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11 de março de 2011

ONU alerta para elevada mortalidade de abelhas


As abelhas estão a ser dizimadas em várias regiões do mundo devido aos efeitos da poluição e ao uso de pesticidas, podendo ter graves consequências na produção alimentar, alerta um relatório das Nações Unidas hoje publicado.

O fenómeno da elevada mortalidade das abelhas é sobretudo visível nos países industrializados do hemisfério norte do planeta, refere o documento do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), citado pelas agências internacionais de notícias.

Entre os fatores que explicam a redução do número destes insetos estão o uso de pesticidas, a poluição atmosférica, a redução do número de plantas com flor e de apicultores na Europa.

O número de colónias de abelhas caiu de 10 a 30% nos últimos anos na Europa, cerca de 30% nos Estados Unidos e mais de 85% no Médio Oriente.
O relatório da ONU lembra que o desaparecimento das abelhas pode ter graves consequências na produção alimentar, um
a vez que a maioria das culturas agrícolas são polinizadas por abelhas. Aliás, só na Europa há cerca de quatro mil espécies de vegetais que existem porque são polinizadas.

"O facto é que em cem espécies vegetais que fornecem 90% dos alimentos do mundo, mais de 70% são polinizados por abelhas", declarou o direito-executivo do PNUA, Achim Steiner, numa conferência de imprensa de apresentação do relatório.

Contudo, os cientistas não chegaram a medir o impacto direto da mortalidade das abelhas nas culturas de frutas e de legumes.

Diário Digital / Lusa

28 de outubro de 2010

200 países começaram hoje a debater a melhor forma para travar a extinção das espécies até 2020




"...Os ministros do Ambiente e altos responsáveis de 200 países começaram hoje a debater a melhor forma para travar a extinção das espécies até 2020, na conferência a decorrer na cidade japonesa de Nagoya até sexta-feira. A conferência deverá levar Governos e empresas a comprometerem-se com a protecção dos ecossistemas ameaçados, como as florestas que limpam o ar e os recifes de coral que suportam recursos pesqueiros.
O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, participou na sessão de abertura destes três dias de negociações a alto nível em Nagoya e afirmou que os ministros das Finanças e os empresários também precisam de levar com conta o valor dos serviços prestados pela natureza, nas áreas da alimentação, medicamentos, turismo e indústria.
“A produtividade dos solos e dos mares está a diminuir e com ela os serviços dos ecossistemas que são cruciais para que as pessoas saiam da pobreza”, disse Robert Zoellick. “As espécies ameaçadas estão a desaparecer para sempre, mesmo à frente dos nossos olhos”.
Centenas de delegados estão a negociar desde a semana passada para tentar chegar a um acordo sobre a nova meta para 2020 e um plano estratégico com 20 pontos que pretende proteger recursos pesqueiros, combater a degradação dos habitats e conservar áreas terrestres e marinhas.
Mas os países continuam divididos quanto ao grau de ambição e quem vai pagar os esforços de conservação.
O financiamento actual para combater a perda de biodiversidade é de cerca de três mil milhões de dólares (2,1 mil milhões de euros) por ano mas alguns países em desenvolvimento consideram que este valor deveria ser aumentado cem vezes. ..."
in ecosfera

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay