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23 de outubro de 2008

Vinho: Museu do Douro fomenta rede internacional de museus




Museu do Douro (MD) iniciou hoje, no Peso da Régua, a constituição de uma rede museológica internacional ligada ao vinho, que pretende fomentar o intercâmbio e a divulgação destas estruturas.
O director do MD, Fernando Maia Pinto, referiu que o I Encontro de Museus da Vinha e do Vinho, que começou hoje, pretende ser o primeiro passo para a criação desta rede ligada à vinicultura.
«O MD tem vindo a criar elos de ligação com outros museus que têm como missão o património vitivinícola, quer sejam da região, do resto do país e até do estrangeiro», afirmou.
A rede, explicou, pode funcionar através da permuta de experiências, de atitudes, da co-produção de exposições ou trabalhos e de informações, com divulgação conjunta através da Internet.
A internacionalização deste projecto pode acontecer já com a adesão do Museu do Vinho de Paris (França).
Monique Josse, responsável por esta unidade museológica, mostrou-se interessada na ideia, salientando que o «vinho é internacional».
Monique e o marido, Claude Josse, também da direcção do Museu do Vinho de Paris, participaram no encontro de hoje precisamente para dar a conhecer aquele museu, criado em 1984 e que recebe uma média anual de 50 mil visitantes, 50 por cento dos quais são estrangeiros.
«Menos de um por cento dos nossos visitantes estrangeiros são portugueses», indicou à Lusa a responsável.
Monique Josse falou ainda das dificuldades de criar esta unidade museológica, principalmente porque as «pessoas não associam o vinho a Paris».
Para atrair os visitantes, o museu tem em exposição diferentes objectos e personagens de cera que ilustram o universo do vinho e promove cursos de vinho com degustação, associando esta bebida aos queijos franceses ou ao chocolate.
Além do museu francês, participaram no encontro de hoje representantes de oito museus nacionais ligados à temática da vinicultura.
Hoje, na Régua, juntaram-se as duas regiões vinícolas portuguesas classificadas como Património Mundial pela UNESCO, o Douro e o Pico (Açores).
Manuel da Costa Júnior, que representa no encontro o Museu do Vinho do Pico, informou que esta instituição está em fase de implementação e pretende ser um lugar de memória da história do verdelho, o vinho característico desta ilha e que «quase desapareceu».
O Museu Rural e do Vinho do Cartaxo está em processo de requalificação e ampliação, num projecto de cerca de cinco milhões de euros assinado por Álvaro Siza Vieira, filho do famoso arquitecto português.
António Nabais, responsavel daquele Museu, assinalou que a reestruturação deste ocorre no âmbito do projecto Capital do Vinho.
Por sua vez, Luísa Romão, investigadora nas áreas da história e da museologia da vinha e do vinho, chamou a atenção para o Museu do Vinho de Alcobaça, que considerou ter o «maior espólio» do país mas que está fechado desde 2007.
Segundo referiu, aquela unidade museológica possui cerca de 6000 metros quadrados de área e 10.500 peças, das quais 5000 são rótulos e 3000 garrafas.
O Ministério da Agricultura resolveu passar a gestão deste museu para a autarquia de Alcobaça, um processo que terá de estar concluído até ao final do ano.
Luísa Romão disse esperar que o processo sirva para dar uma nova dinâmica ao museu, mas alertou para a necessidade de «não se espalhar o espólio» do mesmo.
O seminário de hoje deu ainda a conhecer a primeira enoteca interactiva do país, que está instalada na Quinta da Avessada, em Alijó, a rota dos vinhos da Península de Setúbal - um projecto do Museu Municipal de Palmela -, o Museu do Vinho do Porto, o Museu Regional do Vinho do Redondo e ainda o Museu da Vinha, do Vinho e da Cultura da Região de Colares.
O segundo dia deste encontro, sexta-feira, tem como palco São João da Pesqueira, onde será debatido o futuro núcleo museológico desta vila, que está inserido na rede de pólos museológicos do MD, e tem como tema central o vinho do Douro, elemento basilar da economia regional.
A vice-presidente da autarquia, Maria do Céu Vilela, referiu que o encontro tem com objectivo «colher opiniões e contributos da sociedade civil» para a criação desta unidade museológica, que será alvo de uma candidatura conjunta entre o MD e a câmara.
Também em São João da Pesqueira, o MD vai inaugurar uma exposição sobre diferentes projectos e colecções associadas a diversas regiões vitícolas nacionais.
Diário Digital / Lusa

18 de agosto de 2008

Aves viajam em auto-estradas de vento para poupar energias


Estudo de investigadores espanhóis com cagarras
Aves viajam em auto-estradas de vento para poupar energias


As longas rotas migratórias das aves, que sempre intrigaram os investigadores, podem denunciar que algumas espécies aprenderam a disfrutar das correntes de vento muito antes dos navegadores portugueses o terem feito. Uma equipa de investigadores espanhóis chegou a esta conclusão depois de ter analisado as rotas migratórias da cagarra. Os resultados foram publicados na revista “Public Library of Science-One”.


Segundo a edição on-line do “El Mundo”, a equipa da Universidade da Extremadura, do Real Jardim Botânico e da Universidade de Barcelona traçou uma simulação matemática a partir da observação das rotas migratórias da cagarra, uma ave de 800 gramas, maior que uma gaivota, que podemos observar na Madeira, e que é uma espécie de maratonista de migrações.A cagarra viaja todos os anos cerca de 11 mil quilómetros desde o seu lugar de nidificação, no Atlântico Norte, até África. Mas faz questão de se desviar cerca de três mil quilómetros, quase tocando a costa brasileira, até chegar ao destino.


Em 2004 uma equipa também espanhola disse na “Science” que é o vento que determina a distribuição geográfica das espécies de líquenes e musgos, após terem constatado que lugares apartados por oito mil quilómetros partilhavam espécies que regiões vizinhas não tinham. Concluíram então que as esporas dessas espécies eram transportadas por correntes de vento.“Queríamos aprofundar o nosso conhecimento destas auto-estradas de vento. Mas era difícil seguir esporas de musgos”. Foi então que optaram por escolher como modelo de estudo a cagarra (“Calonectris diomedea”), explica Jesus Muñoz, um dos elementos da equipa.Com a ajuda do satélite QuikSCAT, da Agência Espacial Norte-Americana, NASA e com geolocalizadores de 10 gramas apenas, os investigadores verificaram que os três mil quilómetros a mais feitos pelas cagarras se traduzem na sua sobrevivência uma vez que dspenderiam muito mais energia a contrariar correntes fortes das Canárias à costa africana, tal como verificaram os marinheiros portugueses sobre as correntes inavegáveis na mesma costa.


Basta à cagarra aproveitar os ventos e pairar no ar, como um surfista na onda, poupando energia na viagem.Os resultados da investigação podem ajudar na investigação das rotas de aves, de esporas de fungos, como em epidemiologia, para evitar a propagação de agentes patológicos, frisa a equipa. “É um trabalho sobre tudo aquilo que se move sobre o Atlântico”. E pode até ser útil para a aviação, uma vez que é sabido que os voos da Europa para a América se desviam a norte para aproveitar correntes frias que se deslocam para oeste e assim poupar combustível.



4 de junho de 2008

White Bird - It's a Beautiful Day - Live - 1971 (stereo)


David LaFlamme (born May 4, 1941, New Britain, Connecticut) is a virtuoso violinist in both classical and rock music.
David's mother was from a Mormon family in Salt Lake City and when he was eight years old, the family moved there to be near her family. David had already been studying music since moving to Los Angeles at the age of five, and eventually he became the violin soloist for the Utah Symphony.
After briefly serving in the U.S. Army, he returned to the music scene in San Francisco in 1962. During the 1960s he performed with a wide variety of notable San Francisco acts like Jerry Garcia and Janis Joplin. He first formed the band Electric Chamber Orkustra, and later, an early version of Dan Hicks and His Hot Licks. Then, on a beautiful summer day in 1967, he formed It's a Beautiful Day. An eponymous LP was released by Columbia Records in 1969, containing their biggest hit "White Bird."
After a few more albums with It's a Beautiful Day, David went on to work in other acts.
He has appeared on the telelvision shows Frasier, Ellen and Wings, as a strolling violinist who stands right at the table in a restaurant, playing loudly or annoyingly.

21 de maio de 2008







Tenho o gosto de vos anunciar o 1º Seminário dedicado ao estudo e compreensão do comportamento dos nossos papagaios e ao seu treino, realizado no norte do país. Será no dia 25 de Maio de 2008, entre as 14 horas e as 18 horas, nas instalações da Junta de Freguesia de S. Victor ( http://www.juntasvictor.pt/ ), centro de BRAGA.


O Igor Maskin deslocou-se à Península Ibérica para realizar 2 palestras integradas nas IV Jornadas de Cuidados y Conservación de Loros Mascotas, 10 e11 de Maio, em Santa Olalla (Toledo) e promovidas pelo World Parrot Trust España. No último domingo (18 de Maio) o Igor Maskin apresentou 2 trabalhos seus sobre a importância do treino e a iniciação ao voo livre na Universidade Lusófona em Lisboa.


O seminário versará os seguintes tópicos: Igor Maskin:

1) Os 3 componentes básicos do comportamento dos psitacídeos e a sua importância para a saúde psíquica.

2) Os comportamentos que devemos treinar nos nossos papagaios - conselhos práticos sobre os exercícios mais úteis.

3) Abordagem ao voo livre: como escolher os candidatos, como começar, técnicas de recuperação. Maria Isabel Sampaio: Comportamento agressivo nos papagaios e a importância do treino.


Aproveitando o prolongamento da estadia do Igor Maskin em Portugal e graças ao apoio do Sr. José Veiga e do seu site AVESPT.COM, poderemos organizar este seminário no norte do país.

Qualquer informação adicional poderá ser obtida através de José Veiga - geral@avespt.com, 91 99 38 729 Maria Isabel Sampaio - misabelsampaio@gmail.com,

93 862 12 98

Espero que marquem este dia na vossa agenda para nos encontrarmos e aprendermos mais sobre como conviver harmoniosamente com as nossas aves.


Cumprimentos Maria Isabel Sampaio

16 de maio de 2008

Ninho de Pássaro


O Estádio Nacional de Pequim (também conhecido como Estádio Olímpico de Pequim ou Ninho de Pássaro) é um estádio em contrução na cidade de Pequim, na China. Será palco das Cerimônias de Abertura e Encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão de 2008.
Começou a ser construído em Dezembro de 2003 e terá capacidade para 91.000 torcedores durante os Jogos e 80.000 após as Olímpiadas.
O custo da construção é de aproximadamente US$ 423 milhões.

O apelido Ninho de Pássaro vem pelas estruturas expostas de ferro e aço, que se cruzam e entrelaçam, semelhante a um ninho.

12 de novembro de 2007

Bordados de Portugal - Castelo Branco



Os motivos bordados possuem uma simbologia muito própria. O pássaro bicéfalo representa Duas Almas Num Corpo Só; as albarradas a Família; as árvores a Vida; os dois pássaros os Desposados; a coroa real o sinal da Autoridade Patriarcal e os encadeados, a cadeia indestrutível do casamento.
Assim, os Cravos alegorizam o Homem; as rosas a Mulher; os lírios a Virgindade; os corações o Amor; as gavinhas a Amizade; a hera a firme Afeição; os jasmins a Virtude; o galo a Virilidade; as romãs e as pinhas a união e a solidariedade indissolúvel da Família; as frangas e os galaripos a Prole bendita e os lagartos, o amuleto da felicidade sempre muito desejada.

6 de novembro de 2007

A Guide to Bird’s Opening


The game was published on page 100 of 1 P-KB4 (A Guide to Bird’s Opening) by R.E. Robinson (Liverpool, 1950), but we now note that in our item on pages 56-57 of Chess Facts and Fables White’s name was given as Vine instead of Viney.
On page 13 of his introduction Robinson wrote:
‘The hitherto unpublished photograph of Bird which forms the frontispiece has been reproduced from an original photograph kindly sent to me for the purpose by the Rev. H.E. Bird of Southsea, a nephew of the Master.’

5 de novembro de 2007

Birds Share 'Language' Gene with Humans


The process by which baby birds learn to sing shares a number of traits with that by which toddlers learn to talk. Now researchers have identified a common gene between birds and people that underlies both abilities. The discovery marks the start of an effort to explore the genetic underpinnings of vocal learning.
Vocal learning is characteristic of a number of animals, including humans, dolphins, whales and birds. To probe how genetics guides this process, Sebastian Haesler of the Max Planck Institute for Molecular Genetics in Berlin and Kazuhiro Wada of Duke University Medical Center and their colleagues focused on a gene known as FoxP2, mutatation of which is associated with language problems in people. "In affected humans, the mutation causes a very specific dysfunction," study co-author Erich Jarvis of Duke University explains. "These people have largely normal motor coordination, but an inability to correctly pronounce words or form them into grammatically correct sentences. What¿s more, they have trouble understanding complex language." The team analyzed expression of FoxP2 in a number of bird species, both vocal learners and nonlearners, and in crocodiles, the closest living relative of birds.



In both humans and birds the gene is expressed in a brain region known as the basal ganglia, the researchers report today in the Journal of Neuroscience. "We found that the levels of FoxP2 seem to be increasing at times just before the bird begins to change its songs," Jarvis says. "So this is consistent with a cause-and-effect role, in which the gene switches on, allowing the song-learning circuitry to become more plastic, which allows the birds to imitate sounds." In nonvocal-learning species, in contrast, the team did not observe any localization or differential levels of FoxP2 activity. The team next plans to investigate whether there are small FoxP2 sequence differences between birds that learn to sing and those that do not, and study how mutations to the gene affect vocal learning. Other factors, such as connections between the brain and motor neurons controlling the voice, also contribute to vocal learning. But it is intriguing, Jarvis notes, "that an ancient gene like FoxP2 appears to have something to do with learned vocalizations both in humans and in birds."
News March 31, 2004

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