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11 de agosto de 2009

FIARTIL acolhe ritmos multiculturais de 16 a 22 de Agosto

A Feira de Artesanato da Costa do Estoril (FIARTIL) vai acolher, de 16 a 22 de Agosto, uma série de actuações de samba, jazz e fado, no recinto junto ao Centro de Congressos do Estoril.
FIARTIL acolhe ritmos multiculturais de 16 a 22 de Agosto
A Feira de Artesanato da Costa do Estoril (FIARTIL) vai acolher, de 16 a 22 de Agosto, uma série de actuações de samba, jazz e fado, no recinto junto ao Centro de Congressos do Estoril.

No domingo, pelas 21:00 horas, actuará o grupo Yemmandala, composto por duas vozes femininas, que vão trazer uma mistura de influências transatlânticas que se aproximam do jazz e dos ritmos brasileiros.
Às 21:30 de sexta-feira sobe ao palco António Zambujo, fadista alentejano que vai trazer temas dos álbuns «Outro Sentido» (2007), «Por meu Cante» (2004) e «O Mesmo Fado» (2002).
Dia 2, às 21:30, chegam «os sucessos intemporais da música nacional e estrangeira com o grupo Big Bang, de quatro vozes.
Sempre às 21:30 de segunda a quinta-feira, os visitantes do certame poderão assistir às actuações da Associação Folclórica e Recreativa do Tourigo, Rancho Folclórico do GIPA, Grupo LuaCústica e Danças e Cantares do BESCLORE.
Estão patentes oito espaços de restauração: três restaurantes, três espaços de petiscos, uma padaria e uma pastelaria com doces tradicionais da cozinha portuguesa e da doçaria regional.
As portas de feira estão abertas das 18:00 às 24:00 horas, durante toda a semana, e das 17:00 às 24:00 aos fins-de-semana e feriados, até 30 de Agosto, segundo o divulgado em comunicado.
A entrada para as crianças até aos 12 anos é gratuita. Os adultos pagam 1 euros, de segunda a quinta-feira; e 2,50 euros, de sexta-feira a domingo. Os seniores (mais de 65 anos) pagam 0,50 euros, de segunda a quinta-feira; e 1 euro, de sexta-feira a domingo.

26 de julho de 2009

Redondo 2009


Agosto aproxima-se de Redondo prenunciado aquela que é uma das tradições mais vincadas desta vila situada no Alentejo. As suas ruas, ainda desprovidas de cor, aguardam ansiosamente pelo momento que as torna na atracção principal. Como tal, a população cedo começou a preparar as boas-vindas às Festas Populares /Ruas Floridas 2009 ocasião que, de 1 a 9 de Agosto, fará de Redondo o jardim do Alentejo.
Os trabalhos iniciaram-se há muito com a vontade e determinação essenciais para que um evento deste género se realize. Definiram-se estratégias, escolheram-se os temas, prepararam-se os materiais e assim começou mais uma edição das Ruas Floridas de Redondo onde a população se une para dar cor e forma a esta iniciativa.
Existe de diversas cores, gramagens e texturas. É de crepe, florista, vegetal, de cenário ou tão simples quanto as mãos que o trabalham. Faz-se acompanhar das madeiras, arames, tintas e outros materiais que se unem nas mais de trinta ruas que se enfeitam, de 1 a 9 de Agosto, para o receber a si. Visite as nossas ruas, saboreie a nossa gastronomia, admire a nossa arte, complete a nossa tradição.

17 de julho de 2009

FEIRA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS IBÉRICOS



Pretende-se com esta feira divulgar um sector de artes e ofícios de raiz manufactural, com incidência para instrumentos musicais, bem como proporcionar a interacção entre músicos e construtores, uma vez que os músicos são os principais utilizadores dos instrumentos tradicionais.
Um encontro de música tradicional ibérica, Um evento que acolhe construtores de instrumentos expondo e vendendo o seu trabalho: gaitas-de-foles, concertinas, sanfonas, outros instrumentos de cordas, sopro, percussão e muitos mais...
A animação permanente será uma aposta desde, oficinas de danças e música, apresentação de instrumentos, actividades para crianças, debates entre músicos...

26 de junho de 2009

Feira Internacional do Artesanato





Em 2009, a FIA Lisboa levará a cabo iniciativas que visam premiar o Artesanato Nacional.
O Prémio Nacional de Artesanato é dedicado ao tema “ Fios, Teias e Tecidos”, um sector que no presente se confronta com uma indigna concorrência de cópias provenientes do estrangeiro e que este prémio pretende valorizar. É instituído pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, através do Instituto do Emprego e da Formação Profissional.


O Prémio subdivide-se em Prémio de Artesanato Tradicional e Prémio de Artesanato Moderno. As peças seleccionadas serão expostas na FIA 2009, local onde se efectuará a escolha final e se procederá à atribuição de Prémios.
A Associação Industrial Portuguesa/Confederação Empresarial - Feira Internacional de Lisboa, leva a cabo a organização do Prémio de Artesanato Português.

Esta iniciativa visa divulgar e promover o artesanato, um valor cultural e económico que deve ser estimulado na melhoria da qualidade e criatividade. O concurso apresenta-se em duas categorias genéricas: «Melhor Peça de Artesanato Tradicional» e «Melhor Peça de Artesanato Contemporâneo», estando aberto a todos os artesãos nacionais expositores na FIA Lisboa.

15 de abril de 2009

Tapeçarias: arte com luxo e tradição



No Alentejo a arte faz-se ponto a ponto. Miguel Matos visitou em Lisboa a Galeria de Tapeçarias de Portalegre.
São feitas em lã e penduram-se na parede. Representam milhares de horas e centenas de dias de trabalho. São obras de arte por direito próprio e vêm todas do Alentejo. Criadas por artistas de renome como Almada Negreiros ou Graça Morais, as Tapeçarias de Portalegre combinam a arte e o luxo em fios de um ofício único. Uma arte rara que exige muito conhecimento e perseverança. Existem poucas manufacturas deste tipo na Europa e em Portugal, com edições artísticas, é esta a única em funcionamento.
A Rua da Academia de Ciências é um local que mistura a arte contemporânea e as técnicas ancestrais.
Mesmo ao lado da Galeria Ratton Cerâmicas está a Galeria das Tapeçarias de Portalegre, o que prova que a tradição e a vanguarda podem mesmo dar as mãos. E não se pense que se trata de uma mera técnica de reprodução de obras de arte. Muitos artistas trabalham em específico para tapeçaria: Menez criou a pensar nisso. Júlio Pomar, Eduardo Nery e Lourdes Castro também, para além de muitos outros. “As tapeçarias são normalmente produzidas em edições limitadas de quatro exemplares, mas também existem peças únicas, feitas por encomenda. Não há reedições e as obras são todas assinadas pelo artista e com certificado de autenticidade”, diz Maria João de Melo, responsável pela galeria.
Quanto aos preços destas obras, não são propriamente simpáticos. Podem ir dos 8000 aos 90 mil euros, dependendo da complexidade e tamanho.
Agora um pouco de história: a tradição de tapeçarias em Portugal começa no século XVIII com manufacturas instauradas pelo Marquês do Pombal, que pouco tempo duraram. Foi apenas em 1946 que foi fundada a Manufactura de Portalegre e dois anos depois surge a primeira tapeçaria mural, por João Tavares. Ninguém dava grande coisa por este projecto até que em 1952 os tapeceiros franceses reconheceram a sua qualidade. Como é hábito, só depois de os estrangeiros gostarem é que os portugueses começaram a apreciar. Guy Fino, um dos fundadores, consegue então convencer Jean Lurçat, o renovador da tapeçaria francesa, a visitar Portalegre.
Aí confrontou-o com duas peças. Uma tecida em França e que o próprio Lurçat oferecera à esposa de Fino, e a sua réplica tecida em terras alentejanas. Convidado a identificar a tapeçaria francesa, Lurçat escolheu a de Portalegre.
A partir de então considerou as nossas tecedeiras como as melhores do mundo.
A tapeçaria de Portalegre parte sempre de um original de um pintor. É a transposição para um outro suporte e a uma outra escala desta obra.
Maria João de Melo explica sucintamente como se dá este processo: “o original é apresentado e a partir dele são feitos diapositivos que são depois projectados em papel de quadrícula milimétrica. A cada quadrícula corresponde um ponto. A desenhadora vai desenhando em tamanho real sobre este papel. Após isto, faz-se a escolha das cores. Uma tapeçaria tem uma média de 800 cores que são todas escolhidas individualmente sobre o desenho original. A Manufactura trabalha com cerca de sete mil cores mas se não existir um tom específico para um determinado pormenor, manda-se tingir.
Cada tapeçaria tem cerca de 2500 pontos por decímetro quadrado, podendo atingir os dez mil em zonas mais exigentes.
Uma tecedeira faz mais ou menos 5 cm de altura por 60 cm de comprimento por dia.
O tempo total de execução depende da dificuldade do desenho, mas uma tapeçaria pode demorar um ano inteiro a produzir desde o início ao fim”.
Poder-se-ia dizer que é arte em paciência de chinês não fosse ela estar profundamente enraizada nas nossas tradições têxteis.
A Galeria de Tapeçarias de Portalegre fica na Rua da Academia das Ciências, 2-J e está aberta de segunda a sexta das 13.00 às 19.30 horas. A entrada é gratuita.

terça-feira, 14 de Abril de 2009



2 de fevereiro de 2009

"Parajovi"



La palabra "Parajovi" es una palabra compuesta con las iniciales de cuatro amigos, que nos conocíamos de nuestra afición en común por los canarios de canto timbrado español.





La palabra de Parajovi es una inicial de Rafa Gutiérrez, de Lucena, Córdoba, criador nacional G-276.





Lucena is a town in southern Spain, in the province of Córdoba, in Andalusia, 60 km southeast of Córdoba, 85 km north of Málaga, 140 km east of Seville, 105 km west of Granada, and 90 km southwest of Jaén. It is the second major city in the province after the provincial capital (also called Cordoba). It's located at the conjunction of important highways in the geographical center of Andalusia. People from Lucena are called "Lucentinos." The city was originally known as Eliossana, from the Hebrew Elí hosanna, "God may save us". Muslims called it Al-Yussana.


Se sirven pajaros con planillas y con su pedigris, se mandan una vez terminada la temporada de concursos,
telefonos 957 51 30 54 o el movil 616 567 66

29 de outubro de 2008

Trajes de Portugal -Ilha da Madeira


O bordado faz parte da cultura e História dos madeirenses. Tal como sucede com o vinho, é uma das marcas que os identifica. A sua presença suplanta as barreiras naturais do arquipélago para se postar em mesa ou cama rica.

Foi executado em meio pobre, mas quase sempre solicitado para em mesa ou cama nobre.O bordado está presente na ilha desde os primitivos tempos da ocupação.

A tradição de bordar, do local de origem dos povoadores, acompanhou-os na travessia atlântica e instalou-se no novo espaço.


Deste modo borda-se na ilha desde o início do povoamento. Bordava-se em linho, algodão, seda e organdy para se fazerem toalhas de mesa, peças decorativas, jogos de cama e peças de vestuário, nomeadamente feminino.


A leitura de alguns testamentos revela-nos que muitas daquelas peças de vestuário passavam de pais para filhos, não apenas pelo valor sentimental, mas também, pela raridade e riqueza do bordado.Era trabalho de inestimável valor que, por isso mesmo, não podia ser vendido, apenas era de usufruto familiar, prenda de enxoval ou legado por morte. Por muito tempo o bordado foi considerado um produto não vendável, que raramente saia do circuito familiar.


O Funchal de meados do século XIX era uma cidade cosmopolita. Nas suas ruas cruzam-se cidadãos de diversas nacionalidades, nomeadamente britânicos e alemães. A disputa entre as duas potências pelo domínio do Atlântico passa também pela Madeira.


Até então os britânicos dominavam quase por completo o mercado madeirense, que começaram a perder com a independência dos Estados Unidos da América.

A estes seguiram-se os alemães a partir de 1880 que passaram a intervir de forma directa no comércio e produção do bordado.

A sua entrada foi o élan necessário para a completa renovação e afirmação do bordado não apenas no mercado alemão, mas também no norte-americano.

Os alemães trouxeram as mais significativas inovações tecnológicas para o sector e alteraram por completo o processo de produção do bordado.

A bordadeira passa a assumir apenas a função de bordar, sendo-lhe impostos os panos, os linhos e os desenhos. Esta mudança implicou a o aparecimento de novos intervenientes no processo e à afirmação das imponentes casas de bordados na cidade.

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay