 luces de gas y un arco voltaico, de batería en su cúspide. Fue protagonista de una época, hasta que en 1920 fue demolida. Sus 81.297 kilos de hierro fueron vendisos a precio de chatarra (dos reales el kilo) a un industrial almeriense.
El Círculo Mercantil estrenó caseta de estilo japonés en 1904.

La decoración era de claro estilo nipón, incluso con sombrillas orientales. Ese mismo año los hermanos Alvarez Quintero junto con un grupo de ateneístas, montaron "Los Perros", una caseta que simbolizaba la entrada de un cortijo. Lograron un gran reconocimiento y elogios con su idea, ya que las casetas empezaban a tener matices sevillanos, alejándose de frivolidades orientales.
Fue en 1914 cuando la Feria dura ya cinco días. el primero de ellos se aprovechó para inaugurar el Parque de María Luisa.
En 1916 los Reyes Don Alfonso XII y Doña Victoria Eugenia visitaron por primera vez la Feria de Sevilla.
Los dibujos del pintor Gustavo Bacarisas de las pañoletas unificadas de las casetas del Real son de 1919. Conviene destacar que esta decoración ha marcado un estilo hasta hoy en dí.
La Feria de 1930 coincide con la Exposición Iberoamericana y representa la primera vez que se celebra en su recinto del Sector Sur, trasladándose fuera del Prado.
El 14 de abril de 1931 se proclama la Segunda República y en sólo tres días el Ayuntamiento tuvo que hacer numerosas banderas tricolores.
La Guerra Civil provoca la suspensión de los festejos. Lo único que se celebró fue el mercado ganadero.
La década de los 40 se caracteriza por la penuria económica. La posguerra española está caracterizada por la escasez de alimentos y el racionamiento. La Feria de Abril pierde brillantez.
Es en 1949 cuando se instala la primera portada en la Avenida del Cid.
Desde 1953 la Feria dura seis días.
1964 fue el año del tristemente célebre incendio en el Real. Fueron destruídas 64 casetas, numerosos los heridos y hasta falleció un anciano.
El príncipe de Mónaco y su esposa Grace visitaron la Feria de Sevilla en 1966. También la visitó la viuda del presidente de los Estados Unidos, Kennedy.
1968 fue el año en el que los actuales Reyes de España visitaron el Real de la Feria por primera vez.

Un año muy importante en el devenir futuro de la Feria fue 1973.
El 30 de abril de este año, la Feria abandona el Prado de San Sebastián y se traslada al emplazamiento actual en el barrio de Los Remedios. Con el transcurso del tiempo la realidad superó las previsiones y el recinto actual se ha quedado pequeño. Son más de cuarenta mil metros cuadrados los ocupados y más de un millar las casetas existentes, lo curioso es que es similar el número de las peticiones al Ayuntamiento para instalar casetas en el recinto ferial.
En resumen, la Feria de Abril es una tradición que paraliza Sevilla durante una semana y que provoca que una parte importante de la actividad de la ciudad se lleve a cabo en las numerosas casetas del Real , punto de encuentro no ya de ganaderos que venden sus productos, sino de familias enteras que viven de una manera muy especial la más importante Feria del Mundo, la Feria de Sevilla.



Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay