Mostrar mensagens com a etiqueta Pintura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pintura. Mostrar todas as mensagens

13 de junho de 2013

Em Mora

Os cursos de Pintura da Câmara Municipal de Mora – “Cores e Saberes” encerram mais um ano letivo e para assinalar esta etapa, irá ter lugar em todas as freguesias uma exposição dos trabalhos realizados pelos formandos ao longo do último ano. 
No próximo sábado, dia 15 de junho, inaugura-se a exposição dos formandos da Freguesia de Cabeção, na Cantina Escolar, pelas 17h30.
Convidamos a estar presente e a visitar estas exposições, são espaços que reúnem trabalhos, muito próprios, feitos por mãos conhecidas do Concelho de Mora.

12 de fevereiro de 2013

“Desenhar Vila do Conde”

No dia 16 de Fevereiro de 2013, realizar-se-á o evento “Desenhar Vila do Conde”, integrado no projecto “Trienal de Desenho Movimento 12”.
Este evento é um convite à população em geral para percorrerem um roteiro pelo Centro Histórico de Vila do Conde.
Iniciar-se-á com uma recepção e concentração no Centro de Memória às 10.00 da manhã. Ao longo do percurso, os participantes passarão pelas ruas do centro histórico a fim de observar/conhecer e desenhar o património. 


Surgirão momentos de concentração : 12.00 h – Igreja /Mosteiro de Sta Clara; 14.30h – Capela do Socorro. No final, novo encontro no Centro de Memória às 16.30 h com exposição voluntária dos trabalhos realizados.
Para este evento, o gosto pelo desenho não tem a ver com a idade ou formação, basta comparecer no dia! 









 “Um Bater de Asas”

9 de julho de 2009

Recanto de Letras

Essência


Recôndito lugar Âmago revelado

Pelas mãos do artista

Poetrix inspirado na obra "Canários Carmelitas "do artista surrealista, Magritte.

"My painting is visible images which conceal nothing; they evoke mystery and, indeed, when one sees one of my pictures, one asks oneself this simple question 'What does that mean'? It does not mean anything, because mystery means nothing either, it is unknowable."René Magritte

24 de novembro de 2008

A bird in the hand 3


Birds, a constant presence even within the urban environment, are part of the ‘nature’ with which we are most familiar.
Yet they remain, curious to us: their colours, their behaviours and their songs – their beauty.
In the manner of the canary down the mine, the state of bird species is one litmus test of the health of the environment as a whole.
Anxiety about the global environmental crisis factors into the interest in birds as a subject, along with a deeper ethics of wonder – appreciation, respect and responsibility.
Not only are birds part of the natural world, they are also part of the cultural and symbolic world that we have built upon it.

15 de outubro de 2008

Espanha: Maria João Pires e Manoel de Oliveira condecorados


Os Reis de Espanha condecoraram hoje na Corunha, com a Medalha de Ouro das Belas Artes, Manoel de Oliveira e Maria João Pires, embora a pianista não tenha comparecido na cerimónia «por impedimentos profissionais».

O mesmo aconteceu com outros dois dos premiados, o maestro Daniel Baremboim e a cantora de ópera italiana Cecília Bartoli.
«Estas medalhas serão entregues aos galardoados, individualmente, logo que seja possível», disse à Lusa fonte da Casa Real espanhola.
Manoel de Oliveira, que em Dezembro faz cem anos, compareceu na cerimónia de bengala, mas deixou-a na cadeira quando foi chamado ao palco para receber a condecoração das mãos do rei Juan Carlos.
Manoel de Oliveira, nascido no Porto em 1908, é o mais velho realizador de cinema em actividade, tendo presentemente uma filmografia de 47 longas-metragens.
A sua 48ª película, «Saudades de uma rapariga loira», deverá estrear em 2009
Originário de uma família de industriais abastados, Manuel Oliveira foi inicialmente conhecido como campeão de natação e como piloto de automóveis.
Maioritariamente educado num colégio de jesuítas, na Galiza, viveu a adolescência sonhando tornar-se actor e, aos vinte anos, ingressou na escola de actores do cineasta italiano radicado no Porto, Rino Lupo, um dos pioneiros do cinema português de ficção.
O seu primeiro filme foi um documentário de curta-metragem sobre a actividade fluvial no Rio Douro, na zona ribeirinha da sua cidade natal: Douro, Faina Fluvial (1931).
A obra cinematográfica de Manoel de Oliveira foi interrompida por várias pausas, arrancando com regularidade após a sua longa-metragem «O Passado e o Presente» (1971).
Apesar das múltiplas condecorações e prémios, em festivais como os de Cannes, Veneza, Berlim e Montreal, entre outros, o cineasta leva uma vida retirada e longe das luzes da ribalta, dedicada aos seus filmes.

Maria João Pires, nascida em 1944, em Lisboa, aprendeu muito cedo a tocar piano, tendo dado o seu primeiro concerto aos cindo anos.
É hoje considerada como uma intérprete de excepção de Beethoven, Schumann, Schubert, Brahms, Chopin e muitos outros compositores dos períodos clássico e romântico, sendo as suas gravações da obra integral para piano de Mozart como uma referência mundial.
Estas condecorações, que são atribuídas anualmente pelo Ministério da Cultura de Espanha, visam distinguir as pessoas e entidades que se destacaram no campo da criação artística e cultural, que tenham prestado serviços notórios no desenvolvimento e difusão da arte e da cultura ou na conservação do património artístico.
«Estas medalhas representam o alto reconhecimento aos premiados, pelas suas valiosas obras e trajectórias, que despertam a nossa admiração, incentivam a nossa sensibilidade e estimulam a nossa inteligência», afirmou o Rei de Espanha, na sua alocução.
Estão entre os distinguidos, este ano, a galerista Helga de Alvear, a artista de circo Paulina Andreu, a cantora de rock Luz Casal, o actor António Banderas, o cineasta António Isasi-Isasmendi Lasa, Gioaccino Lanza Tomasi, director do Teatro de Ópera de Nápoles, e a bailarina e coreógrafa cubana Alicia Alonso.
Também foram condecoradas as actrizes Marisa Paredes e Berta Riaza, o historiador Alfonso Emilio Pérez Sánchez, o toureiro José Tomás, a restauradora Carme Ruscalleda, o estilista Roberto Verino e o escritor Jorge Semprún.
Nesta edição das Medalhas de Ouro das Belas Artes também foram distinguidas três instituições, a Associação Oleira de Buño (Galiza) e as unidades do Património Histórico do Corpo Nacional de Polícia e da Guarda Civil e a Fundação Telefónica.
As Medalhas de Ouro das Belas Artes foram criadas por decreto em Dezembro de 1969 e foram entregues no Museu do Prado, em Madrid até 1992.
A partir de então, as cerimónias passaram a ser efectuadas em distintos pontos do território espanhol.
Esta é a segunda vez que são entregues na Galiza, depois de Santiago de Compostela, em 1998.

14 de outubro de 2008

Outono


O Outono é a estação do ano que sucede ao Verão e antecede o Inverno. É caracterizado por queda na temperatura , (excepto nas regiões próximas ao equador) e pelo amarelar das folhas das árvores, que indica a passagem de estações.
O Outono do hemisfério norte é chamado de "Outono boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "Outono austral". O "Outono boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 21 de Setembro e termina a 21 de Dezembro. O "Outono austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 20 de Março e termina a 20 de Junho.
Em 2008, o Outono começou no dia 22 de Setembro, às 15 horas e 44 minutos, em Portugal.

El arte de vivir el flamenco- Rembrandt Harmensz van Rijn


Exposição de Rembrandt Harmenszoon van Rijn até dia 6 de Janeiro de 2009 no Museu do Prado.

18 de agosto de 2008

França: Gravuras de Paula Rego patentes em Nîmes


(Purification at the Temple, Paula Rego, 2002)
França: Gravuras de Paula Rego patentes em Nîmes Mais de 200 gravuras produzidas por Paula Rego entre 1954 e a actualidade estão em exposição na Escola superior de Belas Artes da cidade francesa de Nîmes, noticiou hoje o jornal Le Monde.
Num texto sobre a exposição, o crítico de arte Philippe Dagen saúda a iniciativa e observa que esta «deveria suscitar o projecto de uma retrospectiva» da pintura da artista plástica portuguesa, sem o que «será necessário continur a ir vê-la à Tate [Gallery] em Londres».
A arte de Paula Rego - escreve - «ostenta sem receio a sua profunda bizarria e a sua ironia perversa, qualidades que sabemos serem mais apreciadas do outro lado da Mancha. Ora bizarro e irónico são adjectivos fracos para qualificar a obra, seja do ponto de vista da sua execução ou dos seus motivos».
Paula Rego, segundo Dagen, «desenha sem esforço tudo o que lhe agrada desenhar, desde o corpo humano ao bestiário mais variado, a interiores extravagantemente mobilados e paisagens nocturnas», representações que «são perturbadas por rupturas de escala, desproporções inexplicáveis, casos de gigantismo e de nanismo que tanto afectam objectos e animais como coisas».
Na opinião do crítico, o que a artista procura são «formulações súbitas e sem concessões do assombro e da repulsa que sente face ao mundo actual, as suas ostentações mentirosas e as suas dores secretas».
Dá como exemplo as gravuras das «Abortion Series» (séries sobre o aborto), que «infligem ao espectador golpes repetidos e não o poupam a nenhuma miséria, dureza que a artista reivindica nas suas declarações como uma exigência moral e política, a do seu declarado feminismo».
A exposição, intitulada «Paula Rego, rétrospective de l´oeuvre graphique» - «Paula Rego, retrospectiva da obra gráfica», estará patente ao público até 21 de Setembro.
Diário Digital / Lusa

14 de julho de 2008

Pinturas de Nicolas-Antonine Taunay expostas em São Paulo


Pinturas feitas pelo artista francês Nicolas-Antonine Taunay (1755-1830), a pedido da família real portuguesa, vão ser expostas em São Paulo no âmbito das comemorações dos 200 anos da chegada da Corte ao Brasil.
Trata-se da primeira retrospectiva da obra do artista - cerca de 70 pinturas realizadas durante a sua passagem pelo Brasil, a convite de D. João VI.
Em 1816, Taunay, então com 60 anos, chegou ao Brasil em companhia de um grupo de artistas franceses e anos depois fundou a Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Conhecida como a «Missão Francesa», esse grupo de artistas marcou a história das artes visuais no Brasil.
A mostra, «Nicolas-Antoine Taunay no Brasil - uma leitura dos Trópicos», estará patente ao público entre os dias 19 de Julho e 07 de Setembro, em São Paulo.
A mostra, que já esteve no Rio de Janeiro, conta com a colaboração de diversas instituições estrangeiras, como o Palácio de Versalhes, Victoria & Albert Museum e o Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa.
Durante a exposição será promovido um ciclo de palestras com os organizadores da mostra e um grupo de estudiosos com debates sobre a chegada da família real portuguesa e a obra do artista francês.
Nascido em Paris a 10 de Fevereiro de 1755, Taunay iniciou a sua carreira aos 13 anos, frequentando a Academia Real de Pintura e Escultura da França e também a Academia de França, em Roma.
Conhecido inicialmente como pintor de paisagens de pequeno formato, fez também nome como artista do círculo de Napoleão Bonaparte, executando para o general várias telas de grandes proporções.
A exposição começa com o módulo «Auto-retrato», em que é apresentada a imagem do artista, seguida pela primeira fase da carreira de Taunay na Europa.
A sessão «O pintor de história: as grandes telas napoleônicas» exibe as maiores pinturas do artista feitas para Napoleão Bonaparte, vindas do Palácio de Versalhes.
Os módulos «No Brasil: Os trópicos como espectáculo», «Vistas urbanas: O Rio de Janeiro como uma vila italiana» e «A escravidão como detalhe» retratam a produção brasileira de Taunay.
As pinturas feitas para a família real portuguesa no Brasil estão na sessão «Nobreza reluzente» da exposição.
A mostra termina com a sessão «De volta, mas com o Brasil na bagagem» a retratar a influência da paisagem tropical na produção europeia de Taunay, após o seu regresso a França em 1821.
Diário Digital / Lusa

14 de janeiro de 2008

Uma mostra alegre e criativa ...







Até 29 de Janeiro, a exposição de ‘Pássaros Exóticos’ de Maria Júlia da Saúde encontram-se patentes ao público na Galeria Fórum. Recorrendo à técnica mista e ao acrílico, a pintora barreirense inaugurou a sua mais recente exposição a 4 de Janeiro, com trabalhos que revelam criatividade e alegria interior.
Por ter sido sempre alegre e se ter expressado numa pintura que reflectia esse estado de espírito, Maria Júlia considera que essa é a principal característica dos quadros que traz a exposição na Galeria Fórum, apesar do momento difícil da vida que atravessa. Para a artista barreirense, pintar e expor pode mesmo ser considerado uma “terapia ocupacional”, visto serem opções que a têm feito ultrapassar momentos menos bons e de tristeza na vida.
Enquanto educadora de infância e detentora de conhecimentos em pintura de azulejo do século XVII, em pintura a óleo espatulada, em artes decorativas e trabalho em estanho, Maria Júlia já realizou várias exposições colectivas e algumas individuais. A que traz à Galeria Fórum é também a título individual, na qual procura transmitir a “espontaneidade e criatividade” a que recorre para se distrair.
Retratados na tela estão ‘Pássaros Exóticos’ que Maria Júlia recordou dos tempos em que frequentava um atelier de pintura no Museu das Janelas Verdes, com a antiga professora da Escola Superior de Educação João de Deus, Cecília Menano.
Na memória ficaram pássaros imaginários e “fora do vulgar”, com várias cristas e pintados em cores vivas e alegres, que a barreirense decidiu voltar a passar para a tela, emoldurar e levar a exposição. http://www.cityparrots.org/
“Enquanto estou a pintar, esqueço os meus desgostos e os meus problemas”, confessa Maria Júlia, admitindo que não vai deixar a pintura sair dos seus horizontes.

5 de novembro de 2007

Jacopo Tintoretto




Tela desaparecida de Tintoretto encontrada em PortugalA «Adoração dos Reis Magos», de Jacopo Tintoretto, encontra-se no mosteiro Beneditino de Singeverga, em Santo Tirso, segundo acreditam os especialistas, que se depararam, há alguns meses, por acaso, com uma tela de grandes dimensões.
De acordo com o Diário de Notícias desta segunda-feira, a enorme pintura a óleo, com cinco metros de comprimento e dois de altura, foi colocada na igreja abacial da Ordem Beneditina, parcialmente acessível ao público.
«Eu ponho as mãos no fogo em como se trata de um Tintoretto, provavelmente feito a meias com o filho, Domenico, o seu herdeiro artístico», afirma o historiador de arte, Vítor Serrão, que analisou e estudou o quadro, embora muito esteja por saber sobre a pintura, o que só poderá ser descoberto através de exames técnicos, exigidos para a autenticação de uma obra de arte.
«Pensamos tratar-se de uma obra executada entre 1580 e 1590», refere o musicólogo, especialista em música maneirista, Manuel Morais, protagonista da descoberta da pintura, em Abril, quando passava uns dias com os seus amigos monges, onde tem tranquilidade para trabalhos de longa duração.
A tela, que deixou de ser referenciada no século XVIII, possui «uma linguagem inconfundível em que sobressaem o nível técnico, estilo e o preparo pictórico da época», sustenta Serrão, pondo a hipótese do quadro ter origem na igreja do Santo Spirito, em Veneza, já que pelo menos três autores referem uma grande obra de Tintoretto ali existente, com o mesmo tema da tela de Singeverga.
05-11-2007 8:24:59

Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay