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15 de outubro de 2009

Madonna doa par de sapatos para leilão cigano na Roménia



Madonna ofereceu um dos seus pares de sapatos favoritos da marca Christian Dior para uma organização de caridade que apoia a educação infantil dos ciganos.
Os organizadores disseram esta terça-feira que o par de sapatos, cujos saltos são de ouro e autografados por Madonna, será vendido no baile anual Ovidiu Rom no fim deste mês.
Madonna atraiu a atenção internacional ao dizer durante um concerto em Agosto em Bucareste, durante a sua digressão «Sticky & Sweet» que a descriminação generalizada contra os ciganos do leste europeu deveria terminar.
Milhares de fãs responderam vaiando a cantora.
«O comentário de Madonna a respeito da igualdade, chamou a atenção para uma atitude comum entre os europeus para com os ciganos. Nós estamos empolgados de ter a sua doação, pois ela é um ícone de inovação e vigor», disse Lesley Hawke, presidente da Ovidiu Rom. 
Diário Digital




16 de abril de 2009

Climate change makes migrations longer for birds



Bird migrations will get longer according to a study of the potential impacts of climate change on the breeding ranges of migrant birds.
A team of scientists, led by Durham University, have published findings that show that the marathon flights undertaken by birds to spring breeding grounds in Europe, are going to turn into even more epic journeys; the length of some migrations could increase by as much as 250 miles.
The research team, funded by the Natural Environment Research Council and the RSPB, looked at the current migration patterns of European Sylvia warblers, a group of birds that are common residents and visitors to Europe, like the Blackcap.
Published in the Journal of Biogeography, the scientists demonstrate evidence of potential breeding ranges shifting northwards in the future, while the wintering ranges remain stationary for many species.

21 de março de 2009

Bye Bye Birdie? One-Third of American Birds Are in Decline


The birds of America are in trouble, and those living in Hawaiian paradise are the worst off, according to a dire report issued by the U.S. Interior Department.
The State of the Birds report spreads the alarming news that one-third of bird species across the nation are endangered, threatened, or in serious decline due to habitat loss, polluted water, invasive species, and disease, says the study. Climate change will make things worse, and work is urgently needed to prevent “a global tragedy” of bird loss, the report added [The New York Times].
Bird species native to Hawaii, an isolated ecosystem, are particularly at risk, with 31 species currently listed as endangered. “That is the epicenter of extinctions and near-extinctions,” said John Fitzpatrick, director of the Cornell Lab of Ornithology, which helped produce the study. “Hawaii is (a) borderline ecological disaster.” Hawaii’s native birds are threatened by the destruction of their habitats by invasive plant species and feral animals like pigs, goats and sheep. Diseases, especially those borne by mosquitoes, are another killer [
AP]. Researchers say that 71 bird species that were found only on Hawaii have gone extinct since humans first settled the islands.
The study presents data collected by government and academic scientists, as well as information contributed by amateur bird-watchers…. Overall, the United States is home to more than 800 species of birds; 67 of those are federally listed as endangered or threatened, with an additional 184 species causing concern because of they are narrowly distributed or have declining populations, the report said [
Reuters].
But Interior Secretary Ken Salazar did dole out a few crumbs of good news. The study found that herons, egrets, ducks and other birds that benefit from wetlands conservation were rebounding. Findings like this “show us that conservation can really work,” Mr. Salazar said [
The New York Times]. Birds of prey like the peregrine falcon and bald eagle have also made a comeback due to intense conservation efforts and a reduction in pesticide use.

5 de março de 2009

Pássaros enfrentam efeitos das mudanças climáticas na Europa


Photo from Brian Micklethwait's Blog

Os efeitos das mudanças climáticas já estão sendo notados entre os pássaros na Europa, onde as espécies atingidas negativamente são três vezes mais numerosas do que as que se beneficiam deste fenômeno, segundo um estudo internacional publicado nesta quarta-feira pela Public Library of Science (PLoS).
"Embora as temperaturas tenham pouco aumentado recentemente, é surpreendente ver a que ponto o impacto já é visível sobre as populações de pássaros, e isto em toda a Europa", destacou em um comunicado um dos autores do estudo, Frédéric Jiguet, do Museu nacional francês da História Natural (MNHn).
"Os resultados mostram que o número de espécies atingidas de forma negativa é quase três vezes maior que o número de espécies que se beneficiam das mudanças do clima", afirmou.
Assim, para as 122 espécies estudadas, 30 devem mostrar um aumento de sua área de distribuição, e 92 uma redução. No total, 526 espécies se reproduzem na Europa.
Os pesquisadores, que elaboraram o primeiro indicador de impactos das mudanças climáticas sobre seres vivos em um continente, acreditam que os efeitos podem ser ainda bem piores se o aquecimento climático continuar.
"Devemos manter o aumento das temperaturas abaixo de 2ºC, caso contrário isto provocará destruições maiores em todo o planeta", disse um outro autor do estudo, Richard Gregory, da Royal Society for the Protection of Birds (RSPB no Reino Unido).

Entre as espécies que devem aumentar mais, entre as 122 observadas, estão o escrevedeira-de-garganta-preta, o papa-figos, o pintassilgo ou a rola-turca, indicou o estudo.
Em contrapartida, a narceja, o petinha-dos-prados, tentilhão-montês, o chapim sibilino, e o pica-pau-malhado-pequeno podem ser os pássaros que mais sofrerão com as mudanças climáticas, acrescentaram os pesquisadores.

23 de dezembro de 2008

Portugal emite 6,4 toneladas de CO2 por habitante


Portugal emite 6,4 toneladas de CO2 por habitante, menos duas do que a Espanha, que desde 1996 tem vindo a aumentar as emissões de gases com efeito de estufa. Os dados vêm publicados hoje e foram reunidos pelos institutos de Estatística português e espanhol.

A publicação "A Península Ibérica em Números", apresentada pelo INE português e INE espanhol pelo quinto ano consecutivo, compara indicadores dos dois países relativos a várias áreas sócioeconómicas, como Território e Ambiente, Educação e Cultura, Saúde e Protecção Social, Mercado de Trabalho, Transportes, Comunicações e Turismo.Na área ambiental, os números hoje divulgados demonstram que enquanto Portugal tem mantido, desde 2003, emissões de dióxido de carbono em torno das seis toneladas por habitante, Espanha tem vindo a aumentar. Neste momento, emite 8,4 toneladas por habitante, valor muito próximo da média da União Europeia.Portugal encontra-se entre os países menos poluentes na União Europeia, com emissões de 6,4 toneladas de CO2 por habitante.
Menos poluentes que Portugal em 2005, só a Letónia, a Lituânia, a Roménia, a Suécia e a Hungria.
Em comparação com os espanhóis, os portugueses são também menores produtores de lixo. A maior parte do território nacional produz entre 250 e 500 quilogramas de resíduos indiferenciados, de vidro, papel e cartão, abaixo da média de Espanha que produz entre 500 e 650 quilogramas.
Enquanto em Portugal só as regiões de Lisboa, Algarve e Madeira registavam uma maior quantidade de resíduos urbanos recolhidos por habitante, em Espanha, só as regiões da Galiza, Astúrias, Extremadura, Catalunha, Ceuta e Melilla têm baixos níveis de produção de lixo.
Segundo os mesmos dados, em 2005, as regiões de Lisboa, Algarve, Açores e Madeira eram, a par com a Andaluzia, Astúrias e Cantábria, as regiões da Península Ibérica mais gastadoras de água.
Naquelas regiões, cada habitante consumia, em 2005, entre 180 a 420 litros de água por dia, enquanto o consumo médio na maior parte das regiões da Península Ibérica é entre 150 e 180 litros de água por dia.
Ao contrário, as regiões Norte de Portugal e Navarra, La Rioja e País Basco, Baleares, Ceuta e Melilla e Canárias, de Espanha, registavam um menor consumo, já que cada habitante gastava apenas entre 100 e 150 litros por dia, segundo os mesmos dados.

22 de dezembro de 2008

«Praga» de gaivotas preocupa autarcas no Grande Porto


A área metropolitana do Porto vai adoptar medidas para fazer diminuir a população de gaivotas. É um problema que está a afectar várias cidades do país e os autarcas falam já de uma verdadeira «praga» que causa incómodos ao nível do ruído e que danifica telhados e carros.

Os autarcas do grande Porto já falam numa «praga» de gaivotas e decidiram pedir um estudo à Universidade do Porto com o objectivo de encontrar medidas de modo a controlar este fenómeno.
Rui Rio, presidente da Junta Metropolitana, explica que existem demasiadas gaivotas por um motivo que desconhece.
«Há hoje um exagerado número de gaivotas e mesmo pombas, mas fundamentalmente gaivotas, alterações que não sei explicar levaram a esta situação», adianta.
Rui Rio acrescenta que este cenário está a trazer muitos incómodos aos cidadãos e que por isso é preciso tomar medidas para minimizar o problema.
«Há preocupações da população e dos presidentes de Câmara em combater esta situação. Toda a gente percebe os danos que ela tem causado nas próprias habitações, nos telhados das casas, nos automóveis ou ao nível do ruído. Ninguém está confortável com esta situação e toda a cidade sofre com esta praga», salienta.
Rui Rio espera agora que no máximo, dentro de dois anos, o número de gaivotas tenha caído para o que verificava há cerca de uma década.
«Acreditamos que daqui por um ano, ano e meio, dois anos, possamos olhar para o Porto, Matosinhos, para Vila do Conde ou Vila Nova de Gaia e ter um número de gaivotas que tínhamos há 10 ou 12 anos em que praticamente nem davamos por elas», salienta o presidente da Junta Metropolitana.
O problema é visível em praticamente toda a cidade do Porto, mas no mercado do Bolhão se há quem concorde com esta iniciativa dos autarcas para diminuir o número de gaivotas, há também quem não deixe de as alimentar.
O mesmo acontece no centro do Porto.
Na Lapa, há uma peixaria cujos proprietários há mais de 20 anos que as alimentam, sendo que uma das gaivotas, a Beatriz, tornou-se mesmo um animal de estimação.

12 de dezembro de 2008

EUA: Efeito de estufa está a aquecer o país, avisam peritos


As alterações climáticas provocadas pelo efeito de estufa estão a aquecer os Estados Unidos, disseram quinta-feira investigadores do governo norte-americano.
«O continente como um todo está a aquecer, principalmente em resultado das fontes de energia que são utilizadas», disse William J. Brennan, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.
Em 2007, o Painel Internacional sobre as Alterações Climáticas concluiu que o aquecimento global é «inequívoco, sendo causado pela actividade humana».
O efeito de estufa é um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar reflectida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço.
Diário Digital / Lusa
sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008 07:43

6 de dezembro de 2008

Wanted: Falcons, Handlers For Mission in Afghanistan



The U.S. Air Force, a high-tech wonder of precision missiles and pilotless surveillance drones, is looking for a few good falcons.
Live falcons, that is, ones with feathers and talons, the kind that hunt mice and small birds.
U.S. aircraft at the sprawling Bagram air base in Afghanistan are coming under increasing attack -- not from al-Qaeda or Taliban fighters but from "many small songbirds, pigeons, Magpies, Hawks and Black Kites," according to a bid request for a "bird control services" contract issued by the Army last month.
Previous attempts at controlling the birds have failed. Personnel have shot "bangers and screamers" at the birds -- rockets that can travel hundreds of yards as they give off a siren-like noise, followed by a loud bang. Shotguns have been tried, too.
There were 125 bird strikes against aircraft taking off, landing or taxiing at Bagram from January through Nov. 1, a sharp increase from the 78 recorded in the same period last year, according to officials at the base. So now the military is seeking a private contractor to provide "personnel, equipment, tools, materials, supervision, falconry and other items and services necessary to perform Bird Control Services at Bagram." .....

26 de novembro de 2008

Emissões com efeito de estufa continuam a crescer


Os gases com efeito de estufa continuaram a aumentar na atmosfera em 2007, tendo as concentrações de dióxido de carbono atingindo níveis recorde nesse ano, indica o último relatório distribuído pela Organização Mundial de Meteorologia (OMM).
O boletim informativo da OMM indica que as concentrações de dióxido de carbono na atmosfera alcançaram níveis máximos no ano passado.
Os dados científicos mostram que o dióxido de carbono atingiu 383,1 partes por milhão, um aumento de 0,5 por cento em relação a 2006.
As concentrações de nitrogénio de carbono também alcançaram níveis recordes em 2007 e foram 0,25 por cento maiores que no ano anterior.
O metano cresceu 0,34 por cento, alcançando o maior valor já calculado até hoje, salientam os dados da OMM.

O crescimento do metano entre 2006 e 2007 foi o maior aumento anual registado desde 1998 e, apesar de os especialistas da OMM não quererem fazer ainda uma avaliação sobre este tema, alertam sobre a possível nocividade deste gas.
A OMM calcula que o total de gases com efeito estufa na atmosfera tenha aumentado 1,06 por cento em 2007 em relação a 2006, um aumento de 24,2 por cento em comparação a 1990, considerado ano de referência.
A organização internacional conta com uma rede de observatórios repartidos em 65 países que lhe permite avaliar os gases com efeito de estufa que foram emitidos.
Estes gases, que são a principal causa do aquecimento global, são provocados, principalmente, pela queima de combustíveis fósseis e pela destruição da massa florestal.
Diário Digital / Lusa

4 de novembro de 2008

Rainfall autism theory suggested


Increased rainfall, or something linked to it, may be connected to the development of autism, scientists say.
The theory is based on child health and weather records from three US states, but has been given an icy reception by UK experts.
The US study found autism rates were higher among children whose states experienced higher rainfall in their first three years.
The work appears in Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine.
The rising rate of autism - up, by some measures, from one in 2,500 to one in 150 - has been attributed mainly to improvements in the way doctors are able to recognise the disorder.
However, scientists from Cornell University say this does not exclude a factor which may be independently increasing the number of children growing up with the condition.
They calculated average annual rainfall for California, Oregon and Washington State between 1987 and 1999, then looked at autism prevalence rates in the children growing up during this period.
They found that rates could be linked to that amount of precipitation in their state between these dates.
They added: "Autism prevalence was higher for birth cohorts that experienced relatively heavy precipitation when they were younger than three years."
The reason for the link, if it exists, might not be directly related to rainfall, although the scientists said it was possible that the process of rainfall might affect the chemicals to which children were exposed.
Indoor theory
They also suggested that being forced to stay indoors for longer periods could affect development, perhaps by increased exposure to television, or to household chemicals, or even through a lack of vitamin D, produced by being out in sun.
However, they made it clear that none of these was more than a theory, and called for further research to see if the link was a real one.
Mark Lever, chief executive of The National Autistic Society said the latest theory would join a succession of others advanced about the condition and its origins.
He said: "In recent years autism has been linked to factors as varied as older aged fathers, early television viewing, vaccines, food allergies, heavy metal poisoning, and wireless technology, to name just a few.
"Some of these theories are little more than conjecture or have been discredited, others seem more promising and are in need of further study. As yet, however, very few have been substantiated by scientific research."
He said: "We don't yet understand what causes autism, although scientists do believe that genetic factors might play a part.
"People with autism and their families are naturally concerned to get the right information and there is a lot of confusion and concern over the conflicting theories put forward."
Dr Michael Fitzpatrick is a GP in London and author of the book 'Defeating Autism: A Damaging Delusion'.
He said: "The notion that autism is caused by higher rainfall is manifestly absurd.
"It is about time we recognised that autism has largely genetic causes and devoted our energies to providing the best possible education and care services for people with autism and their families."

11 de outubro de 2008

Especialistas prevêm nível do mar suba um metro neste século





Especialistas alemães do Instituto de Investigação Climático de Potsdam advertiram hoje que o nível do mar aumentará mais do que o previsto até agora, «cerca de um metro neste século», como consequência do aquecimento global e alterações climáticas.


O director do Instituto de Investigação sobre o Impacto Climático de Potsdam, na Alemanha, Hans Joachim Schellnhuber, e o meteorólogo alemão Jochem Marotzke, apresentaram hoje um novo estudo que revê várias projecções do último Relatório sobre o Clima Mundial, publicado no ano passado pelo Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC), das Nações Unidas.
Segundo os especialistas alemães, no relatório daquela organização prognosticou-se um aumento do nível do mar entre 18 e 59 centímetros até o final do século. Mas estes sublinham que os efeitos do aquecimento global e das alterações climáticas serão «sentidos de modo muito mais rápido e grave».
«Calculamos que este século o nível do mar subirá cerca de um metro», advertiu Schellnhuber, lembrando que «nos últimos anos o nível de degelo nos Pólos duplicou e, em alguns casos, triplicou».Os especialistas adiantaram também que «vinte por cento do degelo da Placa Glaciar de Groenlândia» pode ser «atribuída directamente as emissões de dióxido de carbono [CO2] das centrais térmicas chinesas».
No entender de Schellnhuber e Marotzke, o objectivo expresso de impedir um aumento da temperatura média do planeta superior a dois graus centígrados até 2100 «será impossível de atingir, caso não se realizem grandes esforços».
Para os especialistas, esse objectivo só poderá ser atingido «se o cenário acordado este ano pelo G8 [Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Rússia] realmente for posto em prática».
Os dirigentes dos países mais industrializados (G8) - e dos mais poluentes do Mundo - acordaram reduzir as emissões de gás com efeito de estufa em 50 por cento até 2050, tendo como referência os valores de 1990.Numa declaração sobre as alterações climáticas, o G8 acordou também numa definição posterior, país por país, de objectivos a médio prazo.
Sem esse compromisso, a temperatura média do planeta tenderá a subir além dos dois graus centígrados, apontados como uma «espécie de máximo tolerável» por vários estudos científicos, reiteram os especialistas do Instituto de Investigação sobre o Impacto Climático de Potsdam.
Diário Digital / Lusa


Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay