Mostrar mensagens com a etiqueta Lo Hombre y los pajaros no comments. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lo Hombre y los pajaros no comments. Mostrar todas as mensagens

19 de dezembro de 2015

Nuvem de poluição em Pequim em dia de novo alerta máximo


A capital da China amanheceu hoje envolta numa nuvem de poluição mas, para já, com níveis de contaminação do ar abaixo do esperado no primeiro dia de um novo alerta vermelho devido à poluição, que vigorará até terça-feira.

A concentração de partículas PM 2,5 (as mais finas e susceptíveis de se infiltrarem nos pulmões) ao meio-dia (04:00 em Lisboa) estava nos 180 microgramas por metro cúbico, segundo a medição feita pela Embaixada dos EUA na cidade.

Apesar de estar muito acima dos 25 microgramas máximos recomendados pela Organização Mundial de Saúde, o nível de contaminação não chega aos 200 microgramas, a barreira definida pelas autoridades locais para acionar o alerta vermelho.
Diário Digital / Lusa

3 de junho de 2013

no comments






HISANOHAMA, June 3 — Dozens of crabs, three small sharks and scores of fish thump on the slippery deck of the fishing boat True Prosperity as captain Shohei Yaoita lands his latest haul, another catch headed not for the dinner table but for radioactive testing.

Japan’s government banned commercial fishing in this area, some 200km (125 miles) northeast of Tokyo, after a devastating 2011 tsunami and the reactor meltdowns and explosions that followed at the nearby Fukushima Dai-ichi nuclear plant. 
The plant’s operator, Tokyo Electric Power Co, or Tepco, has battled since then to keep radioactive water used to cool the crippled reactor from leaking into the ground and the sea.
The walls of a once-bustling fish market that sold Yaoita’s catch of flounder, rockfish, greenling and other sealife in the port of Hisanohama, about 20km (12 miles) south of the ruined plant, remain in ruins. 
The fishermen of Hisanohama, forced out of work by the disaster, have had no choice but to take the only job available — checking contamination levels in fish just offshore from the destroyed nuclear reactor buildings.
"We used to be so proud of our fish. They were famous across Japan and we made a decent living out of them," said 80-year-old Yaoita, who survived the tsunami by taking on the waves and sailing the six-person True Prosperity out to sea. 
"Now the only thing for us is sampling."
Shoulders stooped from years of hard work, Yaoita is happy to be back pulling fish out of a 300-metre (330 yards) net. Like many younger fishermen, he’s unsure how long he can stay at it.
The fishermen and Tepco are in dispute over the utility’s plans to dump 100 tonnes of groundwater a day from the devastated plant into the sea. The complicated clean-up plan for Fukushima could take 30 years or more. 
Tepco’s challenge is what to do with the contaminated water that has been pooling at the plant at a rate of 400 tonnes a day — enough to fill an Olympic-size swimming pool in a week.
So far it has been racing to build tanks to store the contaminated water on the grounds of the plant, in which all the water is kept at the moment.

It has also asked fishermen to support a plan to build a "by-pass" that would dump groundwater into the sea before it becomes contaminated by flowing under the reactor’s wreckage.
"We are staunchly against it," said Tatsuo Niitsuma, 71, who fishes with Yaoita.

MORE CONTAMINATION, LESS HOPE

Representatives from fishing cooperatives met Tepco officials on Thursday to discuss the proposal, with Trade Minister Toshimitsu Motegi to instruct Tepco on what to do, although no final plans were announced.
In addition to the "by-pass" Motegi, who also holds the energy portfolio, told Tepco to create "protective walls" in the ground by freezing the soil around the reactors to create an underground barrier to stop groundwater from flowing in and mixing with contaminated water inside the reactor building. 
The fishermen, however, worry the "by-pass" plan risks more contamination and delays, possibly ending any hope for the only job they know.
Tepco officials have said it may take as long as four years to fix the problem, but have said they do not need outside help.
 The uncertainty and stress have become problems. Many former fishermen live in temporary homes next to people they barely know after losing not only their jobs, but also family members.
 Waves as high as 40 metres wrought havoc across several hundred kilometres of Japan’s northeastern coast, damaging ports handling 7 per cent of the country’s industrial output, some 28,500 ships and 319 small fishing communities like Hisanohama.
 The total cost of damage to the fishing industry is estimated at around 1.26 trillion yen (RM37.47 billion).
 About 40 Hisanohama fishermen survived the disaster. They could make a few thousand dollars a month each with good catches, but instead get by on handouts for tsunami survivors.
 "For many middle-aged men, their work meant everything, so now they find it hard to mingle with others, cut themselves off and start drinking," said Hideo Hasegawa, who runs a support centre in a 3,000-strong temporary housing settlement.
The fishermen’s opposition to Tepco’s plans underlines deep distrust across radiation-contaminated areas towards Tepco and the government after their uncertain response to the disaster, and a lack of clear information about radiation risks since.
 "They say it’s safe, but they had always told us that the nuclear power is safe too - and just look what a mess we’ve gotten ourselves into because of that," Yaoita said.
Many fish caught in the area test below Japan’s limits on radiation, a figure of 100 Bequerels per kilogram of Caesium-137 and Caesium-134, according to the Japanese government. However, crews say fish that live near the sea-floor, such as cod, halibut or sole, often test for excessive levels of radiation.
A large crab caught by Yaoita before the disaster could fetch as much as US$30 on the Hisanohama market. A kilogram of flatfish could sell for about the same. Once he could catch dozens of both and many other fish on a single morning outing.
"The nuclear disaster destroyed our livelihoods and now we are like beggars," said Yaoita.
"Previously I never went to see the doctor. Now it feels like I down more drugs and medicine than actual food." — Reuters


Fear and stress outweigh Fukushima radiation risk

26 de fevereiro de 2013

EUA detectam fuga de resíduos radioactivos em antigo complexo nuclear

Seis reservatórios subterrâneos do complexo nuclear mais contaminado dos Estados Unidos estão a verter resíduos tóxicos e radioactivos para o solo, mas sem risco para a saúde humana, segundo as autoridades.
Os reservatórios fazem parte do complexo nuclear de Hanford, no estado de Washington, cuja história remonta ao Projecto Manhattan, que na década de 1940 resultou na primeira bomba atómica. 
O governador Jay Inslee confirmou, na sexta-feira, a descoberta das fugas nos reservatórios, apenas uma semana depois do Departamento de Energia dos Estados Unidos ter detectado uma outra fuga, num dos equipamentos.
“Não há risco de saúde imediato ou a médio prazo nestas novas fugas agora descobertas, localizadas a mais de cinco milhas [oito quilómetros] do rio Colúmbia”, disse Jay Inslee, num comunicado. “Mesmo assim, são notícias perturbadoras para os habitantes de Washington”.
Os reservatórios em causa são tanques antigos, com casco simples, ou seja, sem uma protecção adicional contra o desgaste do material em contacto com os resíduos nucleares. “Isto certamente levanta sérias questões sobre a integridade de todos os 149 tanques de casco simples com líquidos e lamas radioactivas em Hanford”, acrescentou o governador. Num quarto dos seis tanques agora em foco, já tinha havido problemas no passado.
Na semana passada, o Departamento de Energia informou que um dos tanques estava a perder entre 568 e 1136 litros de líquidos perigosos por ano. Agora sabe-se que há um derrame da mesma magnitude num segundo tanque e que noutros quatro há situações menores, de cerca de 57 litros por ano.
O complexo de Harford, onde se produziram materiais de plutónio até 1989, é considerado o mais poluído do país, com cerca de 100 milhões de metros cúbicos de solos contaminados e 33 milhões de metros cúbicos de resíduos radioactivos.

5 de julho de 2012

Japão: Investigação conclui que acidente de Fukushima foi causado pelo homem

 

O acidente da central nuclear de Fukushima foi «causado pelo homem» e não só pelo tsunami de 11 de março de 2011, conclui uma comissão de inquérito mandatada pelo Parlamento japonês no seu relatório final sobre a catástrofe.«É claro que este acidente foi um desastre causado pelo homem. O Governo, autoridades reguladoras e a Tokyo Electric Power Company falharam no seu dever de proteger a vida das pessoas e a sociedade», refere o documento hoje divulgado.

3 de julho de 2012

Japão detecta elevados níveis de radioactividade em peixes



Mais de um ano depois do acidente nuclear de Fukushima, o Ministério do Ambiente japonês detectou elevados níveis de césio radioactivo em peixes de água doce nos rios e lagos daquela província.
As amostras foram recolhidas entre Dezembro e Fevereiro nos rios e lagos da província e ainda em oito locais do mar. Os níveis mais elevados de césio radioactivo, 2600 Becquerels por quilo, foram encontrados num peixe do rio que passa pelas cidades de Iitate e Minamisoma, a Norte da central atómica danificada pelo tsunami de 11 de Março de 2011.
Alguns insectos aquáticos, dos quais se alimentam alguns peixes, também registaram níveis de césio radioactivo, entre os 330 e os 670 Becquerels por quilo, noticia a estação nipónica NHK.
No mar, os níveis são mais baixos. Segundo o Ministério do Ambiente japonês, o nível mais elevado de césio radioactivo (260 Becquerels por quilo) foi detectado num peixe perto da cidade de Iwaki, a Sul da central de Fukushima.
O Ministério do Ambiente garante que vai monitorizar de perto os níveis de césio radioactivo nos peixes de água doce.
Neste sábado, um dos quatro reactores da central nuclear de Ohi, no Oeste do país, foi reiniciado. Até então, todos os 50 reactores nucleares japoneses estavam inoperacionais, na sequência do acidente na central atómica de Fukushima, originado pelo tsunami de 11 de Março de 2011.
Antes deste acidente, a energia nuclear era responsável por cerca de 30% da electricidade consumida no país.
Na sexta-feira, milhares de pessoas saíram às ruas em protesto contra a energia nuclear. Os organizadores falam em 180.000 manifestantes e a polícia em 20.000.
Ecosfera
Helena Geraldes

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay