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20 de outubro de 2009
13 de maio de 2009
17 de março de 2009
Naturtejo organiza actividades para Festival da Terra


O geoparque Naturtejo vai participar nas actividades do Festival Europeu da Terra, que decorre em simultâneo nos 32 geoparques da Europa, entre 27 de Maio e 12 de Junho, foi hoje anunciado.
Este ano, o tema do Festival Europeu é «…com a tua Terra», numa alusão a formas de atrair visitantes através do recurso às qualidades de cada território. Entre os destaques do programa está o Trans-Geopark TT, com 25 grupos participantes.
Este ano, o tema do Festival Europeu é «…com a tua Terra», numa alusão a formas de atrair visitantes através do recurso às qualidades de cada território. Entre os destaques do programa está o Trans-Geopark TT, com 25 grupos participantes.

«As emissões de carbono efectuadas durante o passeio turístico serão compensadas com a plantação de azinheiras, sobreiros e choupos em áreas públicas ardidas de Salvaterra do Extremo e Rio Erges», revelou o geoparque.
A recriação da festa anual do Bodo, uma «ultra-maratona internacional» em BTT, com etapas que atingem 50 a 150 quilómetros de extensão, fazem também parte do programa, «que ainda não está fechado» e deverá ser apresentado na segunda semana de Abril.
Haverá muitas actividades abertas às escolas do país», acrescentou a Naturtejo
Geopark Naturtejo abrange os municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão e no último ano organizou, «em duas semanas, 22 eventos que entusiasmaram mais de 6.000 participantes oriundos do país e até mesmo da Austrália», revelou.
11 de março de 2009
Sai do trabalho e aparece ! sai da rotina !

Aparece sem cerimonias!
Stonebones e Bad Spaghetti - Blue Grass for the masses - 4ª feira no Chiado!
26 de fevereiro de 2009
19 de fevereiro de 2009
Festival itinerante de jazz regressa a Odemira dia 21
O Festival Portugal Jazz já tem em agenda a edição em Odemira, a decorrer dia 21 de Fevereiro, no Cine-Teatro Camacho Costa. O Septeto do Hot Clube de Portugal vai protagonizar dois concertos, às 16:00 e às 21:30.

O septeto é composto por Bruno Santos, na guitarra, direcção musical e composição; Pedro Moreira, no saxofone tenor; João Moreira, no trompete; Luís Cunha, no trombone; Rodrigo Gonçalves, ao piano e Fender Rhodes, Demian Cabaud, no contrabaixo; e André Sousa Machado, na bateria.
O grupo é formado por docentes da Escola de Jazz Luíz Villas-Boas, a formação assume-se como grupo de reportório, que abrange obras de compositores marcantes, desde a década de 1920, com Louis Armstrong; ao jazz «neo bop» mais recente, com Art Blakey, Wayne Shorter ou Thad Jones, segundo o divulgado em comunicado.
O concerto que começa às 16:00 horas é comentado e contará com a presença de Bernardo Moreira, presidente da direcção da Escola do Hot Clube de Portugal.
A iniciativa decorre com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

O septeto é composto por Bruno Santos, na guitarra, direcção musical e composição; Pedro Moreira, no saxofone tenor; João Moreira, no trompete; Luís Cunha, no trombone; Rodrigo Gonçalves, ao piano e Fender Rhodes, Demian Cabaud, no contrabaixo; e André Sousa Machado, na bateria.
O grupo é formado por docentes da Escola de Jazz Luíz Villas-Boas, a formação assume-se como grupo de reportório, que abrange obras de compositores marcantes, desde a década de 1920, com Louis Armstrong; ao jazz «neo bop» mais recente, com Art Blakey, Wayne Shorter ou Thad Jones, segundo o divulgado em comunicado.
O concerto que começa às 16:00 horas é comentado e contará com a presença de Bernardo Moreira, presidente da direcção da Escola do Hot Clube de Portugal.
A iniciativa decorre com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

17 de janeiro de 2009
15 de janeiro de 2009
Mérida acolhe I Encontro luso-espanhol de Museus
Quarenta directores de museus portugueses e espanhóis reúnem-se em Mérida no final do mês para «estreitar as relações bilaterais e favorecer os projectos conjuntos», disse à Lusa fonte do Instituto de Museus e Conservação (IMC).
O I Encontro luso-espanhol de Museus acontecerá de 27 a 29 deste mês e está estruturado em três sessões: apresentação das respectivas redes de museus, projectos com interesse no âmbito da documentação e difusão das colecções on-line, e a terceira, destinada à constituição de grupos de trabalho.
Relativamente a esta terceira parte será possível «aprofundar os temas tratados nas sessões anteriores ou apresentar novos por proposta dos participantes», explicou a mesma fonte que sublinhou tratar-se de «uma reunião de trabalho».
Participam na reunião, por convite, directores e profissionais de museus espanhóis dependentes do Ministério de Cultura e das comunidades autónomas da Galiza, Castela e Leão, Estremadura, e Andaluzia, e dos museus do IMC que integrem a Rede Portuguesa de Museus.
Relativamente a esta terceira parte será possível «aprofundar os temas tratados nas sessões anteriores ou apresentar novos por proposta dos participantes», explicou a mesma fonte que sublinhou tratar-se de «uma reunião de trabalho».
Participam na reunião, por convite, directores e profissionais de museus espanhóis dependentes do Ministério de Cultura e das comunidades autónomas da Galiza, Castela e Leão, Estremadura, e Andaluzia, e dos museus do IMC que integrem a Rede Portuguesa de Museus.
Entre os 20 participantes portugueses estão o director e a sub-directora do IMC, respectivamente Manuel Bairrão Oleiro e Clara Frayão Camacho, a directora do departamento de património móvel do IMC, Amélia Fernández, ou os directores dos museus Monográfico de Conimbriga, Virgílio Correia, de Évora, Joaquim Caetano, de Portimão, José Gameiro, ou de Faro, Dália Paula.
A legação espanhola inclui, entre outros, José Jiménez, director-geral de Belas Artes e Bens Culturais, Santiago Palomero, subdirector geral dos Museus Estatais, ou ainda Felipe Árias, director-geral de Património Cultural da Junta da Galiza ou Pablo Hereza, chefe do Departamento de Gestão de Fundos Museológicos da Junta da Andaluzia.
Diário Digital / Lusa
A legação espanhola inclui, entre outros, José Jiménez, director-geral de Belas Artes e Bens Culturais, Santiago Palomero, subdirector geral dos Museus Estatais, ou ainda Felipe Árias, director-geral de Património Cultural da Junta da Galiza ou Pablo Hereza, chefe do Departamento de Gestão de Fundos Museológicos da Junta da Andaluzia.
Diário Digital / Lusa
14 de janeiro de 2009
Verdes Anos

Verdes Anos fado group is a Portuguese musical group founded in 1996, known for performing and popularizing Coimbra Fado and the Portuguese guitar. Coimbra Fado is a genre of fado originating in the city of Coimbra, Portugal.
This fado is closely linked to the academic traditions of the University of Coimbra; both the singers and musicians wear the black cape during perfomance, the remaining part of the students outfit.
Traditionaly it is sung at night, almost in the dark, in city squares, streets, or fado houses.
Fado is nevertheless becoming more popular among enthusiastic listeners, making its step to highly respected concert halls all over the world.
Medidas excepcionais para evitar destruição de áreas agrícolas nos concelhos da Madeira
Caça ao pombo torcaz

A A Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais vai dar início a uma operação excepcional de abate controlado do pombo torcaz com vista a minimizar os estragos causados nos campos agrícolas de muitos concelhos da ilha da Madeira, principalmente em São Roque do Faial, uma espécie protegida que aumentou consideravelmente nestes últimos meses.Esta medida, segundo um comunicado divulgado pela SRARN, idêntica a outras já tomadas em 2004, por despacho nos termos da lei aplicável, “é baseada num parecer técnico do Serviço do Parque Natural da Madeira e permitirá conciliar a defesa dos interesses dos agricultores da Região com a manutenção da população do Pombo Torcaz, dado que esta seja prejudicada na sua área de distribuição natural e não conduzirá a qualquer degradação da conservação da espécie”.Manuel António Correia é de opinião que a grande quantidade de pombos que surgiram nestes últimos meses significa que a espécie está em crescimento novamente e procura alimento nas áreas agrícolas. A experiência de 2004 em que se verificou o mesmo problema, segundo o secretário regional, “significa que a questão fundamental em termos de ambiente é ter a população protegida, agindo de forma controlada no abate selectivo e localizado de algumas aves, assim como proceder a medidas que levem ao afugentamento e ao regresso às origens do pombo torcaz, utilizando para o efeito os meios adequados.
A nota de imprensa indica os requisitos a ter em conta no abate daquelas aves, cingindo-se em caso de comprovado prejuízo para as culturas agrícolas e mediante acompanhamento do Serviço do Parque Natural da Madeira (SPNM); quando se encontrem nas áreas agrícolas e nunca no seu habitat natural, ou seja, nas áreas de floresta; por funcionários da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, designadamente do Serviço do Parque Natural da Madeira e Direcção Regional de Florestas e, mediante coordenação do Serviço do Parque Natural da Madeira, que será responsável pela apresentação dos relatórios a enviar à Comissão.Em paralelo, o Serviço do Parque Natural da Madeira vai implementar equipamentos “espanta pássaros a gás” que têm vindo a ser gratuitamente instalados, colocação gratuita de redes de cobertura num maior número de campos agrícolas e a utilização de novos equipamentos e metodologias, ainda não experimentadas, para afugentar aves.

A A Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais vai dar início a uma operação excepcional de abate controlado do pombo torcaz com vista a minimizar os estragos causados nos campos agrícolas de muitos concelhos da ilha da Madeira, principalmente em São Roque do Faial, uma espécie protegida que aumentou consideravelmente nestes últimos meses.Esta medida, segundo um comunicado divulgado pela SRARN, idêntica a outras já tomadas em 2004, por despacho nos termos da lei aplicável, “é baseada num parecer técnico do Serviço do Parque Natural da Madeira e permitirá conciliar a defesa dos interesses dos agricultores da Região com a manutenção da população do Pombo Torcaz, dado que esta seja prejudicada na sua área de distribuição natural e não conduzirá a qualquer degradação da conservação da espécie”.Manuel António Correia é de opinião que a grande quantidade de pombos que surgiram nestes últimos meses significa que a espécie está em crescimento novamente e procura alimento nas áreas agrícolas. A experiência de 2004 em que se verificou o mesmo problema, segundo o secretário regional, “significa que a questão fundamental em termos de ambiente é ter a população protegida, agindo de forma controlada no abate selectivo e localizado de algumas aves, assim como proceder a medidas que levem ao afugentamento e ao regresso às origens do pombo torcaz, utilizando para o efeito os meios adequados.
A nota de imprensa indica os requisitos a ter em conta no abate daquelas aves, cingindo-se em caso de comprovado prejuízo para as culturas agrícolas e mediante acompanhamento do Serviço do Parque Natural da Madeira (SPNM); quando se encontrem nas áreas agrícolas e nunca no seu habitat natural, ou seja, nas áreas de floresta; por funcionários da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, designadamente do Serviço do Parque Natural da Madeira e Direcção Regional de Florestas e, mediante coordenação do Serviço do Parque Natural da Madeira, que será responsável pela apresentação dos relatórios a enviar à Comissão.Em paralelo, o Serviço do Parque Natural da Madeira vai implementar equipamentos “espanta pássaros a gás” que têm vindo a ser gratuitamente instalados, colocação gratuita de redes de cobertura num maior número de campos agrícolas e a utilização de novos equipamentos e metodologias, ainda não experimentadas, para afugentar aves.
De acordo com o comunicado, estas medidas vão vigorar até Julho de 2009, a partir da qual seguir-se-á, em Agosto, a um novo censo à população a fim de ser determinado a eventual continuação ou não das medidas ora adoptadas.
12 de janeiro de 2009
Portugal Rebelde ! com Joias ?

Pedro Jóia, apresenta-se em concerto no dia 17 de Janeiro no Auditório do Centro Cultural de Belém.
O guitarrista será acompanhado pela a Orquestra de Camara Meridional.
O guitarrista será acompanhado pela a Orquestra de Camara Meridional.
9 de janeiro de 2009
8 de janeiro de 2009
“Amália” já está nos cinemas
O filme, apresentado como uma biografia ficcionada da fadista Amália Rodrigues, custou cerca de três milhões de euros, foi rodado este Verão e contou no elenco com mais de 40 actores e 1300 figurantes.

As filmagens decorreram em mais de 85 décors e em 45 locais diferentes, para recriar cenas de época e locais onde Amália viveu e actuou, como o Olympia, de Paris, e o Brasil, onde viveu.
Todos os 22 fados interpretados no filme foram restaurados e remasterizados a partir dos originais interpretados por Amália. A banda sonora inclui ainda composições originais de Nuno Maló.
Além de se estrear em 66 salas portuguesas, o filme tem já garantida distribuição internacional, em países como China, Holanda e Bélgica, onde Amália Rodrigues fez sucesso.Também está garantida a estreia no Médio Oriente, da Arábia Saudita ao Egipto e aos Emirados Árabes Unidos, onde a fadista foi comparada à diva da canção árabe Umm Kholtoum.
Em 2009, quando se assinalarem dez anos da morte de Amália Rodrigues, o filme será exibido numa mini-série na RTP de dois episódios de 90 minutos.
clic na imagem.
2 de janeiro de 2009
19 de dezembro de 2008
Welcome to Lisbon


Da Weasel no Terreiro do Paço.
A banda portuguesa vai actuar ao vivo na passagem de ano, subindo ao palco instalado no Terreiro do Paço logo depois do fogo-de-artifício que assinala a transição para o ano de 2009.
Douro: Real Companhia Velha cria percursos pedestres

A Real Companhia Velha (RCV) está a organizar percursos pedestres que atravessam duas das principais quintas da maior e mais antiga proprietária do Douro, e levam os visitantes através de vinhas com 70 anos, muros de xisto antigos e encostas com 65 graus de declive.
Pedro Silva Reis, presidente da junta de administração da RCV, foi o guia de um dos primeiros grupos, composto por jornalistas, a percorrer as quintas das Carvalhas e do Ventozelo.
As duas quintas formam um contínuo junto ao rio Douro, onde impera a privacidade, já que não há estradas públicas, e a beleza do coração da paisagem classificada como Património Mundial da Humanidade.
«Temos várias possibilidades de percursos. O conjunto das duas quintas é muito vasto, atinge cerca de mil hectares com mais de 50 quilómetros de caminhos dentro da propriedade a propor», salientou.
A RCV tomou posse da Quinta do Ventozelo a 28 de Agosto, concretizando assim um sonho com 50 anos por parte dos seus proprietários. O programa proposto pela RCV custa 30 euros e inclui os passeios, almoço tradicional e provas de vinho.
Pedro Silva Reis, presidente da junta de administração da RCV, foi o guia de um dos primeiros grupos, composto por jornalistas, a percorrer as quintas das Carvalhas e do Ventozelo.
As duas quintas formam um contínuo junto ao rio Douro, onde impera a privacidade, já que não há estradas públicas, e a beleza do coração da paisagem classificada como Património Mundial da Humanidade.
«Temos várias possibilidades de percursos. O conjunto das duas quintas é muito vasto, atinge cerca de mil hectares com mais de 50 quilómetros de caminhos dentro da propriedade a propor», salientou.
A RCV tomou posse da Quinta do Ventozelo a 28 de Agosto, concretizando assim um sonho com 50 anos por parte dos seus proprietários. O programa proposto pela RCV custa 30 euros e inclui os passeios, almoço tradicional e provas de vinho.
Segundo Pedro Silva Reis, os percursos podem ser definidos em função de cada grupo, dependendo da idade, vontade de caminhar e até da sua coragem: é que algumas das vinhas estão plantadas em encostas com 65 graus de inclinação.
O responsável destaca dois pontos de «excelência» para a observação da propriedade, nomeadamente o monte das Carvalhas, que está a 600 metros de altitude e onde se desfruta de uma paisagem a 360 graus, e o monte de Ventozelo, onde se desfruta de uma paisagem a 180 graus.
A RCV está apostada em divulgar o Douro de Inverno e fugir à sazonalidade que caracteriza este território, que regista picos de visitantes na época das vindimas.
«Nós não temos uma vocação hoteleira, nem queremos ter, e por isso pensamos numa outra forma de abrir as portas aos turistas», explicou.
A solução encontrada pela empresa para dinamizar o Douro e criar actividades que entretenham os turistas é, segundo o responsável, «simples e ecológica».
O responsável destaca dois pontos de «excelência» para a observação da propriedade, nomeadamente o monte das Carvalhas, que está a 600 metros de altitude e onde se desfruta de uma paisagem a 360 graus, e o monte de Ventozelo, onde se desfruta de uma paisagem a 180 graus.
A RCV está apostada em divulgar o Douro de Inverno e fugir à sazonalidade que caracteriza este território, que regista picos de visitantes na época das vindimas.
«Nós não temos uma vocação hoteleira, nem queremos ter, e por isso pensamos numa outra forma de abrir as portas aos turistas», explicou.
A solução encontrada pela empresa para dinamizar o Douro e criar actividades que entretenham os turistas é, segundo o responsável, «simples e ecológica».
«As caminhadas são forma mais espectacular e mais actual de se desfrutar do campo e da montanha, da paisagem duriense e da gastronomia da região», salientou.
Pedro Silva Reis quer proporcionar aos visitantes a possibilidade de verem o Douro por dentro, todo o ambiente de quinta, com os trabalhos da vinha como a poda, a escava ou a apanha da azeitona ou a reconstrução dos tradicionais muros de xisto, e os melhores ângulos da paisagem duriense.
Pela Quinta das Carvalhas estão ainda espalhados espaços-jardins, que foram construídos com pedras de granito antigas e esteiros de xisto e onde foram plantadas várias plantas e ervas.
Pedro Silva Reis diz que a empresa inventou ainda um sistema de valetas à base de xisto, que contorna a estrada e foi pioneira em acabar com o pó na quinta, tendo para o efeito asfaltado oito quilómetros de caminhos nas Carvalhas.
Pedro Silva Reis quer proporcionar aos visitantes a possibilidade de verem o Douro por dentro, todo o ambiente de quinta, com os trabalhos da vinha como a poda, a escava ou a apanha da azeitona ou a reconstrução dos tradicionais muros de xisto, e os melhores ângulos da paisagem duriense.
Pela Quinta das Carvalhas estão ainda espalhados espaços-jardins, que foram construídos com pedras de granito antigas e esteiros de xisto e onde foram plantadas várias plantas e ervas.
Pedro Silva Reis diz que a empresa inventou ainda um sistema de valetas à base de xisto, que contorna a estrada e foi pioneira em acabar com o pó na quinta, tendo para o efeito asfaltado oito quilómetros de caminhos nas Carvalhas.
A caminhada nestas duas propriedades dá uma amostragem do Douro e do que ele tem de mais belo para mostrar. Dificilmente num outro ponto do Douro se consegue ver tanto em tão pouco tempo», frisou.
Por enquanto as caminhadas serão sempre acompanhadas com um guia, mas, segundo o responsável, depois de instalada a sinalética nas quintas, as visitas poderão ser feitas individualmente.
Apesar de já ter mais de 250 anos de existência, a RCV é uma empresa apostada na inovação e por isso mesmo criou a «Caipiroyal» um «conceito inovador e moderno» com objectivo de «aproximar» o vinho do Porto da juventude, que é feita com Royal Oporto Extra Dry White, com gelo picado, açúcar, limas e fruta à escolha (morango, ananás ou limão).
Por enquanto as caminhadas serão sempre acompanhadas com um guia, mas, segundo o responsável, depois de instalada a sinalética nas quintas, as visitas poderão ser feitas individualmente.
Apesar de já ter mais de 250 anos de existência, a RCV é uma empresa apostada na inovação e por isso mesmo criou a «Caipiroyal» um «conceito inovador e moderno» com objectivo de «aproximar» o vinho do Porto da juventude, que é feita com Royal Oporto Extra Dry White, com gelo picado, açúcar, limas e fruta à escolha (morango, ananás ou limão).
18 de dezembro de 2008
14 de dezembro de 2008
4 de dezembro de 2008
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