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2 de janeiro de 2009
14 de outubro de 2008
Encontro de Museus da Vinha e do Vinho a 23 e 24 de Outubro

O Museu do Douro anunciou hoje a realização do primeiro Encontro de Museus da Vinha e do Vinho, dias 23 e 24, na Régua.
Neste encontro fonte da organização admite a criação de uma rede museológica ligada à vitivinicultura.
O encontro realiza-se a menos de dois meses da inauguração do edifício-sede do Museu do Douro, na cidade da Régua, prevista para 14 de Dezembro.
Segundo a fonte, o encontro terá como ponto de partida a reflexão sobre a importância dos museus do vinho como estruturas de desenvolvimento.
«O Museu do Douro tem vindo a criar elos de ligação com outros museus que têm como missão o património vitivinícola, quer sejam da região, do resto do país e até do estrangeiro. É muito importante não trabalhar sozinho e estabelecer parcerias», sublinhou o director da unidade museológica, Fernando Maia Pinto.
Natália Fauvrelle, coordenadora do Serviço de Museologia do museu duriense sustentou que «o objectivo do encontro é dar a conhecer diferentes realidades museológicas, de gestão pública ou privada».
«Vamos procurar a partilha de experiências entre as instituições e a abordagem de novas perspectivas profissionais e científicas», disse.
O Encontro de Museus da Vinha e do Vinho vai decorrer no novo edifício do Serviço Educativo do Museu do Douro, que se situa ao lado da sede.
Entre as intervenções previstas para o primeiro dia do encontro destaque para as de Sofia Antunes, Vítor Varela e António Nabais, responsáveis do Museu Rural e do Vinho do concelho do Cartaxo, que vão abordar o tema «Os Museus do vinho como instrumentos de desenvolvimento local no mundo global».
O seminário vai contar também com a participação de uma instituição museológica europeia, através de Claude Josse e Monique Josse, que vão dar a conhecer o trabalho realizado no Museu do Vinho de Paris (França).
O Encontro de Museus da Vinha e do Vinho vai decorrer no novo edifício do Serviço Educativo do Museu do Douro, que se situa ao lado da sede.
Entre as intervenções previstas para o primeiro dia do encontro destaque para as de Sofia Antunes, Vítor Varela e António Nabais, responsáveis do Museu Rural e do Vinho do concelho do Cartaxo, que vão abordar o tema «Os Museus do vinho como instrumentos de desenvolvimento local no mundo global».
O seminário vai contar também com a participação de uma instituição museológica europeia, através de Claude Josse e Monique Josse, que vão dar a conhecer o trabalho realizado no Museu do Vinho de Paris (França).
Entre outros temas em discussão, o destaque vai ainda para o painel «A Rede de Museus do Vinho e as Rotas de Vinho», que terá como orador José Arruda, secretário-geral da Associação de Municípios Portugueses do Vinho.
O segundo dia tem como palco São João da Pesqueira, onde será debatido o futuro núcleo museológico desta vila, que está inserido na rede de pólos museológicos do Museu do Douro, e tem como tema central o vinho do Douro, elemento basilar da economia regional.
Este núcleo terá como objectivo a promoção e divulgação dos vinhos do Douro em colaboração com os produtores, através da sua exposição permanente e de uma programação anual atractiva e dinâmica.
Ainda em São João da Pesqueira, o Museu do Douro inaugura a 24 de Outubro uma exposição sobre diferentes projectos e colecções associadas a diversas regiões vitícolas nacionais.
O segundo dia tem como palco São João da Pesqueira, onde será debatido o futuro núcleo museológico desta vila, que está inserido na rede de pólos museológicos do Museu do Douro, e tem como tema central o vinho do Douro, elemento basilar da economia regional.
Este núcleo terá como objectivo a promoção e divulgação dos vinhos do Douro em colaboração com os produtores, através da sua exposição permanente e de uma programação anual atractiva e dinâmica.
Ainda em São João da Pesqueira, o Museu do Douro inaugura a 24 de Outubro uma exposição sobre diferentes projectos e colecções associadas a diversas regiões vitícolas nacionais.
Nesta exposição estarão representadas quase todas as regiões vitícolas, incluindo os Açores (Museu do Pico - Museu do Vinho) e a Madeira (Museu do Vinho da Madeira).
Participam ainda os museus da Sandeman, Ferreira, Ervamoira, Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, situados no Douro vinhateiro, o Centro Interpretativo da Vinha e do Vinho - Mosteiro de Santo André de Ancêde, bem como museus das regiões dos Vinhos Verdes, do Espumante, da Bairrada e do Cartaxo.
Diário Digital / Lusa
Diário Digital / Lusa
29 de setembro de 2008
Este fim de semana saia de casa.




2ª Grande desfolhada ,concertinas e vinho de Portugal. Apareça ,Veja, Beba e Ouça as aves em Vila Nova de Famalicão!


9 de maio de 2008
27 de março de 2008
19 de março de 2008
Melhor vinho tinto do mundo é português -Syrah 2005 vence Vinailes Internacionales 2008

O vinho Syrah 2005 da Casa Ermelinda Freitas, de Palmela, foi considerado o melhor vinho tinto do mundo pelos enólogos franceses, que saborearam mais de 3 mil vinhos de 36 países.
O vinho de Palmela foi o grande vencedor do Vinailes Internacionales 2008, um evento que se realizou em Paris. O Syrah 2005 foi produzido pela Casa Ermelinda Freitas, sendo que, nos últimos anos, a adega familiar fundada em 1920 conquistou 18 medalhas de ouro, 21 de prata e 14 de bronze em concursos internacionais.

Clube Ornitológico de Setúbal
The name Shiraz and associated legends
It seems that many of the legends of Syrah's origins come from one of its many synonyms - Shiraz.Since there also is a city in Persia/Iran called Shiraz, where the famous Shirazi wine was produced, some legends have claimed that the Syrah grape originated in Shiraz, and was brought to Rhône, which would make Syrah a local French synonym and Shiraz the proper name of the variety.

There are at least two significantly different versions of the myth, giving different accounts of how the variety is supposed to have been brought from Shiraz to Rhône and differing up to 1,800 years in dating this event. In one version, the Phocaeans should have brought Syrah/Shiraz to their colony around Marseilles (then known as Massilia), which was founded around 600 BC. The grape should then later have made its way to northern Rhône, which was never colonized by the Phocaeans.
No documentary evidence exists to back up this legend, and it also requires that the variety later has vanished from the Marseilles region without leaving any trace.
In another version, the person who brought the variety to Rhône is even named, being the crusader Gaspard de Stérimberg, who is supposed to have built the chapel at Hermitage.
Even before the advent of DNA typing of grapes, there were several problems with this legend. First, no ampelographic investigations of the grapes from Shiraz seem to have been made. Second, it is documented that Shirazi wine was white, ruling out the use of dark-skinned grapes such as Syrah, and no known descriptions of this wine's taste and character indicate any similarity whatsoever with red wines from the Rhône. Third, it is highly doubtful if any crusader would have journeyed as far east as Persia, since the crusades were focused on the Holy Land.
The legend connecting Syrah with Shiraz in Iran may however be of French origin, since it is supposed to have been included in a 1826 book called Œnologie Française, although that book used the name Scyras for the grape variety.
Since the name Shiraz has been used primarily in Australia in modern time, while the earliest Australian documents use the spelling "Scyras", it has been speculated (among others by Jancis Robinson that the name Shiraz is in fact a so-called "strinization" of Syrah's name via Scyras. However, while the names Shiraz and Hermitage gradually seem to have replaced Scyras in Australia from the mid-19th century, the spelling Shiraz has also been documented in British sources back to at least the 1830s. So, while the name or spelling Shiraz may be an effect of the English language on a French name, there is no evidence that it actually originated in Australia, although it was definitely the Australian usage and the Australian wines that made the use of this name popular.
Other legends
Another legend of the grape variety's origin, based on the name Syrah, is that it was brought from Syracuse by the legions of Roman Emperor Probus sometime after AD 280. This legend also lacks documentary evidence and is inconsistent with ampelographic findings.
18 de março de 2008
Vinha das Garças - Vinho Regional Terras do Sado


Vinha das Garças - Vinho Regional Terras do Sado "Porque todas as refeições têm um ponto alto... ou dois!"
Vinha das Garças é um vinho proveniente das Terras do Sado, da região de Palmela.
Este vinho Regional, disponível nas referências tinto e branco, é fruto de um rigoroso controle de qualidade o que lhe permite corresponder aos padrões esperados. Vinha das Garças tinto é elaborado a partir de uma cuidada combinação de castas oriundas do Sul de Portugal, predominantemente Castelão (Periquita). Recomenda-se no acompanhamento de pratos de carne, massas, peixes gordos, bacalhau e queijos de cura leve. Para acentuar as qualidades do conjunto, deve ser servido entre os 16° a 18 º C.
Vinha das Garças branco é elaborado a partir de uma cuidada combinação das castas Moscatel e Fernão Pires, produzidas na região de Setúbal com recurso a maceração pelicular e fermentado a baixa temperatura.
Acompanha na perfeição certos pratos de comida Oriental, peixe e frutos do mar.
Para acentuar as qualidades do conjunto deve ser servido entre os 7° a 9 º C. Na opinião do enólogo Mário Machado «Vinha das Garças branco combina a frescura dos vinhos da casta Fernão Pires vindimada no seu ponto óptimo de maturação, com a riqueza aromática e gustativa da casta Moscatel potenciada pela maceração pelicular a que foi sujeita.»
Até ao acto de consumo, a garrafa de Vinha das Garças deverá manter-se de preferência em locais sem contacto directo com a luz e a uma temperatura constante e moderada.
Vinha das Garças Tinto»
Classificação: Vinho Regional Terras do Sado » Tipo: Vinho Tinto » Capacidade: O,75 L e 0,375 L » Segmento: Médio » Castas: Predominantemente Castelão (Periquita) » Cor: Granada » Aroma: Sobressaem os aromas a frutos silvestres » Sabor: Encorpado e aveludado »
Vinificação: Vinho produzido e engarrafado na Região de Origem sob rigoroso controlo enológico. Maceração e fermentação a temperaturas controladas. » Álcool: 13º

13 de março de 2008
Vinhos: Duas mulheres organizam congresso mundial


Fazer a ponte entre as universidades e as empresas de viticultura e enologia é um dos objectivos da VINIDEAs, uma empresa liderada por duas mulheres, que vai organizar em Abril um congresso mundial com os mais prestigiados especialistas internacionais.
A VINIDEAs, empresa de desenvolvimento enológico, vai organizar o Congresso Técnico e Cientifico de Viticultura, a realizar nos dias 22 e 23 de Abril em Vila Real.
Duas mulheres, Leonor Santos, licenciada em Engenharia Agrícola, e Bárbara Sistelo, licenciada em Enologia formaram a VINIDEAs em 2002 com o objectivo fundamental de «divulgar junto dos técnicos e empresas do sector, a investigação que é feita nas universidades».
«O nosso objectivo é fazer a ponte entre as universidades, as empresas e os técnicos de viticultura e enologia de forma a democratizar o acesso à informação científica», explicou Leonor Santos.
As responsáveis deste projecto dizem que «existe uma lacuna em Portugal de cursos técnico práticos nas áreas da vinicultura e enologia» e que a VINIDEAs vem tentar preencher essas falhas.«Consideramos que os cursos são muito teóricos e pouco práticos. Tínhamos técnicos que saíam das universidades com a sensação de que não tinham aprendido nada», afirmou à Lusa Bárbara Sistelo.
Outro objectivo de Leonor e Bárbara é «incentivar as empresas a praticar uma investigação aplicada em conjunto com as universidades».
Incentivar a investigação neste sector de produção em crescimento é outro dos objectivos.
«A junção de sinergias é essencial para a construção de um conhecimento mais prático e efectivo da viticultura. O sector do vinho necessita de um motor de permanente evolução e é a investigação que deve fazer esse papel», explicaram.
Relativamente ao congresso que se vai realizar nos dias 22 e 23 de Abril em Vila Real, as responsáveis afirmam que tem um bom programa e prometem trazer dos «melhores especialistas internacionais da área da Viticultura a Portugal».
Duas mulheres, Leonor Santos, licenciada em Engenharia Agrícola, e Bárbara Sistelo, licenciada em Enologia formaram a VINIDEAs em 2002 com o objectivo fundamental de «divulgar junto dos técnicos e empresas do sector, a investigação que é feita nas universidades».
«O nosso objectivo é fazer a ponte entre as universidades, as empresas e os técnicos de viticultura e enologia de forma a democratizar o acesso à informação científica», explicou Leonor Santos.
As responsáveis deste projecto dizem que «existe uma lacuna em Portugal de cursos técnico práticos nas áreas da vinicultura e enologia» e que a VINIDEAs vem tentar preencher essas falhas.«Consideramos que os cursos são muito teóricos e pouco práticos. Tínhamos técnicos que saíam das universidades com a sensação de que não tinham aprendido nada», afirmou à Lusa Bárbara Sistelo.
Outro objectivo de Leonor e Bárbara é «incentivar as empresas a praticar uma investigação aplicada em conjunto com as universidades».
Incentivar a investigação neste sector de produção em crescimento é outro dos objectivos.
«A junção de sinergias é essencial para a construção de um conhecimento mais prático e efectivo da viticultura. O sector do vinho necessita de um motor de permanente evolução e é a investigação que deve fazer esse papel», explicaram.
Relativamente ao congresso que se vai realizar nos dias 22 e 23 de Abril em Vila Real, as responsáveis afirmam que tem um bom programa e prometem trazer dos «melhores especialistas internacionais da área da Viticultura a Portugal».

Estarão presentes investigadores convidados por nós e também de outras empresas do sector que vêm apresentar as suas inovações. Queremos que seja sobretudo um espaço de convívio que proporcione um ambiente interactivo e dinâmico entre todos os presentes», desejam as organizadoras do evento.
No Congresso estarão presentes, entre outros, a portuguesa Carmo Vasconcelos, residente na Nova Zelândia, uma das investigadoras com maior prestígio internacional, o italiano Fulvio Matti, coordenador do Departamento de Qualidade Agro-Alimentar do Instituto Agrário di San Michele all Adige e os críticos de vinhos Paul White, que colabora com algumas das publicações mais prestigiadas internacionalmente, e Kim Marcus, jornalista e editor da revista Wine Spectator.
No Congresso estarão presentes, entre outros, a portuguesa Carmo Vasconcelos, residente na Nova Zelândia, uma das investigadoras com maior prestígio internacional, o italiano Fulvio Matti, coordenador do Departamento de Qualidade Agro-Alimentar do Instituto Agrário di San Michele all Adige e os críticos de vinhos Paul White, que colabora com algumas das publicações mais prestigiadas internacionalmente, e Kim Marcus, jornalista e editor da revista Wine Spectator.
Links silvestrismo: http://www.jilguero.es/ http://www.todofringilidos.com/Silvestrismo/silvestrismo.htm
http://www.silvestrista.com/default.htm http://members.home.nl/loxia/citril1.htm
4 de março de 2008
Porto: 2.500 vinhos em prova livre a partir de 5ª feira

Dois mil e quinhentos vinhos de 300 produtores de nove países vão estar em prova livre entre quinta-feira e domingo no Palácio da Bolsa do Porto, na quinta edição do Essência do Vinho.
Fonte da organização disse hoje à agência Lusa que vão estar presentes 40 marcas estrangeiras, de França, Espanha, Estados Unidos, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Chile e Argentina.
Fonte da organização disse hoje à agência Lusa que vão estar presentes 40 marcas estrangeiras, de França, Espanha, Estados Unidos, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Chile e Argentina.
Pela segunda edição do Essência do Gourmet, que vai decorrer paralelamente a poucos metros do Palácio da Bolsa, no Mercado Ferreira Borges, vão passar 20 chefes de cozinha, entre os quais cinco estrangeiros, quatro a trabalhar em Portugal e o quinto no Brasil. 

O belga Fabrice Le Nud (eleito Melhor Chefe de Patisserie 2007 do Brasil), o italiano Augusto Gemeli, o filipino René Sandoval, o sérvio Ljobomir Stanisic e o espanhol Jordi Serra vão juntar-se a alguns dos melhores chefes de cozinha portugueses, entre os quais Henrique Sá Pessoa, Vítor Matos e Albano Lourenço, em pequenos cursos e demonstrações de pratos .
Durante os quatro dias, o Essência do Vinho vai ser visitado por um painel de jornalistas estrangeiros, do Reino Unido, Espanha, Brasil, Alemanha, Polónia e Estados Unidos, que vão eleger os 10 melhores vinhos portugueses.
A edição deste ano regista um crescimento de 20 por cento em número de produtores e de 25 por cento em número de vinhos disponíveis para prova.
A edição deste ano regista um crescimento de 20 por cento em número de produtores e de 25 por cento em número de vinhos disponíveis para prova.
Para cativar um público jovem e aumentar a sua ligação com o vinho, a organização vai lançar na edição deste ano, em parceria com a revista Blue Wine, o CD «Wine Music - Chill out for wine moments».
«A música, a comida e o vinho estão muitas vezes presentes no nosso dia-a-dia. O chill out, vertente repousada e atmosférica da música electrónica, é o género musical que melhor acompanha a onda 'trendy' do vinho e da gastronomia», salientam os organizadores.
Este evento é organizado pela Associação Comercial do Porto e pela empresa Essência do Vinho, líder do mercado português de organização de eventos para promoção de vinho e gastronomia.
Este evento é organizado pela Associação Comercial do Porto e pela empresa Essência do Vinho, líder do mercado português de organização de eventos para promoção de vinho e gastronomia.

A empresa investiu na edição deste ano cerca de 500 mil euros, que espera recuperar em receitas de publicidade e na venda de bilhetes, que custam 15 euros por um dia.
A Essência do Vinho prevê facturar este ano 2,25 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 28 por cento relativamente a 2007.
Diário Digital / Lusa
A Essência do Vinho prevê facturar este ano 2,25 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 28 por cento relativamente a 2007.
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