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7 de março de 2017
15 de janeiro de 2016
Viola beiroa: Sons tradicionais renascem
A viola beiroa ou "bandurra" já foi grande, chegou mesmo a ser gravada por Michel Giacometti e esteve quase a perder-se quando começou a deixar de ser utilizada com o aparecimento das concertinas. Instrumento delicado, de afinação difícil está agora a renascer numa pequena rua do centro histórico de Castelo Branco, onde a cada seis meses nasce uma nova viola.
A viola beiroa, que toca quase como uma guitarra portuguesa e só se ouvia na 'Dança dos Homens', renasceu para a música. Depois de sete anos a formar tocadores surge agora uma fábrica desta viola, também chamada de "bandurra", onde são construídos estes instrumentos de boca arredondada e pequena com cordas, finas e curtas, que, apesar de não serem "pisadas", são tocadas soltas.
Esta viola tradicional da Beira Baixa tem cinco cordas, tocadas em conjunto e duas requintas, que só servem para afinar. Elísio Saraiva, mestre tocador garante que a viola foi reabilitada com uma nova afinação.
Depois de formados os músicos foi preciso construir uma fábrica de violas que, conta Rodrigo Jerónimo, usa madeira de abeto, a ideal para propagar o som.
A viola não tem segredos mas é preciso adequar a construção ao som e para isso, diz-nos Eduardo Louro, especialista na construção de guitarras, são precisos seis meses.
Toca como uma harpa mas é uma viola. Há mais de 150 anos que não se construíam violas beiroas, instrumento difícil de tocar e que foi deixando de ser usado. Agora no centro de Castelo Branco as violas estão a ser recuperadas, construídas de novo e o instrumento já se ouve de novo pelas romarias e festas da Beira Baixa.
A viola beiroa, que toca quase como uma guitarra portuguesa e só se ouvia na 'Dança dos Homens', renasceu para a música. Depois de sete anos a formar tocadores surge agora uma fábrica desta viola, também chamada de "bandurra", onde são construídos estes instrumentos de boca arredondada e pequena com cordas, finas e curtas, que, apesar de não serem "pisadas", são tocadas soltas.
Esta viola tradicional da Beira Baixa tem cinco cordas, tocadas em conjunto e duas requintas, que só servem para afinar. Elísio Saraiva, mestre tocador garante que a viola foi reabilitada com uma nova afinação.
Depois de formados os músicos foi preciso construir uma fábrica de violas que, conta Rodrigo Jerónimo, usa madeira de abeto, a ideal para propagar o som.
A viola não tem segredos mas é preciso adequar a construção ao som e para isso, diz-nos Eduardo Louro, especialista na construção de guitarras, são precisos seis meses.
Toca como uma harpa mas é uma viola. Há mais de 150 anos que não se construíam violas beiroas, instrumento difícil de tocar e que foi deixando de ser usado. Agora no centro de Castelo Branco as violas estão a ser recuperadas, construídas de novo e o instrumento já se ouve de novo pelas romarias e festas da Beira Baixa.
15 de setembro de 2015
7 de novembro de 2014
Celebra en Extremadura el Día Europeo del Enoturismo
Un amplio programa de actividades conmemorará el día 9 esta jornada dedicada al mundo del vino.
La Ruta del Vino Ribera del Guadiana organiza con motivo del Día Europeo del Enoturismo una jornada repleta de actividades con un denominador común la ruta enoturística extremeña.
Visitas guiadas a bodegas, senderismo entre viñedos, catas de aceites y vinos, y una ruta en bus entre viñedos, bajo el epígrafe “Sobre ruedas entre viñedos”, que recorrerá el camino de la Vía de la Plata; conforman el programa con el que Almendralejo y la afamada Ruta del Vino Ribera del Guadiana celebrarán una jornada europea dedicada al sector vitivinícola.
Una actividad que tendrá lugar el próximo domingo, a partir de las 9:30 horas, y cuya salida está fijada en la Oficina de Turismo de Almendralejo.
10 de outubro de 2014
12 de setembro de 2014
Aldeia da Várzea (Soajo-Arcos de Valdevez)
Um Vira numa aldeia "raiana" onde habitualmente Portugueses e Galegos se juntavam aos Domingos e Dias de Festa para dançar na Eira dos Espigueiros.
21 de julho de 2014
21 de junho de 2014
7 de janeiro de 2014
14 de dezembro de 2013
4 de dezembro de 2013
10 de novembro de 2013
24 de setembro de 2013
10 de setembro de 2013
2 de setembro de 2013
15 de julho de 2013
30 de junho de 2013
6 de junho de 2013
Aldeia de Miranda do Douro convida visitantes a fazer «Ronda das Adegas»
A freguesia de Atenor, em Miranda do Douro, propõe-se revitalizar antigas profissões e velhos costumes locais, através da denominada «Ronda das Adegas», disse hoje o presidente da junta, Moisés Pêra Esteves.
Em declarações à agência Lusa, o autarca explicou que esta iniciativa, agendada para sexta-feira, sábado e domingo, é uma forma encontrada pela junta de freguesia para tentar dar vitalidade a uma aldeia cheia de potencial ambiental, cultural ou estenográfico «únicos».«As artes esquecidas como o latoeiro, o albardeiro, o oleiro, as fiadeiras deram apenas alguns das profissões do passado que serão mostradas às novas gerações e ao público vindo do litoral, que nunca teve contacto com está realidade», disse Moisés Pêra Esteves.
Diário Digital / Lusa
22 de abril de 2013
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