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25 de junho de 2019

El 97% de los españoles respira aire contaminado, según Ecologistas en Acción

Aunque se frena la tendencia decreciente de contaminantes iniciada en 2008 con la crisis económica.


Más de 45 millones de personas, el 97% de la población, estuvieron expuestas en 2018 a niveles de contaminación que superan las recomendaciones de la Organización Mundial de la Salud, a pesar de las abundantes lluvias del pasado año, según el informe sobre calidad del aire que elabora anualmente Ecologistas en Acción.
El estudio analiza los datos recogidos en 800 estaciones oficiales de medición desplegadas en toda España y, a pesar de que apunta a que más de 45 millones de personas respiraron aire en malas condiciones, recoge una reducción generalizada de los niveles de contaminación atmosférica por partículas en suspensión, dióxido de nitrógeno (NO2) y dióxido de azufre (SO2). Esto es, según los ecologistas, una recuperación aparente de la tendencia decreciente de estos contaminantes iniciada en 2008 con la crisis económica.
Aunque el informe describe una reducción general de los niveles de contaminación atmosférica en 2018 con respecto a años anteriores, ese descenso es consecuencia de una “coyuntura meteorológica, caracterizada por una menor estabilidad atmosférica el pasado año”, según ha explicado el coordinador del informe de calidad del aire de Ecologistas en Acción, Miguel Ángel Ceballos.
La que fue “la primavera más lluviosa desde 1965” contribuyó a paliar los niveles de polución general del aire, ya que las lluvias “aumentaron la producción de las centrales hidroeléctricas frente a las térmicas de carbón”.
El invierno y el otoño de 2018 resultaron húmedos, lo que favoreció la dispersión de los contaminantes típicamente invernales (NO2 y partículas); en cambio, pese a las copiosas lluvias de la primavera del pasado año, el prolongado calor estival mantuvo unos niveles de ozono elevados.
El ozono troposférico, el contaminante que “más problemas genera” dado que afecta a un 90 % del territorio, ha sido un año más el contaminante más abundante, con unos niveles que presentan una tendencia alcista debido al incremento de las temperaturas medias y de “la radiación solar”, fenómeno con el que está muy relacionado, del que solo “Canarias y el Cantábrico” se libran de su influencia.
El informe incide además en que el pasado año se produjeron hasta 30.000 muertes en España por afecciones derivadas de la contaminación del aire, cuya principal fuente de contaminación en las áreas urbanas fue el tráfico rodado, responsable del aumento de partículas y óxidos de nitrógeno.
Según datos del Banco Mundial, los costes sanitarios derivados de la contaminación representan 50.000 millones de dólares al año, “para atender a los millones de personas que enferman anualmente”
Paco Segura, coordinador de Ecologistas en acción, ha recordado que las administraciones tienen “la obligación de actuar contra las chimeneas y los tubos de escape”, pero también ha señalado la contaminación provocada por el transporte marítimo y ha pedido una zona de bajas emisiones en el Mediterráneo “al estilo de la que ya existe en el mar Báltico”, que ayudaría a aliviar la situación.
Respecto a Madrid Central, Segura ha asegurado “el éxito evidente de la medida”, no solo dentro de su zona de aplicación, sino en barrios periféricos a la almendra central, “como Cuatro Caminos y Castellana”, donde se ha producido un “efecto contagio”, que contradice el llamado “efecto frontera”, esgrimido por los escépticos de la medida.
Segura ha calificado de “inmoral” la intención del nuevo ayuntamiento madrileño de derogar Madrid Central, ya que “el gobierno del PP tiene la obligación de combatir la contaminación, no alentarla”, y de hacerlo, estaría incurriendo en un “delito de prevaricación”, ha añadid
o.

30 de novembro de 2015

Cinco plantas que a NASA recomenda para purificar o ar da sua casa




Além de deixarem o ambiente de qualquer casa mais alegre, as plantas são ideias para filtrar o ar do local. Mas nem todas cumprem essa tarefa com a mesma eficácia.
Em 1989, a NASA fez um estudo para determinar quais as mais indicadas para cumprir essa missão num ambiente fechado. A pesquisa levou em consideração vários poluentes do ar, além das características das plantas e da facilidade de se obtê-las.
Os poluentes mais comuns e que as plantas se encarregam de filtrar são: benzeno, xileno, amoníaco, tricloroetileno e formaleído.


A BBC entrou em contacto o autor do estudo, Bill Wolverton, que hoje dirige a ONG Wolverton Environmental Services, para ver se as recomendações da época continuam válidas.
Ele resumiu a lista e recomendou as cinco melhores plantas para limpar o ar de uma casa. E também sugeriu «ter variedade, já que algumas são melhores que outras para eliminar substâncias químicas específicas do ar».
Esta é a selecção feita por Wolverton:


Jibóia (Epipremnum aureum)
Uma planta folhosa bem popular e fácil de ser obtida. É muito resistente e não requer grandes cuidados. Por isso é bastante utilizada em escritórios, lojas e outros locais públicos. Adapta facilmente a temperaturas entre 17ºC e 30ºC, e só é preciso regá-la quando a terra estiver seca.É eficaz na absorção de formaleído, xileno e benzeno.

Lírio da paz (Spathiphyllum)
É uma planta que sobrevive com pouca luz e pouca água. Cresce em temperaturas superiores a 18ºC e é bastante longeva. Recomenda-se que seja mantida longe de correntes de ar. Ela absorve os cinco contaminantes de ar analisados pela NASA.

Palmeira-dama (Raphis excels)
Também conhecida como palmeira-ráfis, é originária da Ásia e pode chegar a até três metros de altura. O seu cultivo é melhor em áreas com temperaturas medianas e sem luz directa. De acordo com a agência especial americana, ela encarrega-se de eliminar do ar o formaleído, xileno e amoníaco.

Espada-de-São-Jorge (Sansevieria trifasciata)
De origem africana, é bastante utilizada na decoração de interiores, até por ter a vantagem de sobreviver bem em condições desfavoráveis. Pode aguentar temperaturas bem altas (até 40ºC) e bem baixas (-5ºC), se esses extremos ocorrerem de maneira esporádica. É boa para eliminar benzeno, xileno, formaleído e também o toluene e o tricloroetileno.
Árvore-da-borracha (Ficus elastica)
É muito resistente e, como tem um elevado índice de transpiração, ajuda a manter a humidade do ar. Em poucos anos, pode crescer muito rapidamente. É eficiente na eliminação do benzeno, xileno e toluene e também age contra o formaleído e o tricloroetileno.

14 de agosto de 2015

EuropeanaEU's channel



Nightingale & Canary - Bird sounds visualized by Andy Thomas


Australian artist Andy Thomas specializes in creating ‘audio life forms’: beautiful abstract shapes that react to sounds. In this animated short, he visualizes two recorded bird sounds from the archives of the Netherlands Institute for Sound and Vision (http://www.beeldengeluid.nl) in Hilversum.

19 de junho de 2015

Efeitos do Ozono



Ozono de Superfície - O que deve saber e o que deve fazer


O Ozono é um dos principais componentes do ar poluído nas grandes cidades e em certas zonas industriais.

Mesmo em níveis baixos pode causar uma série de problemas respiratórios graves. Contudo, podemos ter alguns cuidados para ajudar a proteger a nossa saúde contra os seus efeitos.

O que é o OZONO?

O ozono é um gás que existe tanto nos níveis mais elevados da atmosfera como ao nível do solo. Em termos simplistas, pode falar-se de bom e mau ozono, de acordo com o local onde se encontra.

Ozono Bom – ocorre de forma natural na alta atmosfera da Terra e forma o escudo que nos protege dos maus efeitos dos raios utravioleta (RUV).
 
Ozono Mau – nas camadas mais baixas da atmosfera, junto ao solo, forma-se ozono (o chamado ozono de superfície) a partir dos poluentes emitidos pelos automóveis, centrais termoeléctricas, fábricas químicas, entre outros, os quais reagem quimicamente pela acção da luz do Sol. A preocupação com a poluição pelo ozono é maior nos meses de Verão, nos dias em que se verifica uma forte insolação, céu limpo, temperaturas elevadas e vento fraco.

Quem poderá estar em risco em relação ao OZONO de Superfície?

Alguns grupos de pessoas são particularmente sensíveis ao ozono – especialmente em actividades ao ar livre – porque a actividade física obriga a respirar mais rapidamente e de forma mais profunda.
As crianças são o grupo de maior risco uma vez que passam grande parte do tempo quente a brincar fora de casa. Têm também mais propensão para sofrer de asma, doença que pode ser agravada pela exposição ao ozono.

Os adultos activos de todas as idades que praticam exercício ou trabalham ao ar livre estão sujeitos a uma maior exposição ao ozono.

Os indivíduos que sofrem de asma ou outras doenças respiratórias possuem uns pulmões mais vulneráveis ao efeitos do ozono. Nestas pessoas as alterações do seu estado de saúde surgem mais cedo.
Existem pessoas com sensibilidade acrescida ao ozono. Apesar de não se saber ainda a razão, estas pessoas apresentam perturbações de saúde quando expostas a níveis moderados e até baixos de ozono.

mais in Direção-Geral da Saúde

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay