Mostrar mensagens com a etiqueta musica .canarios de canto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta musica .canarios de canto. Mostrar todas as mensagens

27 de junho de 2008

High Flying Bird EM CONCERTO








High Flying Bird é um projecto musical de Bruno Lopes. Músico nascido em Lisboa no ano de 1978 mudando pouco tempo depois para a cidade de Barcelos, uma pequena localidade situada no norte do Portugal.Desde de cedo se começou a interessar pelas artes, principalmente literatura e música tendo como principais mentores os poetas da Beat Generation como por exemplo, Jack Kerouac, Willian Burroughs e Allen Ginsberg; os poetas Rimbaud e Walt Whitman e o escritor Hemingway.Estas fortes influências literárias acompanharam as musicais ao mesmo nível: Neil Young, Joni Mitchel, Bob Dylan, Tim Buckley, Tim Hardin, John Martyn e outros artistas na área do folk, Rock e Blues. Por volta de 1995 forma os “The Pisces”, grupo esse que grava dois trabalhos, “Oceans” editado em 1998 e “Inner Truth” editado em 2001.


A banda permite a Bruno Lopes o primeiro contacto com o meio musical português. Em 2002 lança na internet através da página oficial da banda, doze poemas intitulados “Escritos”, poemas e textos em português que poderão ser lidos nesta webpage


Em 2003 surge a vontade de fazer música cuja mensagem fosse mais directa e livre, decidindo por regressar às origens. O sentimento de liberdade, de criar música mais espontânea levam a criar então o projecto High Flying Bird. O nome tem a sua origem numa velha canção folk norte americana, que falava da segregação racial nos E.U.A. na década de 50 e 60.


A música criada pelo projecto é uma mistura simples de voz, poesia, guitarra, harmónica.


Em meados de 2003 lança o ep “Songs of Freedom”, gravado no Oops! Studio num só dia, apenas voz e guitarra.


O ep permite realizar actuações pelos mais variados palcos do país conseguindo obter alguma atenção dos meios de comunicação.


Tendo sido um acontecimento totalmente inesperado mas que foi encarado com algum nervosismo visto que havia algumas arestas a limar.


Em Fevereiro de 2004 grava o ep “Autumn” no Pink Moon Studio com uma produção também limitada mas com as ideias já definidas do que queria para o projecto a nível de estúdio.


Tendo introduzido novos instrumentos como a sitar, sintetizadores e piano nas misturas finais. Estes dois eps permitem que High Flying Bird realize em 2004 cerca de 22 concertos por todo o país a promover dois eps que não se encontravam à venda nas lojas (visto tratar-se de edições de autor), devido ao desinteresse das editoras discográficas.


O interesse do público pelas actuações ao vivo e as 500 cópias esgotadas provocam de certa maneira um saldo positivo.


Em Março de 2005 é editado o trabalho, “Backyard Desert”, desta vez com a produção de Paulo Miranda do AMP Studio. Um trabalho mais elaborado e com alguns elementos novos no universo de High Flying Bird, como a precursão e loops electrónicos.


High Flying Bird lança em Setembro de 2007 o novo album intitulado Escritos.


Lançado pela editora independente Medusa Records egravado em poucas horas pelo produtor Paulo Miranda no Amp Studio em Viana do Castelo.


Um album de dez temas gravados de uma forma directa e espontânea onde cada hesitação, cada variação na voz, cada mudança de volume e cada frase cantada ressoa a um momento privado. È um disco onde é assumida de uma forma cuidada e pela primeira vez, canções em português.


Estes temas surgiram sob a forma de poemas, que tomaram a forma de canções.


O português, porque simplesmente houve a vontade de passar a mensagem a um público mais vasto, sentir a força de cada palavra para assim estabelecer uma forma mais eficaz de comunicação. High Flying Bird encontra-se a apresentar este albúm pelo país na Escritos Tour.

VimaRock - Guimarães

19 de junho de 2008

Braga: Festival musical ajuda crianças com doenças crónicas


André Sardet, Blind Zero, Adelaide Ferreira e Patrícia Candoso actuam sábado, em Braga, num festival de solidariedade para ajudar a angariar fundos para crianças vítimas de doenças crónicas, anunciou hoje fonte da organização.

Segundo a fonte, o festival de música que decorre, à tarde, no Estádio Axa, visa a angariação de fundos para equipar uma Unidade Móvel de Apoio ao Domicílio (UMAD II) para a Fundação do Gil.
O evento, que conta com a organização e o apoio da Fundação AXA Corações em Acção, inclui o sorteio de uma viagem ao Brasil para duas pessoas.
O equipamento de uma segunda UMAD permitirá alargar o apoio clínico e social ao domicílio a um maior número de crianças, vítimas de doenças crónicas.
A Fundação estima que «70 crianças por ano possam ser devolvidas ao seio familiar com este novo veículo, o que contribuirá para desocupar camas de hospital».
A primeira UMAD, lançada há dois anos pela Fundação do Gil, possibilitou já a reinserção, nas suas casas, de mais de uma centena de crianças internadas em hospitais, mediante a prestação de apoio clínico, social e de formação às famílias. Apresentado por Fernanda Freitas, o espectáculo envolve também os Pequenos Violinos - Paganinus, as bandas Gentlemen Strip Club, Steel Velvet e a Azeituna e a tuna da Universidade do Minho.
O «bilhete» de entrada para o Festival de Solidariedade - uma t-shirt alusiva ao evento, com preço simbólico - encontra-se disponível nos espaços comerciais AXA e nos balcões do Barclays Bank, onde foi também aberta uma conta de solidariedade para recolha de donativos
.
Fundada em 1998, a Fundação AXA Corações em Acção é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS).
Em 2007, apoiou 56 instituições em áreas de intervenção cruciais, como as ligadas a crianças, idosos, pessoas com deficiência, sem-abrigo e toxicodependentes.
Criada em 1999, a Fundação do Gil tem como objectivos contribuir para o bem-estar, para a valorização pessoal e para a plena integração social das crianças e dos jovens que se encontram internados, por períodos prolongados, em unidades hospitalares, prisionais ou outras.
Diário Digital / Lusa

23 de maio de 2008

EL RITMO MUSICAL- Carmelo Saitta



El ritmo Musical

...."Su formalización se manifiesta en el tiempo y es en el tiempo donde tomamos conciencia de ella. Ahora bien ¿cuando hablamos del tiempo a qué nos referimos?
En principio es necesario tener en cuenta que existen tres dimensiones temporales diferentes: el tiempo cronométrico, el tiempo psicológico y el tiempo virtual. Esta última dimensión es propia de las artes, ya que cuando se alude al “tiempo” tanto en música como en cualquier arte temporal, uno se refiere al tiempo virtual, al tiempo que se construye a través de los procesos formales y sintácticos de la obra y que debe ser comprendido por el perceptor. El perceptor, a su vez, pondrá en juego diferentes operaciones mentales para la aprehensión de la obra de arte, de acuerdo a su especificidad.

Y si nos preguntamos cómo tomamos conciencia del devenir del tiempo la respuesta es, sin duda, que lo hacemos a través de los fenómenos que se inscriben en él, sean estos reales (pertenecientes a la realidad concreta), ideales (pertenecientes al mundo de las ideas) o virtuales (pertenecientes al universo de los lenguajes, las artes o las religiones).
En cuanto a la música se refiere, sus contenidos son objetos virtuales de acción, y por lo tanto sus dimensiones son también virtuales, sus materiales se distribuyen en el tiempo de manera orgánica y sus diferentes sistemas de organización están comprendidos en el estudio del Ritmo Musical.
Por supuesto, esta dimensión virtual se proyecta en un tiempo real, cronométrico, y al ser percibido por el individuo, es relativizado (tiempo psicológico).
Será necesario, entonces, abandonar la clásica concepción del tiempo (constante, uniforme, unidireccional, irreversible) por una más actual que contemple la posibilidad de que existan varios tiempos o niveles temporales simultáneos (concepción topológica del tiempo),
organizaciones que no necesariamente tienen que ser proporcionales o regulares.
Fenómeno observable fácilmente en la música, en particular en la de Charles Ives y en ciertas heterofonías características de la música del Siglo XX. ..."

"...Para la música esta última concepción es, en un sentido práctico, la más interesante, por cuanto el auditor va ensanchando el presente con la audición de la obra y conforme toma conciencia de su devenir va tomando parte de lo ya escuchado, porque a medida que actualiza el pasado a través de la memoria, en su vinculación con lo que está escuchando, puede anticipar lo que va a acontecer, siempre en función de un lenguaje más o menos preestablecido. Esto significa que en el momento de la audición va actualizando el pasado y el futuro en un presente ancho."

7 de abril de 2008

Associação quer profissão de musicoterapeuta reconhecida


Fundada em 1996 por um grupo de profissionais e sócios da Associação Portuguesa de Educação Musical, que fizeram parte de um movimento que trouxe a Portugal musicoterapeutas estrangeiros para dar seminários, a Associação Portuguesa de Musicoterapeutas (APM) quer promover a organização e o desenvolvimento da musicoterapia como disciplina de conhecimento e como profissão.
Em Portugal esta actividade é exercida por cinco ou seis pessoas que são reconhecidos como musicoterapeutas no estrangeiro, mas não internamente, pois ainda não foi classificada como profissão, sendo apenas uma especialização, pelo que não existem dados sobre o número de pessoas que estão a exercer neste domínio.
«Como agora já existem cursos de especialização em universidades portuguesas e com o esforço da APM no sentido de que a profissão seja reconhecida, pode ser que consigamos em breve ter estatísticas fidedignas», explicou em entrevista à agência Lusa a presidente da APM e vice-presidente da Confederação Europeia de Musicoterapia, Teresa Leite.
Em 1990 surgiu no Funchal um curso de musicoterapia, promovido pela secretaria Regional de Educação Especial, que era dado por uma musicoterapeuta francesa.
«Foi só a partir do ano 2000 que surgiram alguns cursos de especialização. Primeiro na Faculdade de Motricidade Humana, que já não existe, e depois na Universidade Lusíada, em Lisboa, e na Escola Superior de Educação no Porto», disse.Os cursos na Universidade Lusíada (no qual Teresa Leite está envolvida) e na Escola Superior de Educação, no Porto, têm uma duração de dois anos em regime de pós-graduação e pós-laboral.
Para fazer esta especialização, explicou Teresa Leite, é necessário ter uma licenciatura em psicologia, educação, educação musical, enfermagem ou serviço social, sendo as pessoas depois seleccionadas por currículo.
Teresa Leite contou que actualmente apenas cinco ou seis pessoas exercem musicoterapia em Portugal.«São uns cinco ou seis que são reconhecidos no estrangeiro mas, se juntarmos os que já terminaram as especializações em Lisboa e no Porto e que acho que são válidos devem ser mais de 20», disse.
A presidente da APM adiantou que 16 pessoas que terminaram as especializações em Lisboa e no Porto no ano passado fizeram estágios em instituições como o Hospital de Santa Maria, na Casa da Criança, em Tires, em centros de idosos e no gabinete do Apoio ao Cidadão Autista, entre outros.
De acordo com Teresa Leite, são poucos os musicoterapeutas a receber dinheiro pelo seu trabalho. «Há algumas instituições que já investem nisto e que pagam aos técnicos que já lá trabalhavam e que fizeram as formações, mas são poucos», disse.
Para Teresa Leite, esta situação seria diferente com a certificação dos cursos e o reconhecimento da profissão. «Ainda não há uma carteira profissional de musicoterapeuta, não está classificada como profissão, estamos a tentar», frisou, referindo que talvez possa ser possível dentro de um a dois anos. «A APM está a estabelecer e a implementar critérios de reconhecimento da prática clínica da musicoterapia e respectiva formação profissional em Portugal e só depois iremos contactar o Instituto do Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho para ver o que podemos fazer para que a profissão seja classificada», disse.
No entender de Teresa Leite, é urgente que a profissão seja reconhecida pois «há muita gente a dizer que é musicoterapeuta e está a vender serviços no privado sem ter formação para o fazer». «É preciso esclarecer as pessoas sobre o que é a musicoterapia e é por isso que a APM faz encontros anuais, workshops, seminários e cursos de sensibilização», explicou a responsável, adiantando que os profissionais e as pessoas em geral podem obter mais informações através da página na Internet http://www.apm.pt/ .
Na opinião de Teresa Leite, a musicoterapia é alvo de cepticismo por parte das pessoas em geral e da comunidade médica.
«Sofremos com a má-prática. A classe médica acha que nós somos meia dúzia de malucos que nos propomos curar pessoas com tambores», lamentou.«Digo sempre aos estagiários que eles ainda estão a aprender, mas no local onde estão a estagiar são pioneiros e por isso têm a obrigação de explicar aos outros o que é a musicoterapia», disse.
Diário Digital / Lusa

25 de março de 2008

Suzanne Vega a 9 de Julho na Guarda



Suzanne Vega vai actuar a 9 de Julho no Teatro Municipal da Guarda, adianta a Lusa.
A cantora vem apresentar o álbum mais recente «Beauty & Crime».
Este é o seu primeiro disco gravado para a editora Blue Note. «É muito prestigiante para o TMG poder receber um nome mundial como é Suzanne Vega», afirmou o director artístico do teatro, Américo Rodrigues, em declarações à agência noticiosa.
Suzanne Vega tem ainda outra data marcada para Portugal, ainda por divulgar.
Além do concerto de Suzanne Vega, em Julho, o Teatro Municipal da Guarda vai receber uma nova edição do Festival Ó da Guarda, dedicado à música contemporânea, bem como actuações de Wraygunn, A Naifa, Micro Audio Waves e Luís Represas.
25-03-2008




Jan Kubelik plays "Zephyr" by Hubay