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11 de abril de 2009

Moçambique: «O Último Voo do Flamingo» está a ser rodado


Marracuene, uma pequena vila a poucos quilómetros de Maputo, segue durante seis semanas as filmagens de «O último voo do flamingo», uma adaptação do livro de Mia Couto com o mesmo nome.
A equipa, dirigida pelo realizador moçambicano João Ribeiro, filma na pequena vila a história de misteriosas mortes de soldados das Nações Unidas, no período após o fim da guerra civil.
A história de Mia Couto passa-se em Tizangara, uma pequena vila, como Marracuene, do interior de Moçambique, poucos meses depois do fim da guerra civil, onde cinco misteriosas explosões matam outros tantos soldados da missão de paz da ONU, restando deles apenas o pénis e os capacetes azuis.
É daí que parte Mia Couto para contar depois a história do oficial de investigação, o italiano Massimo Risi, de Joaquim, o tradutor que na verdade não sabe línguas, de Temporina, uma mulher velha de corpo jovem, ou de Ana Deusqueira, a prostituta da vila. Mas também a história de lutas entre o poder local e tradicional, entre a sociedade ocidental e africana, de mistérios e crenças.

Em Marracuene a população segue atentamente aos primeiros momen

E João Ribeiro mais atento ainda, boné e auscultadores, gritando ordens, mandando repetir cenas, dirigindo uma equipa que ao todo é composta por meia centena de pessoas, sem contar com os figurantes.«Gosto das imagens que Mia Couto deixa passar através do texto. Este é o meu quarto filme com base em textos dele. O texto do Mia é muito descritivo, uma pessoa lê e vê as imagens. Mas há factores como o som, a linguagem, as dimensões... temos de fazer opções e eu não posso e não tenho tempo nem meios para fazer tudo o que está no livro. Por isso fiz as minhas opções, o público dirá se são boas», disse à Lusa.

João Ribeiro fez até agora curtas-metragens e «O último voo do flamingo» é o primeiro grande filme, que quer ver nas salas de cinema antes do próximo Natal.

Diário Digital / Lusa

sexta-feira, 10 de Abril de 2009 | 09:42

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=14&id_news=382331

19 de Março de 2009- canários carmelitas


27 de junho de 2008

High Flying Bird EM CONCERTO








High Flying Bird é um projecto musical de Bruno Lopes. Músico nascido em Lisboa no ano de 1978 mudando pouco tempo depois para a cidade de Barcelos, uma pequena localidade situada no norte do Portugal.Desde de cedo se começou a interessar pelas artes, principalmente literatura e música tendo como principais mentores os poetas da Beat Generation como por exemplo, Jack Kerouac, Willian Burroughs e Allen Ginsberg; os poetas Rimbaud e Walt Whitman e o escritor Hemingway.Estas fortes influências literárias acompanharam as musicais ao mesmo nível: Neil Young, Joni Mitchel, Bob Dylan, Tim Buckley, Tim Hardin, John Martyn e outros artistas na área do folk, Rock e Blues. Por volta de 1995 forma os “The Pisces”, grupo esse que grava dois trabalhos, “Oceans” editado em 1998 e “Inner Truth” editado em 2001.


A banda permite a Bruno Lopes o primeiro contacto com o meio musical português. Em 2002 lança na internet através da página oficial da banda, doze poemas intitulados “Escritos”, poemas e textos em português que poderão ser lidos nesta webpage


Em 2003 surge a vontade de fazer música cuja mensagem fosse mais directa e livre, decidindo por regressar às origens. O sentimento de liberdade, de criar música mais espontânea levam a criar então o projecto High Flying Bird. O nome tem a sua origem numa velha canção folk norte americana, que falava da segregação racial nos E.U.A. na década de 50 e 60.


A música criada pelo projecto é uma mistura simples de voz, poesia, guitarra, harmónica.


Em meados de 2003 lança o ep “Songs of Freedom”, gravado no Oops! Studio num só dia, apenas voz e guitarra.


O ep permite realizar actuações pelos mais variados palcos do país conseguindo obter alguma atenção dos meios de comunicação.


Tendo sido um acontecimento totalmente inesperado mas que foi encarado com algum nervosismo visto que havia algumas arestas a limar.


Em Fevereiro de 2004 grava o ep “Autumn” no Pink Moon Studio com uma produção também limitada mas com as ideias já definidas do que queria para o projecto a nível de estúdio.


Tendo introduzido novos instrumentos como a sitar, sintetizadores e piano nas misturas finais. Estes dois eps permitem que High Flying Bird realize em 2004 cerca de 22 concertos por todo o país a promover dois eps que não se encontravam à venda nas lojas (visto tratar-se de edições de autor), devido ao desinteresse das editoras discográficas.


O interesse do público pelas actuações ao vivo e as 500 cópias esgotadas provocam de certa maneira um saldo positivo.


Em Março de 2005 é editado o trabalho, “Backyard Desert”, desta vez com a produção de Paulo Miranda do AMP Studio. Um trabalho mais elaborado e com alguns elementos novos no universo de High Flying Bird, como a precursão e loops electrónicos.


High Flying Bird lança em Setembro de 2007 o novo album intitulado Escritos.


Lançado pela editora independente Medusa Records egravado em poucas horas pelo produtor Paulo Miranda no Amp Studio em Viana do Castelo.


Um album de dez temas gravados de uma forma directa e espontânea onde cada hesitação, cada variação na voz, cada mudança de volume e cada frase cantada ressoa a um momento privado. È um disco onde é assumida de uma forma cuidada e pela primeira vez, canções em português.


Estes temas surgiram sob a forma de poemas, que tomaram a forma de canções.


O português, porque simplesmente houve a vontade de passar a mensagem a um público mais vasto, sentir a força de cada palavra para assim estabelecer uma forma mais eficaz de comunicação. High Flying Bird encontra-se a apresentar este albúm pelo país na Escritos Tour.

15 de abril de 2008

Laura Bird



Laura is an independent recording artist, performing singer-songwriter, graphic designer, entrepreneur, and acoustic music presenter. Known for her warm, powerful and versatile smoky alto voice, she takes her listeners on journeys through folk-roots, bluegrass to sultry jazz standards.


Born in Kingston, Ontario and growing up in the 1000 Islands, Laura now resides in the town of Orangeville, Ontario. Her songwriting is strongly influenced from her years growing up along the St. Lawrence River. Vignettes of childhood small town life, struggles and triumphs, dreams and desires are all common threads running through Laura's lyrical fabric.
In addition to her work as Artistic Director of the Headwaters Acoustic Music Society in Orangeville, Laura is also a board member with the ArtsCan Circle group, co-founder of the Colleen Peterson Songwriting Award and serves on the Board of Directors with the Ontario Council of Folk Festivals organization.


"Laura Bird exudes warmth, passion and a joyful earthiness. She immediately connects and captivates her audience with pure vocals and impassioned songs of longing, hope, love and loss. A gifted songwriter with a mesmerizing vocal style and percussive guitar playing that tugs at your heart strings and touches your soul."
Kerrene Tilson Artistic Director

Café In The Woods

Manitoulin Island, Ontario

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay