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29 de maio de 2012

Giros Positivos = Cantos Positivos



As Castanholas são um canto de ritmo semi continuo, timbre ou sonoridade oca e texto fonético limitado composto pelas consoantes "C", "L", y "K", nunca "CH", e da vogal "A" (ex.: clakclakclak...).
A estrutura desta variação coincide com a dos cloqueios, se bem as castanholas se emitem com ritmo semi continuo, de cadencia, geralmente, mais rápida que os cloqueios e no seu texto fonético intervêm a vogal "A" em lugar da "O" ou a "U".
Como no caso de outros cantos que tomam o nome pela semelhança do seu som com o de algum instrumento musical, o som  das castanholas deve fazer-nos  relembrar o do típico e tradicional instrumento do folclore espanhol.

VALOR POSITIVO: Até 9 Pontos

21 de maio de 2012

Giros Positivos

    Servem para este epígrafe os conceitos apontados para o anterior, já que a única diferença que existe entre ambos encontra-se, fundamentalmente, no ritmo de emissão; que no caso dos floreios lentos tem que ser discontinuo. Os floreos lentos constituem a parte mais bela e musical do canto do nosso canário,até o ponto de poder afirmar que trata-se da variação que reina do canário de Canto Timbrado Espanhol.
    VALOR POSITIVO:  Até 27 Pontos.

23 de abril de 2012

O CANÁRIO DE CANTO TIMBRADO ESPANHOL.


A origem da nossa raça  remonta-se no momento mesmo em que se começou a trazer o canário silvestre para Espanha, concretamente a Castela, entre os finais do século  XIV e princípios do século XV. O principal  atrativo do canário silvestre era o seu canto e neste aspeto é de supor que se centraria a sua seleção desde os inícios da sua criação em cativeiro.
Poucos dados dispomos acerca de aqueles primeiros canários domésticos, mas com o tempo e, supomos, com uma seleção dos cantores mais aptos, conseguiu-se um tipo de canários muito apreciado pelo seu canto e que se deu em chamar canário do Pais. 
Algumas zonas são citadas como focos de criação mais importantes, entre elas Andaluzia, Astúrias e Catalunha.
Especialmente famosos foram os canários da localidade catalã de Vich, aos que se descreveram como aqueles "cujo meritório canto era apreciado fora das nossas fronteiras por não emitir notas desagradáveis e sim, em troca, abundância de variações bem vocalizadas e moduladas,num repertório contrastado de tonalidades diversas, no qual (...) expressavam, estrofes completas do canto do rouxinol  emitidas com discreta sonoridade e delicados tons de voz".
O canário do Pais esteve a ponto de desaparecer devido a uma série de causas, as principais foram:


  1. O aparecimento em Espanha dos primeiros canários frisados importados, que foram cruzados com os "do País" para buscar características anatómicas mais próximas aos canários de postura (principalmente aumento de estrutura ).
  2. O auge do canário Roller, que fez que a maior parte dos escassos exemplares puros "do Pais" que davam foram cruzados.
  3. A guerra civil Espanhola e as suas desastrosas consequências.
  4. Para alguns autores também diminuiu o plantel de criadores ou o êxito que alcançaram os canários de "fator vermelho".
Nos anos quarenta um grupo de aficionados madrilenos  propôs-se recuperar a antiga raça do País. Fruto do seu trabalho foi que em 1950,  projetado , baseado no do canário Roller, o primeiro Código de Canto. Em 1954 a Associação de Canaricultores Espanhóis preparou um novo Código de Canto e batizou  a  raça com o nome de Timbrado Espanhol.
O seguinte passo foi solicitar o reconhecimento internacional da raça,lo que ocorreu no ano de1956, com ocasião do "IV Campeonato Mundial de la C.I.C.", celebrado em Barcelona. O resultado não pode ser mais dececionante : a comissão encarregada de valorizar a nova raça desestimo seu reconhecimento internacional por considerar-la o fruto não depurado de cruzamentos com o canário Roller.
Foi em Bruxelas, no ano 1962, durante o decorrer do "X Campeonato Mundial de la C.O.M.", e a instâncias da A.C.E., quando por fim se reconhece internacionalmente o Timbrado Espanhol.
Muito tem-se já avançado desde então e numerosos tem sido os Códigos de Canto e fichas de julgamento que se tem sucedido; mostra inequívoca desde o inicio e do interesse despertado pelo canário de Canto Timbrado Espanhol entre a aficion espanhola.
No conceito técnico de canto Timbrado Espanhol que  expõe-se neste Código,  indica-se qual é a base em que deve estar apoiado este tipo de canto, que é o que o faz diferente das outras variedades do mesmo tipo, e de uma forma geral,as suas características técnicas, tanto do  ponto de vista das qualidades principais dos sons que devem formar os trino/gorjeios e notas, como das características musicais da canção que  deve-se compor com ditos trinos .
Esta definição será o ponto de referencia antes qualquer duvida que se apresente a um juiz num julgamento para valorizar a qualidade dos exemplares quando se o apresentem para julgar canários das diferentes linhas de canto "Timbrado" que se criam .
O trino/gorjeios emitidos pelo canário de canto "Timbrado Espanhol" deveram de ter as seguintes características  fundamentais:

O tom geral dos mesmos deve compreender um amplo registo tonal, sem que este canário tenha que especializar-se num determinado tipo de tom, tal como sucede em as outras variedades de canto que existem na atualidade. 
Em atenção ao que esta aqui exposto não se considerarão exemplares de primeira categoria aquele que emitam   uma canção imersa toda ela em tons "aquosos" ou com um tom geral grave, por ser estas, como fica que dicho, características da canção de outras variedades de canto.
A intensidade da voz dos gorjeios emitidos deve ter um valor tal que permita a clara audição das vogais e consoantes que componham os mesmos e sem chegar  à  estridência, de tal forma que ressalte o carácter musical alegre de este tipo de canto.
O timbre dos trinos/gorjeios emitidos, igual que o indicado para o tom, poderá abarcar um amplo espectro sempre que não seja igual ao das outras variedades de canto atualmente reconhecidas.
Em quanto as características da canção que deve compor-se com os gorjeios, a mesma deve estar baseada principalmente em:




    • Ritmos lentos que permitam uma dicção o mais clara possivel, por tanto, consideraram-se gorjeios/trinos principais deste tipo de canto aqueles cujo o ritmo seja lento ou semi-lento, sem que por isso deve depreciar os gorjeios de ritmo rápido pois os mesmos também contribuem na riqueza e variedade deste tipo de canto, mas pela canção não deve apoiar-se neles pois estes é uma especialização característica de outra variedade de canto oficialmente reconhecida.
    • Melodias muito variadas, e por tanto devem estar compostas por giros de todos los tipos de ritmo de emissão, mas  nas que predominaram os lentos e semi lentos, de tal forma que as trocas de ritmo produzam-se de forma clara e sem brusquidão . 
    • Atendendo ao que foi exposto não se consideraram exemplares de primeira categoria aqueles que repitam monotonamente um tipo determinado de giros em prejuízo de uma canção variada.
    • Como resumo, o canto Timbrado Espanhol deve ser de ritmo lento, com boa dicção, e muito variado.
    • Ao ser o canto "Timbrado Espanhol" um tipo de canto, e por tanto, que pode ser emitido por muitos tipos de exemplares, este exemplares consideraram-se dentro desta variedade, sempre que: a canção  emitida tenha as características recolhidas nesta definição conceptual, os gorjeios/trinos podem-se classificar dentro da ficha de julgamento e na correspondente definição do Código, e que não emitam uma canção baseada nos gorjeios e características de canto das variedades de canto oficialmente reconhecidas.
    FENÓTIPO.
Não sendo o canário de Canto Timbrado Espanhol nem de cor nem de forma, fica ao criador a  liberdade de ajustar os caracteres fenotípicos dos seus exemplares segundo a evolução do canario silvestre. NÃO se admitirá o fator vermelho nem a presença de frisos na plumagem.

19 de abril de 2012

EL CANARIO DE CANTO TIMBRADO ESPAÑOL.

El origen de nuestra raza se remonta al momento mismo en que se empezó a traerá el canario silvestre a España, concretamente a Castilla, entre finales del siglo XIV y principios del XV. El principal atractivo del canario silvestre era su canto y en este aspecto es de suponer que se centraría su selección desde los inicios de su cría en cautividad.
Pocos datos disponemos acerca de aquellos primeros canarios domésticos, pero con el tiempo y, suponemos, con una selección de los cantores más aptos, se consiguió un tipo de canarios muy valorado por su canto y que se dio en llamar canario del País. 
Algunas zonas son citadas como focos de crianza más importantes, entre ellas Andalucía, Asturias y Cataluña. Especialmente famosos fueron los canarios de la localidad catalana de Vich, a los que se describió como aquellos "cuyo meritorio canto era apreciado fuera de nuestras fronteras por no emitir notas desagradables y sí, en cambio, multitud de variaciones bien vocalizadas y moduladas, en un repertorio contrastado de tonalidades diversas, en el cual (...) expresaban estrofas completas del canto del ruiseñor emitidas con discreta sonoridad y delicados tonos de voz".
El canario del País estuvo a punto de desaparecer debido a una serie de causas, las principales fueron:
  1. La aparición en España de los primeros canarios rizados importados, que fueron cruzados con los "del País" para buscar características anatómicas más próximas a los canarios de postura (principalmente aumento de talla).
  2. El auge del canario Roller, que hizo que la mayor parte de los escasos ejemplares puros "del País" que quedaban fueran cruzados.
  3. La Guerra Civil Española y sus desastrosas consecuencias.
  4. Para algunos autores también mermó el plantel de criadores el éxito que alcanzaron los canarios de "factor rojo".
En los años cuarenta un grupo de aficionados madrileños se propuso recuperar la antigua raza del País. Fruto de su trabajo fue que en 1950,  se confeccionase, basado en el del canario Roller, el primer Código de Canto. En 1954 la Asociación de Canaricultores Españoles confeccionó un nuevo Código de Canto y bautizó a la raza con el nombre de Timbrado Español.
El siguiente paso fue solicitar el reconocimiento internacional de la raza, lo que se produjo en el año 1956, con ocasión del "IV Campeonato Mundial de la C.I.C.", celebrado en Barcelona. El resultado no pudo ser más decepcionante: la comisión encargada de valorar la nueva raza desestimo su reconocimiento internacional por considerarla el fruto no depurado de cruces con el canario Roller.
Fue en Bruselas, en el año 1962, durante el transcurso del "X Campeonato Mundial de la C.O.M.", y a instancias de la A.C.E., cuando por fin se reconoció internacionalmente al Timbrado Español.
Mucho se ha avanzado desde entonces y numerosos han sido los Códigos de Canto y planillas de enjuiciamiento que se han sucedido; muestra inequívoca del arraigo y del interés despertado por el canario de Canto Timbrado Español entre la afición española.
En el concepto técnico de canto Timbrado Español que se expone en este Código, se indica cual es la base en la que debe estar apoyado este tipo de canto, qué es lo que le hace diferente a las otras variedades del mismo tipo, y de una forma general, sus características técnicas, tanto desde el punto de vista de las cualidades principales de los sonidos que deben formar los giros y notas, como de las características musicales de la canción que se debe componer con dichos giros.
Esta definición será el punto de referencia ante cualquier duda que se plantee a un juez en un enjuiciamiento para valorar la calidad de los ejemplares cuando se le presenten para enjuiciar canarios de las diferentes líneas de canto "Timbrado" que se crían.
Los giros emitidos por el canario de canto "Timbrado Español" deberán de tener las siguientes características  fundamentales:
El tono general de los mismos debe comprender un amplio registro tonal, sin que este canario tenga que especializarse en un determinado tipo de tono, tal como sucede en las otras variedades de canto que existen en la actualidad. 

En atención a lo aquí expuesto no se considerarán ejemplares de primera categoría aquellos que emitan una canción inmersa toda ella en tonos "acuosos" o con un tono general grave, por ser estas, como queda dicho, características de la canción de otras variedades de canto.
La intensidad de voz de los giros emitidos debe tener un valor tal que permita la clara audición de las vocales y consonantes que compongan los mismos y sin llegar a la estridencia, de tal forma que resalte el carácter musical alegre de este tipo de canto.
El timbre de los giros emitidos, igual que lo indicado para el tono, podrá abarcar un amplio espectro siempre que no sea igual al de las otras variedades de canto actualmente reconocidas.
En cuanto a las características de la canción que debe componerse con los giros, la misma debe estar basada principalmente en:
    • Ritmos lentos que permitan una dicción lo más clara posible, por tanto, se considerarán giros principales de este tipo de canto aquellos cuyo ritmo sea lento o semilento, sin que por ello deba despreciarse los giros de ritmo rápido pues los mismos también contribuyen a la riqueza y variedad de este tipo de canto, pero la canción no debe apoyarse en ellos pues esto es una especialización característica de otra variedad de canto oficialmente reconocida.
    • Melodías muy variadas, y por tanto deben estar compuestas por giros de todos los tipos de ritmo de emisión, pero en las que predominarán los lentos y semilentos, de tal forma que los cambios de ritmo se produzcan de forma clara y sin brusquedades. Atendiendo a lo aquí expuesto no se considerarán ejemplares de primera categoría aquellos que repitan monótonamente un tipo determinado de giros en perjuicio de una canción variada.
    • Como resumen, el canto Timbrado Español debe ser de ritmo lento, con buena dicción, y muy variado.
    • Al ser el canto "Timbrado Español" un tipo de canto, y por tanto, que puede ser emitido por muchos tipos de ejemplares, estos ejemplares se considerarán dentro de esta variedad, siempre que: la canción  emitida tenga las características recogidas en esta definición conceptual, los giros se pueden clasificar dentro de la Planilla de enjuiciamiento y en la correspondiente definición del Código, y que no emitan una canción basada en los giros y características de canto de las variedades de canto oficialmente reconocidas.
    FENOTIPO.
No siendo el canario de Canto Timbrado Español ni de color ni de forma, queda el criador en libertad de ajustar los caracteres fenotípicos de sus ejemplares según la evolución del canario silvestre. NO se admitirán el factor rojo ni la presencia de rizos en el plumaje.

Giros Positivos



    Los timbres son giros de ritmo continuo y timbre o sonoridad metálica, formados por la consonante "R" y la vocal "I" (ej. : ririririririri...).
    VALOR POSITIVO:  Hasta 9 Puntos.


    Las variaciones rodadas son giros de ritmo continuo, timbre o sonoridad hueca y texto fonético limitado en el que intervienen la consonante "R" y las vocales "E", "O" y "U" (ej.: rororororo...; rururururururu....). En estos giros la cadencia de emisión de las sílabas es mayor que en los timbres de ritmo continuo, motivo por el que la sensación de continuidad y sonido rodado se consigue de manera más perfecta. La duración y presencia de este tipo de giros en el canto del Timbrado debe ser prudencial, ya que el abuso en la emisión de sonidos de carácter hueco y rodado puede constituir causa de descalificación según lo dispuesto en el apartado correspondiente de este Código.
    VALOR POSITIVO: Hasta 18 Puntos.

Timbre de Água

 
É um trino/gorgeio semicontinuo, timbre ou sonoridade aquosa e texto fonético limitado formado pelas consoantes "B" ou "G" unidas pela consoante "L"  a consoante "W" e a vogal "I" (ex.: blibliblibli...).
Apesar de ter ritmo de emissão semicontinuo ,o ritmo será aquele que nos permite perceber claramente as consoantes e as vogais típicas do trino, no caso contrário à dicção dilui-se e perde-se parte da sonoridade aquosa.

O som aquoso / aguado é o que dá personalidade própria a este trino/gorgeio e justifica o seu carácter de especializado . 

VALOR POSITIVO: ATÉ 9 PONTOS

Exemplo : Blibliblibli ,Gligligligli

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay