Este site dedica-se às aves e a relação com o Homem. O canto do Canário Timbrado, Canário Harz Roller, do canário Malinois e outros canários.. O objectivo de site é contar as aventuras e os arcos de descobertas relacionados com Homem e as aves. This site is dedicated to birds.singing canaries song,canaries,canaries de chant. carmelita=carmelo=jardim
Mostrar mensagens com a etiqueta Castelo Branco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Castelo Branco. Mostrar todas as mensagens
22 de março de 2019
15 de fevereiro de 2019
28 de dezembro de 2018
13 de novembro de 2016
6 de fevereiro de 2016
15 de janeiro de 2016
Viola beiroa: Sons tradicionais renascem
A viola beiroa ou "bandurra" já foi grande, chegou mesmo a ser gravada por Michel Giacometti e esteve quase a perder-se quando começou a deixar de ser utilizada com o aparecimento das concertinas. Instrumento delicado, de afinação difícil está agora a renascer numa pequena rua do centro histórico de Castelo Branco, onde a cada seis meses nasce uma nova viola.
A viola beiroa, que toca quase como uma guitarra portuguesa e só se ouvia na 'Dança dos Homens', renasceu para a música. Depois de sete anos a formar tocadores surge agora uma fábrica desta viola, também chamada de "bandurra", onde são construídos estes instrumentos de boca arredondada e pequena com cordas, finas e curtas, que, apesar de não serem "pisadas", são tocadas soltas.
Esta viola tradicional da Beira Baixa tem cinco cordas, tocadas em conjunto e duas requintas, que só servem para afinar. Elísio Saraiva, mestre tocador garante que a viola foi reabilitada com uma nova afinação.
Depois de formados os músicos foi preciso construir uma fábrica de violas que, conta Rodrigo Jerónimo, usa madeira de abeto, a ideal para propagar o som.
A viola não tem segredos mas é preciso adequar a construção ao som e para isso, diz-nos Eduardo Louro, especialista na construção de guitarras, são precisos seis meses.
Toca como uma harpa mas é uma viola. Há mais de 150 anos que não se construíam violas beiroas, instrumento difícil de tocar e que foi deixando de ser usado. Agora no centro de Castelo Branco as violas estão a ser recuperadas, construídas de novo e o instrumento já se ouve de novo pelas romarias e festas da Beira Baixa.
A viola beiroa, que toca quase como uma guitarra portuguesa e só se ouvia na 'Dança dos Homens', renasceu para a música. Depois de sete anos a formar tocadores surge agora uma fábrica desta viola, também chamada de "bandurra", onde são construídos estes instrumentos de boca arredondada e pequena com cordas, finas e curtas, que, apesar de não serem "pisadas", são tocadas soltas.
Esta viola tradicional da Beira Baixa tem cinco cordas, tocadas em conjunto e duas requintas, que só servem para afinar. Elísio Saraiva, mestre tocador garante que a viola foi reabilitada com uma nova afinação.
Depois de formados os músicos foi preciso construir uma fábrica de violas que, conta Rodrigo Jerónimo, usa madeira de abeto, a ideal para propagar o som.
A viola não tem segredos mas é preciso adequar a construção ao som e para isso, diz-nos Eduardo Louro, especialista na construção de guitarras, são precisos seis meses.
Toca como uma harpa mas é uma viola. Há mais de 150 anos que não se construíam violas beiroas, instrumento difícil de tocar e que foi deixando de ser usado. Agora no centro de Castelo Branco as violas estão a ser recuperadas, construídas de novo e o instrumento já se ouve de novo pelas romarias e festas da Beira Baixa.
6 de junho de 2015
@ IBERENCONTROS
Castelo Branco recebe encontro de artistas portugueses e espanhóis
Artistas portugueses e espanhóis participam de 09 a 11 de Julho, em Castelo Branco, no Iberencontros, uma iniciativa de cooperação transfronteiriça que tem como objectivo identificar o caminho para um novo modelo de gestão cultural.
«A Câmara está em diálogo com instituições espanholas no sentido de concretizar em Castelo Branco um grande encontro de artistas portugueses e espanhóis com o objetivo de incentivar a ligação dos artistas dos dois países e esbater as fronteiras no panorama cultural», disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia.
Revelou ainda que esta iniciativa é mais um passo no trabalho que o município tem desenvolvido na área cultural, uma das grandes apostas do actual executivo.
Segundo o autarca, "o encontro, apesar de ainda não estar decidido nem fechado, tem neste momento o programa numa fase avançada de conversações com as entidades espanholas envolvidas".
No sítio da internet do Iberencontros refere-se que o encontro cultural irá realizar-se em Castelo Branco, entre os dias 09 e 11 de Julho, e adianta que os três dias de debate e de conversa "serão cristalizados na assinatura de um documento (a Declaração de Castelo Branco), que se converterá no guia do novo modelo de gestão cultural proposto".
É também avançado que estarão no Iberencontros um total de 40 participantes, dos quais 20 artistas ou membros de colectivos artísticos portugueses e outros tantos do lado espanhol, além de poderem ainda participar membros de associações culturais e sociais locais.
Esta iniciativa vai envolver os principais equipamentos culturais da cidade durante os três dias, onde se incluem o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB), o Cybercentro, Cine-Teatro Avenida, Biblioteca Municipal de Castelo Branco, entre outros.
Os colectivos de artistas que participam no Iberencontros vão dinamizar várias actividades culturais e educativas em Castelo Branco, nomeadamente exposições, intervenções artísticas, visitas a museus e a outros espaços culturais ou programas de formação artística e cultural.
Diário Digital com Lusa
24 de janeiro de 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)




