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7 de janeiro de 2013
23 de abril de 2012
O CANÁRIO DE CANTO TIMBRADO ESPANHOL.
A origem da nossa raça remonta-se no momento mesmo em que se começou a trazer o canário silvestre para Espanha, concretamente a Castela, entre os finais do século XIV e princípios do século XV. O principal atrativo do canário silvestre era o seu canto e neste aspeto é de supor que se centraria a sua seleção desde os inícios da sua criação em cativeiro.
Poucos
dados dispomos acerca de aqueles
primeiros canários domésticos,
mas com o tempo e, supomos, com
uma seleção dos cantores
mais aptos, conseguiu-se
um tipo de canários muito apreciado pelo
seu canto e que se deu em chamar canário
do Pais.
Algumas zonas são
citadas como focos de criação mais
importantes, entre elas Andaluzia, Astúrias e Catalunha.
Especialmente famosos foram os canários da localidade catalã de Vich, aos que se descreveram como aqueles "cujo meritório canto era apreciado fora das nossas fronteiras por não emitir notas desagradáveis e sim, em troca, abundância de variações bem vocalizadas e moduladas,num repertório contrastado de tonalidades diversas, no qual (...) expressavam, estrofes completas do canto do rouxinol emitidas com discreta sonoridade e delicados tons de voz".
Especialmente famosos foram os canários da localidade catalã de Vich, aos que se descreveram como aqueles "cujo meritório canto era apreciado fora das nossas fronteiras por não emitir notas desagradáveis e sim, em troca, abundância de variações bem vocalizadas e moduladas,num repertório contrastado de tonalidades diversas, no qual (...) expressavam, estrofes completas do canto do rouxinol emitidas com discreta sonoridade e delicados tons de voz".
O canário do Pais esteve a ponto
de desaparecer devido a uma série
de causas, as principais foram:
- O aparecimento em Espanha dos primeiros canários frisados importados, que foram cruzados com os "do País" para buscar características anatómicas mais próximas aos canários de postura (principalmente aumento de estrutura ).
- O auge do canário Roller, que fez que a maior parte dos escassos exemplares puros "do Pais" que davam foram cruzados.
- A guerra civil Espanhola e as suas desastrosas consequências.
- Para alguns autores também diminuiu o plantel de criadores ou o êxito que alcançaram os canários de "fator vermelho".
Nos anos quarenta um grupo
de aficionados madrilenos
propôs-se recuperar a antiga raça
do País. Fruto do seu trabalho
foi que em 1950, projetado ,
baseado no do canário Roller, o
primeiro Código de Canto. Em
1954 a Associação de Canaricultores Espanhóis preparou
um novo Código de Canto e batizou a raça com o nome
de Timbrado Espanhol.
O seguinte passo foi solicitar o reconhecimento
internacional da raça,lo que ocorreu no ano de1956, com
ocasião do "IV Campeonato
Mundial de la C.I.C.", celebrado
em Barcelona. O resultado não pode
ser mais dececionante : a comissão
encarregada de valorizar a nova raça
desestimo seu reconhecimento internacional
por considerar-la o fruto não depurado
de cruzamentos com o canário Roller.
Foi
em Bruxelas, no ano 1962,
durante o decorrer do "X
Campeonato Mundial de la C.O.M.", e a instâncias da A.C.E., quando
por fim se reconhece internacionalmente o Timbrado Espanhol.
Muito tem-se já avançado desde então e numerosos tem sido os Códigos de Canto e fichas de julgamento que
se tem sucedido; mostra inequívoca
desde o inicio e do interesse despertado
pelo canário de Canto Timbrado Espanhol
entre a aficion espanhola.
No conceito técnico de canto
Timbrado Espanhol que expõe-se neste Código, indica-se qual é a base em que deve estar apoiado
este tipo de canto, que é o que o faz diferente das outras
variedades do mesmo tipo, e de uma
forma geral,as suas características
técnicas, tanto do ponto
de vista das qualidades principais
dos sons que devem formar os trino/gorjeios e notas, como das características
musicais da canção que deve-se compor com ditos trinos .
Esta
definição será o ponto
de referencia antes qualquer duvida
que se apresente a um juiz num julgamento
para valorizar a qualidade dos exemplares quando se o apresentem para julgar
canários das diferentes linhas de canto "Timbrado" que
se criam .
O trino/gorjeios emitidos pelo canário de canto
"Timbrado Espanhol"
deveram de ter as seguintes
características fundamentais:
O tom geral dos mesmos deve compreender um amplo registo tonal, sem que este canário tenha que especializar-se num determinado tipo de tom, tal como sucede em as outras variedades de canto que existem na atualidade.
Em atenção ao que esta aqui
exposto não se considerarão exemplares de primeira categoria
aquele que emitam uma canção imersa toda ela em tons "aquosos"
ou com um tom geral grave, por ser
estas, como fica que dicho, características
da canção de outras variedades
de canto.
A intensidade da voz dos gorjeios emitidos deve ter um valor tal que permita a clara audição das vogais e consoantes que componham os mesmos e sem chegar à estridência, de
tal forma que ressalte o carácter
musical alegre de este tipo de canto.
O timbre dos trinos/gorjeios emitidos, igual
que o indicado para o tom, poderá
abarcar um amplo espectro sempre
que não seja igual ao das outras variedades
de canto atualmente reconhecidas.
Em quanto as características
da canção que deve compor-se
com os gorjeios, a mesma deve estar
baseada principalmente em:
- Ritmos lentos que permitam uma dicção o mais clara possivel, por tanto, consideraram-se gorjeios/trinos principais deste tipo de canto aqueles cujo o ritmo seja lento ou semi-lento, sem que por isso deve depreciar os gorjeios de ritmo rápido pois os mesmos também contribuem na riqueza e variedade deste tipo de canto, mas pela canção não deve apoiar-se neles pois estes é uma especialização característica de outra variedade de canto oficialmente reconhecida.
- Melodias muito variadas, e por tanto devem estar compostas por giros de todos los tipos de ritmo de emissão, mas nas que predominaram os lentos e semi lentos, de tal forma que as trocas de ritmo produzam-se de forma clara e sem brusquidão .
- Atendendo ao que foi exposto não se consideraram exemplares de primeira categoria aqueles que repitam monotonamente um tipo determinado de giros em prejuízo de uma canção variada.
- Como resumo, o canto Timbrado Espanhol deve ser de ritmo lento, com boa dicção, e muito variado.
- Ao ser o canto "Timbrado Espanhol" um tipo de canto, e por tanto, que pode ser emitido por muitos tipos de exemplares, este exemplares consideraram-se dentro desta variedade, sempre que: a canção emitida tenha as características recolhidas nesta definição conceptual, os gorjeios/trinos podem-se classificar dentro da ficha de julgamento e na correspondente definição do Código, e que não emitam uma canção baseada nos gorjeios e características de canto das variedades de canto oficialmente reconhecidas.
FENÓTIPO.
Não
sendo o canário de Canto Timbrado Espanhol nem de cor nem de forma, fica ao criador a liberdade de ajustar os caracteres fenotípicos
dos seus exemplares segundo a
evolução do canario silvestre.
NÃO se admitirá o fator vermelho
nem a presença de frisos na plumagem.
3 de dezembro de 2011
22 de novembro de 2011
11 de março de 2009
Hoje

pi-yoAndré Dal, Carlos and Nuno originally formed the Stonebones & Bad Spaghetti in the beginning of 2009, Bruno and Bryan join them just a couple of days ago. Andre and Carlos used to play together since 1998.
Composed of 5 musicians led by Master Banjo player André Dal, playing traditional bluegrass music, as well as standard jazz classics, and all time like Beatles.
Carlos plays the fidlle since a couple of years and besides Bluegrass, he enjoys playing tradicional Irish and Folk songs, and also traditional songs from Cape Verde. Nuno has been playing guitar for many years and will also be singing lead and harmony. Stonebones & Bad Spaghetti is known for its "Awesome Energy" Bluegrass led by the unique hard driving Banjo style of André and the sweet harmony provided by the entire group.
The Stonebones & Bad Spaghetti fit in well within the Bluegrass style of music and the group is really looking forward to perform at your event....
If you're looking for a special band for the perfect evening, contact us.
So either it's "High Energy" Bluegrass your looking for, Traditional folk songs or even the all time classics or Jazz, the Stonebones & Bad Spaghetti is your band of choice.
info contact: stonebonesandbadspaghetti@gmail.com
musicólogoO Fábulas Café, na Calçada Nova de São Francisco 14, no Chiado, é um mimo. Aproveitando as caves de um antigo edifício, estende-se por galerias intermináveis de arcos de pedra fria e maciça. E o que poderia ser um cenário tenebroso e sórdido, transforma-se num achado confortável e estrondoso.A iluminação. A música ambiente. Os livros espalhados e os postos para internet. É algo para começar. Mas o melhor vem a seguir: a mobília. Todo o tipo de coisas e feitios são atirados um pouco estocasticamente pelo espaço.
Temos desde pequeninos espaços para duas pessoas compostos por cadeiras e uma máquina de costura antiga ou até uma tábua de passar a ferro (a servirem de mesa!), a majestosas mesas vitorianas, a sofás estofados e super confortáveis que dão para dormir, poltronas, canapés, uma infinidade de prazeres de um qualquer castelo de mil e uma salas. Revistas estrangeiras, guias de arte e pintura, romances, é possível encontrar um pouco de tudo espalhado para nos entretermos.
24 de dezembro de 2008
2 de novembro de 2008
El arte de vivir el flamenco en Holanda

La Moneta lleva a Rotterdam los aires de Granada
La bailaora granadina participa en la Bienal de Flamenco holandesa La bailaora granadina Fuensanta La Moneta llevó ayer con su espectáculo el aire de Granada a Rotterdam, una de las tres ciudades, junto a Amsterdam y Utrecht, que acogen la II Bienal de Flamenco de Holanda. Con su actuación en el teatro de Rotterdam De Doelen, La Moneta impregnó de su peculiar temperamento el festival, que se celebrará, tras su apertura el pasado 26 de octubre, hasta mañana, 2 de noviembre.
En Lo que el aire trae, su última producción, la artista despliega todo su poderío andaluz y el dramatismo expresivo que la caracteriza en el escenario. Según la organización del certamen, la participación de La Moneta en esta bienal significa contar con la presencia de una de las "estrellas emergentes" del mundo del flamenco, una jovencísima artista de 24 años que emana baile "de la cabeza a los pies". Fuensanta La Moneta, que de niña admiraba a la cantaora y bailaora Remedios Amaya, inició su carrera artística a la temprana edad de 12 años, bailando cada noche en la mítica cueva de La Rocío, en el Sacromonte granadino.
Desde entonces, su carrera ha ido en permanente ascenso y se ha revelado como una de las grandes estrellas del baile flamenco que hay en la actualidad en el país. Cada vez es más frecuente su participación en grandes festivales.
La II Bienal de Flamenco de Holanda muestra a través de películas, documentales, actuaciones y conferencias, ese arte típicamente español desde todas sus perspectivas posibles.
29 de outubro de 2008
2 de outubro de 2008
21 de agosto de 2008
Nelson Évora voou para o ouro no "Ninho de Pássaro"
O recordista nacional do triplo salto, Nelson Évora, conquistou a medalha de ouro na final disputada em Pequim, com a marca de 17,67m, a sua melhor marca do ano, conseguida ao quarto ensaio. É a primeira medalha de ouro para Portugal nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008.
13 de agosto de 2008
5 de agosto de 2008
O Tempo Canário e o Mário ao contrário

A escritora Rita Taborda Duarte, que acaba de publicar «O Tempo Canário e o Mário ao contrário», diz que chegou à literatura para crianças «por acaso».
Conta como foi: «Estava a fazer o mestrado e escrever para os miúdos funcionou como um escape».
Isto foi há quatro anos. O «por acaso» ganhou raízes e ficou. A tese de mestrado, em Teoria da Literatura, está feita, defendida, tem título - «Crítica e Representação: Da Aporia na Crítica de um texto poético» - e pode ser que um dia saia em livro.
Há-de saber-se, então, o que pensa sobre a crítica de poesia, e matérias afins, esta licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Modernos)pela Faculdade de Letras de Lisboa, 35 anos, autora de, entre outros livros, «A verdadeira história da Alice» (Prémio Branquinho da Fonseca/Expresso), «A família dos Macacos», «Os piolhos do miúdo e os miúdos do piolho» - os três para crianças - e «Experiências descritivas.Dos sentidos das coisas - círculos», com André Barata (poesia).
Conta como foi: «Estava a fazer o mestrado e escrever para os miúdos funcionou como um escape».
Isto foi há quatro anos. O «por acaso» ganhou raízes e ficou. A tese de mestrado, em Teoria da Literatura, está feita, defendida, tem título - «Crítica e Representação: Da Aporia na Crítica de um texto poético» - e pode ser que um dia saia em livro.
Há-de saber-se, então, o que pensa sobre a crítica de poesia, e matérias afins, esta licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Modernos)pela Faculdade de Letras de Lisboa, 35 anos, autora de, entre outros livros, «A verdadeira história da Alice» (Prémio Branquinho da Fonseca/Expresso), «A família dos Macacos», «Os piolhos do miúdo e os miúdos do piolho» - os três para crianças - e «Experiências descritivas.Dos sentidos das coisas - círculos», com André Barata (poesia).
Rita Taborda Duarte está a preparar o seu doutoramento. Mas os livros para crianças continuam a disputar-lhe tempo - e ela não lhes tem faltado com ele. Prova disso é »O Tempo Canário e o Mário ao contrário«, que a Editorial Caminho lançou há dias.
Quem procure no livro uma história de recorte tradicional, com a segura ordenação cronológica de princípio, meio e fim, sem sobressaltos, gente boa de um lado, gente má do outro, desengane-se. E desengane-se, também, quem procure no livro extra-terrestres, guerras no cosmos, computadores e mais maquinaria a reger os destinos do mundo.
Príncipes e princesas, fadas e gnomos, também não há.
A aposta de Rita Taborda Duarte é outra: o mundo dos seus livros para crianças é o de todos os dias, mas visto como um projecto susceptível de recriação, de mudança, de «subversão» em chave de ironia, descontruindo a norma, buscando a maior proximidade possível com o olhar infantil.»
Quem procure no livro uma história de recorte tradicional, com a segura ordenação cronológica de princípio, meio e fim, sem sobressaltos, gente boa de um lado, gente má do outro, desengane-se. E desengane-se, também, quem procure no livro extra-terrestres, guerras no cosmos, computadores e mais maquinaria a reger os destinos do mundo.
Príncipes e princesas, fadas e gnomos, também não há.
A aposta de Rita Taborda Duarte é outra: o mundo dos seus livros para crianças é o de todos os dias, mas visto como um projecto susceptível de recriação, de mudança, de «subversão» em chave de ironia, descontruindo a norma, buscando a maior proximidade possível com o olhar infantil.»
Os miúdos - reflecte - chegam à língua de uma maneira diferente. São muito mais actuantes do que nós, adultos, questionam tudo, cada palavra«.
Dá um exemplo: uma criança - a sua filha - pergunta por que se chama Dona a uma vizinha se esta, pobre, não é visivelmente dona de coisa nenhuma.
Pergunta após pergunta, o ambiente foi sendo criado e Rita Taborda Duarte tirou conclusões: passaria a escrever também histórias para crianças. A par da poesia, que continua a ser o seu «percurso» essencial.
Para estas histórias conta com a colaboração de Luís Henriques na ilustração. Gosta do que ele faz, gosta do modo como rejeita «copiar» o texto em desenho. »Ele acrescenta sempre imenso« ao texto, diz.
Para daqui a meses, mais um trabalho dos dois estará nas livrarias: »Sabes, Maria, o Pai Natal não existe«, também com chancela da Caminho.
Diário Digital / Lusa
Dá um exemplo: uma criança - a sua filha - pergunta por que se chama Dona a uma vizinha se esta, pobre, não é visivelmente dona de coisa nenhuma.
Pergunta após pergunta, o ambiente foi sendo criado e Rita Taborda Duarte tirou conclusões: passaria a escrever também histórias para crianças. A par da poesia, que continua a ser o seu «percurso» essencial.
Para estas histórias conta com a colaboração de Luís Henriques na ilustração. Gosta do que ele faz, gosta do modo como rejeita «copiar» o texto em desenho. »Ele acrescenta sempre imenso« ao texto, diz.
Para daqui a meses, mais um trabalho dos dois estará nas livrarias: »Sabes, Maria, o Pai Natal não existe«, também com chancela da Caminho.
Diário Digital / Lusa
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